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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Férias 2018 #12: Adeus Santiago, Cabo Verde

Ter de dizer adeus a Cabo Verde trouxe-me um misto de sensações...

Foram 7 dias numa terra que nos acolheu de braços abertos. Um lugar onde vivem pessoas de coração cheio de amor, compaixão, de alegria.... São felizes com tão pouco! Têm o ritmo no corpo e dançam como ninguém... Pessoas que, por mais problemas que tenham, oferecem sempre um sorriso no rosto!...
Tivemos momentos bons, muito bons, alguns menos bons também, mas fomos genuínos nas nossas atitudes e tentamos absorver e viver tudo o que estava à nossa volta: os cheiros, as pessoas, as paisagens, as comidas, as cores, o mar, o sol, o calor, a música,...

Em Cabo Verde, eu e a minha M., estivemos em paz e fomos felizes, verdadeiramente felizes...
Um dia, quem sabe, voltaremos...







terça-feira, 25 de setembro de 2018

Férias 2018 #11: Gastronomia de Cabo Verde

Em Cabo Verde normalmente comíamos na cantina do Centro de Estágio onde ficamos. A comida era confeccionada por uma senhora, a D. Filomena, que penso que pertencia à Associação Black Panthers com quem fizemos o intercâmbio. O que mais me fez confusão em todas as refeições foi o facto de os pratos e copos serem de alumínio e para cada pessoa apenas havia um garfo e/ou uma colher... Não existiam facas! Nunca perguntei porque razão! Achei que seria indelicado da minha parte...

Todos os dias era uma comida diferente, caseira, quentinha tipicamente cabo verdiana. Confesso que algumas causava alguma estranheza quando olhávamos para o prato, mas depois da primeira garfada era saborosa, algumas bastante até.

Tínhamos um sumo bem fresquinho e saboroso, de cor avermelhada, feito de hibiscos. E um outro que parecia ser feito de pêra e também com aquela cor de pêra. Eu gostava mais do avermelhado e a M. também. Saboroso mesmo!
Em relação à comida, era à base de arroz, massas (esparguete maioritariamente), feijão, milho, batata (inglesa ou doce e uma que sabia a inhame mas que tinha o formato de banana! Muito estranho!!) e carnes ou peixes.
Comemos a famosa cachupa (Maravilhoso sabor! O aspecto, nem por isso!), grão de bico com atum, frango com batata frita, esparguete com carne, sopas (que eram feitas com esparguete!), caldeirada de peixe à moda de Cabo Verde... Não houve uma única comida que não tivesse gostado. 

O meu problema era a M. porque inicialmente estranhava o que tinha no prato mas depois bastava-lhe dizer que era a comida que a Micaela e outros meninos dali comiam que ela interiorizava e comia o prato todo. A verdade é que veio para casa a comer bem melhor do que antes! Já aceita melhor comidas diferentes (inclusive o grão-de-bico que dizia não gostar!)...

A nossa primeira refeição em Cabo Verde

Caldeirada de Peixe

Feijão com arroz, batata doce e carne

Estas bolinhas eram feitas de farinha com água e tinha também cenoura. Era o acompanhamento de carnes.

A famosa cachupa

Arroz de atum e legumes


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Férias 2018 #10: Sair à noite na Praia

Na semana que estive na ilha de Santiago, em Cabo Verde, saímos apenas 2 noites. Nas restantes noites, quando não ficava em casa para a minha M. descansar mais um pouco, íamos ao jardim wi-fi, ou seja, uma coisa mais calminha.
Sempre que saímos fizémo-lo em grupos de mais de 4 e em nenhum momento me senti ameaçada ou sozinha. Imperou a segurança e a boa disposição. As pessoas com quem nos cruzávamos na rua eram afáveis e simpáticas. Falavam connosco sem segundas intenções e sempre com um sorriso na cara. Se por acaso nos voltássemos a cruzar, reconhecíam-nos e voltavam a ser simpáticos connosco. Maravilha de terra, maravilha de gentes! Estou impressionada positivamente por tudo o que vivi...
Eu já sabia, mas em Cabo Verde constatei mais do que uma vez que a minha M. tem a música no corpo, os ritmos fervilham no seu sangue e sempre que saímos para o Nice Kriola (o bar onde íamos) ela passava a noite a dançar! Funaná e kizomba foram as danças que mais dançamos... O bom ambiente, a amizade e os risos que demos foram únicos! Obrigada a quem nos acompanhou por todo o carinho, compreensão e amizade nessas noites de ritmos caboverdianos!
Na pista colocava o seu melhor sorriso, imitando os passos de quem via dançar e era feliz! E eu era feliz porque a via feliz! É esta a minha missão! Fazê-la feliz e protegê-la!...


quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Férias 2018 #9: Ir ao Mercado de Sucupira

Ir ao Mercado de Sucupira, na cidade da Praia, em Cabo Verde é como entrar em outro mundo. Avisaram-nos para termos cuidado com as malas e não levar objetos de muito valor à vista. Numa semana que estivemos lá, fomos ao mercado 2 vezes. É um reboliço! É uma espécie de feira da ladra. Muitas barracas juntas, ao lado umas das outras. Roupas e sapatos pendurados, homens a fazer pulseiras e sapatos, senhoras a fazer tranças a estrangeiros... Claro que a minha M. também quis fazer umas trancinhas e... porque não?! Ficou linda e toda vaidosa!



quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Férias 2018 #8: A melhor das praias de Santiago

Fica no Tarrafal e é como chegar ao paraíso...

Já tinha ouvido falar imenso bem dessa zona da ilha de Santiago e, embora estivesse com as expetativas lá em cima, a imagem que vi, a água do mar, a areia, as palmeiras,... conseguiram superar aquilo que eu esperava ver... O mar era como a lagoa das Furnas, quase sem ondas... a temperatura amena... estar na praia de areia branca com palmeiras e coqueiros atrás transportou-me para um nível de felicidade que há muito já não sentia... Sem dúvida que o sol e o mar salgado me ajudam muito a encontrar a paz e a serenidade...

Aqui, no Tarrafal, fomos realmente felizes!





terça-feira, 18 de setembro de 2018

Férias 2018 #7: Quase incontactável!

O sítio onde ficamos na cidade da Praia era um Centro de Estágio de Futebol. Perante as condições de vida que vimos pelas ruas da cidade, as condições que lá tinham eram as melhores que nos podiam oferecer e por isso ficarei eternamente agradecida.
Tínhamos um teto e camas onde dormir, tivemos o privilégio de ter comida típica na mesa todos os dias, tivemos a simpatia das pessoas que nos acompanharam diariamente (Simónica, Lenny, a D. Filomena, a Micaela e a Luna, os condutores das carrinhas, o Presidente da Associação Black Panthers...), alguns quartos tinham ar condicionado e pudemos partilhá-lo com os restantes "moradores" da mesma fração, tínhamos casas de banho mistas, mas operacionais. Mas não tínhamos wi-fi, portanto o contacto com os familiares e amigos era muito complicado e reduzido... 
Havia um jardim lá próximo que tinha wi-fi! E, depois do jantar, era um tal ir ao jardim. Uma irmandade gigantesca pela rua fora até ao jardim do wi-fi! Depois ficavam lá agarradinhos ao telemóvel. Havia também um quiosque bar onde ficávamos a conversar e a rir uns com os outros. Perfeito para fazer crescer a amizade entre nós. Estes momentos são, sem dúvida, essenciais para estreitar afinidades...









sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Férias 2018 #6: Visitar a Cidade Velha

Na ilha de Santiago fomos visitar aquela que foi o local de desembarque dos portugueses na altura dos Descobrimentos chamada de Cidade Velha, chamada de Ribeira Grande. Uma vilazinha catita,  pequenina e arranjadinha, onde ainda existem as marcas da escravatura, com o Pelourinho mesmo no centro da vila...

Supus que ia haver festa mais tarde. Uma espécie de festa a Iemanjá. Os barcos estavam enfeitados, as senhoras faziam comida na rua com grandes panelas, e barcos semi-rígidos que davam voltinhas no mar com quem se atrevesse entrar neles... Estava tudo a preparar-se para algum evento festivo que iria acontecer mais tarde...

Depois de um passeio pela orla marítima, fomos para o Hotel Vulcão, onde tínhamos um almoço marcado. Imaginem uma piscina natural, com água cristalina, um restaurante lotado de gente com espírito de verão, comida à discrição num buffet cheio de variedade, entre comida Cabo Verdiana e comida europeia, e muita música cabo verdiana ao vivo,... Dá ou não dá vontade de estar lá?!









Algumas do Hotel Vulcão:






quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Férias 2018 #5: Fazer praia na Praia

Como o calor é abrasador na cidade da Praia, ir à praia, nem que sejam por uns míseros 30 a 60 minutos é necessário, principalmente para a nossa sanidade mental! Pelo menos a minha fica bem melhor quando mete água salgada e sol! :P
Na cidade da Praia existem algumas praias, mas a melhor de todas é a praia Kebra Kanela, não só pelo aspeto em si, pela extensão de areia, como também por ter 2 bares que a rodeiam, às vezes com alguma música ambiente. E digamos de passagem que estar na praia com música ambiente é outro nível (eu pelo menos gosto!)!
A água é milagrosamente aquecida pelo sol... É como estar na Ferraria, mas em Cabo Verde! As ondas são tão calminhas que a minha M. atreveu-se estar sem braçadeiras algumas vezes e sempre em segurança...

Minha rica praia!!! Meu rico mar!!! Meu rico sol!!!









quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Férias 2018 #4: Chegar a Santiago

Chegar a Santiago é um misto de sensações. Se inicialmente temos a cabeça formatada para um cenário precário, com tudo o que falta faz para a mínima qualidade de vida, depressa constatamos que tudo é muito pior ao que imaginamos antes de encarar a verdadeira realidade. Ninguém, no seu perfeito juízo, está preparado para enfrentar a realidade de Cabo Verde, por mais introspeção ou preparação mental que faça. Tudo o que se vê é bastante pior do que aquilo que se imagina... Então, as primeiras horas em Cabo Verde, talvez até ao dia seguinte, são para assimilar a ideia de que estamos em Cabo Verde. Que existe pobreza, falta imensa de água potável, falta de ar condicionado (e acreditem que é mesmo um bem essencial para...respirar!), de alimentos bem confeccionados, casas mal construídas, mal acabadas, de falta de roupas, de ordenados precários (o salário mínimo ronda os 150€), de tudo racionado... enfim... tudo aquilo com que não lidamos no nosso dia-a-dia, mesmo que estejamos cansados de reclamar com aquilo que temos!

Logo à saída do avião ninguém está preparado para aquele calor abrasador. Um calor que custa respirar! Um calor que nos faz transpirar e querer entrar de uma vez por todas no mar, que nem é fresquinho, mas é melhor que nada!...

À chegada tínhamos imensa bagagem (malas e caixas de material para ajuda humanitária!)... Veio uma carrinha de caixa aberta que levou as nossas malas todas amarradas com uma corda para não caírem... À pergunta onde, no aeroporto, se podia trocar € por escudos caboverdianos, já me pediram uma ajuda, tal é a necessidade... Fiquei logo escandalizada e a pensar "Será que vou levar uma semana nisto?!"

Entramos na carrinha que levava mais pessoas do que o que devia... as estradas eram boas, mas tudo o que as rodeava estava inacabado: casas, prédios,... tudo era seco, acastanhado,... um ambiente que me fazia lembrar que era um "deserto" com casas quase abandonadas.

Fomos conhecer o nosso quarto no Centro de Estágio de Futebol de Cabo Verde, mesmo em frente ao Palácio do Governo. Um edifício relativamente recente, mas já muito desgastado pela falta de bom uso do mesmo... Disseram-nos que era um "quase 5 estrelas"... De 5 estrelas não tinha nada. Para terem uma ideia era um "quase 2 estrelas portuguesas", uma espécie de Residencial. Mas não foi isso que me assustou, porque ao menos tínhamos um lugar seguro e relativamente bom para dormir e isso é o que na verdade importa...

Nesse mesmo dia fizemos uma caminhada desde o local onde ficamos instalados até à Associação Black Panthers para conhecer a sua sede e o ambiente circundante... Sem palavras! A associação tem um papel bastante importante com muitas famílias e apoia idosos e crianças. Uma espécie de lar de dia e creche com tudo muito arranjadinho e limpinho. Gostei de ver o esforço que fazem para conseguir abranger tanta família e o bem que fazem àquela comunidade. Acredito que muitas crianças e idosos têm ali as únicas refeições do seu dia... Todo o material que trouxemos foram para eles, maioritariamente material escolar.

Deixo aqui algumas imagens do que vimos...


Sobrevoando a cidade da Praia

Caixas de material que trouxemos para a Associação Black Panthers

A caminho da Associação Juvenil Black Panthers





terça-feira, 11 de setembro de 2018

Férias 2018 #3: Expetativas

No dia que fui confrontada com a possibilidade de ir para Cabo Verde, inserida na digressão do grupo folclórico do qual faço parte, senti um misto de sensações. Por um lado era um destino que sempre me tinha cativado (tudo o que mete praia, sol, mar e ritmo estou dentro!) por tanto que já me tinham falado e também por querer conhecer a realidade daquelas gentes... Por outro lado, fiquei com receio de ir, neste momento, para aquele destino, por motivos de saúde. Ir e deixar a minha M. atrás estava fora de questão! Portanto, a solução passava por ir com ela ou simplesmente não ir.

Tive alguns meses de investigação sobre aquele destino e sobre o que era preciso para estarmos bem as duas, mas essencialmente ela!... Contatei a pediatra, médicos, enfermeiros, fármacos e até alguns familiares/amigos/colegas que já tinham ido lá pelo menos uma vez... "Cabo Verde é pacífico" foi a frase que imperou pela maioria!

E assim foi... fomos cheias de expetativas e regressamos fisicamente da ilha de Santiago com alguma tristeza e vontade de lá ficar. Passados alguns dias, parte do nosso coração ainda permanece lá... 

É, sem dúvida, um destino que cada pessoa devia visitar pelo menos uma vez na vida! Mas não para viver nos resorts com tudo incluído!!! Viajar para o coração de Cabo Verde! Ser um deles, comer o que eles comem, viver de perto o que vivem!... Só assim vão dar o verdadeiro valor ao que têm!





segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Férias 2018 #2: Vestidinhas de branco...

Nunca tinha ido para a festa Branca do Convento da Lagoa e, por isso, perante o convite de um grupo de amigas, aceitei sem pestanejar os olhinhos! Como mandava o dress code, vestimo-nos de branco e colocamos na cara o nosso melhor sorriso e siga para a Lagoa!
O espaço estava lindo... Tudo branquinho, cheio de glamour! As pessoas estavam felizes, sorriam, dançavam... Ahhh como dançamos! Foi como se ninguém nos estivesse a ver! E... acho que não estavam! Ahahahah! Foi, de facto, uma experiência boa e inesquecível...

Deixo aqui alguns recortes dessa noite!

Quero agradecer à minha companhia que foi, sem dúvida, excelente! Do melhor que poderia ter...




sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Férias 2018 #1: Trocamos a "Brancaloura"

Vou iniciar hoje a rúbrica das nossas férias...

Este ano as nossas férias foram, tal como tem sido sempre, cheias de cumplicidade e de tempo útil juntas. Muitos risos, boa disposição e muitas aventuras! Afinal férias é para estar com a família e com quem nos quer bem. Férias é para estar com quem quer também estar connosco. 
O ano passado passamos os dias em viagens entre Ponta Delgada e Caloura. Este ano repetimos algumas vezes o percurso, mas mudamos de poiso, por escolha dela! A escolha foi a praia de S. Roque, aquela que fica mesmo por baixo da igreja da mesma freguesia... Existe ali uma baía catita, cheia de segurança e com ondinhas pequeninas, que permitia à minha M. nadar sem braçadeiras e fora de qualquer perigo, além de podermos fazer grandes obras de arte com a areia e os brinquedos dela. Para ajudar à festa, era também a praia que algumas amiguinhas dela da escola frequentavam e ela brincava juntas, todas felizes! E, se ela está feliz, eu fico feliz!

Sem dúvida que a praia vale mesmo a pena para quem tem crianças. E com o sol, o mar e muitos sorrisos à mistura tudo corre bem!...


segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Novo começo - Chimarruts

Em setembro há sempre um novo começo... E, por isto, hoje a música é esta...

Veja, agora ando só
Sabe, eu tô tentando descobrir
Tentando desatar os nós
Me livrar das amarras
Difícil chegar aqui

Esqueça a dor e leve o beijo
E o gosto da nossa história
Mas saiba que daqui por diante
O eterno contigo, com tudo eu quero dividir


domingo, 2 de setembro de 2018

Você devia se amar - Di Ferrero

Letra poderosa! Pura verdade...

Eu vejo os seus sinais
Não posso te dar mais
Meu limite era ali
Às vezes é melhor aceitar do que entender
Isso se quiser seguir

Mas se você achar que tem razão
Tudo bem
Pra mim, antes de falar que ama alguém
Você devia se amar

Mas isso só irá mudar
Se aprendermos a ouvir
E perceber que é só ilusão
Antes a dor, que a indiferença.


sábado, 1 de setembro de 2018

Morena - Scracho

Porque gosto tanto desta... do ritmo, da sonoridade, da letra, da voz, da banda... Gosto mesmo muito...

E agora vem dizer, morena
Que você não quer ser mais a minha pequena
E que prefere dormir e acordar
Nos braços de outro alguém

E agora vou dizer, morena
Que o passado não é mais nenhum problema
Estou fadado a sonhar acordado
Pensando em te ver sorrir

Sabe lá quem vai
Nesse leva-e-traz
Ser feliz ao te dizer
Te Amo



sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Sodade - Cesária Évora

África é, sem dúvida, um continente que fica no coração e nos mexe com a alma e com a nossa forma de pensar e com os nossos princípios, enquanto seres humanos... Todos deviam ter a oportunidade de visitar um país africano... Talvez o nosso planeta fosse um lugar bem melhor!

Esta para a despedida desta ilha de Santiago, de Cabo Verde... Que deixa realmente saudade... 


Sodade sodade
Sodade dessa minha terra S. Nicolau
Sodade sodade
Sodade dessa minha terra Cabo Verde


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Dança ma mi Criola - Tito Paris

Mais um ritmo de Cabo Verde... E bastante ritmada e bonita... Eu gosto! :)


Sabura é lá na nôs terra cabo verde
Lá nô ta sinti na meio d'nôs tradiçon


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Bo É - Lejemea

Esta música hoje porque é aqui neste cenário onde estamos hoje! Lindo não?!
E com este ritmo, com o sol, sabe mesmo a férias... :)


Abo é nha code mudjer di nha sonho
Abo é padaz de mi
nta dou nha sobrenome
2x


terça-feira, 28 de agosto de 2018

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Mi E Dode Na Bô Cabo Verde - Lucibela

Mais uma alusiva a Cabo Verde... Sempre com um ritmo interessante e que nos faz querer dançar! :)

Da letra não percebo quase nada, mas algumas palavras vou chegando lá...

Mi ê dod na bo Kab Verd
Mas tambem na bo nha amor
Tchá-m k'nha sol, nha rotcha nu
Nha kriola, nha mar azul