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domingo, 23 de dezembro de 2018

O Natal é isto!

Outro dia decorreu uma Cantata de Natal do Coro Infantil onde a minha M. está. No fim do espetáculo, apareceu o Boneco de Neve a distribuir rebuçados aos pequenos artistas por terem animado a zona com as suas vozinhas lindas e magia de Natal. Ficou, o Boneco de Neve rodeado de imensas crianças. Umas ficaram com muitos rebuçados, outras com poucos. A minha M., quando está entre outras crianças, não se impõe (tenho de trabalhar este aspeto nela) e ficou apenas com 2... Mas houve uma outra menina que não conseguiu apanhar nenhum. Comentava a menina com a professora, de lágrimas nos olhos. Nenhum outro menino "ouviu" o apelo da professora no sentido de partilharem alguns rebuçados com ela (e haviam meninos de mãos cheias!!!). Então, comentei com a minha M. que uma menina não tinha conseguido apanhar nenhum rebuçado e que estava a chorar por esse motivo. Expliquei-lhe que o Natal não é só receber prendas, é também partilhar com os outros aquilo que temos. Ela, sem pensar 2 vezes, foi a correr ter com a menina, que já se estava a ir embora. Tocou-lhe nas costas e deu-lhe um dos seus 2 rebuçados. 

Ela ficou satisfeita com a sua ação e eu fiquei de coração cheio (e de lágrima no olho) por ter esta filha que é uma menina tão doce e com um coração do tamanho do mundo!

Quem é bom e tem ações deste tipo deve ser devidamente recompensado... Que Jesus guie sempre a minha menina no bom caminho e lhe ofereça uma vida feliz e com saúde... sempre!

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Dia especial

Hoje quero agradecer o dom da vida. 

Obrigada Deus por ter este pai, esta imagem masculina na minha vida que me faz acreditar que os homens não são todos iguais!... Este pai que coloca a família em primeiro lugar, que abdica das suas coisas para reunir toda a gente, preferencialmente aos domingos, que é dia "santo" para ele. Este pai que é um chato porque aos domingos só quer é comer cozido à portuguesa (nem sempre consegue hehehe!) e adora meter-se com a minha M., mas que é para ela, para mim e para o meu irmão, disponível a 200%. Basta ligar-lhe e ele pode sempre. Basta uma palavra e ele aparece. Não nos deixa faltar nada, nem mesmo um abraço na altura certa ou um raspanete quando assim tem de ser... Tenho orgulho em ser tua filha!

Pai, desejo-te uma vida inteira e longa de saúde e alegrias... Reduz no sal, por favor! :)
Parabéns por este teu dia!

Desculpa os dias/momentos menos bons que, infelizmente, às vezes passas por nossa causa...

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Também é a minha vitória!

Depois de termos faltado tanto às aulas de natação este ano, pensei que a minha M., neste verão, fosse apenas repetir o que já fazia o ano passado (pulos sozinha para a piscina, nadar debaixo de água, ir ao mar só de braçadeiras,...), mas não! No início do verão ela fazia isso mesmo e quando lhe pedíamos para nadar com a cabeça de fora, era um verdadeiros prego para o fundo, literalmente. Ela não se conseguia aguentar com a cabeça fora de água... Não dei importância! As coisas iam acabar por acontecer naturalmente... Expliquei-lhe algumas técnicas de se manter fora de água e esperei que a natureza fizesse o seu trabalho!...
No último dia de julho, depois de um fim-de-semana de piscina intensa, qual não é o meu espanto de vê-la atirar-se para a piscina como se soubesse nadar e... nadar mesmo!!!! Toda descoordenada, mas lá ia ela avançando até chegar às escadas da piscina e de cabeça de fora de água!!! UAU!!! Que alegria tão grande! Foi das imagens mais lindas que vi! De facto as vitórias dos nossos filhos são as nossas vitórias! É incrível!... Que amor é este que ultrapassa todas as barreiras?!

É caso para dizer Yo Matilde já sabe nadar yo!

terça-feira, 24 de abril de 2018

Ela (quase que) já sabe escrever!!!

Ela não sabe escrever, no verdadeiro sentido da palavra... Mas consegue chegar lá com ajuda. 
Ela tem um jogo que tem cartas com imagens e a pessoa tem de preencher a palavra por baixo, tal como vêem na foto que deixo aqui. Eu ponho as letras em cima da imagem e ela vai pegando em cada cartão. Soletro-lhe a palavra e ela devagarinho, pelo som e porque já distingue as vogais, ela consegue chegar lá. Claro que as palavras maiores são mais difíceis, mas as pequeninas já consegue...
Bom... ela ainda só tem 4 anos (acabadinhos de fazer) e não lhe exijo que saiba ler, óbvio, mas fico orgulhosa, não vou mentir! Desde cedo ela aprendeu as vogais e sabe-as de cor e também reconhece algumas consoantes, em virtude de umas letras que ela tem e que se colam no frigorífico. 
Sabe qual a letra do nome dela, da mãe, do pai, e de muitas outras pessoas que fazem parte da vida dela. E é curioso que ela quando as vê em qualquer lado diz logo "Vê mãe, é a letra do padrinho e do avô!", por exemplo.
Que Deus a conserve sempre assim...!


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Um espetáculo cheio de emoção!!!

Foi a primeira festinha de Natal dela. Daquelas em que ela ensaia qualquer coisa e dança ou representa qualquer coisa em cima de um palco para mais do que 10 pessoas.
Ela nunca me explicou bem o que ia fazer, mesmo depois de tentar sacar-lhe alguma informação mesmo à laia de mãe cusca... Sabia que ia de branco e que teria uma saia de tule laranja (até porque fui eu que lhe comprei a roupa!) e com um laço da mesma cor na cabeça... Imaginava que fosse uma bailarina, mas não tinha a certeza... perguntava-lhe, mas a safadona desconversava! As meninas do ATL também devem ter ensaiado essa parte de não descortinar a peça em casa... 
Haviam 2 presentes gigantes e 2 monitoras: a Maria (que a M. adora e fala muito em casa!) e a Ana. Ambas abriam os presentes e traziam consigo um menino de cada vez para o palco. Os meninos estavam estáticos e assim permaneceram enquanto não receberam outra ordem. Ficaram idênticos a bonecos de trapos, os mais lindos que já vi na vida...
Com apenas 3 anos (os mais novinhos, onde se incluia a minha M. e o seu amigo E.) ali paradinhos e depois a dançarem os passos todos certinhos, a imitar a Maria, e sem conversas paralelas, sem risos, todos calminhos e tão bem comportados... Um verdadeiro mimo! Uma enorme emoção para uma mãe de coração sensível e de verdadeiro orgulho na sua princesa...

Vejam lá se não estavam um mimo...


Agora lá em casa, todos os dias, tenho uma bonequinha de trapos todinha para mim... veste a saia e calça os sapatinhos!!! Uma fofa!


sábado, 5 de agosto de 2017

Sou mesmo açoriana!

A propósito de um post que foi colocado por um amigo no facebook (este aqui), decidi escrever sobre o assunto aqui.
Já vivi 6 anos fora de S. Miguel, a minha ilha natal, a maior ilha do arquipélago dos Açores. Quando morei em Lisboa, senti que o tempo que lá vivi foram os mais longos da minha vida, mas hoje quando recordo essa altura em que estive fora, acho que até passaram rápido demais.
Em 6 anos de Lisboa senti o orgulho de ser açoriana a crescer dentro de mim de uma maneira mais intensa. Dizem, e é verdade, que só damos valor às coisas quando não as temos. E, os 6 anos em que perdi os amanheceres de S. Miguel fizeram-me passar a dar mais valor àquilo que tenho hoje. 
No dia que sai daqui sempre soube que iria voltar, que iria querer voltar. E, quando chegaram os meus últimos dias lá, sabia que queria voltar com a mesma intensidade com que sai daqui. Se tivesse tido oportunidade de trabalho lá, que fosse suficiente para me sustentar, era capaz de ter ficado mais uns anos, mas na altura não tive e por isso não tinha outra escolha que não fosse mesmo regressar à ilha. Foi a decisão certa! Tudo acontece por uma razão.

No link que vos deixei em cima existem 10 sinais que eu já senti na pele de que nasci mesmo nos Açores. Vou comentar cada um deles:
1. As pessoas fazem questões sobre o seu sotaque e pedem para falar. Tem de explicar vezes sem conta que as 9 ilhas têm sotaque diferentes e que o "sotaque açorianbo" que eles dizem é o de S. Miguel.
Verdade. Apesar de eu ser de S. Miguel, as pessoas pediam-me sempre para falar "açoriano" e eu explicava que não era açoriano, que era micaelense, que as pessoas das outras ilhas falavam diferente umas das outras. E quando ia de férias, o primeiro dia era sempre uma loucura. Ouvia sempre "Vens a falar mais açoriano do que quando foste!"... Sobre isto tenho uma teoria: era a falta de hábito de me ouvirem...

2. As pessoas perguntavam-lhe se nos Açores há eletricidade ou água potável.
3. Ou se dá para ir a nado para outras ilhas.
Quero acreditar que quem me perguntou isso fosse apenas no gozo, pois estou em crer que são suficientemente inteligentes e conhecedores do seu país para saber que isso não é possível!

4. Tem orgulho em ser Açoriano e sente-se insultado quando não sabem quantas ilhas constituem o arquipélago e os seus nomes. Ou quando fazem comentários maldosos.
Sim tenho muito orgulho em ser açoriana, mas não me sinto insultada quando não sabem quantas ilhas somos e muito menos os nomes de cada uma. Eu também já não me lembro do nome dos rios todos, apesar de ter aprendido isso na escola...
Também não levo a mal comentários maldosos. São pessoas incultas provavelmente!

5. Passou quase toda a sua infância a brincar na rua e não se consegue imaginar viver longe da natureza.
Verdade. E para ajudar mais à festa, vivi e cresci no Nordeste onde, na altura, sem scuts, não havia movimentos de maior. Ainda me lembro das casas terem chaves na porta! Foi uma santa e inocente infância. E, sim, hoje não me imagino a viver longe do mar! Já quando vivi em Lisboa, apesar de haver o Rio Tejo, ia, muitas vezes a Cascais, Carcavelos, S. Pedro do Estoril, só para ver o mar e sentir o cheiro do mar... Foi sempre uma coisa que me fez muita falta!...

6. Quando está longe, sente falta dos produtos regionais que o fazem lembrar de casa.
Quando estudava em Lisboa, sempre que ia de férias levava comigo (umas para mim e outras para oferecer): bifes de cá, morcelas, chouriço, kima, Licor de Maracujá, ananás, tabaco, queijadas da Vila e os bolos lêvedos que nunca podiam faltar!!!

7. Vulcões e tremores de terra assustam-nos, mas também ensinam que nos Açores, as pessoas e a natureza adaptam-se sempre.
Verdade. Tenho muito medo destas 2 catástrofes naturais que são impossíveis de prever ou de contornar, mas, ao contrário do que quem não vive cá possa pensar, não existem assim tantos. Em 38 anos de vida devo ter sentido 4 sismos e nunca vi um vulcão em erupção. Não somos masoquistas em viver aqui.

8. É perito em conduzir com nevoeiro.
Safo-me mas detesto. Conduzir com nevoeiro cerrado e chuva detesto mesmo... Nunca sei o que está para lá de 1 metro de carro! É agoniante...

9. Tem família no Canadá ou Estados Unidos e não os conhece a todos!
Tal e qual. Sei que existem, alguns até sei o nome e já vi fotografia (o facebook ajuda muito nisso, antes eram os avós), outros nem faço ideia que existem, mas espero que todos estejam bem de vida.

10. Crescer nos Açores foi muito bom, mas agora que está mais velho, você tem certeza que teve muita sorte.
Verdade.

Lagoa das Sete Cidades, em S. Miguel.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Adoro quando tenho feedback...

Já falei sobre o efeito que isto tem em mim aqui... 

Há uns dias estava eu a contar que tinha um blog (este mesmo!) e que escrevia nele todos os dias. Alguém que ainda não se tinha apercebido de que eu tinha um blog (não percebo como?!) foi espreitá-lo e... depois de uns segundos disse-me isto: 

"Sinceramente és tu que estás ali... Engraçado... Ao ler (o blog!) é como estar contigo...". 

É ou não é de ficar completamente K.O.?! Afinal, aquilo que pretendo com este blog está efetivamente a acontecer... E é tão bom saber que as pessoas gostam do que eu escrevo, da forma que eu escrevo... E, melhor que tudo, é poder "transportar-me" até cada um dos leitores para que me conheçam melhor... Aqueles que me conhecem, ao terem reações como esta que vos conto, é a garantia para aqueles que não sabem quem eu sou, me conheçam efetivamente. E, por outro lado, é muito bom estar presente (mesmo que não seja fisicamente) na vida de quem me conhece e gosta de mim... 

Obrigada por me leres e gostares.
Obrigada por me lerem e gostarem.
Isso vale muito para mim! Mesmoooo...



quinta-feira, 29 de junho de 2017

Fomos ao S. João... da Vila!

Não podíamos deixar passar o S. João sem irmos ver as marchas (a nossa marcha, principalmente!) pelo feeling que nos causa (saudade) e também por sabermos que a nossa filha adora música e dançar...
Quando chegamos já tinham saído algumas marchas... mas chegamos a tempo de ver a "nossa", a Marcha de Ponta Garça, aquela cor-de-rosinha que fez as maravilhas da minha M. nessa noite! Dos pendões, música e letra, vozes e trajes só tenho bem a dizer, embora tenha achado um tanto exagerado o traje das meninas (mas isso é apenas o meu gosto pessoal!). Adorei a saia delas!!! Adorei mesmo!!!
No fundo achei tudo cheio de bom gosto e requinte. Tudo pensado ao pormenor!!! Acho até que é uma das marchas que está a chegar a um patamar de, por exemplo, um Santo António de Lisboa. E tenho muita pena (mesmooooo!) que não saiam do concelho de Vila Franca do Campo, pois podiam muito bem mostrar os seus trajes, vozes e pendões aos 7 cantos do mundo e acredito que iam fazer furor por onde passassem...

Parabéns a toda a Marcha, pois eu sei o trabalho que têm (é mesmo muitoooooo!) para que no dia 23  de junho possam brilhar da forma como sempre brilham pelas ruas de Vila Franca do Campo!!


E foram capa de jornal! Parabéns!!!




terça-feira, 20 de setembro de 2016

Regresso às aulas de natação

A minha filha esteve no passado ano letivo na turma dos Girinos I. Esta turma é indicada para bebés, daqueles bem pequeninos (julgo que o ideal é a partir dos 4/6 meses) e para quem, como ela, inicia as aulas de natação (ela tinha 1 ano e 8 meses). Nesta fase, eles aprendem, desde o primeiro dia, a mergulhar a cabeça debaixo de água (à primeira vista parece um ataque à boa respiração deles, mas não é!), a mexer as perninhas, os bracinhos, a gostar de estar na água, a sentirem-se confortáveis quando virados de barriga para cima (a minha M. nunca achou lá grande piada!). Depois de algum tempo de aulas, aprendem a dar mergulhos com a nossa ajuda, a segurarem-se na beira da piscina e conseguirem movimentar-se sozinhos, sempre com o nosso apoio por trás. Com isto quero dizer que os bebés estão na água sempre com um dos pais a segurarem-lhes debaixo dos braços e a dar o exemplo (no caso de colocar a cabeça debaixo de água!).
O professor da minha filha é um espetáculo! Ele respeita o ritmo de cada bebé e assegura de que eles não ganhem medo em nenhum momento. Se a criança não está confortável para fazer algum exercício, ele não força. Por exemplo, haviam aulas em que se faziam imensos mergulhos debaixo de água e a certa altura a minha M. dizia que não queria mais e ele sempre respeitou a sua vontade. 
No fim do ano passado ele tinha-me dito que ela estava apta para subir um nível, pois ela era minimamente desenrascada para conseguir evoluir. Ficamos de falar novamente este ano. Durante o verão inteiro fomentei o contacto com a água e, às vezes, treinávamos o que ela tinha feito durante as aulas de natação.
O percurso normal para ela seria ir para a turma do Girinos II (com um dos pais com ela na água e provavelmente a aperfeiçoar os exercícios do ano passado), mas ela está a experimentar a turma das Tartarugas (para meninos com mais de 3 anos), em que ela vai sozinha para a água com um esparguete debaixo dos braços (que treinei com ela este verão!), juntamente com outros meninos e o professor. 
Sábado foi o primeiro dia de aula e, como estava com algum receio sobre se ela iria conseguir ficar sozinha na piscina, pois às vezes ela retrai-se, pedi ao ginásio para fazermos uma experiência. Eles deram-me 2 aulas. A do último sábado e a da próxima quarta-feira. Conforme a prestação dela nestas duas aulas, tomarei a melhor decisão para ela. 
Durante toda a semana fui falando com ela sobre o assunto, como faço sempre. Expliquei-lhe que ela iria para a piscina sozinha com outros meninos e com o professor, mas que a mãe estaria fora da piscina sempre a vê-la e a ficar feliz por ela saber nadar sozinha. Que ia ser muito divertido e que ela tinha de fazer sempre o que o professor mandasse. Devagarinho, ela foi-se mentalizando para este cenário. No sábado lá fomos nós... No início da aula ela estava com um bocadinho de vergonha, então permaneci pertinho dela quando ela e os meninos estavam sentadinhos no tapete, com os pés na água. O professor, sempre muito meiguinho e atencioso para os 4 meninos da aula, foi iniciando a sua aula e, devagarinho, eles foram entrando na água. Das 2 primeiras vezes ela entrou na água com a ajuda (do dedinho) do professor, mas depois já se atirava para a água sozinha e foi a menina mais desenrascada juntamente com um outro menino. Chegou, inclusive a dizer que não queria sair da água (pudera, cá fora estava um efeito estufa que não se podia!)!!! Não tirei nenhuma foto do seu primeiro dia, pois a prioridade era apoiá-la ao máximo!

É um orgulho esta minha princesa! Penso que a decisão está tomada, mas 4ª feira terei a certeza!...

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

5 meses deste aqui...

A beirar o quase meio ano, fico cheia de orgulho por saber que me lêem. Até ao momento, rondamos as 42 mil visualizações. Quando se cruzam na rua comigo e me dizem "continuo a seguir-te" ou "o teu blog está a bombar!" ou quando me enviam mensagens de apoio e incentivo, acreditem que não caibo em mim de emoção. Fico um pouco tímida, é certo, mas consola ouvir. Se pensei que isto fosse tomar estas proporções, respondo prontamente que não, mas gosto. 

Continuem por aí, se acharem por bem, partilhem este espaço e saibam que vou continuar por aqui...

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Um grande motivo de orgulho para todos

Quando vemos TV e aparecem aqueles anúncios "chatos" (que nunca mais acabam!) entre programas, não imaginamos o trabalho, o talento e o tempo que são dedicados a cada minuto de publicidade. Mas hoje, quero expressar o meu orgulho por saber que por detrás de algumas publicidades são feitas por alguém que me é relativamente próximo. Ele é cineasta. É realizador. É jovem. É bonito. É português. É açoriano! E é irmão da minha prima D. Falo de Augusto Fraga. É realizador residente da Krypton, mas também trabalha em outras empresas de produção no mercado internacional. Já conta com publicidades feitas para marcas como Nike, Heineken, Vodafone, Playstation e Mercedes Benz. Podem ver alguns filmes dele aqui.

Desta vez, assinou o filme da Coca Cola para os Jogos Olímpicos do Rio em 2016 (Uau!). As imagens são todas reais, assim como as emoções que ele captou dentro do filme, e também as que captou em mim quando o vi e é isto que eu gosto nos filmes que faz: as emoções que provoca em mim!
Este anúncio foi filmado em Pequim, durante 4 dias. Conta 3 histórias diferentes, de 3 atletas chineses. No fundo, o que o anúncio nos mostra é que os melhores momentos são aqueles que são partilhados com as pessoas verdadeiramente importantes. E não é mesmo?!