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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Ainda fomos uma última vez...

Ainda antes de terminar o mês passado, e tendo em conta que tínhamos o ano todo pago e ela já estava operacional pós consulta de otorrino, perguntei-lhe se ela queria ir a mais umas aulas de natação, ao que ela me respondeu prontamente que sim. Lá fomos nós!
Mas... fomos a só uma! Entretanto o professor Rui, o querido professor dela, foi de férias e nem valia a pena insistir para ela entrar na piscina com o outro professor... 
Vê-la na piscina, embora com algum receio, mas com carinha de feliz encheu o meu coração!

Para o ano vamos mudar!
De natação chega, principalmente pela falta de compreensão que recebi da administração do espaço quando perante a longa ausência dela, por motivos de saúde, pedi o reembolso do que tinha pago ou pelo menos deixar "carta branca para ela ir por mais tempo, no novo ano letivo, pagando por exemplo a diferença das aulas que ela faltou desde novembro"... Que sejam felizes com o nosso dinheiro! É o que tenho a dizer...
Além disso, para o ano, o Rui não seria professor dela e isto seria uma grande desilusão... E isso também não quero!
Obrigada Rui por toda a dedicação, carinho e amizade que demonstraste ter para com a minha M. Ela adora-te! Continua a ser o maravilhoso professor que és! Tenho a certeza que se a minha M. não tivesse faltado a tantas aulas este ano, hoje ela já saberia nadar sozinha...


quarta-feira, 4 de abril de 2018

Temos regressado progressivamente...

Depois dos altos e baixos de saúde da minha M., tenho tentado regressar progressivamente à natação com ela. Sempre que ela está acima dos 60% de saúde, lá vamos nós! Uns dias temos ido e noutros não...
Com esta ida e não ida à natação, noto que ela está mais receosa... Evita tirar o esparguete, pois tem na memória uma única vez, há uns meses atrás, num momento em que estava sem esparguete, uma menina que estava aflita apoiou-se nela. O professor socorreu-a a tempo e conseguiu dar a volta à questão. Mas essa situação, com a agravante dela não ter ido praticamente o 1º período todo, deixa-a mais medrosa. Pede-me para ficar perto dela e lá fico eu na zona da piscina (uma verdadeira sauna! São 45 minutos muito quentes!) e passa a aula toda a chamar por mim, para se certificar de que estou atenta ao que ela faz... Eu estou filha! Sempre atenta aos teus progressos...
O que é facto é que apesar de algumas vezes estar reticente, ela gosta mesmo de estar na água e sente-se segura com o seu querido professor Rui. Passa a aula de sorriso na cara e isso, na realidade, é o que me faz insistir nas aulas de natação...



quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Regresso rápido à natação...

Disse aqui que a minha M. andou doente por muito tempo... isto fez com que ir às aulas de natação passasse a ser uma utopia. Praticamente os meses de novembro, dezembro e janeiro não meteu lá os pés. Em janeiro quando pensava que ela estava melhorzinha fizemos 3 tentativas. Não foi nada fácil! Ora vejam.

1ª Tentativa
A senhora da receção diz-nos que não é o professor Rui a dar a aula, que seria o prof. João. Nos balneários sempre que tentava despir-lhe chorava até mais não, porque não queria ir para a piscina sem o seu prof. Rui... Bahhh... nem passamos do balneário, por isso nem conta!

2ª Tentativa
Não era o prof. Rui. Era o prof. João. Apesar de alguma reticência inicial, lá fomos nós passar pelo duche e ela sentou-se à beira da piscina junto com os outros meninos que aceitaram ter a aula com o prof. João (isto é para mostrar que não é só a minha M. que é exigente!)... Lá ficou 5 minutos... Ao fim de 5 minutos vejo-a a tremer de frio. Não pensei 2x e fui buscá-la à piscina. Afinal a água não estava suficientemente aquecida!!!!! Muita má nota para o Ginásio!

3ª Tentativa
Finalmente era o prof. Rui... Mas mesmo assim, numa fase inicial, notei que ela não estava muito confortável com o facto de ir à aula. Não quis que eu saísse de perto dela. Tive de assistir à aula ali no início até de joelhos no chão molhado, na sauna que é a zona da piscina. Parecia que tinha ficado com algum receio de estar e ir para a água... Tudo o que fazia repetia vezes infinitas "mãe" como se eu tivesse que estar sempre, sempre, sempre ali a observá-la (e estou sempre, embora já houvesse vezes que estava mais relaxada! Nesta aula não!). Mas depois de entrar na água foi como se tudo voltasse, embora com algumas reticências. Nisto tenho a agradecer ao Prof. Rui que foi incansável com ela para que se voltasse a enturmar novamente, motivando-a a fazer o que os outros meninos faziam... No fim da aula já dava pulos no escorrega e tudo! Ah sereia mais linda!

Não houve a 4ª tentativa porque, infelizmente, ficou doente outra vez!!! :(


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Ela voltou às aulas de natação...

Com 1 ano e 9 meses a minha M. iniciou-se na natação. No primeiro ano, ia com ela para a água e juntas fazíamos os exercícios que o professor Rui mandava, incluindo mergulhar a cabeça na piscina. Ela nunca chorou e nem nunca achou estranho. A única coisa que ela não gostava era mesmo de virar-se de barriga para cima. Nessa posição não se sentia lá muito confortável.
Coloquei-a na natação porque queria que ela não tivesse medo da água, mas que também aprendesse técnicas de sobrevivência caso caísse dentro da piscina, por exemplo, dos meus pais. Além disso, como ela estava todo o dia sem lidar com outras crianças, a natação era o único momento em que ela socializava com pessoas de palmo e meio... 
O ano passado, por sugestão do professor, já foi sozinha para a piscina e adaptou-se bem. Estranhamente pedia sempre o dedinho do professor para se atirar para a água, quando no verão anterior ela atirava-se para a piscina dos meus pais e, inclusive, chegou a nadar debaixo de água sem qualquer apoio até mim... 
Este ano como ela ia para a escola e ia estar com outros meninos, a parte da socialização deixou de fazer sentido para se manter como um dos objetivos da natação, mas quis saber a opinião da principal interessada: ela! E quando lhe perguntei se queria ir para a natação ela respondeu com um alegre sim e pensou que seria mesmo naquele dia. 
Nem vale a pena adiantar que ficou "em pulgas" todos os dias a perguntar se era hoje que era o dia da natação, até chegar efetivamente ao dia!!! :)

Continua a ser uma boa opção mantê-la na natação... :)

terça-feira, 27 de setembro de 2016

A decisão foi tomada antes da 2ª aula

E pronto... Já se passaram 3 aulas de natação e eu sinto-me cheia de certezas de que tomei a decisão acertada para a minha M., pois ela é uma menina surpreendente e tem mostrado ser capaz de entender tantas coisas que, às vezes, os adultos não acham possível.
Fomos à aula de 4ª feira e, nesse dia, decidi que era mesmo na turma dos Tartarugas que ela devia ficar: nas 3 aulas que fez foi feliz. Portanto, vai ficar sozinha dentro de água com os outros meninos e com o professor, que é um querido para eles, com um esparguete debaixo dos braços e assim vai aprender a ter alguma autonomia e destreza dentro de água. 
É mais caro (mas o mais barato do mercado existente aqui das redondezas!), porque implica 2 aulas por semana de 30 minutos cada uma, mas é o melhor para ela. Se ela ia aprender a nadar sozinha, sim ia, mas ela gosta tanto da natação e, como não frequenta ainda a escola, nem creches, é este o único momento que ela tem para estar com outros meninos e aprender a cumprir regras do professor, coisa que ela não está habituada a ter. Atenção, ela cumpre regras, mas aquelas regras de ficar sentadinha com os outros meninos e esperar pela sua vez é preciso trabalhar... Esta é uma boa forma para aprender. Acho que é o melhor para ela neste momento...
A minha filha está a crescer tão depressa...


terça-feira, 20 de setembro de 2016

Regresso às aulas de natação

A minha filha esteve no passado ano letivo na turma dos Girinos I. Esta turma é indicada para bebés, daqueles bem pequeninos (julgo que o ideal é a partir dos 4/6 meses) e para quem, como ela, inicia as aulas de natação (ela tinha 1 ano e 8 meses). Nesta fase, eles aprendem, desde o primeiro dia, a mergulhar a cabeça debaixo de água (à primeira vista parece um ataque à boa respiração deles, mas não é!), a mexer as perninhas, os bracinhos, a gostar de estar na água, a sentirem-se confortáveis quando virados de barriga para cima (a minha M. nunca achou lá grande piada!). Depois de algum tempo de aulas, aprendem a dar mergulhos com a nossa ajuda, a segurarem-se na beira da piscina e conseguirem movimentar-se sozinhos, sempre com o nosso apoio por trás. Com isto quero dizer que os bebés estão na água sempre com um dos pais a segurarem-lhes debaixo dos braços e a dar o exemplo (no caso de colocar a cabeça debaixo de água!).
O professor da minha filha é um espetáculo! Ele respeita o ritmo de cada bebé e assegura de que eles não ganhem medo em nenhum momento. Se a criança não está confortável para fazer algum exercício, ele não força. Por exemplo, haviam aulas em que se faziam imensos mergulhos debaixo de água e a certa altura a minha M. dizia que não queria mais e ele sempre respeitou a sua vontade. 
No fim do ano passado ele tinha-me dito que ela estava apta para subir um nível, pois ela era minimamente desenrascada para conseguir evoluir. Ficamos de falar novamente este ano. Durante o verão inteiro fomentei o contacto com a água e, às vezes, treinávamos o que ela tinha feito durante as aulas de natação.
O percurso normal para ela seria ir para a turma do Girinos II (com um dos pais com ela na água e provavelmente a aperfeiçoar os exercícios do ano passado), mas ela está a experimentar a turma das Tartarugas (para meninos com mais de 3 anos), em que ela vai sozinha para a água com um esparguete debaixo dos braços (que treinei com ela este verão!), juntamente com outros meninos e o professor. 
Sábado foi o primeiro dia de aula e, como estava com algum receio sobre se ela iria conseguir ficar sozinha na piscina, pois às vezes ela retrai-se, pedi ao ginásio para fazermos uma experiência. Eles deram-me 2 aulas. A do último sábado e a da próxima quarta-feira. Conforme a prestação dela nestas duas aulas, tomarei a melhor decisão para ela. 
Durante toda a semana fui falando com ela sobre o assunto, como faço sempre. Expliquei-lhe que ela iria para a piscina sozinha com outros meninos e com o professor, mas que a mãe estaria fora da piscina sempre a vê-la e a ficar feliz por ela saber nadar sozinha. Que ia ser muito divertido e que ela tinha de fazer sempre o que o professor mandasse. Devagarinho, ela foi-se mentalizando para este cenário. No sábado lá fomos nós... No início da aula ela estava com um bocadinho de vergonha, então permaneci pertinho dela quando ela e os meninos estavam sentadinhos no tapete, com os pés na água. O professor, sempre muito meiguinho e atencioso para os 4 meninos da aula, foi iniciando a sua aula e, devagarinho, eles foram entrando na água. Das 2 primeiras vezes ela entrou na água com a ajuda (do dedinho) do professor, mas depois já se atirava para a água sozinha e foi a menina mais desenrascada juntamente com um outro menino. Chegou, inclusive a dizer que não queria sair da água (pudera, cá fora estava um efeito estufa que não se podia!)!!! Não tirei nenhuma foto do seu primeiro dia, pois a prioridade era apoiá-la ao máximo!

É um orgulho esta minha princesa! Penso que a decisão está tomada, mas 4ª feira terei a certeza!...

sábado, 17 de setembro de 2016

Como se aprende a nadar?!

Quem me conhece saber que eu adoro o mar, o verão e o sol! Desde pequenina que fui habituada a ir à água, estivesse ela onde estivesse (mar, piscinas, poços,...). Ia sempre com os meus pais. A minha mãe não sabe nadar, mas o meu pai sabe e foi ele que sempre fez questão que eu soubesse. A minha mãe também fazia muita questão, mas nunca me ensinou porque ela própria não sabe. Quer dizer, eu acho que ela sabe nadar (pelo menos na piscina e no ilhéu!), mas penso é que ela não acredita que sabe nadar então só vai à água de esparguete...

Eu sempre usei braçadeiras. Primeiro 2, depois 1 e depois já sabia nadar. Lembro-me que enfiava as braçadeiras no momento em que chegava à praia e só as tirava quando íamos embora. À conta disso ganhei muitas vezes esfolões que as braçadeiras faziam debaixo do braço. Aquilo ardia como tudo quando entrava na água salgada e quando levava com areia... Mas só para poder ir à água, eu aguentava aquilo. Depois uma das braçadeiras furou e fiquei a usar apenas uma. Lembro-me que, com 6 anos, estava no ilhéu de Vila Franca quando a minha única braçadeira ganhou um furinho que não a mantinha muito tempo cheia e foi nesse mesmo dia que eu tive de aprender a nadar. Os meus pais explicaram-me que não havia ali nenhum sítio para comprarem braçadeiras e que se quisesse ir à água teria de ser sem braçadeiras. Eu, embora com algum medo, não queria deixar passar aquele marzinho gostoso todo para mim e lá fui, sem braçadeiras, sob o olhar orgulhoso da minha mãe, e com o meu pai que sempre me incentivou e me disse que eu conseguia nadar sem braçadeiras. E consegui! Com o tempo e com a prática fui melhorando a minha performance e, embora não seja uma expert, safo-me bem!

A minha M. está na natação durante o inverno, mas durante o verão faço (e sempre fiz!) questão que ela esteja em contacto com água com o único objetivo de, mais tarde, aprender a nadar. E ela adora água como eu, portanto saber nadar é já uma necessidade. Quando chego a casa dos meus pais do trabalho "Mãe vamos para a piscina?" é das primeiras perguntas que me faz e lá vou eu com ela. Na piscina dos meus pais, normalmente, ela não quer usar as braçadeiras. Fica nas escadas e atira-se para mim, eu devolvo-lhe às escadas, da beira da piscina dá pulos para a água sem braçadeiras também e eu seguro-lhe logo que ela cai na piscina. Normalmente segue as minhas instruções enquanto está na água "mãozinhas abertas, mexe as perninhas, mexe os bracinhos, mãozinhas de remo,...". Noto que ela está, inconscientemente, a querer aprender a nadar com uma sede imensa e sem medos. Sinto que ela confia que não vou deixá-la ir ao fundo (e óbvio que não deixo!). Há poucos dias, ela quis colocar só uma braçadeira e tentou nadar sozinha e depois olhava para mim como que a dizer "se eu for ao fundo segura-me". É tão giro ver a evolução dela, o querer aprender, o querer saber fazer e por iniciativa ir até aos seus limites. Estou verdadeiramente encantada com a filha que tenho! Com certeza ela irá aprender a nadar muito mais cedo que eu!... Será um orgulho para mim...

Tudo isto para dizer a quem não sabe nadar que nadar é como andar de bicicleta. Para aprendermos a andar de bicicleta, temos de 1º encontrar o nosso equilíbrio e a partir daí já sabemos andar de bicicleta. Para nadar é igual. Temos de encontrar o nosso equilíbrio, mas na água. Deixar o nosso corpo fluir na água e ser parte dela. Jogar com a respiração. Quando se inspira o nosso corpo fica com ar dentro e nunca afunda (é como um balão cheio de ar: não vai ao fundo!). Portanto enquanto inspirarem estão sempre em cima de água! Claro que não podemos inspirar continuamente. Quando expiramos o ar sai e é aí que o nosso corpo fica mais pesado. É nesse momento que usamos os movimentos de braços e das mãos para nos mantermos na superfície. Não interessa nadarmos como os profissionais. Temos de nadar da forma que nos permite estar à tona e nos permite avançar. Se for como os cãozinhos, que seja! Desde que estejamos com a cabecinha fora de água, tudo bem! Experimentem primeiro em águas calminhas, como piscinas ou ilhéu e só depois quando tiverem confiança em vós é que experimentem o bom que é estar no mar e ir e vir com as ondas! 
Acima de tudo, tenham confiança em vocês e acreditem que todos os seres humanos conseguem aprender a nadar... Deixem-se levar...

A natação de inverno começa hoje, mais logo às 10h15... :)

terça-feira, 6 de setembro de 2016

A minha peixinha acrobata

Neste verão pude constatar que a minha M. efetivamente adora estar na água e, tal como a mãe, adora mar, sol e férias! Ao menos agora passo a ter companhia da boa, porque até companhia ela já faz. Consigo ir com ela para todo o lado sem passar vergonhas pois tenho a certeza que ela se porta sempre (maioritariamente) bem... Claro que uma birrinha ou outra poderá acontecer, porque ela é uma criança com 2 anos e meio e é normal que crianças com essa idade queiram levar a sua avante! O que quero dizer é que me sinto segura de a levar para qualquer lado, seja de dia ou de noite. Normalmente ela alinha em tudo... É para a praia?! Ela vai! É para a festa?! Ela vai! É para passear?! Lá está ela pronta! Basta chegar a casa dos meus pais depois do trabalho para ela saltar para o meu colo e dizer "Mãe vamos para a piscina?!" - ela quer é isso, sempre e todos os dias... :)

Neste período de verão vi a minha M. desenvolver os seus dotes de nadadora a olhos vistos... Se primeiro ela não queria usar as braçadeiras, ela agora sabe que precisa delas para nadar e, antes de regressar à toalha ainda pede para tirá-las para dar uns mergulhinhos sem elas (e só o faz comigo, porque sabe que vai ao fundo!). Se antes ela só dava pulinhos de mão dada comigo, agora já vai sozinha para a beira da piscina e pula como gente grande. Se antes só ia para a água comigo, agora além de já aceitar ir com mais pessoas, também vai sozinha com braçadeiras sem problema nenhum. Claro que estou a falar no caso da piscina, porque no mar é diferente. Noto que ela tem ainda algum receio de ir sozinha...

Uma coisa que lutei sempre e desde cedo, foi que ela não tivesse medo da água. O primeiro banho dela foi com apenas 3 meses e meio (em abril de 2014) numa piscina pequenina que lhe comprei (pensando que ia ter muito uso e afinal não valeu o gasto!). Com 4 meses experimentou a piscina dos avós e adorava estar lá com os pezinhos na água. Com 5 meses foi para o porto de pescas do Nordeste e adorava (todos se admiravam com ela, com a boa disposição dela naquela água e que mãe desnaturada era eu por colocá-la naquele mar! Nunca me importei nem com os olhares nem com os comentários que pudessem fazer... e tenciono assim continuar!). No verão de 2014 fiz questão de a familiarizar com a piscina dos meus pais e também com o mar. No verão de 2015 lembro-me que a mergulhava para baixo de água e ela achava piada... Foi tanto que inscrevi-lhe na natação, onde esteve este ano letivo passado. Os resultados são visíveis e consola vê-la dentro de água, na piscina. Nada sozinha, dá pulos e "begulhos", entra, sai, anda de barco, de "combóia", de braçadeiras e sem elas também, com a ajuda de terceiros...
Consola!...









quinta-feira, 7 de julho de 2016

Festa de despedida

No passado dia 25 de junho foi a festa de despedida da natação deste ano. Despedida das aulas do professor, porque por termos em falta 2 aulinhas de reposição, as mesmas estão a ser dadas por outra pessoa, uma professora.
Andei a prepará-la psicologicamente para este facto para que ela não fosse apanhada de surpresa (tal como faço com tudo!), mas mesmo assim não foi fácil para ela aceitar uma professora em vez do professor. Apesar da professora ter sido muito meiguinha com os meninos, a minha M. andou muito tímida, chegou a dizer que queria ir embora, não queria fazer os exercícios se a professora estivesse por perto, mas quando se afastava ela fazia. Quando nos despedimos da professora, ela disse adeus mas colmatou com "O professor Rui vem!", como forma de garantir que aquela era uma vez sem exceção. 
Às vezes pensamos que as crianças não sentem as mudanças, mas está visto que é muito mentira. Por isso é preciso ter muito cuidado com aquilo que expomos aos nossos filhos e com o que decidimos por eles. A minha M. afeiçoou-se ao seu professor Rui e não quer mais ninguém no lugar dele. Mal sabe ela que irá ter tantos professores pela vida fora, uns que ela vai recordar e outros que vão passar completamente ao lado, que nem se vai recordar deles (esses são os mais tristes, aqueles professores que não deixam marcas!)...
A festinha, essa foi uma animação. É sempre um dia livre, de fazermos o que nos apetecer e brincar com aquilo que ela tiver vontade. Para o ano há mais! :)


terça-feira, 21 de junho de 2016

Natação?! Sim ou não?!

Como os meus pais têm piscina, o receio da M. lá cair sem nós vermos era enorme. Por isso, os meus pais investiram num gradeamento (montado pelo namorido e pelo meu pai) fechado à chave, porque ela já há muito que abre a porta, que divide a piscina do resto da casa.
Depois disso, decidi investir eu em aulas de natação para ela.Os meus objetivos principais era fazer com que ela não tivesse medo da água e que ela, pelo menos, conseguisse flutuar na água (ou pelo menos tivesse algumas noções disso!). 
Portanto, todos os sábados de manhã (exceto se doente), lá vou eu com ela para a piscina do S. Miguel Park Hotel, onde ela tem aulas de natação, junto com outros meninos, todos eles bebés. Sempre que ela avista a piscina fica feliz, sorri e quer logo saltar para a água (ainda por cima é aquecida!). Normalmente ela faz tudo o que o professor lhe manda, exceto dar um mergulho e furar o arco. Acho que é uma questão psicológica, pois ela dá mergulhos sem ser com o arco e porta-se bem. Deve fazer-lhe confusão ter de furar o arco debaixo de água. Não sei... Mas uma coisa boa é que quando eles não querem fazer algum exercício, o professor não obriga, respeitando o ritmo de cada um. É que se obrigasse, os meninos podiam ganhar medo e depois para tirar o medo era bem pior...
As aulas de natação estão a terminar. Faltam apenas 2, dia 25 e dia 30 de junho.
O que ela mais gosta de fazer é sentar-se à beira da piscina e atirar-se para a água. Há uns tempos o professor ensinou-lhe a dar mergulhos como deve ser! Bracinhos em cima da cabeça a fazer o "peixinho" e pimba cabeça para a água. A mãe aguenta a M. depois... E ela lá se lança, sozinha! Na última aula de natação ela brindou-me com um mergulho de cabeça perfeito! Perfeito mesmo! Foi a pique para a água! :) Foi tão bom, tão bom que eu fiquei maravilhada (e o professor também!)...

No fim-de-semana passado a primavera decidiu brindar-nos com 2 dias belíssimos de verão para quem, como eu, é amante de água e sol... Na verdade nem fui para muito longe... bastou-me ficar por casa dos meus pais, na piscina... Para mim torna-se mais cómodo, pois os sonos da M. acontecem com naturalidade, já que é lá que todos os dias ela dorme a sesta. E, quando, acorda, está muito (mesmo muito) disposta a enfrentar uma piscina imensa só para ela.

Até este fim-de-semana, ela não sabia nadar de bracadeiras, mas quando dei por mim, lá foi ela a dar às perninhas sem a mãe aguentar (mas comigo ao seu lado sempre!). Se calhar por causa das aulas de natação, ela só se sente bem segura se for à água comigo. Por um lado, fico descansada, pois sei que se não for à água, o máximo que ela faz é sentar-se à beira da piscina a encher o balde com água e a vazá-lo.
Saltar de mergulho para a piscina, como faz nas aulas, se calhar porque a água é mais fria, ela já não o faz com tanta convição. Será uma coisa para treinar este verão! :)

Natação?! Sim, sem dúvidas nenhumas... :) 
E para o ano há mais!