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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Ela adora anatomia!

A filha de uma amiga minha, mais velha que a minha M., decidiu dar uns brinquedos que já não brincava mais. Um dos jogos que a minha M. gostou muito foi o jogo do Corpo Humano. Aquilo é um bocadinho para crianças mais crescidas mas foi o jogo que mais a fez vibrar. Durante uns dias andou com o jogo debaixo do braço para todo o sítio que ia, exceto para a escola.
Eram ao todo 4 puzzles para ela montar: uma menina e um menino, um esqueleto e os músculos e órgãos internos. À medida que íamos construindo pela primeira vez cada puzzle ela ia observando e fazendo perguntas e eu ia explicando. Quando viu parte do esqueleto disse "Mãe isso é do halloween!". Expliquei-lhe que todas as pessoas tinham um esqueleto dentro de si e à medida que íamos montando o puzzle ia tocando também nos mesmos ossos dela e nos meus para ela ter melhor percepção. Depois aprendi que as costelas passaram a ser os "ossos das cocequinhas", e é de facto um nome bem mais fofinho do que "costelas". 
Depois fizemos o dos músculos e dos órgãos. Expliquei-lhe como funcionava o aparelho digestivo (assim por alto, já se sabe!) e ela muito atenta a escutar tudo o que lhe dizia e a querer saber mais coisas, pois ficava a fazer-me montes de perguntas (e eu nem me lembrava bem de algumas coisas!).
A seguir fomos à casa dos meus pais e, claro, ela levou o jogo e quis montá-lo lá. Acreditem ou não, ela reproduziu tudo (T.U.D.O.!) o que lhe havia dito em casa enquanto o estávamos a montar pela primeira vez. Surpreendente!!!




quarta-feira, 5 de abril de 2017

Jogar ao "Bela mente"!

Quando era pequenina, quando vivia no Nordeste, era comum jogar ao "Belamente" na escola com os amigos, na freguesia com as pessoas mais chegadas e em casa com os nossos pais e avós. Eu pelo menos tinha uma carrada de adversários. Perto da Páscoa era só receber os resultados do jogo, não porque ganhasse (sempre fui uma esquecida para isso!), mas porque a minha mãe, avós sempre me davam chocolates (porque eu não gostava de amêndoas), mesmo que fosse eu a perder o jogo do Bela Mente...

Este ano, tal como prometi o ano passado a mim mesma (aqui), estou a jogar contra algumas pessoas do meu trabalho e a coisa está a ser muito divertida. Todos os dias de manhã, quando nos vemos pela 1ª vez, é um furor saber quem dá o "Bela Mente" primeiro... Os momentos de espera uns pelos outros... Muito bom! 

Também estou a jogar com o meu irmão, com a minha mãe (o meu marido e o meu pai não quiseram perder comigo ahahaha) e tcham nananannn com a minha filha. Com ela, como é óbvio, a coisa tem sido meio aldrabada, mas faz parte, até porque ela tem apenas 3 anos e ainda não percebeu bem o sentido da coisa! :) Mas é giro vê-la pedir o "bela mente" ao pai ou ao padrinho, à avó ou ao avô e, mesmo que sejam eles os primeiros a dizer ela responde logo "Eu ganhei! Eu disse primeiro!"! :P
A outra face da moeda é que como chega a casa com ela, pela garagem, torna-se difícil ser a primeira a dar o "bela mente"... Mas, também faz parte! :)

sábado, 30 de julho de 2016

À procura de Pokémons

De tanto ouvir falar de Pokémons (também pode saber mais sobre o assunto aqui, aqui e aqui), lá instalei no meu telemóvel a aplicação dos Pokémons. Bom, aquilo não é nada de especial e não me parece que vá jogar muitas vezes ou fazer loucuras como já ouvi falar que pessoas são atropeladas ou caem ao mar só porque estão distraídas de telemóvel na mão à procura de Pokémons!!! E pior não é isso! Como o jogo tem acesso à sua localização e horário está mais que visto que passamos a ser um alvo fácil para um assalto à nossa casa, por exemplo. Bom, na verdade, estamos a viver uma epidemia de Pokémons. 
Não tenho nada contra quem joga ou deixa de jogar este jogo, mas, depois de conhecer minimamente a aplicação, digo-vos que mais vale jogar um joguinho de Bubbles, ou de qualquer outra coisa menos "real" para nos entretermos do que andar a gastar dados à toa, ou a gastar dinheiro num telemóvel melhor, e pior ainda, a perder tempo precioso atrás de Pokémons quando podemos andar atrás dos nossos filhos. Eles só agradecem... :) (e, no fundo, nós também!)