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terça-feira, 10 de julho de 2018

Como dar cabo de um Melasma?

Como sabem (se não sabem podem ler aqui), andei a fazer um tratamento de pele para combater o meu Melasma. Bom... ao fim de um ano de uso, posso dizer que a minha mancha está mesmo, mesmo, mesmo quase a desaparecer. A minha dermatologista ficou radiante com o resultado, assim como eu! Disse-me que teria de continuar com ele o resto da minha vida, pois tem imensos benefícios para mim: além da mancha ainda não ter desaparecido por completo, também previne que volte ou apareçam outras, protege a pele do sol (alta proteção solar 50, imprescindível para o aparecimento de novas manchas), ajuda a exfoliação e renovação da pele, as rugas e o acne suavizam e a pele torna-se mais lisa e luminosa, impede a formação de melanina. Portanto, só coisas boas!

Confesso que não usei os cremes todos os dias e falhei principalmente no que uso antes de dormir e mesmo assim os resultados foram verdadeiramente positivos.

A desvantagem deles é mesmo o preço (cada um ronda os 30/35€), mas duram imenso, o que sempre ajuda...

Os cremes deste meu tratamento são estes da imagem deste post: o tubinho maior é para usar de manhã, e o mais pequeno é para a noite.

Comigo resultou! Está ainda a resultar! :)




quarta-feira, 30 de maio de 2018

O motivo da minha ausência foi?!

Já tinha mencionado por aqui que a minha M. ia ser submetida a uma adenoamidalectomia em breve e o breve foi no passado dia 14 de maio. 
Depois do stress e preocupação (mesmo sabendo que era uma intervenção simples!) que "engoli" desde o momento em que soube que era mesmo para ser operada, senti necessidade de fazer a pausa para estar totalmente focada nela. Eu já tinha passado por aquilo, mas não me lembrava de muitas coisas (e não me lembro! Tinha 5 anos!!!) e o pouco e mau que ainda existe na minha memória não queria que ela também o sentisse. Então foquei-me nela, só nela e no seu melhor bem estar.

Eis algumas medidas que adotei para que ela se sentisse como se estivesse em casa:

- ficamos em casa de um casal amigo que tem um filho, o T., que é 2 dias mais novo que a M.
Estarmos numa casa familiar, e ainda por cima com um menino da idade dela, iria permitir-nos confeccionar a sua comida, estar num ambiente "casa", com um amigo para brincar, com quem ela se dá muito bem (e nós também com os pais dele). Na casa deles sentímo-nos em casa e acredito que a presença do T. naqueles dias (tirando o dia "pica-piolos" :P) ajudou a M. a ficar mais animadinha.
Obrigada à família Nunes Pimenta e um agradecimento super especial...por T.U.D.O.!

- fizemos outras atividades para crianças, sem ser apenas ir ao médico.
Não queria que a minha M. associasse aquela viagem a apenas à cirurgia e às consultas. Queria que, caso se lembrasse daquela viagem alguma vez, não olhasse só para as coisas más, mas também pelo bom que viveu. Por isso, fomos a muitos parques infantis, Jardim Zoológico, Oceanário, Kidzania,... E apercebi-me de uma coisa: enquanto estudei em Lisboa (e foram 6 anos da minha vida!) nunca tinha visto um Parque Infantil em Lisboa!!! :)

- escolhi o meu primo e a CUF Descobertas.
Além dele ser da minha família e ser uma pessoa em quem confio plenamente (sempre foi excelente aluno e muito responsável!) e dele operar na CUF Descobertas, garantiu-me que estaria o tempo todo com a minha M., enquanto ela estivesse acordada. Assim foi. Obrigada Pedro.

- evitei (ou tentei evitar!) o stress.
Guardei tudo para mim basicamente. Evitei que ela me visse stressada por qualquer motivo. Tentei transmitir-lhe toda a calma que eu (não) tinha dentro de mim... Para esta medida, tive de fazer escolhas. Escolhi rodear-me de quem me faz bem, de quem me faz sentir bem. Ignorei os restantes. Optei por desligar-me do blog, porque não tinha forma e nem teria cabeça/tempo para escrever o que quer que fosse... Andei a vaguear pelo facebook lá de vez em quando... Foi o bastante!




sexta-feira, 25 de maio de 2018

Como levar uma criança a fazer análises sem stress?!

Em pequenina sofri um pouco no que diz respeito à saúde. Fui alvo de 2 cirurgias e algumas situações ligadas a médicos, enfermeiros e agulhas. Resultado: ganhei um trauma que ainda hoje me acompanha, embora bem mais controlado...
Tudo aquilo que passei de menos bom em hospitais e clínicas quero evitar que a minha filha passe ou sofra. É esse o dever de uma mãe, penso eu!
Quando me deparei com a situação da minha filha ter de tirar as adenóides e parte das amígdalas, pesquisei e pensei como iria passar por aquilo tudo sem traumatizá-la. Li alguns artigos online, mas baseei-me essencialmente na minha experiência pessoal, visto que também tinha passado pelo mesmo. Imaginei o que gostava que tivessem feito comigo na altura... 

Ponto assente: ela teria que fazer análises! Então vamos prepará-la para que seja o menos indolor e o mais rápido possível...

Passos que segui:
1º Nunca esconder o que vai acontecer.
Não mentir, nem omitir que ela vai fazer análises, porque ela vai mesmo. Então desde o primeiro dia comecei a falar com ela sobre isso. Inicialmente ela era drástica e dizia que não queria fazer, mas à medida que ia falando sobre o assunto foi amolecendo e interiorizando a ideia.

2º Brincar aos médicos com ela.
Ela adora brincar aos médicos desde sempre, mas nunca aceita levar picas, nem a brincar. Então, peguei num dos seus Nenucos e foi "necessário" fazer-lhe uma análise ao sangue. Fiz todos os passos para ela ver como funcionava a coisa. Ela começou a também fazer análises ao boneco e a mim (coisa que não fazia antes!). Chegou uma vez ou outra a deixar fazer-lhe a ela, sem gritos de maior (um enorme avanço realmente, pois nem picas podia levar!)

3º Escolher o melhor Laboratório.
Este ponto é verdadeiramente importante. Como cá na ilha não existe um laboratório especializado só para crianças, escolhi um que fosse o mais sensível possível com ela. O que costumo ir é muito bom, mas não sabia se seriam suficientemente bons com crianças. Pedi opiniões aqui e ali e segui o meu instinto. Fui ao que costumava ir! A experiência foi tão boa que não quero outro. Pode ler como correu aqui.

4º Comprar EMLA.
Decidi comprar Emla para minimizar a dor da picada. Tudo o que esteve ao meu alcance fiz e voltava a fazer, caso tivesse de passar pelo mesmo. Emla é uma pomada anestesiante momentânea. Disse-lhe que tinha sido uma fadinha cor-de-rosa que tinha deixado aquela pomada na janela do quintal para ela ela e que lhe deixou 2 conselhos: não mexer o braço durante a análise e não olhar para lá, olhar só para a mãe e concentrar-se na voz da mãe.

5º Prometer-lhe um presente, caso se porte bem.
Este ponto não é obrigatório, mas ajuda. Acreditem.

6º Deixá-la usar a pomada.
Explicar no dia antes que é "amanhã" que vai fazer análises e que vai ser super corajosa. No dia, quando acordou, disse-lhe que íamos colocar a pomada da fadinha rosa. Ela quis colocar no meu braço e eu deixei. Só depois deixou-me colocar nela...

7º Acompanhá-la. Dar-lhe todo o apoio.
Estar presente. Ser quem lhe dá a mão, lhe esclarece as dúvidas. Quem fala com ela no momento em que está a fazer a análise.

8º Elogiá-la, levá-la a tomar o pequeno almoço de heroína e cumprir a promessa.
Disse-lhe coisas bonitas e verdadeiras, falei-lhe do quanto me sentia orgulhosa dela por se ter portado bem. Dei-lhe um pacote de leite que tinha levado e que ela já me estava a pedir antes da análise e convidei-lhe a ir comer qualquer coisa para acompanhar o leite. E depois... claro... fomos comprar a Elsa, como lhe tinha prometido (e ela não se esqueceu!).


O que funcionou com ela poderá não funcionar com outra criança. Apenas coloquei qual foi a minha tática para esta situação.



sexta-feira, 11 de maio de 2018

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Nem chorou...

Chegou o dia de ir com ela fazer as tão temidas análises ao sangue... 
Sofri desde o momento que levei a requisição para casa até o dia de as fazer. Sofri porque, desde pequenina que normalmente fazia altos filmes de terror sempre que tinha de fazer análises ou levar vacinas. Queria encontrar a melhor forma de fazer com que ela não ficasse aterrorizada como eu ficava com a situação. Queria mostrar-lhe que não havia problema nenhum em fazer análises. E não há, efetivamente. Mas é preciso ter alguma sensibilidade, pois fazer análises ao sangue não é tão divertido como ir ao parque infantil!
Chegamos e ainda tivemos que esperar a nossa vez. Digamos de passagem que ainda esperamos um bom bocado. E, enquanto esperávamos, a técnica Luísa (que ela intitulou de Sra. Simpática) veio falar com ela, perguntou-lhe o nome e a idade e deu-lhe alguns elogios. Quando entramos ela estava apreensiva e sempre atenta ao que a "Sra. Simpática" estava a fazer (enquanto preparava as coisas para lhe fazer a análise). Sentou-se no meu colo e esteve a escolher o penso rápido que queria (da Frozen, pois claro!) e concentrou-se na minha voz, como lhe tinha sido pedido. E...foi rápido! Ela manteve o braço quietinho e apoiou-se em mim. E, no fim, ainda disse que doeu, mas só um bocadinho...
Eu, claro, fiquei de lágrima no olho de felicidade por ter conseguido que ela fosse uma corajosa e se portasse tão bem! Claro que depois fomos tomar o pequeno-almoço e fomos comprar a Elsa, tal como lhe tinha prometido. 

Mais à frente contarei os passos que segui para ela se ter portado como uma menina crescida!

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Lá vai ter de ser...

O que mais temia aconteceu...

Fomos novamente ao meu primo Otorrinolaringologista (falei dele aqui) e, mal ela entrou no seu consultório, ele estranhou a sua respiração e falou em Adenoamigdalectomia. Para quem não sabe é uma cirurgia para retirar as adenóides e as amígdalas. Segundo ele, só tira parcialmente as amígdalas, mas que para melhorar a sua qualidade de vida, o seu crescimento e evitar ela continuar congestionada é a melhor solução para ela. Ela ouviu e já começou a dizer que não queria tirar as "amídaglas" e que não queria tirar sangue. Ela e agulhas é igual a mim: não combina!... Por um lado, ela até tem sorte, porque eu percebo perfeitamente o seu medo. Sou exatamente igual. Lembro-me que a minha mãe dizia sempre "não dói nada", as enfermeiras diziam sempre "não dói nada!". Não dói nada o tanas!!! Dói sim. Não é muito, mas dói! Piorava quando me diziam "Esteve aqui um menino mais pequenino e nem chorou!". Passava-me completamente. E o que tinha eu a ver com isso?! Ele não tem medo, mas eu tenho! Somos 2 pessoas diferentes! E eu sou da opinião de que segue medicina quem gosta, quem tem vocação para lidar com a sensibilidade das várias pessoas que lhe aparecem à frente e mais nada! Se não for assim, nem vale a pena continuar nesse curso!

Desta vez será a minha pequenina a passar pelo que eu passei... Eu tinha 5 anos (portanto há praticamente 35 anos!!!) e lembro-me perfeitamente do dia em que fui fazer análises, do dia da operação e do dia seguinte à operação... Lembro-me de tudo quase ao pormenor. Fiquei traumatizada! Não é fácil para uma criança de 5 anos deitar-se numa maca, ser amarrada para tirar sangue e muito menos é natural que ela vá na boa para o colo de alguém que não conhece vestido de branco que a leva para o bloco operatório, sem ninguém conhecido. Só há um cenário possível: choro e mais choro. Filme de terror! Foi o que me aconteceu, mesmo eu tendo tido a sorte de ir com a minha querida Arménia... Eu não fui com a minha mãe e eu queria era a minha mãe!!! Com a minha M., ao menos o meu primo garantiu-me que eu a acompanharia até ela adormecer na anestesia, lá no bloco operatório com ela (lá dentro com ela!). E quando acordasse eu estaria com ela. Menos mal!... É a tal diferença entre o público e o privado! Desumanos pá! Como é que se separa uma criança tão pequenina dos pais assim sem mais nem menos, à força só porque os pais não podem entrar no bloco operatório?! Não faz sentido...
Neste momento, estou a mentalizar-me para o que aí vem e, principalmente, a mentalizá-la... Vamos a ver como corre... Sei que estará em boas mãos, nas do nosso primo, que sabe perfeitamente que ela é o bem mais precioso que tenho na minha vida!...

(O meu primo, além de bom médico, é todo giro, com os seus lindos olhos azuis!)


terça-feira, 17 de abril de 2018

Finalmente a consulta, com o RX...

Para quem não leu (pode ainda fazê-lo aqui), a minha M. tem uma mãe muito "galinha" (e pegadinha do juízo também!!!) e por isso, como acha que mais vale prevenir do que remediar, achou por bem fazer com que ela fosse acompanhada por um Ortopedista, só porque pareceu-lhe que tombava ligeiramente os pézinhos para dentro. Bom... depois do Raio X feito era hora de ir à consulta. E lá fomos nós...
CAL Clínica here we go... Esperamos só um bocadinho! Nada a ver com esta outra experiência!!!
O médico, que é um homem, só para terem uma ideia, grandalhão para cima e para os lados (não que seja gordo... bom até é um bocadinho, mas tem aquele aspeto de "forte para caramba", sabem?! É grande, tem as mãos grandes, as costas largas, os pés grandes,... tudo nele é grande!), veio buscar-nos à sala de espera com um sorriso. De bata branca, seguímo-lo. Ele pediu à M. para lhe dar a mão. Ela avançou e deu-lhe a pequenina mãozinha. Foi giro vê-los de costas a caminhar pelo corredor. Ele tão grande de bata branca e ela tão pequenina ao lado dele, de mãos dadas.
Já no consultório, ele sentou-a na sua secretária e falou em segredo com ela, ao que ela acedeu. Enquanto ele fazia a consulta a brincar com ela (o Sr. tem mesmo muito jeito para crianças, apesar do tamanhão "assustador"!) eu ia ouvindo orgulhosa ela responder.
Esteve a andar de um lado para o outro para ele ver a sua postura e, até ao momento, está tudo ok com ela. Promessa de para o ano voltarmos para mais uma visita com o médico "gigante"! :)

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Ainda sobre a clínica...

Fizemos o Raio X dia 16 de março e contei-vos (aqui) que na altura dei nota negativa à Clínica onde o fomos fazer, não pelo técnico ou grupo médico ou de enfermagem, porque são todos uns queridos, mas sim pelo processo de espera. Não tem cabimento nenhum... Senhas para dizer "já cheguei"????!!!! Pfffff.... 
Nesse dia, disseram-me que o resultado sairia dentro de uma semana e que quando estivesse pronto enviar-me-iam uma sms para poder ir lá levantá-lo. Na altura ainda pensei "Uau! Se correr bem, é uma boa metodologia!". 
Ora bem... Passou uma semana, duas semanas e nada... liguei para lá e disseram-me que tinha havido um atraso qualquer, mas que quando estivesse pronto enviariam uma sms. Esperei até ao dia antes da consulta, dia 4 de abril. Deram-me a mesma resposta. Nessa altura já não fui tão compreensiva como da primeira vez e por isso exigi que naquele dia o mesmo estivesse pronto. É que além de ser uma falta de respeito e de palavra por parte da clínica, marcar uma consulta para o ortopedista era uma carga de trabalhos. Provavelmente só teria vaga dali a 2 meses!!! Meios pequeninos dá nisso... Há vantagens, mas também tem muitas desvantagens...
Para espanto meu, ligaram-me logo a seguir a dizer que tinham recebido o meu recado e que o resultado já estava pronto. Bom, fiquei com a ideia de que o resultado já estava pronto há dias... Não sei o que é que é pior: se não me terem enviado uma sms tal como tinham prometido ou o facto de ter sido eu a ligar para lá uma segunda vez a pedir/implorar/exigir ter o resultado para poder ir fazer alguma coisa à consulta!

É como digo... gosto muito da Clínica de S. Sebastião, mas nos dias que correm, aquilo não anda lá muito bem... não anda não...


quarta-feira, 21 de março de 2018

Uma crescida...

Há um ano atrás levei a minha M. ao Ortopedista do meu irmão, em Coimbra, para ele ver os pezinhos dela. Falei disto aqui, caso queiram ler... Além deste Ortopedista, também fui com ela ao Dr. Paz Ferreira. Uma segunda opinião é sempre bem vinda! Ele, na altura, passou uma requisição para Raio-X aos pezinhos e anca para fazer depois dos 4 anos. Passado um ano lá fomos nós. Expliquei-lhe que o que ela ia fazer era tirar um raio-X igual como o Marshall faz. Uma fotografia aos ossinhos dela, portanto!

Nota positiva:
Ela! A postura dela durante todo o processo! Portou-se lindamente! Uma verdadeira menina crescida! Ela, apesar de gostar de tudo o que esteja ligado a "malas de médicos", normalmente não gosta de ser a "paciente". Escolhe sempre outras pessoas para serem pacientes. Ela e a mãe são sempre as médicas! Dela, nessas situações, espero sempre filmes de "terror", mas desta vez não! Tirei-lhe a saia e deitei-a na marqueza. Ali ficou... sozinha com o técnico e eu atrás de um vidro a ver tudo. Ele dizia para ela não se mexer e ela só fez o que ele a pedia... Uma verdadeira lady! ;)



Nota (muito) negativa:
Gosto muito da Clínica de S. Sebastião. Vou lá sempre que preciso. Tenho um seguro que eles têm (o que ajuda muito na escolha), eles têm dos melhores médicos que conheço, uma grande quantidade de especialidades disponíveis e penso que "maquinaria" bastante atualizada... Mas... pecam muito pela desorganização! Desde que têm o sistema de senhas, decaíram muito! Ora... se eu marco um Raio-X para as 17h, espero ser atendida a essa hora ou... vá... até posso esperar até às 17h30... Mais do que isso parece-me ser um abuso! Então, cheguei lá um pouco antes das 17h e retirei a minha senha. Só fui atendida às 18h!!!!!! Atendida pela receção!!! Para dizer que tinha chegado!!! Ora... se marquei um Raio-X para as 17h e só sou atendida pela receção às 18h... acho que não faz muito sentido! Então porque raio marquei o exame?! Só acrescento que depois de dizer na receção que tinha chegado... ainda esperei mais uns 20 minutos para fazer o bendito Raio-X...

Isto para não falar que as "Prioridades de crianças, idosos e grávidas".... não se usam por aqueles lados!... Inadmissível!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Ida ao dermatologista... check!

A primeira vez que fui a um dermatologista aconteceu pouco depois da minha M. ter nascido e por estar a ver o meu cabelo cair como se não houvesse amanhã. Fiquei com medo de ficar careca e fui. Como isso aconteceu em 2014, já era altura de voltar lá, até porque passados 3 anos, a mancha que ganhei por conta da gravidez, mesmo tendo usado durante o outro inverno passado um creme para combater a "dita cuja", e apesar de ter atenuado, ela não desapareceu.

Em setembro marquei uma consulta. Só havia vaga para maio deste ano e, como aqui as consultas de dermatologistas é por um canudo, decidi aceitar o dia e a hora. E fui!... A Dra. Sandra sempre tão simpática esteve a ver-me os sinais e receitou-me então para a mancha um tratamento para o verão e outro para o inverno com cremes (que me custaram os olhos da cara, é certo!) com protetor 50+ para o dia e outros para a noite, que espero que façam algum efeito positivo. Pensava eu que iria ser submetida a um tratamento lazer, mas ela descartou logo essa hipótese visto que, apesar de já ter passado 3 anos, a mancha ainda era bastante inicial. Espero mesmo que isto resulte! Este tratamento tem a duração de 1 ano... melhor é marcar já a consulta, se não corro o risco de só ter vaga daqui a 2 anos...

Uma coisa que ela disse e que tenho de reter para sempre: 
"A pessoa mais importante na minha vida sou eu e tenho de cuidar de mim."

Para que a conheçam melhor, anexo aqui uma entrevista à minha Dra. Sandra Medeiros, com algumas informações importantes sobre os sinais de alerta dos nosso sinais.
- Decorar a mnemónica ABCDE para os sinais de alerta dos nossos sinais no corpo:
. A - Assimetria (alerta: caso dividindo o sinal a meio, as 2 metades não são iguais)
. B - Bordo (alerta: caso os bordos sejam irregulares)
. C - Cor (alerta: se tiver cor negra)
. D - Dimensão (alerta: se for um sinal maior do que 6mm)
. E - Evolução (alerta: se o sinal tiver um crescimento rápido)



terça-feira, 29 de março de 2016

A minha "2ª casa" da última semana!

No espaço de uma semana esta foi a 3ª vez que me sentei nesta sala de espera! Normalmente está cheia de gente, mas ontem estava assim sossegadita!... É acolhedora e confortável e tem uma vista magnífica sobre parte da cidade de Ponta Delgada! Normalmente as consultas acontecem na hora marcada. O máximo que já esperei pela minha vez foram 15/20 minutos, o que é extremamente positivo comparado com outros consultórios médicos.
Ao chegar, encontramos meninas na receção que deixam um pouco a desejar: estão demasiado ocupadas em fazer o seu trabalho que se esquecem que "sorrir" faz parte do cardápio de uma clínica deste nível. Mas, em contrapartida, a equipa médica (pelo menos por aqueles por quem já passei!) é excelente a todos os níveis: profissionais, atenciosos e de uma simpatia extrema. Vêm buscar-nos a esta mesma sala com um sorriso nos lábios, alguns até com dois beijinhos (o que é sempre bastante agradável!) e acompanham-nos até à sala da "tortura"... 
Uma das coisas que mais me encanta nos médicos/enfermeiros/pessoas ligadas à saúde em geral, é a capacidade que eles têm de se moldar à personalidade de cada paciente. Claro que nem todos são assim! E INfelizmente que nem todos são assim! Acho essa característica fundamental para se ser um profissional de saúde de excelência! Parabéns à equipa médica da Clínica de S. Gonçalo.