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segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Uma pausa... pequenina... talvez!

Hoje entro em modo "Nataleiro"... 

Perdoem-me a ausência de palavras que vai andar por aqui nos próximos tempos... 
Preciso de encontrar os pisca-piscas do meu coração e, assim, iluminar a minha vida... 
Preciso de preparar o meu coração e a minha vida para fazer Jesus nascer de novo em mim e na minha vida... 
Preciso estar com a minha filha, saboreá-la, vivê-la, abraçá-la, cheirá-la, senti-la... 
Preciso dela como quem precisa de ar para respirar...
Peço-vos apenas... compreensão!...

Aproveito para desejar a todos os leitores que passem por aqui, enquanto eu não voltar (tentarei ser breve!) um Natal e um ano 2019 cheio de Saúde, Paz e Amor. 
Que as famílias se reúnam, se reencontrem, se abracem, se perdoem, se amem, se respeitem... A vida é um sopro. Num dia estamos cá, noutro já não estamos. Para quê orgulho?! Teimosia?! Insensatez?! Valorizem as pessoas, amem as pessoas, nunca o materialismo! Isso sim é verdadeiramente importante!
Vivam o momento hoje! Amanhã pode ser tarde demais...

Sejam felizes!




segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Reveillon calminho...

Foi calminha...
Sempre gostei das noites em que o ano muda. Sinto alguma magia no ar e amor no coração. Nessa noite toda a gente é bonita, veste bonito para assistir com classe à chegada do novo ano. Existem desejos individuais, desejos partilhados, desejos... Existem também as lembranças dos melhores momentos do ano anterior e também os menos bons! Existe a esperança que este novo ano nos traga coisas boas e nos ajude a enfrentar com coragem e determinação as menos boas...








quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Isto é cuidar de quem cuida...

Durante quase todo o mês de dezembro, ali a rondar o Natal e passagem de ano a minha avó Olídia, que ainda está debilitada, ficou em casa dos meus pais, por opção dos próprios. Foram, sem sombra de dúvidas, dias muito mais calmos para os meus pais e também para mim, pois em vez de estarmos a fazer viagens Ponta Delgada - Lomba da Maia e regresso com alguma frequência, pudemos passar mais algum tempo com ela e uns com os outros, sem stresses de maior, sem termos de andar com "a casa às costas", sem a minha M. ter de alterar a sua rotina. Julgo não estar a ser egoísta e nem tão pouco a "puxar a  brasa à minha sardinha", mas a vida é assim mesmo. Quem precisa é que tem de ir em busca de ajuda. Neste momento a minha avó precisa de nós e, claro, estamos aqui para ajudá-la a recompor-se e a por-se fina outra vez. 
A nossa vida está estruturada de certa forma. No meu caso, tenho o meu trabalho e vivo em Ponta Delgada. A minha M. está aos cuidados dos avós maternos na minha ausência, porque assim ficou combinado ainda antes dela nascer. Eu preciso dos meus pais para cuidarem da M., por isso levo todos os dias (úteis) a minha filha para a casa deles. Não são eles que vão para a casa onde vivo cuidar da minha filha. Neste momento, penso que, para o bem da sanidade mental dos meus pais, mas principalmente da minha mãe, que sempre foi uma pessoa nervosa, a bem da própria relação dos meus pais que tudo tem suportado, a bem da estabilidade familiar, o melhor mesmo é que a minha avó se mentalize de que terá de sair da sua "zona de conforto" para se aproximar das filhas, pois delas depende no momento. 
Deus queira que esta seja uma situação passageira, mas ninguém sabe se o será, daí ser muito importante ajudar a minha avó sim, mas também facilitar a vida e cuidar de quem cuida dela. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Importante: aprender a relativizar...

A noite de Reveillon foi nada mais nada menos aquilo que espero que seja o resto do meu ano: com saúde e com a família reunida em paz e amor!
Depois de uma jantarada à maneira (cheia de coisas pecaminosas e em companhia excelente!), chegou a hora de comer as 12 passas e pedir os tais 12 desejos (normalmente não sou muito exigente e só peço 1 ou 2... ou 3 vá!), saltar para cima de algo alto e nas alturas passar a meia-noite de 31 para 1, colocar dinheiro no sapatinho (confesso que me esqueci deste pormenor este ano! Lá vou eu continuar pobre........) e dar as boas vindas ao novo ano que estava aí a chegar!

O ano 2016 não foi dos melhores anos da minha vida por variadas razões, algumas das quais já expus aqui, mas foi um ano em que consegui relativizar as situações, pois aprendi que só assim conseguirei enfrentar o que tiver de ser...

Espero que em 2017 as coisas melhorem (não é isso que todos nós esperamos?!) a todos os níveis... Eu sei que nasci para ser feliz, pelo menos a maior parte do tempo da minha vida e este é o meu grande desafio de todos os anos que já vivi e ainda tenho para viver... Fazer de tudo para ser feliz e fazer os "meus" felizes! Só espero é que nunca me/nos falte a saúde e o amor... o resto vamos fazendo devagarinho...

Eis alguns recortes de como foi o nosso Reveillon 2016-2017!
 

sábado, 31 de dezembro de 2016

Hoje é dia de reflexão e de pedidos...

É dia de pensarmos no que vivemos no último ano e decidirmos o que queremos ver mudado para os próximos 365 dias que já estão à porta... Isto é uma tarefa difícil! O ideal é irmos pensando nisso nos últimos dias de Dezembro para hoje já termos a listinha pronta e refletirmos sobre ela...

Os momentos mais marcantes (por ordem cronológica) do meu ano 2016 foram:
- sentir tristeza por alguém que partiu tão pequenina e frágil, que eu não conhecia pessoalmente, mas que me dediquei de corpo e alma e já a sentia como se fosse do meu sangue;
- o 2º aniversário da minha filha;
- os bons momentos e as risadas do Carnaval;
- a abertura deste blog;
- os momentos de grande fé e amor que vivemos durante a festa do Sr. Santo Cristo dos Milagres;
- estar sem o namorido durante 2 semanas inteiras;
- o verão (este é sempre um marco importante para mim!);
- o dia do meu aniversário e a reviravolta na minha vida nos dias seguintes;
- a estadia do meu primo R. e os momentos que estivemos juntos;
- a, infelizmente, morte da minha avó paterna;
- a, infelizmente, queda e posterior falta de saúde da minha avó materna;
- o aproximar-me da minha freguesia de infância;
- o Natal e tudo o que ele envolve.

Os meus desejos para 2017?!
- desejo que no meu lar e no lar dos que amo exista muita paz, amor, dedicação, entrega e entreajuda;
- na minha família: desejo mais paz, união e sempre, sempre muita saúde;
- no meu trabalho: desejo que ele nunca me falte;
- desejo que não me falte saúde para poder estar cá nos próximos 366 dias;
- desejo que os nossos (meus e dos meus) sonhos a curto e médio prazo se realizem, e que os de longo prazo fiquem mais próximos de se concretizarem;
- desejo que a minha casa fique pronta em 2017, já agora...;
- desejo ter destreza e sabedoria suficiente para conseguir ignorar quem me inveja, quem me deseja mal, mesmo que seja de forma inconsciente, quem me despreza e despreza a minha família, que essas pessoas se ocupem da sua felicidade para nem terem tempo para maldades;...
- e, finalmente, que tenha força, coragem, determinação e amor a transbordar para ser a melhor mãe que consigo ser para a minha filha, a melhor esposa para o meu marido, a melhor irmã para o meu irmão, a melhor filha para os meus pais, a melhor neta para a minha avó, a melhor cunhada para as minhas cunhadas e cunhado, a melhor sobrinha para os meus tios, a melhor afilhada para os meus padrinhos, a melhor prima para os meus primos, a melhor madrinha para os meus afilhados, a melhor amiga para os meus amigos...


O que quero ver mudado no mundo?!
- a cura para o cancro (um desejo urgente!);
- menos sofrimento para quem sofre de alguma patologia ou condição de vida;
- menos pobreza, mais paz, mais amor e menos hipocrisia.

E é isto! Que venha 2017!...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Renovações na noite de Reveillon

Sempre gostei das noites da Passagem de Ano... Sinto no meu coração que algo se renova na noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro de um novo ano... Pelo menos vontade disso tenho: que algo se renove na minha vida, que o que existe de bom se torne ainda melhor e o existe de mau se vá embora... mas é claro que isso não acontece... As coisas que acontecem, quer sejam boas ou más, fazem parte da nossa vida e temos de aprender a lidar com elas... Óbvio que, como humanos que somos, preferimos sempre as boas. Mas de que vale termos as boas se não as soubermos valorizar?! As más existem para sabermos valorizar as boas... A vida é isto mesmo!...

As noites de Passagem de Ano para mim têm uma magia diferente... Nem eu própria sei explicar o quê... Gosto de me vestir melhor. Gosto que a minha família esteja bem vestida para darmos as boas vindas ao novo ano. A esperança é sempre que seja melhor que o anterior para todos nós... 
Este ano não será diferente... Estaremos juntos, vamos comer, sorrir, abraçar-nos, comer as 12 passas (o grande sacrifício da noite!) e pedir os 12 desejos para 2017 (normalmente só peço saúde e amor para nós... o resto vamos construindo à medida que os dias vão passando, pois se houver amor e saúde tudo se consegue!), brindar com champanhe e depois caminha, pois agora há uma pequena princesa que precisa dormir, até mesmo na noite de passagem de ano...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O meu Reveillon é assim...

Até aos meus 15 anos as minhas oites de Passagem de Ano foram passadas no Nordeste, no Clube Desportivo de Santo António Nordestinho. O meu pai, que na altura era o presidente, organizava um jantar convívio e baile pela noite dentro. Sempre me lembro disso! Eram sempre muito divertidas as passagens de Ano lá em Santo António. Tenho maravilhosas recordações dessa altura da minha vida... Havia lá uma tradição pós baile que não sei se ainda existe hoje... Íamos pelas casas das pessoas mais próximas desejar os Bons Anos. À porta cantávamos uma música cuja letra é a seguinte:

O Ano Novo
Bom ou mau ninguém o adivinha
É como o ovo
Pode ser galo, pode ser galinha...

E continuávamos a cantá-la até nos abrirem a porta para uma espécie de "menino mija"... Isto acontecia pela noite dentro, até de manhãzinha...

Depois de ter saído do Nordeste, ainda hoje um ano que fomos todos a um local que organizou um baile de Reveillon, mas nunca mais se repetiu até hoje: o dinheiro que se gasta não compensa e em casa estamos sempre mais à vontade. 
A verdade é que todas as meias-noites do dia 31 de dezembro para 1 de janeiro foram passadas junto com os meus pais. Há sempre um jantar em casa dos meus pais para toda a família (aquela que pode participar) e alguns amigos mais chegados. Depois da meia-noite, ainda ficamos ali na conversa mais um pouco... Depois disso, cada um vai assumir os seus primeiros compromissos do ano novo: uns vão para outras casas, outros para o Coliseu ou outro local que organize alguma festa...
Nunca fui de ir ao Coliseu, pois no único ano que fui achei um desperdício de dinheiro: gastamos dinheiro no vestido, cabeleireiro, manicura, depilação, bilhete de entrada, para termos apenas umas horinhas de folia (6h)... 
Gosto muito mais dos convívios com a família e amigos e do forrobodó habitual em casa na nossa ou na de amigos... Um dia quem sabe não o vamos passar noutro cantinho do planeta?!