E pronto! Terminou o Mundial 2018, com a França como campeã do Mundo! Bahhh... Logo esta que não gosto nada... Mas a vida é isto... às vezes ganhamos, outras vezes perdemos... Nada a fazer!
Grande Cristiano!
Gostei muito das prestações das minhas equipas: Portugal e Brasil. Nenhuma chegou sequer às meias finais... Mas não importa. Sou e serei eterna apoiante de ambas. Uma por ser o meu país e outra por ser o "meu país irmão", aquele cujos ritmos são tão cativantes que me arrepiam o corpo...
Bom, mas o melhor deste mundial foi mesmo o convívio, a festa, a amizade. Nuns jogos com mais euforia do que outros, mas todos com muita emoção e sentimento de torcida!
Para a próxima, pessoal, tem de ser sempre em casa da Ana, sempre foi o jogo mais emocionante e cuja vitória soube-nos melhor! :P
Deixo aqui uns recortes do que foi este espírito de claque!
Numa das vezes que fomos ao Colombo, perguntei-lhe se queria conhecer o estádio do Benfica. Desde cedo que ela canta o "SLB" e diz ser do Benfica... Apesar de ter sido incutido por nós (não temos ninguém do núcleo duro da família que seja de outro clube sem ser o Benfica - pudera!), ela sempre reagiu positivamente ao Benfica (mesmo sabendo/tendo visto o estádio do Sporting e vendo que é verde, uma das usas cores favoritas!)... Ela aceitou de bom grado e, nas minhas cavalitas, foi o caminho todo (t.o.d.o.!!!) a cantar a música "SLB" (até eu, que sou benfiquista, já não podia ouvir!)!!!!
Admirou todo o estádio, entrou na loja, queria trazer uma bola do Benfica e, quando lhe pedi para tirar uma foto com o Eusébio, ela muito séria diz-me "Mãe, e se ele dá um chute na bola? Eu vou voar!"... Santa inocência. Rimo-nos e pronto... Tiramos na mesma a fotografia! :)
É já daqui a 2 dias (3 para a seleção portuguesa!) que começa o Mundial e, apesar de (atualmente!) nem ligar muito, já há umas semanas que venho sentindo a adrenalina da coisa... Há uns anos atrás eu vivia intensamente os mundiais, os europeus, os campeonatos nacionais... Isso no tempo Jurássico, pois está claro... Hoje em dia, sinceramente, tenho muito mais coisas com o que me ocupar! Apesar de assumir que gosto (gosto mesmo!) da festa do futebol e de torcer pela minha equipa! Chega a um tempo em que já temos as nossas escolhas feitas (tenho as minhas equipas preferidas bem selecionadas!) e por isso penso que não há necessidade de afirmar essa "paixão".
Lembro-me de ir ver uma final de um mundial, lá atrás no ano 2002, no Parque das Nações, em ecran gigante. Portugal já tinha ido à vida e, por isso, era (e sou!) fã da Seleção Brasileira. Lá fui eu com uma amiga, vestidas de verde e amarelo para o Parque das Nações torcer pelo Brasil, contra a Alemanha. Era um mar de gente vestida de verde e amarelo em frente àquele ecran e apenas 2 indivíduos do sexo masculino, branquinhos e quase loiros, com a bandeira da Alemanha às costas. Foi, talvez, a final de um Mundial mais gira e efusiva que assisti! Lá estavam eles os dois (corajosos!) lá no meio de brasileiros cheios de boa disposição e fairplay.
No fim... o Brasil ganhou! E... por tudo quanto era bar na "Expo" só se ouvia música brasileira (tal como eu gosto!). Era festa! Era ouvir o sotaque brasileiro! Era música ao vivo! Sol! Batuques! Ritmos latinos! Ritmos que mexem com os batimentos do nosso coração! Era literalmente "o Brasil em Portugal"!...
A dada altura, num dos bares com música ao vivo, na rua, encontramos os 2 alemães misturados no meio dos brasileiros, já bem "divertidos", a dançar alegremente ao som de música brasileira, sem mesmo perceber uma palavra (julgo eu!) e sempre com as suas bandeiras às costas! É disto que eu gosto no futebol. Da festa! Do fairplay! Do respeito pelos gostos e etnia de cada um!
Que seja um Mundial... daqueles! :)
(Música oficial do Mundial 2018... Não percebo nada do que a Sra. diz, mas tem ritmo!)
(A letra oficial deste Mundial... muito gira! Em várias línguas... Original!)
Lembro-me como se fosse hoje... Tinha eu 7 anos quando fui com os meus pais pela primeira vez a uma discoteca! É verdade!... Foi na Maia, numa discoteca chamada Balada. O dono era amigo dos meus pais e deixou-me entrar com eles. Não tenho noção das horas, mas sei que era de noite e lembro-me de estar na pista a dançar com o meu pai e com a minha mãe, que também sempre adorou dançar. Não me lembro de mais ninguém. Só deles...
A verdade é que, desde que me conheço como gente, que sempre fui com os meus pais para todo o lado que eles iam. O meu pai foi presidente de um clube de futebol, desde sei lá quando, e era recorrente pelo Natal, Passagem de Ano e Carnaval, organizarem lá no clube jantares e bailes. Eu cá acho que esta minha coisa de adorar dançar vem dessa altura. Lembro-me perfeitamente de ser a "pequenina" que dançava no meio da gente grande. E até mesmo quando dava música lenta, metia-me no meio dos meus pais e dançava com eles... Era uma melga, pois era!... E quando o sono chegava??? Não ficava lá pedindo para ir embora e nem fazia birras de sono (pelo menos não me lembro de fazê-las!)... apenas juntava umas quantas cadeiras, daquelas duras e antigas (que costumam existir nos cafés antigos/tascas) e lá ficava. Queria era folia!
Lembro-me que cheguei a fazer maratonas de discotecas com os meus pais. Foi com eles que fui pela primeira vez à discoteca da Povoação, por exemplo, já maiorzinha, claro. Lembro-me que quando mudamos para Ponta Delgada tínhamos um grupo de amigos que todas as sextas ou sábados estavam caídos no Xantarix (hoje é um restaurante). Havia noites que também íamos à Ópera e ao Populos (discotecas daquela altura). Era noites bastante animadas, com muito ritmo e boa disposição... Sem dúvida uma boa fase da nossa vida...
Isto para dizer que ainda hoje agradeço os meus pais por nunca me terem deixado para trás. Por sempre me terem levado com eles para onde iam, desde que fosse adequado para mim... Assim sempre fiz com a minha M. e assim pretendo continuar a fazer. Ela quer é um pé de dança, uma folia,... faz-me lembrar de mim assim pequenina...
(Onde passei muitos dos meus serões em bailes quando era pequenina...)
Sempre estive muito ligada ao futebol, fruto do envolvimento do meu pai a este desporto, como treinador, dirigente,... (saiba mais aqui!)
Sou Benfiquista desde que me lembro que sou gente. Toda a minha família é, do lado do meu pai e do lado da minha mãe, exceto alguns dos meus primos. Lembro-me do meu avô Sousa (materno) estar a ver o Benfica jogar na televisão e a ouvir o relato ao mesmo tempo em altos berros na rádio. Nunca percebi bem essa teoria, mas ok... O meu pai é Benfiquista e a minha mãe também. O meu irmão é igual. "O mundo adormece", diz o meu irmão, "quando o Benfica joga", pois para ele tudo para. Não combinem nada com ele em hora de jogo que se ele puder fica mesmo a ver o jogo.
Eu nunca fui assim, mas lembro-me que em pequenina tinha aquelas cadernetas do Benfica e colecionava os cromos. O Shéu foi o meu primeiro "namorado" do Benfica! Lembro-me de, em pequenina, talvez com 5/6 anos, dizer que ele era o meu namorado. Mais tarde, talvez a partir dos meus 12 anos eu seguia à risca os jogos quer do Nordestinho, quer do Benfica. Cheguei a fazer músicas para a claque do Nordestinho, que era eu e mais meia dúzia de pessoas (eu, a minha mãe, algumas esposas e irmãs dos jogadores).
Por volta dos meus 15 anos comecei a gostar muito (mesmo muito) do Rui Costa. Não por ser giro e tal (até nem o achava muito giro!), mas pela pessoa que demonstrava ser: humilde, amigo da família, lutador, com muita força,...). Seguia o seu percurso futebolístico e pessoal/familiar. Hoje o filho mais velho dele, Filipe, faz anos (nem sei bem quantos), mas lembro-me perfeitamente de ter seguido a reportagem do nascimento dele que saiu dias mais tarde na revista Nova Gente. Tinha inclusive um dossiê onde colava recortes do jornal do Nordestinho, do Benfica e do Rui Costa. No meu quarto tinha um poster dele gigante.
Um dia, decidi escrevê-lo a pedir-lhe um autógrafo. E ele respondeu-me de forma personalizada! Contarei mais tarde esta aventura... :)
Mais tarde, no verão de 1996, tinha eu 18 anos, toda contente que ia estudar em Lisboa e ia ver muitos jogos e treinos do Benfica para, finalmente conhecer o meu ídolo, quando sai a notícia de que ele ia jogar no Fiorentina... fiquei triste, mesmo triste... Acho que tive ali uns dias que estava incrédula e seguia todas as notícias sobre a saída dele, na esperança de haver um desmentido... Foi o dia em que comecei a, inconscientemente, desligar-me do futebol e do Benfica.
Mas, eu ainda sou benfiquista e serei para sempre! :)
A contrariar o horário de posts que institui para este blog (aos domingos só coloco um post às 10h, caso ainda não tenham reparado!), surge este post de apoio à nossa seleção. O último apoio deste Euro, antes do derradeiro jogo, o da final, onde Portugal vai defrontar a França, equipa da casa deste Euro. Não é fácil, mas também não é impossível.
A mesma seleção que joga hoje é a mesma que empatou 3 jogos no início com a Islândia (1-1), com a Áustria (0-0) e com a Hungria (3-3), foi a que ganhou a Croácia por 1-0, depois dos 90 minutos de jogo, que ganhou a Polónia, já nos penalties (5-3), e a que ganhou o País de Gales por 2-0, o primeiro jogo que ganhou dentro dos 90 minutos. Desses golos todos, 5 foram marcados por aquele que é considerado o "melhor do mundo", um ilhéu como eu, mas do arquipélago vizinho - Cristiano Ronaldo, aquele que no jogo contra o País de Gales "voou e ficou suspenso" no ar 80 cm para marcar o primeiro golo que nos deu o passe para estarmos hoje de nervinhos à flor da pele, o mesmo que muitos portugueses criticam se calhar por algumas respostas que dá, por alguns festejos de golo, não sei... Eu não condeno ninguém que diz que é o melhor a fazer o que quer que seja, quando de facto olho para essa pessoa e vejo que realmente é mesmo o melhor. Há quem diga que essa pessoa tem a mania ou que é convencida. Se realmente for o melhor, porque não há-de reconhecer que é o melhor?! Isto não é ser convencido ou ter a mania, é a realidade, uma constatação dos factos. Ele é o melhor do mundo dentro do campo! Fora dele, tem tido atitudes de louvar, qualidades que prezo imenso numa pessoa: humildade, compaixão, ajuda ao próximo. Quis Deus que ele fosse o "melhor jogador do mundo", que ganhasse tanto dinheiro que nem sequer consigo imaginar o seu fim. Ele. Uma pessoa que nasceu num bairro pobre. Uma pessoa que sofreu na pele as dificuldades da vida. Hoje ele é o "rei" e não fica com o dinheirinho todo para si. Ele usa o dinheiro para fazer investimentos (compreensível, pois a vida do futebol é curtinha!) e também para ajudar o próximo, quer conheça, quer não conheça. Existem alguns textos que têm sido escritos sobre ele, os quais eu tenho lido e concordado com tudo, pois resumem o que ele foi e é e aquilo que eu penso hoje sobre ele (pode lê-los aqui e aqui).
Bom, mas agora a onda de apoio em torno desta nossa seleção deve ser gigantesca, pelo menos cá em casa é! Faz parte de sermos portugueses! É um dever! :) E, mais daqui a nada, vamos estar ali a torcer pela nossa seleção. Quer ganhe quer perca já é um orgulho termos chegado até aqui.
Sempre estive ligada ao futebol. Passei a minha infância inteira a ver jogos de futebol. Tudo porque o meu pai, apaixonado como é pelo "desporto rei", sempre se envolveu com projetos que tivessem a ver com o futebol: ele foi jogador, tirou um curso para ser treinador e foi por várias vezes e em variadas faixas etárias, foi presidente de um clube, foi diretor/dirigente de outros e, chegou a ser presidente da Associação de Futebol de Ponta Delgada e de Santa Maria. Todo o percurso que o meu pai fez no mundo do futebol cá na ilha/região tirou-lhe muito tempo familiar, mas deu-lhe projeção social e também me fez orgulhar da pessoa que é, principalmente pela coragem e persistência que ele tem. Estas, se calhar, são as duas características que ele tem e que, quanto a mim, quem está ligado a algum desporto deve ter.
Na vida não podemos agradar a todos e ele, com certeza também não conseguiu esse feito, mas desde que me lembro, sempre teve coragem e persistência para atingir os objetivos que delineava, colocando sempre as suas próprias mãos à obra com honestidade: construiu o clube do Nordestinho (lembro-me de ir com ele lá quando estava em obras, subir aquelas escadas ainda em cimento); lembro-me dele ter preparado o campo de futebol (eu conduzi o trator (em modo automático, claro!) enquanto ele e outro amigo retiravam as pedras que se encontravam no campo e colocavam no trator!), lembro-me dele construir um pub por cima do clube, como forma de angariação de dinheiro para o clube; com ele como presidente, o Nordestinho foi campeão pela primeira vez do campeonato onde se encontrava; levou os juniores do Marítimo mais longe; ajudou o Santa Clara numa outra altura; e, como presidente da AFPDL construiu uma nova sede, com mais condições para as equipas de futebol da ilha (o dia de inauguração foi um dia de grande orgulho para mim e estive presente mais uma vez com muita emoção por o meu pai ter conseguido concretizar mais uma obra, mesmo numa fase tão difícil das nossas vidas!), assim como criou alguns Troféus que só vieram trazer movimento à ilha.
Hoje, a única ligação que ele tem ao futebol é através da televisão, quando dão jogos que lhe interessam. Nunca pensei que ele conseguisse viver sem o futebol, mas acho que a minha M. chegou na hora certa para lhe ajudar a ocupar o seu tempo. Hoje ele é avô a tempo inteiro e desempenha o seu papel na perfeição! :)
Hoje é dia de futebol, de sermos novamente corajosos e persistentes. É preciso que o sentimento de "nós conseguimos" exista em cada um dos 11 do campo, mas também dos 11 milhões fora dele. Depois de um jogo muito aceso e suado do último sábado, eis que surge novamente Portugal frente à Polónia, agora nos quartos de final do Euro 2016. Lá estarei e, com certeza, estaremos todos lá em casa a apoiar mais uma vez a nossa seleção, os nossos 11 jogadores que têm dado o melhor de si neste campeonato pelo nosso país, que nem sempre merece sequer uma gotinha do suor derramado... Esforcemo-nos por aqueles portugueses que acreditam e que estão ao lado da nossa seleção hoje e sempre, para o bem e para o mal. A isto chama-se lealdade.
Estou verdadeiramente triste por certas mentalidades que existem no meu país.
Portugal, no último jogo fez um grande jogo com aquilo que tinha. Temos o melhor do mundo em campo?! Temos! Temos tática?! Temos. Temos garra?! Temos. Mas não tivemos a sorte e não temos um treinador à altura de uma equipa de seleção. Volta Scolari, estás perdoado!!!
É muito fácil falar quando estamos sentadinhos no sofá em frente à tv e limitamo-nos a torcer por Portugal durante 90 minutos. É muito fácil! Fácil é falar de fora. Fácil é mandar bitaites e ter alguns aplausos de A e B que, por acaso, concordam com o que se diz...
Difícil é correr durante 90 minutos! Difícil é procurar o golo em 90 minutos, com aquilo que existe em campo! Difícil é trazer aos ombros a responsabilidade que é ser-se o melhor do mundo e ter de dar provas disso, mesmo que sozinho! Difícil é trazer no braço a braçadeira de capitão e, por mais esforço que faça, ser mal falado pelo próprio país! Difícil é treinar infinitamente, aplicar toda a juventude no futebol, deixar de fazer o que os jovens gostam de fazer (festas e borga e tudo e tudo) para trabalhar, para ser o melhor! Dizem que ele é o primeiro a chegar aos treinos e o último a abandoná-los. Ele não desiste de si, mesmo depois de ser "chicoteado". Essa é uma grande qualidade que admiro nas pessoas. Por isso e por muito mais, gosto da pessoa que Cristiano Ronaldo é. Li este texto e não diria melhor sobre ele. Portugal sempre foi perito em não valorizar os seus para valorizar os de fora!
Voltando à nossa seleção... não é composta por um, que por acaso é SÓ o melhor do mundo. É composta por 11 jogadores que têm tática (uns mais que outros, como tudo na vida!), que trazem nos ombros a responsabilidade que o próprio país lhes incutiu "de chegar o mais longe possível". E quando não corre bem?! É também o próprio país o primeiro que fala mal, que os detona com crueldade... Errar é humano, sabem, meus caros?! Quem de nós nunca errou?! Quem de nós nunca teve uma nota má, mesmo depois de estudar bastante?! Nunca vos aconteceu?! A mim já! Sou humana, eu erro, muitas vezes até... Mas sabem?! Eu não desisto e só erra quem trabalha! E, claro, quem está sentado no sofá não erra! Eles erraram porque estavam lá em campo! Eram eles e não vocês que suaram a camisola. São eles que são suficientemente bons para representar o país e não vocês que estão sentadinhos e só sabem falar...
Apoiar uma equipa, seja ela qual for, é não desistir de lutar junto com eles. Se o papel deles é jogar e, se possível marcar golos, o nosso é apoiar (mesmo até quando os golos não acontecem). Vou fazer como esta aqui (pois não diria melhor)"Estarei quarta-feira, dia 22 de junho, a apoiar a minha seleção de mão ao peito (e de cerveja na mão, para brindar,) para o bem ou para o mal. (...) Força Portugal!".
Como já disse já acompanhei mais futebol do que hoje em dia... mas gosto de saber do Benfica e da selecção portuguesa. Quem me conhece também sabe que sou fã da seleção brasileira (acho que noutra vida vivi no Brasil!) e que também simpatizo com a espanhola e italiana. Tudo o que é latino mi gusta! :)
Quando se aproxima eventos europeus e mundiais de futebol, a música é uma das coisas que mais me chama a atenção, porque gosto e normalmente fica no ouvido. Lembro-me por exemplo da música do Euro de 2004 ou da música da Galp desse mesmo ano, do Mundial de 2010, do Mundial de 2014 ou da seleção brasileira desse mesmo mundial. Tudo músicas alegres, divertidas, que nos fazem sentir a festa do futebol...
O Euro 2016 está a aproximar-se e uma das coisas que me chamou a atenção foi mesmo a música de apoio à seleção portuguesa! Que coisa é aquela?! Tem tudo de deprimente... a própria voz do cantor (Pedro Abrunhosa) é deprimente. Atenção que eu acho o Pedro Abrunhosa um excelente poeta e escritor, mas não para fazer uma música para o futebol!!!!
Gosto bem mais desta e desta que, não sendo oficiais, são bem mais alegres e a letra está gira! Enfim... Portugal no seu melhor!...