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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Ataque terrorista na Madeira

A primeira vez que fui à Madeira tinha 15 anos (acabadinhos de fazer) numa viagem de finalistas de 9º ano. Só fui, porque o professor Nuno era um dos responsáveis pelo grupo de finalistas e a minha mãe só tinha segurança de que nada nos ia acontecer se ele fosse. Como ele foi, também eu fui e foi uma viagem inesquecível. Foi nessa viagem que conheci minimamente a ilha da Madeira e nela senti-me em casa, como se sempre tivesse feito parte daquela ilha. Se calhar foi apenas o sentimento de ilhéu que vive nas pessoas que vivem em ilhas, não sei. O que é certo é que a Madeira e o restante arquipélago passaram a viver no meu coração. 
Depois dessa viagem regressei à Madeira umas quantas vezes, umas por lazer e outras em trabalho. Ir à Madeira, qualquer que fosse o motivo, sempre me enchia de alegria. Sempre me senti em casa lá. Sempre fui muito bem tratada pelas pessoas de lá. Adoro o bolo do caco e a espetada madeirense. Adoro o mar, as cores vivas, os trajes do folclore típicos, as casinhas de palhinha, o sol, o espírito do povo. Desde cedo, por motivos de trabalho, os meus pais mantiveram amizades que ainda hoje existem e que chegaram até mim também. São pessoas humildes e de excelentes corações.
Nos últimos dias a Madeira, mais concretamente a cidade do Funchal foi alvo de um ataque terrorista (para mim quem provoca fogo desta maneira, só pode ser terrorista!). O centro histórico da cidade foi fustigado pelas chamas. Para quem, como eu, conhece a Pérola do Atlântico no seu auge, linda, com o azul do mar a beijar o verde da encosta, não consegue imaginar a cidade repleta de fogo e fumo. Eu olho para as imagens e não consigo imaginar o "meu" Funchal daquela maneira...
Que Deus olhe pelos madeirenses e por todos os indivíduos que são alvos de ataques terroristas como este.




O lado bonito desta catástrofe é saber que os portugueses (a maioria deles!) estão sempre prontos a ajudar e, nós, açorianos, também estamos incluídos nesse role (às 3h da manhã de 4ª feira partiram a bordo da SATA 30 bombeiros dos Açores para ajudarem no combate ao fogo na Madeira).




quinta-feira, 7 de abril de 2016

Chegou o bolo do "macaco"!

Como sabem a minha filha pediu ao seu padrinho bolo do "macaco", querendo dizer "bolo do caco" (a mando da mãe, mas isso não interessa nada agora)... e ele trouxe! Lindo menino...
Já nos estivemos a deliciar como deve ser (nunca é igual como comer na Madeira, mas encosta... Ai a minha dieta!!!) e esperar pela sua próxima viagem à ilha das bananas. Falando assim, até faz sentido ser o "bolo do macaco". :) A minha filha é mesmo inteligente! :)


terça-feira, 5 de abril de 2016

Bolo do Macaco! Uma delícia!

Hoje de manhã o meu irmão foi para a Madeira, em trabalho. 
(Ah que saudades tenho eu desta "Pérola" no meio do Atlântico. É com certeza uma ilha que me encanta verdadeiramente...)

Enquanto levava a minha M. para casa dos meus pais tentava incutir-lhe um pedido ao seu padrinho: "Filha, vais dizer ao padrinho: Traz bolo do caco", só porque eu venero uma bifana em bolo do caco com manteiga e alho. É no mínimo "divinal"!

Ao subirmos as escadas, o padrinho da M. espreitou lá de cima para lhe receber (como faz todos os dias) e eu digo: "O que queres dizer ao padrinho?"
Ela: Traz bolo...
Eu: do?
Ela: Macaco!

Será que se notou muito que foi um pedido da mãe?!