Mostrar mensagens com a etiqueta recém-nascidos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta recém-nascidos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

A família cresceu!

Muitos não sabem, mas os padrinhos da M. (o meu irmão e a doce Carolina) conseguiram tornar a minha vida muito mais feliz quando me comunicaram que iam ser pais! Ahhh que alegria foi... Saber que ia nascer um menino ou uma menina para crescer junto com a minha M.! E logo ela que adora bebés!!!
O nascimento de um bebé é sempre uma alegria muito grande numa família, mas perdoem-me o que vou dizer aqui, mas este casal já merecia uma alegria deste tamanhão, por todas as provações que já enfrentou com sucesso e muito amor, carinho, compreensão e cumplicidade... Que este bebé lhes/nos traga alegrias imensas e que a saúde seja uma constante para os 3! Há casais que merecem toda a felicidade do mundo e este casal é, sem dúvida, um deles!

O nascimento do F. (sim, é um menino!) aconteceu ontem e correu tudo relativamente bem! Ao F. e aos pais, meus queridos André e Carolina, desejo-vos uma vida inteira cheia de SAÚDE, PAZ e muitaaaaaaa FELICIDADE! Bem o merecem! Acreditem que agora é que a vossa vida ganha o verdadeiro sentido! Boas aventuras! :) Cá estarei para vos apoiar sempre, como sempre fizeram comigo!!!
Foi, desde há algum tempo para cá, o dia mais feliz da minha vida. Foi como se de um irmão da M. se tratasse... A diferença de idades entre eles é alguma, mais ou menos como eu e o meu irmão... Espero, sinceramente, que sejam tão amigos como eu e o meu irmão somos. Que haja entre eles cumplicidade em excesso, carinho em excesso, amizade e amor em excesso!...

(Este é o cenário dos próximos tempos, mas com os filhos destes dois! :P)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O dia mais feliz da minha vida - parte IV

Nesse momento em que ela estava já a sair, só oiço a enfermeira Odete a dizer "Não faças força! Não faças força!"... Pensei eu "Olha agora! Tiveram o tempo todo a pedir-me para fazer força e agora que estou com a embalagem toda pedem para parar?!" Aquilo não funcionava assim... Até porque era uma força sobrenatural da qual não tinha controlo. Todo o meu organismo pedia para fazer força... Até que me apercebi que a minha menina estava com o cordão umbilical à volta do pescoço e tentei parar de fazer força, com toda a força que tinha... Graças a Deus correu tudo bem e a minha menina saiu bem, às 19h10 do dia 28 de janeiro de 2014...
Puseram-na em cima da minha barriga enquanto o namorido cortava o cordão umbilical... Ela estava num tom cinza... Via as suas perninhas esticadas, com os seus 10 dedinhos, fiz-lhe festinhas na sola dos pés! Tinha as mãos a tremer... Sabem aquela imagem da bebé nua em cima da barriga da mãe a olhar para ela?! Utopia, meus caros!
Levaram-na para um quartinho ao lado daquela sala para a aspirarem e fazerem o que se faz (que eu não faço ideia o que mais fazem com eles...) com os recém-nascidos. Entretanto estava lá eu, toda literalmente aberta... Sentia como que se tivesse passado um camião por cima de mim... O namorido ficou ali comigo. Pedi-lhe para ir ver a bebé... Não fossem trocá-la com outra bebé sem vermos! Sei lá... Naquele momento passou-me tudo pela cabeça!...
Comecei a tremer de frio... Julgo que foi efeito da epidural (aquela anestesia que quase nem dei por ela... Essa mesmo...!). Taparam-me com o que tinham à mão... e, por ter-me rebentado muitos vasos sanguíneos, a enfermeira Odete não conseguia "coser-me" bem e então pediu ajuda ao Dr. André Sampaio, que foi um amor de pessoa e bem disposto (que era mesmo disso que estava a precisar!). Veio com mais um médico, que não me recordo do nome, mas era novinho... Ambos ali a verem muito mais do que alguma vez vi de mim!!! Aquele "bordado a ponto cruz" que me faziam doía tanto, tanto, uma dor bem fininha e irritante (não como a do parto que era gigantesca), que acharam melhor anestesiar-me localmente! Ala mais anestesia para o organismo, como se eu não tivesse levado a tal epidural! Se tiver outro filho, peço epidural no momento do inquérito, só para assegurar a coisa lá para a hora do parto! :P
Depois de um tempo trouxeram a minha menina para junto de mim, vestida com a roupinha que lhe tinha escolhido, cor-de-rosa, a cor que ela, ainda hoje, diz ser a sua preferida. Com o seu gorro a dizer "Baby girl", toda embrulhadinha e sossegadinha... Colocaram-na do meu lado esquerdo e ali ficou. Foi a imagem mais bonita que vi em toda a minha vida! Uma bebé linda, perfeitinha, com umas pequenas bochechinhas, toda pequenina e frágil e, naquele momento só pensava "Agora tudo será diferente. Agora este pequeno ser depende de mim. Será que vou conseguir ser uma boa mãe para ela?!" e, nesse momento, prometi a mim mesma que acima do meu querer, da minha vida, da minha felicidade, estaria a dela... Nesse momento, agradeci a Deus por me ter colocado nos braços aquele ser por quem daria a própria vida... Passei a acreditar no amor à primeira vista! :)
Perguntaram-me se eu ia dar de mamar nessa altura. Eu disse que ia tentar, mas pensava que ainda não tinha leite (porque até então não tinha visto qualquer vestígio!). Quase que "gozaram" comigo e disseram "Claro que tens! Queres ver?!" e meteram-na a mamar... e o segundo milagre do dia aconteceu! Estava a alimentar a minha filha... E surpresa das surpresas... Não era assim tão ruim, tão estranho como pensei que ia ser...





O dia mais feliz da minha vida - parte III

Depois da epidural, as coisas melhoraram consideravelmente... Sentia dores, mas não tão fortes como estava a ficar antes da "drogazita boa"... O namorido quis ir ao carro buscar a máquina fotográfica (e fumar uma cigarrilha - para comemorar só pode!) e eu lá fiquei com a minha cunhada e a enfermeira Odete...
Mas, mal ele saiu do quarto, uma dor impossível de controlar tomou conta de mim... Precisava urgentemente de ir ao wc (mesmooooo!)... Novamente a enfermeira Odete disse que antes de eu ir ao wc teria de fazer novo "toque"... Ainda antes de fazer o tal toque, pediu-me para eu fazer força. Achei estranho e, como não queria ter a minha necessidade feita ali, recusei-me a fazê-la ali... Quando ela me diz "Essa dor é para a sua menina nascer. Temos de ir já para a sala de partos!"
Pânico!!!! Senti que o meu relógio andava a 200km/h, porque nem 1h tinha passado, pensava eu...!
"Sala de partos?! Isso é aquela sala onde a bebé nasce?! E onde ficaram as 12h?". Nesse momento tenho registado a última sms para o meu obstetra, às 18h40, a informá-lo que a minha Matilde ia nascer...
A minha cunhada chamou o namorido que tinha acabado de chegar ao carro e de acender a sua cigarrilha. Teve de apagá-la e vir ter comigo às corridas até porque ele também teria de assistir àquele momento em que a nossa filha ia nascer...
Na famosa sala de partos senti-me literalmente um frango no churrasco, daqueles todos abertos que se compram ali no hiper... O namorido estava do meu lado esquerdo a segurar-me a mão e a minha cunhada passou a ser a fotógrafa de serviço. Entre as minhas pernas, lá ao fundo, tinha pelo menos 2 enfermeiras, a D. Odete e uma outra que não fixei o nome e nem me recordo da cara (há coisas que se apagaram da minha memória, com muita pena minha!). 
Dali a nada chega a primeira enfermeira com quem me tinha cruzado quando cheguei ao hospital: a que me fez o inquérito inicial, e ficou ao meu lado direito. Fiquei feliz por ela ter querido estar presente! Gostei dela!
Agora sim, doía mesmo muito e com muita frequência. "Afinal que raio de epidural me deram?!" - pensava eu - "Para aquilo teria de ser administrada dose de cavalo! Que era aquilo?! Era tão frequente e tão incontrolável...".
"Força! Força! Faz força!" diziam-me todas ao mesmo tempo... Precisava de me concentrar e não estava a conseguir! Pedi-lhes para falarem uma de cada vez que eu tinha de me concentrar para fazer força... A enfermeira do inquérito apertava-me delicadamente a barriga para me ajudar a expulsar e a minha bebé nada de sair... Houve, inclusive um momento, que olhei para o namorido e só lhe dizia "Eu não consigo! Eu não consigo!" e ele apenas olhava para mim, com aquele ar preocupado, sem saber o que fazer ou dizer... um ar que eu poucas vezes vi em quase 11 anos de convivência...
Só me lembrava da conversa perigosa que me assombrava "A paralisia cerebral acontece no parto!"... Tinha de por a minha menina para fora o quanto antes... E não estava a conseguir... 
Entretanto, estava lá um médico ou enfermeiro, não sei... só sei que se chamava António, armado em carapau de corrida a dizer que com a sua ajuda é que ia ser! "Olha-me este cromo!", pensei eu, "Quem vai ajudar a minha menina a nascer sou eu, não és tu que vens aqui dar-me socos na barriga para ela sair...". A enfermeira do inquérito disse que não era preciso a ajuda dele que eu conseguia sozinha (ah boca santa! Eu sabia que ela tinha aparecido por algum motivo: ser o meu anjo da guarda!) e assim foi!...

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O dia mais feliz da minha vida - parte II

No hospital deram-me as roupas espetaculares para eu vestir e um saco do lixo para colocar as minhas (!!!). Já com o novo modelito, fiz o primeiro CTG. Nunca o tinha feito antes... Enquanto o fazia, respondia a um enorme inquérito feito por uma enfermeira super simpática que me disse estar apenas a fazer trabalho de secretariado naquele dia... O melhor de tudo foi estar sempre a ouvir o coração da minha princesa... Ela fez-me o meu primeiro "toque" e foi do mais querida que podia haver, pois disse-lhe que tinha ouvido horrores sobre os "afamados toques"... Disse-me que tinha 1cm de dilatação, portanto, era provável que ficasse no hospital 48h para observação, pois aquilo podia não evoluir, até porque estávamos de apenas 36 semanas...
Mãe nunca desiste dos filhos, por isso não sei como a minha mãe conseguiu, mas ela apareceu ali. Queria ver como eu estava. Na altura não queria vê-la, porque queria estar calma e tinha a certeza que ela podia por-me nervosa, mas hoje percebo que ela só estava preocupada comigo e queria ver com os seus olhos que eu estava bem...
O namorido ligou-me a perguntar como estavam as coisas. Depois do que a enfermeira me tinha dito, disse-lhe que estava tudo bem, que depois que ele saísse do trabalho poderia vir ter comigo, mas que estava tudo normal.
Dali a pouco fui pelo meu pé para o Bloco de Partos juntamente com um senhor e uma senhora de cadeira de rodas (também me perguntaram se queria uma, mas eu estava bem, disse que não ia precisar...) e fiquei instalada num quarto só para mim, com uma enfermeira espetacular chamada Odete (não me recordo do último nome!), que me colocou o soro da forma mais delicada possível (não doeu nada como eu imaginava que poderia doer! Sou muito mariquinhas!)...
Chegou o namorido e lá ficou comigo... Eu estava bem! Não sentia dores quase nenhumas... Estava ali deitada... Até que comecei a sentir uma moínha estranha e comentei com a enfermeira Odete. Ela disse que teria de fazer um "toque". Falei-lhe novamente do meu trauma com os "toques" e, mais uma vez fui abençoada pelas mãos de fada dela... Olhou para mim e disse "Temos de chamar a equipa de anestesia!", perguntei-lhe porquê. Ela disse que a hora de levar a epidural, caso quisesse (óbvio que queria!), seria agora ou depois não poderia levar. Estava com 4cm de dilatação. Nessa altura comecei a formatar o cérebro para o parto, mas ela tranquilizou-me e disse "Oh minha menina, ainda tens pelo menos 12h pela frente!"... 12 horas???? 12 horas nisto?! Oh meu Deus... 
Nesse momento chegou também a minha cunhada, que é enfermeira e soube que estávamos lá... De seguida veio a equipa da epidural e, mais uma vez, mãos de fada mexeram no meu organismo... Não sei se pela adrenalina, se pelo nervoso miudinho que fingia não sentir, nem a agulha do soro, nem a da epidural, nem os toques me magoaram... Quem me conhece sabe a minha aversão a hospitais, médicos, enfermeiros, agulhas,... e o nascimento da minha filha foi tudo tão perfeito!... 


O dia mais feliz da minha vida - parte I

Acordei... fui tomar banho... quando voltei olhei-me ao espelho... a minha barriga estava demasiado subida e pensei "Ainda tenho um mês para ela descer... não vou stressar por causa disso!" (diziam que com a barriga subida o parto era mais complicado...). Hoje, às 17h30 teria a consulta das 36 semanas da minha filha... Ia ouvir o seu coração e vê-la do pequeno ecran mais uma vez...
Fui ao hiper! Já tinha começado a comprar os mantimentos para os tempos de clausura que se avizinhavam... Tinha a certeza de que se pedisse detergente de roupa "X" ao namorido ela não saberia comprar aquele que eu queria, então, aos poucos fui começando as compras para ficar descansada nos próximos meses... Comprei também os ingredientes para o bolo brigadeirão que lhe ia fazer pelo seu aniversário no próximo dia 31, porque ele é um "chocolate addicted"...
Fui para a casa dos meus pais... às 15h fui levar a minha mãe à consulta de ouvidos que ela tinha (na altura ela pensava que não ouvia bem!) e trouxe o meu irmão para almoçar em casa. O combinado seria depois levá-lo ao trabalho pelas 16h e trazia a minha mãe comigo...
Ele estava na cozinha a almoçar e eu no escritório a atualizar o meu facebook quando, pelas 15h30............... senti uma grande quantidade de água quente a sair de mim, sem eu ter qualquer tipo de controlo, e que me deixou toda molhada. Fui logo ao wc e, como estava de preto, não conseguia ver a cor do tal líquido.... Comecei a tremer quando vi o tal que me parecia ser o "rolhão", mas como nunca tinha passado por aquilo não tinha a certeza... Chamei o meu irmão... à 2ª chamada ele veio e disse, com cara de pânico (como eu tinha a minha!), mas fingindo não a ter, "Se calhar rebentaram-te as águas!"... Disse-lhe que não devia ser porque isso só aconteceria no mês que vem... Pedi-lhe que ligasse para o meu médico para ele me dizer o que devia fazer. Não atendeu! Estava a dar consultas, claro! Pedi-lhe para ligar para uma enfermeira que me tinha dado uma "formação" e ela disse para ir para o Hospital... A sair de casa dos meus pais liguei ao namorido e contei-lhe o que se passava, que depois de estar no hospital dizia-lhe algo...
Passei em casa para trocar de roupa (não ia ao hospital molhada daquela maneira!)... mas mal pus uma nova roupa, mais uma quantidade de água saia e molhava a minha roupa de novo... Lá fui eu de pijamas para o hospital, pois eram as únicas calças pretas que me restavam (não podia correr o risco de pensarem que estava a fazer xixi pelas pernas abaixo, por isso só podia vestir calças pretas!)...
Nesse momento, o meu médico retribuiu a chamada que lhe tinha feito (o meu irmão, no caso!). Disse-me para ir para o hospital e para levar as minhas coisas e as da bebé, pelo sim pelo não. Para as deixar no carro, caso fosse preciso... Mas teria de lá ir ver o que se estava a passar e que depois das suas consultas ia ver-me... Estivemos sempre em permanente contacto por sms durante todo o resto do dia... Um anjo o meu obstetra!
Eram 16h quando entrei no hospital com o meu irmão, ignorando as chamadas desenfreadas da minha mãe, por estar na hora do meu irmão entrar ao trabalho e nós sem aparecermos perto dela. Pedi-lhe para ele ir buscar a nossa mãe, mas para ela não vir ter comigo, pois a minha mãe é demasiado nervosa e naquele momento eu precisava de muita calma para lidar com o que me estava a acontecer... Tenho um trauma com hospitais e quanto mais calma estiver, melhor!...


sábado, 2 de abril de 2016

O que é essencial para recém-nascidos?!

Hoje a minha amiga G. veio almoçar comigo (é sempre um prazer a sua companhia!) e, como está grávida, perguntou-me o que era essencial ter em casa para um recém-nascido... No início pensei "Bah que resposta fácil, até porque já passei por isso há pouco tempo!"... À medida que ia falando ia-me apercebendo de que em 2 anos as coisas mudaram tanto... as coisas "essenciais" foram deixando de ser usadas, de ser essenciais... e assim de relance eu não conseguia lembrar-me de tudo o que eu precisei/usei mais...
A lista que eu acho que é essencial termos para os bebés nos primeiros meses de vida (serve também para ela ver caso me tenha esquecido de algo) é o seguinte:
- 1 berço;
- pelo menos uns 3 conjuntos de cama (lençóis - e pelos menos 1 edredão);
- 1 banheira;
- 1 muda fraldas com gavetas (mesmo que tenha onde guardar a roupa do seu bebé, não se esqueça que é pelo bem das suas costas!)
- 1 carrinho de passeio;
- 1 ovo;
- 1 espreguiçadeira (caso pretenda ter o seu bebé sempre por perto!)
- 1 mochila para transportar tudo do bebé quando for passear (eu experimentei a típica malinha, mas não me dei bem com ela, pois quando vinha com sacos de compras era sempre um stress... experimentei a mochila e não quis outra coisa! Não cai mesmo!);
- cremes e shampoos (aconselho que os primeiros sejam frascos pequeninos e se o bebé se der bem, se não fizer alergia, então sim comprar os maiores...);
- mínimo de 4 toalhas com capuchinho;
- mínimo de 14 bodies (se o bebé for de bolsar muito, aconselho mais bodies);
- mínimo de 8 calcinhas para usar debaixo dos fatinhos;
- mínimo de 7 pares de peúgos;
- mínimo de 14 fatinhos/roupinhas (atenção que não aconselho muitos fatinhos/roupinhas de tamanho 0 meses, pois deixam de servir rápido - embora a minha M. tenha usado muito os seus únicos 3 fatinhos de 0 meses, mas apenas porque nasceu um mês antes do previsto);
- mínimo de 3 casaquinhos de malha (dependendo da estação que o bebé nasce);
- pelo menos 1 casaco quentinho;
- 3 cobertores quentinhos;
- 1 escova de cabelo;
- 1 corta unhas;
- 1 termómetro de corpo;
- 1 termómetro de água;
- cotonetes de bebé;
- Óleo de amêndoas doces (colocar umas gotinhas na água do banho do bebé, torna a sua pele mais macia!);
- soro fisiológico e compressas para lavar os olhinhos e nariz do bebé (no 1º mês e meio mais ou menos);
- envoltas (mínimo 4) para enrolar o bebé antes do cobertor, para mudar fralda, para deitar o bebé no sofá,...;
- algumas fraldas de pano, caso seja um bebé de bolsar muito (eu usei mais para colocar no berço debaixo da cabecinha da M.);
- alguns babetes (mínimo 10);
- discos de amamentação;
- bomba de tirar leite manual ou automática (eu tive manual e não me arrependo!);
- copinhos de armazenamento de leite no congelador;
- chucha (caso pretendam usá-la. A minha M. nunca foi muito à bola com chuchas!);
- 2 biberões dos pequeninos (usei quando saia de casa, no início, quando ela ainda aceitava o biberão);
- fraldas Dodot Sensitive (aconselho ter apenas 1 pacote dos mais pequenos e, caso seja necessário depois compram mais. Eu comprei alguns pacotes, mas porque ela nasceu precoce!);
- fraldas no número acima das mais pequenas (penso que é o tamanho 2);
- Toalhitas Dodot Sensitive (pelo menos nos primeiros meses) depois podem usar outras;
- 1 marsúpio (dá imenso jeito, principalmente quando temos sacos de compras para carregar!).

Bom, penso que assim de repente é isso... caso me lembre de mais coisitas, vou atualizando... ;)