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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Um mês faz muita diferença!

Estive um mês parada! Um mês pessoal!
De facto o mês de maio não foi o mais simpático dos meses da minha vida... os 12 dias que estive de ausente do trabalho por assistência à família, em virtude da cirurgia da minha M., deram-me uma desculpa mais que válida para não cumprir com o que propus a mim própria - correr! Além desses 12 dias, tive mais 2 semanas (uma antes da cirurgia e outra depois de regressar ao trabalho!) que também não fui correr...
Há uns tempos que andava desmotivada e ir correr era um martírio, mesmo com os incentivos que o "correr" me dá... Isto e o turbilhão de emoções que vivi no pré-operatório fizeram com que decidisse não correr na semana antes da cirurgia... Pronto... deu-me para isto! 
A semana depois de regressar ao trabalho foi mesmo uma situação, digamos que... de preguiça mesmo!... Não corri porque não me apeteceu, não estava para aí virada... Aproveitei e fui almoçar com a minha M. a casa dos meus pais (embora tivesse regressado à escola, o almoço em casa dos meus pais... davam-me a certeza de que se ia alimentar bem!). Nessa semana fui-me preparando psicologicamente para reiniciar a corrida!...
Regressei esta semana... segunda-feira... e o que me custou! Pohhh não imaginam! Parecia que me arrastava... Corri sempre a combater o meu psicológico, a minha vontade de parar (por favor não digam a ninguém!). Ainda ameacei uma e outra vez, nos primeiros dias, mas os meus queridos amigos do "Gang das 12h" não me deixaram para trás, não me abandonaram e não desistiram de mim! Sem dúvida que assim é mais fácil! Claro que na hora só quero vê-los a seguir o seu ritmo (não gosto de atrapalhar ninguém!), mas eles são uns queridos e não me deixam desistir... Não sei se algum dia vou conseguir agradecer a ajuda que me dão... mesmo até depois de uma ausência tão prolongada!...

Se tive saudades?!
Deles, dos meus amigos, do convívio com eles, de rir com eles... tive muitas saudades... Do mar... do mar... ui... igual... Mas... de correr feita maluca pela avenida fora... NÃO!!!

Esta semana se me virem com um andar esquisito, não se preocupem, eu estou bem, posso é estar com os músculos todos lixados... mas isso são os juros de mora que mereço pela minha ausência!...

O mar... ah o mar... já entrou na casa dos 20º e está uma delícia...
(Cá estamos nós, as 3 da vida airada!...)


(É difícilllllllllllllllllllllll....)

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Eu e os brócolos

Para quem não sabe, todos os dias úteis almoço no meu local de trabalho. E, por norma, como sempre qualquer coisa acompanhada de brócolos. Os meus colegas já acham piada a isto e chegam a gozar comigo... Não importa! Eu aceito e brinco com a situação na boa!
E porque como apenas brócolos?! Passo a explicar... Quando comecei a almoçar no trabalho, a minha mãe (que é quem me prepara ao almoço - sim, eu sei que tenho a melhor mãe do mundo!) enviava-me acompanhamentos variados. Umas vezes eram legumes (variados) e outras vezes salada. Bom, na verdade às vezes notava que ela ficava aflita por querer variar o acompanhamento, mas um dia tive uma conversa séria com ela sobre isso. Já é muito bom ela preparar-me o almoço (normalmente é o resto do jantar) e não queria que tivesse a "dor de cabeça" de pensar o que poderia fazer para acompanhar a "proteína". Hidratos de Carbono estavam completamente fora de questão logo desde o início. Se queria comer bem, eles tiveram de ser eliminados da maior parte das refeições. Então disse-lhe que ela não se preocupasse mais com escolher acompanhamentos. Salada não gostava de levar porque gosto de salada feita apenas na hora. Por mim comia brócolos todos os dias. Brócolos simples, apenas cozidos a vapor, sem azeite e sem sal, só o brócolo e a água. E assim foi. Eu adoro brócolos assim, simples. E a parte melhor são mesmo os talos, pois têm um sabor adocicado. Muito bom!
Os meus colegas é que não gostam muito e já se riem pelo "exagero" de brócolos na minha vida... Eu gosto mesmo de brócolos. Não estou a fazer frete a comer brócolos. Gosto mesmo muito. É, talvez, dos legumes que mais gosto na vida!
Além de ser super saudável, ainda tem montes de benefícios para a saúde. Caso tenha curiosidade aqui deixo alguns benefícios dos ditos cujos...

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Mesmo sem recheio é bom!

Lembram-se de vos ter dito que andava a comer muito peixinho? Se não se lembram, o link é este para vos avivar a memória.

Esta coisa de encomendar quantidades de peixe à distância tem muito que se lhe diga... É que eu não estou a ver o peixe e, apesar deles informarem a média aproximada dos quilos dos ditos cujos, eu não consigo imaginá-los. Sou mulher! Não tenho a noção espacial que os homens têm!... Por exemplo... sempre me lembro de comer cavalas recheadas. Muito boas! Então pensei, devem ser cavalas iguais às que eu conheço. Pensei pedir 3 cavalas, mas como não sabia o tamanho delas, perguntei se eram suficientes para 2 pessoas (o que a M. come ainda não conta!)... Disseram-me que era melhor pedir 2 cavalas apenas. E foi o que eu fiz!...
Quando olhei para dentro do saco... fiquei assustada com o tamanhão das cavalas. Usei apenas uma, que tive de cortar a cabeça porque não cabia inteira na travessa. A outra congelei... E ainda sobrou cavala para o dia seguinte...

Fi-la no forno (sem ser recheada) em cama de cebola, com azeite e bastante alho. Acompanhei com alho francês e batata doce. Maravilha!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Um ano que fiz a cruz...

Há um ano atrás decidi mudar! Exatamente hoje, há 365 dias atrás! Foi o início de uma grande luta que já tinha feito antes e que tinha resultado e por isso ia voltar a insistir nisso por mim, pela minha saúde e auto-estima que estava bastante em baixo, e pela minha filha, para um dia se orgulhar de mim.
Posso dizer que o início de uma dieta a sério é bastante complicado. Quando o fiz pela primeira vez foi mais complicado que esta segunda vez pois não tinha consciência do que ia acontecer ou de como me ia sentir. Bom... é mais ou menos parecido a uma desintoxicação de estupefacientes (foi o mais parecido que senti!). Ao fim da primeira semana quando já cortamos os açúcares, os hidratos e tudo o mais que não devemos comer em demasia (no caso de quem faz dieta, não pode comer mesmo!), o corpo pede, emite sinais que só quem tem o psicológico preparado consegue ultrapassar ileso. Na primeira vez lembro-me que houve um momento em que chorei. Chorei de desespero. Chorei porque não podia comer o que me apetecia, enquanto toda a minha família não entendia que "não podia ser só uma vez", porque aquela vez seria a primeira de muitas de "só desta vez". Eu tinha de fazer o corte total. E fiz! Mas foi bastante difícil! Confesso! Depois da primeira semana até se fez bem... com uma tentação aqui e ali, mas cumpri!
Desta vez já não fiquei tão desesperada, porque sabia que tinha de passar por aquela fase turbulenta, mas houve uma primeira fase (aquela do corte das porcarias que o meu organismo estava habituado a consumir!) que realmente senti... Mas foi bem mais fácil do que da primeira vez... 

E cá estou, um ano volvido, com menos 15kg. Bem mais apresentável e mais feliz comigo, diga-se de passagem... :P 
Que assim continue...



sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Fiquei em 1º na minha terra!

Sai de casa rumo ao Nordeste para simplesmente ir... correr... Eita coragem!!! Mas, se sai de casa para ir à Bretanha correr, porque não fazê-lo também na minha terra de infância?!
Quando participo numa corrida é para me desafiar a mim própria. Gosto de saber se melhorei a minha performance desde a última vez. Uma prova nunca é igual à outra. Nunca. 
Na Bretanha foi difícil (pode ler aqui)... Era uma subida ligeira que nunca mais acabava. Desonrei aquela subida até mais não... Pensei em desistir, mas não o fiz e cheguei ao fim. 
Em S. José (pode ler aqui) foram 4 voltas. A dada altura já não sabia em que volta estava. É que quando eu corro o meu psicológico não para de pensar... 
Na Lomba da Maia (pode ler aqui) foram 4 subidas complicadinhas. Foi difícil também. Ao fim da primeira volta pensava que não conseguia fazer a segunda. Mas cheguei ao fim. 
No Nordeste era uma ligeira subida e uma outra subida que... só de carro!!! Mas em nenhum momento pensei em desistir. Estava na minha terra. Aquele chão conhece-me. Aquele foi o ar que respirei durante 15 anos e mais uns períodos depois... Deu-me um gozo enorme correr no Nordeste. Revi algumas pessoas que conhecia, umas correram comigo, outras não. Senti em cada uma delas que me apoiavam, que estavam a torcer por mim. Mas o melhor ainda estava para vir. Quando cheguei à meta, tinha ficado em 1º lugar no meu escalão!!! 

Subir o pódio em 1º lugar (e na minha terra!) teve um sabor tão especial. Devo esta prestação a mim (claro!), porque se não tivesse ido correr naquele dia 26 de abril 2017 nunca teria mudado as minhas rotinas diárias; aos meus companheiros diários de corrida que, desde o primeiro dia e até hoje me incentivam sempre a ser e fazer melhor; à minha família que me apoia constantemente, mas principalmente à minha filha porque, além de se ter tornado a minha fã nº 1 e de adorar ver-me correr (e já diz que quando crescer vai correr comigo!), ela foi o motivo que me fez mudar de rotinas, ela é que foi a impulsionadora desta nova maneira de viver, pois se eu conseguir ser melhor para mim vou, certamente, ser melhor para ela e só assim poderei ser um exemplo de que ela se poderá orgulhar ou, quem sabe, seguir...

Foi um dia feliz, sem dúvida nenhuma! 
E o prémio era bem giro (o Nordeste sempre soube receber bem!)! :)



domingo, 29 de outubro de 2017

Como usar cogumelos grandes?

Esta receita não é minha, é de uma amiga que tem mãos de fada e bom gosto para a cozinha, e ela partilhou esta receita que vou definitivamente experimentar, com certeza!

Ingredientes:
Cogumelos portobello grandes
Sal
Agrião
Mozzarella
Paio de lombo (do bom!)
Ovo

Como fazer?
Lavar os cogumelos e tirar os pés.
Picar os pézinhos dos cogumelos e colocar dentro da "cabeça" do mesmo.
Temperar com sal.
Colocar agrião, mozzarella, paio e no final ovo escalfado por cima.

Forno com ele! :)


domingo, 22 de outubro de 2017

Couscous com legumes e atum

Um dia pus-me a inventar e saiu isto.

Cozinhei o couscous (como manda a receita) e deixei repousar até arrefecer. Entretanto piquei os legumes que tinha lá em casa, e refoguei-os em cebola, alho e um pouco de azeite. Já meio cozinhado, juntei açafrão e algumas especiarias "orientais"... Depois coloquei o atum e misturei... E finalmente juntei ao couscous... 

Super simples, rápido e delicioso...


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Experimentei uma nova modalidade!

Estou numa fase da minha vida em que o desporto passou a ser uma mais valia, pois ajuda-me a distrair dos meus problemas, a manter a forma e a tonificar o meu corpo (neste momento o meu principal objetivo). Claro que há dias em que não me apetece nada sair da minha zona de conforto, mas lá me obrigo e, graças a Deus, tenho um grupinho de pessoas que gostam de mim e me incentivam a continuar, a ir, a esforçar-me...
Uma dessas pessoas é Mestre de Kick Boxing e convidou-me e a uma amiga/colega nossa a experimentar um dos seus treinos... Não pensei 2x e porque não?! Lá fomos nós... as duas inexperientes experimentar dar uns socos e pontapés...

Só no aquecimento ia, literalmente, morrendo... Tudo em mim era transpiração... pensava que morria mesmo... Depois fizemos um treino de circuito para treinarmos um pouco de tudo... Para começar uns abdominais sem parar (2 minutos) como manda a lei... Já não sentia a barriga... Depois uma luta com um dos seus melhores jogadores que foi tão delicado comigo que até tinha receio de estar a dar-lhe socos... Depois um que gostei bastante em que era duplo/triplo soco + pontapé. Este gostei mesmo... No final, de frente a frente, novamente a "bater" no nosso "adversário" e, mais uma vez, retrai-me... É que uma coisa é dar socos e pontapés em sacos de pancada... outra coisa é numa pessoa que nunca nos fez mal nenhum... Se ao menos fosse dar pancadaria em alguém que nos tenha prejudicado de alguma maneira, mas não... Aquele miúdo estava inocente!...

Resumindo... adorei o treino dele, era capaz de treinar aquilo as 3x por semana que ele treina, mas sem bater em ninguém. Já fiz Body Combat e bater no ar que me rodeia dá-me mais prazer do que bater numa pessoa que nem conheço!!!



domingo, 17 de setembro de 2017

Overnight Oat

Chama-se assim a receita que vos deixo aqui e que ouvi falar em tempos e me suscitou curiosidade em fazer e experimentar. Digo-vos uma coisa: é bom, nutritivo e, para quem faz exercício, oferece energia.
Depois tem uma coisa boa: joga com a nossa criatividade em pleno. É uma espécie de "salada no frasco" que já deixei aqui a receita, mas com outros ingredientes.

Para esta receita também precisamos de um frasco, no qual iremos colocar no dia antes os vários ingredientes por camadas, para depois, ao pequeno almoço, podermos comê-lo.

Ingredientes à escolha:

1ª camada
- 3 colheres de sopa de flocos de aveia finos ou granola (já publiquei uma receita aqui) ou outro cereal ao gosto de cada um
- 2 colheres de sopa de leite, ou de água (tem é de ser líquido para embeber os flocos que utilizar)

Deixar uns minutos para que o cereal comece a ficar embebido no líquido

2ª camada (que deve ser o mais uniforme possível
Fruta a gosto (maçã picadinha, frutos vermelhos congelados ou naturais, morangos, banana às rodelas, kiwi, manga,...)

3ª camada
Iogurte à escolha (natural, grego, de sabores, magro, sem açúcar... todos menos os líquidos)

4ª camada (opcional)
Sementes (chia, linhaça, sésamo, abóbora, girassol)
Fruitos secos (nozes, amêndoas, avelãs, cajus, pevides,...)
Caneça em pó
Raspa de lima, limão ou laranja
Açúcar, mel, adoçante

Depois de tudo no frasco, tape-o e leve-o ao frigorífico durante a noite.
De manhã basta misturar alguns frutos secos, caso queira, misturar tudo (ou não) e comer diretamente do frasco.

Vale a pena! :)


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Os homens não têm estes problemas...

Os homens correm e pronto. Têm mais força, mais energia, mais velocidade, mais massa muscular... Não têm TPM, nem período menstrual, nem período fértil, nem ovulação, nem o diabo a quatro! Eles correm e pronto. Está feito.

Correr nos primeiros dias do período menstrual é basicamente uma... seca! Já é um aborrecimento estar a levar o dia todo (durante pelo menos 2 dias) com dores de barriga, de cabeça, de pernas, andar irritada até com a borboleta que pousa na janela e ainda ter de levar com isso tudo, mas a correr! É mesmo só para os fortes! :) Correr nos primeiros dias do período é como que a nossa bacia fosse literalmente uma "bacia" de ferro e lá dentro andam a chocalhar uma série de pesos, daqueles que se usavam antigamente para pesar o queijo na balança, estão a ver quais são?! É exatamente isto que eu sinto... Além de sentir o Tico e o Teco a chocalhar igualmente na minha cabeça...

Portanto correr não é para todos! Mas correr com o período é só para os realmente fortes!

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Somos uma verdadeira equipa!

Já o disse aqui que mais ou menos desde o dia que corro que somos 3. Somos 3 pessoas diferentes, cada uma com os seus próprios objetivos, cada uma com o seu próprio ritmo. Normalmente vamos juntas para os balneários (já em passo acelerado para ir fazendo o aquecimento!), equipamo-nos ao mesmo tempo e saímos dos balneários juntas também. A partir daí cada uma faz o seu próprio treino. Nem sempre vamos juntas, pois os nossos ritmos são diferentes, mas sabemos que as restantes andam perto, na mesma estrada que nós. Nunca me sinto completamente sozinha e aposto que elas também não.
O nosso "pacto" é o de não deixarmos de ir correr quando as restantes não podem ir e, também, o de não desistirmos e, caso isso passe na cabeça de alguma de nós, é dever das outras não deixarem acontecer... "Amigo não empata amigo, mas amigo está lá para nos motivar!".

A semana passada foi uma semana menos boa. Houve dias em que existiram faltas, existiram problemas, cansaços e faltas de motivação. Houve dias que, por uma razão ou por outra, a vontade de levantar da cadeira era menor que a vontade de ir meter km nas sapatilhas... E, são nesses dias que vemos o quanto somos uma equipa. Não nos abandonamos! Apesar de não estarmos ali umas ao lado das outras, estamos lá com elas. Somos uma equipa que se motiva, que se ajuda, que reconhece quando as outras estão menos bem e, nem é preciso saber o motivo, basta dizer "Eu vou contigo, não te deixo sozinha. Vamos lá!". E vamos mesmo... Bem ou mal, com mais ou menos vontade, lá vamos nós...

Apesar de não sermos amigas de longa data, de não estarmos na casa umas das outras ao fim-de-semana, sentimos a amizade florescer a cada dia, sentimos que não estamos sozinhas e que gostam de nos ver bem. 

Obrigada Celina e Elisa por estarem sempre lá para mim, quando estou menos bem... Contem comigo também para estar convosco lá na estrada (da avenida ou até na "estrada da vida"!).



domingo, 30 de julho de 2017

Agora para o Verão sabe bem...

Vi esta receita de "salada de verão com molho de iogurte" e vou ter de experimentar. Pra já deixo-a aqui e depois venho cá buscá-la para fazer...

Ingredientes para a salada:
- 100gr brócolos
- sal q.b.
- 800gr arroz (ou massa)
- 50gr milho
- 40gr azeite
- 30gr vinagre
- 1 lata de feijão encarnado escorrido
- 100gr cogumelos laminados
- 1/2 pimento verde cortado em cubos

Ingredientes para o molho:
- 250gr iogurte natural
- 12 dentes de alho
- 15 folhas de hortelã, sem fio do meio
- cominhos em pó
- sal q.b.

Como fazer?
1º Coloque no copo os ingredientes do molho - 10seg, vel 4. Coloque no frio até servir.

2º Coloque os brócolos na Varoma. No copo coloque a água, no cesto o arroz e programa 20min, varoma, vel 4.

3º Coloque todos os ingredientes da salada (os brócolos e o arroz também) numa taça e envolva bem. Sirva com o molho de iogurte.

*** Pode não colocar arroz na salada.
E pode não cozer os brócolos, desde que os corte em pedaços bem pequeninos. Frios e crus também são bons!


domingo, 23 de julho de 2017

Adoro isto!

Vou deixar-vos aqui uma receita que lá de vez em quando faço e adoro... É feijão verde guisado com chouriço e ovos escalfados... hummmm adoro, adoro, adoro!

Faz-se assim:
- Lava-se o feijão verde e tira-se as pontas e os fios laterais. Cortam-se aos bocadinhos...
- Num panela coloca-se cebola, alho e azeite. Refoga-se.
- Coloca-se rodelas de chouriço e frita-se um bocadinho naquele refogado.
- Depois coloca-se pimenta da terra (para quem gosta de picante), polpa de tomate, vinho branco e água e deixa-se levantar fervura.
- Coloca-se o feijão verde e coze-se.
- Quando estiver cozido, partem-se ovos por cima do preparado e tapa-se a panela para que cozam no calor da comida....

Fica qualquer coisa do outro mundo.... mesmooooooooooo....
É um dos meus pratos preferidos! Mas também eu sou de boa boca!

domingo, 16 de julho de 2017

Frango com sementes de sésamo

Tinha peito de frango em casa, mas não me apetecia grelhá-los outra vez, por isso pesquisei uma receita na internet que fosse "diferente". Inspirei-me aqui e foi aprovado!

Fiz assim:

1. Cortei os peitos em quadradinhos e temperei-os com molho de soja. Deixei-os ficar no molho umas 2h no frigorífico.
2. Retirei-os do frigorífico e misturei uma boa porção de sementes de sésamo.
2. Numa frigideira anti-aderente melei muito bem em um pouco de azeite uma cebola cortada em meias luas e depois "fritei" os pedacinhos de frango.

Acompanhei com arroz de açafrão e uma saladinha verde, mas não tirei foto ao prato (esqueci-me!)...

Estava delicioso!


domingo, 9 de julho de 2017

Omelete só com frutos vermelhos

Esta é outra das omeletes que como e muito simples de fazer. Normalmente o que faço é, no fim-de-semana, aproveito e faço logo 6 omeletes, às vezes 3 desta receita aqui e outras 3 de aveia (as panquecas cuja receita deixei aqui). A grande vantagem destas omeletes e panquecas é saciarem muito, o que ajuda no meu regime alimentar de momento.

Para esta omelete simples são precisos:
- 1 ovo
- 3 claras
- um pouquinho de sal

Misturar tudo e comer acompanhado de frutos vermelhos. Desta vez foram uvas, mas às vezes são morangos, maçã vermelha, frutos silvestres,...

domingo, 2 de julho de 2017

Pequeno almoço para desportistas

Uma das panquecas matinais que tenho comido e tem-me sabido bem é esta.

Panqueca de Aveia:
- 1 ovo
- 3 claras
- 1 colher de sopa de farinha de aveia
- 1 pacotinho de stevia
- canela a gosto

Colocar tudo dentro da bimby na velocidade 3,5 durante 1 minuto. Depois de bem mexido, colocar numa frigideira sem qualquer tipo de óleo e cozer...

Comer acompanhado com fruta ou não...
É mesmo bom!!!!


domingo, 11 de junho de 2017

O meu primeiro detox

Faz parte da rotina alimentar da minha companheira de corrida um batido detox. Olhava para aquilo e não achava lá grande piada à cor e ao cheiro. Ela insistiu comigo para um dia almoçar o mesmo que ela... até que chegou o dia... levou-me proteína e a receita para fazer o tal detox em casa na manhã seguinte.

- 1 chávena de couve
- 1 fruta à escolha
- a porção de proteína que ela me levou
- 1 colher de sopa de farinha de aveia
- água a gosto

(Misturar tudo muito bem)

Assim fiz porque sou uma menina bem comportada... Usei laranja, mas ao provar um bocadinho, achei um pouco amargo e por isso aldrabei e adicionei um pacotinho de Stevia só para adocicar a coisa...
Depois da nossa corrida e do meu mergulhinho, sentamo-nos lá numa cadeirinha à beira mar e bebemos o nosso detox. O dela era de banana. O meu estava fresquinho e o dela natural. Gostei mais do fresquinho. Possivelmente se o dela também estivesse fresquinho era bem capaz de gostar. Não era uma verdadeira delícia, mas não era nada que não se pudesse beber. Bebi tudinho... quer dizer, almocei tudo, mas às 15h estava cheia de fome. Ou devia ter aumentado a dose, ou é preciso acostumar o estômago àquilo... 

(Não estou com cara de lá muito convencida, pois não?! E ela fartou-se de rir comigo e com as caretas que fui fazendo... enfim...)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Faz hoje 1 mês que mudei a minha rotina...

E já passou um mês...

Confesso que nem todos os dias foram bons e nem todos os dias consegui correr como deve ser... e ainda hoje paro muitas vezes para andar, mas acredito que vou chegar lá... um dia... O poder da nossa mente tem aqui um papel fundamental. O "não desistir" também... É bem mais fácil acomodarmo-nos do que levantarmos o rabinho da cadeira e irmos calçar as sapatilhas... É bem mais fácil, não haja qualquer sombra de dúvidas! Quantas e quantas vezes não me apeteceu avançar... Quantas e quantas vezes não regressei com a sensação de que não correu bem... Mas continuo a ir... É preciso muita força, foco e determinação para continuar...

Começar a correr foi um desafio. E é ainda hoje sempre que saio do pesqueiro para o meu treino. Um desafio que eu própria me propus, consoante o meu horário e disponibilidade...
Depois da primeira semana e meia comecei a ter companhia de uma amiga que também, sem ela mesmo saber, me ajuda a não desistir... Cada uma faz o seu treino, mas temo-nos ajudado mutuamente a não desistir... Obrigada à Celina por ser normalmente a primeira a acreditar em mim in locco, ao vivo e a cores. Muitas vezes acredita em mim muito antes de mim própria...

Também faz hoje 1 mês que comecei nos meus mergulhos no mar... e que bem que sabem, mesmo a água estando a 17º na maior parte dos dias!!!! Custa a entrar na água?! Sim, custa... O primeiro e segundo dia custaram que nem vos conto!!! Há dias que custa mais que outros... Mas depois de estar dentro de água sabe tão bem... Aproveito para dar umas braçadas e fazer uma hidroginasticazinha com os braços e pernas (a ver se a celulite ameniza! Preocupações de gajas!!!)... 

Este é o primeiro mês apenas... espero que muitos mais venham e eu possa dizer "já corro sempre a correr!" e "vou ao mar no inverno!"... Esses são os principais objetivos que quero alcançar nesta nova forma de viver a minha hora de almoço! :)
(Cá estamos nós num dos dias para mais um treino...)

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Cai, mas levantei-me...

Há tempos decidi voltar a olhar por mim. Comecei por marcar uma série de consultas médicas das áreas que me andava a descuidar há uns poucos anos. E, além disso, decidi reiniciar a minha "alimentação saudável" e, por incentivo de alguns colegas/amigos decidi também usar a minha hora de almoço para fazer exercício: corro (e ando alternadamente) e no final, como recompensa ainda dou um mergulhinho no mar (no meu amado mar! Uns dias custa mais que outros, mas faz parte!)...

Até ao momento já perdi 6,200kg.
Foi fácil?! Não! De todo. Principalmente na semana antes de ter ido para Lisboa, porque me senti mais sensível, mais vulnerável, mais frágil, mais carente... E nos dias em que estive fora também não cumpri com o que me propus... Na semana que cheguei era Páscoa. Naturalmente também não me portei bem! Fugi às minhas "regras", furei o meu plano e senti-me mal no fim... Mas, sempre que pequei, fi-lo porque o meu corpo pedia ou porque não tinha alternativa...

Essa coisa do "foco" é lixada! Nos primeiros dias/semanas a coisa ainda vai, mas depois o nosso cérebro começa a dispersar, a pedir coisas que não devia, a deixar-nos em baixo de forma... Sem dúvida que o nosso cérebro é que comanda o nosso organismo.
Lembro-me de, por exemplo, na semana antes de ir para Lisboa, ter comprado um chocolate porque me apetecia mesmo muito. Ainda tentei resistir-lhe, mas lá abri dizendo para mim mesma "só vou comer metade dele".... Foi a anedota do dia, claro! Comi-lhe todinho... O prazer que senti a comer aquele chocolate foi como se ele fosse o último exemplar do mundo... Dei-lhe sempre dentadinhas pequeninas para poder prolongar o prazer que estava a sentir... até que, quando dei por mim, estava todo comido... Se calhar se só tivesse comido metade não me iria sentir tão mal, mas não... comi-o todo e no final senti-me mesmo mal, cheia, enjoada e perguntei-me "porque fiz isto?!". Acreditem ou não, levei a tarde toda a pensar naquela situação. Eu sei que não ia ganhar todos os kilos que tinha perdido, eu sei, mas comi e, por momentos ignorei o meu foco, esqueci a minha força e a minha fé. E senti-me mal também por isso... Porque me senti fraca por momentos... Mas... dias não são dias não é?!

Por isso, meus queridos leitores, é preciso termos força, foco e sempre no auge para não recair em tentação. Já meti na minha cabeça que desta é que vai e vai mesmo ter de ir, mesmo que tenha alguns "desvios" pelo caminho... 



segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Se existem anjos?!

Existem e eu conheci-os!
De Abril de 2008 a Janeiro de 2009 estive eu e a minha família nas mãos de anjos na terra (já falei disto aqui)... Uma equipa médica (desde médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar, do secretariado,...) digna de louvar e levantar as mãos a Deus para agradecer a existência das mesmas.
Quando estamos numa situação de risco o melhor que temos a fazer é entregarmos a nossa vida nas pessoas que cuidam cientificamente de nós, lutar com as nossas forças para ajudá-los a ajudarem-nos e ter fé de que tudo ficará melhor. Foi isto que fizemos e foi isto que, principalmente o meu irmão fez.

Desde o primeiro momento em que estivemos com o Prof. José Casanova que sentimos elevada empatia e segurança de que ele poderia ajudar o meu irmão. Ele é afável, a simpatia em pessoa, é humano e do melhor que temos em Portugal para os tumores ósseos. A verdade é que queríamos que ele tivesse dito que tudo aquilo tinha sido um engano e que o meu irmão estava bem, mas não foi o que aconteceu e, mesmo assim, ele encorajou-nos a lutarmos juntos como família contra um bicho grandioso e disse-nos que sim, que era possível vencermos. Foi a isto que nos agarramos! A ele e a cada palavra que nos dizia sempre que nos cruzávamos nos corredores.

Até à cirurgia de remoção do bicho, e depois da mesma, ficámos entregues à sabedoria médica do Dr. Paulo Tavares. Ele é o melhor que já vi na área dele. Se por um lado ele parecia ser um Dr. House, em que a simpatia e sensibilidade eram abaixo de zero, por outro víamos um homem que gostava de vencer sempre, um verdadeiro lutador! Sentia que ele ficava ali lado a lado com cada doente a lutar para que o mesmo vencesse e, quando isso não acontecia, falar com ele não era definitivamente uma boa opção. O melhor era manter a distância razoável... Ao mesmo tempo que tinha sempre a resposta na ponta da língua (mesmo que às vezes o seu humor não fosse o nosso!), também era capaz de passar por nós sem mesmo dar conta de que estávamos mesmo ali... Dizem que os mais inteligentes têm as suas pancadas e ele tinha muitas. No entanto, mesmo de férias, ele nunca deixava de passar no hospital, nem que fosse apenas 1 vez por semana para controlar o andamento da coisa. E eu sempre admirei isso nele. Mesmooooo!

Os enfermeiros, qualquer um deles, sempre mostraram elevada entrega aos seus doentes. Dedicação e entrega, carinho e amizade eram sempre uma constante. Eles nunca levavam os seus problemas para o trabalho, mas acredito que levavam cada caso para casa, acredito que muitos sofriam com a perda de algum e ficavam felizes com a vitória dos outros. A qualquer pedido de urgência, era só chegar ao corredor e apanhar um qualquer que estivesse a passar, puxar pelo braço e lá iam eles ajudar. Tanta vez que isso acontecia...

Na altura aquela unidade estava localizada no Edifício B do Hospital Universitário de Coimbra (hoje é mesmo no hospital). Era um edifício velho de 2 pisos, sendo apenas o 2º piso para os tumores ósseos e de tecidos moles. Parecia um antigo liceu. Havia um grande hall de entrada, onde o meu irmão, antes da cirurgia, almoçava, lanchava e jantava todos os dias (ele preferia ali, pois sempre respirava um pouco de ar puro, pois ele não suportava os cheiros intensos da comida! Era tipo as grávidas com os cheiros!). Subíamos umas escadas em U, entrávamos por um pequeno corredor e depois do fim do mesmo havia uma porta. Depois dessa porta, havia um corredor de madeira grandinho (mas não muito grande) à esquerda e outro igual à direita. Em frente era a sala de convívio, que tinha uma televisão e várias mesas e cadeiras (todo o mobiliário foi oferecido pelos doentes que por lá passavam)... Ao lado era a sala de enfermeiros, onde normalmente eles estavam. Nos 2 corredores haviam os quartos onde estavam os doentes. Cada quarto grande tinha 6 camas. Dividir um quarto com mais 6 pessoas de várias idades, em que um queria ouvir música, outro queria ver televisão, outro não queria fazer nada, outro falava alto, outro queria o silêncio, não é fácil! Os horários das visitas eram mais flexíveis do que no próprio hospital e ainda bem! A comida vinha de carrinha e subia pelo elevador. Ao fundo do corredor do lado direito estavam os gabinetes dos médicos e dos enfermeiros. Durante a semana, os doentes eram acompanhados por psicólogos e recebiam visitas de irmãs que falavam com eles e quem quisesse podia comungar.

Era um piso pequenino para a procura que, infelizmente, existe, mas naqueles 2 corredores existia amor, fé e muita procura desesperada pela saúde... Naqueles 2 corredores andavam de um lado para o outro todos os ANJOS que ajudaram o meu irmão (e todas as outras pessoas que por lá passaram) a vencer e a minimizar os momentos menos bons que ele passou...

Obrigada equipa!
Vocês deviam ser imortais!