quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Já temos camas...

Na verdade a cama de casal já existe desde meados de setembro, mas a cama da princesa só foi montada há pouco tempo, pois ela escolheu o gavetão cor-de-rosa e foi preciso encomendar... Como a encomenda foi feita em agosto, quando os armazéns estão fechados, a cama demorou a chegar... mas já chegou e ficou um mimo... principalmente a dela...
Fiz tudo no segredo. Depois de terem ido montá-la, aproveitei para fazer a caminha dela com os lençóis da Skye e com o edredão da Dra. Brinquedos. Como cereja no topo do bolo, coloquei a sua Skye sentadinha na cama à sua espera...
Quando ela chegou ao quarto... Não estão bem a ver!!! Ela ficou feliz, feliz, feliz! Ela nem queria acreditar naquilo que via... Já só pensava em deitar-se na sua nova caminha e dormir... E foi o que fez, só quis comer a sopa e depois "estava cheia de sonecas" dizia ela... cansadinha da semana, da escola, da natação, adormeceu linda e fofinha num instante...








quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Já nem me lembro há quanto tempo não vou ao ilhéu...

Sempre gostei de ir ao Ilhéu de Vila Franca do Campo... Desde pequenina! Foi lá que tirei a minhas braçadeira (na altura só usava uma!) e deu-se o milagre de saber a nadar... Chegamos lá e a minha braçadeira estava com um furinho... Estava um dia de sol poderoso... E eu tinha 2 hipóteses: ou desenrascava-me a saber nadar ou torrava ao sol! Amante do mar como sou (e sempre fui!) não pensei 2 vezes e escolhi a primeira, até porque eu tinha ali o meu pai que não me ia deixar ir ao fundo... Lá me desenrasquei e só tenho boas recordações dos dias que já fui para o Ilhéu. Não havia um ano em que não fosse lá pelo menos uma vez... Aquilo é a natureza pura no mais puro que a palavra exige! A água é maravilhosa, cristalina, transparente... um dia no ilhéu obriga-me a estar lá de corpo e alma, em plena sintonia com a natureza... É do melhor! Aconselho vivamente!!!

No entanto, ir ao ilhéu é para gente rija, isto porque se for para passar lá o dia (como eu gosto!), quer esteja sol ou nublado a malta torra a valer... mesmo... Se estiver um dia de sol poderoso é um dado adquirido de que vêm de lá só lagostas... Seguro é levar protetor 100+ e rezar para ter um lugarinho debaixo do único toldo que lá existe... 
Além disso, agora que o ilhéu é uma reserva natural, a logística de ir ao ilhéu tornou-se uma verdadeira dor de cabeça... Temos de comprar os bilhetes online e além disso ainda temos de esperar numa fila no cais... Ainda não percebi bem como aquilo funciona... 
É por estes motivos que ainda não levei a minha M. lá... Pensava que seria este ano, mas infelizmente não cheguei a ir... Pode ser que seja para o próximo verão...

(Água cristalina... mesmo, mesmo como eu gosto!)

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Importante ir ao dentista desde cedo!

Já era para ter sido antes da escola ter começado, mas só calhou depois. A saúde oral para mim é bastante importante desde cedo na vida de um ser humano. Pessoalmente não gosto de ir ao dentista (quem gosta?!). Nunca tive de extrair dentes, nem chumbar, nem nada de mais complicado. O mais difícil que fui fazer foi mesmo um tratamento de prevenção que me levou a ir lá numa semana por 2 vezes, com direito a anestesia local e escrafrunchanço à grande! O que vale é que a minha dentista é um amor de pessoa e vai-me enganando com a sua doçura!...
Para evitar que a minha filha sofra mais tarde por cáries e situações complicadas (que acontecem a quem não visita regularmente o dentista!) levei-a pela primeira vez ao dentista, que foi um verdadeiro amor com a minha M. Digamos que não foi uma consulta perfeita, até porque ela nem ousou sentar-se na cadeira, mas mostrou os seus dentinhos à dentista e interagiu com ela também... Deu para ver que ela tem uns dentinhos lindos e perfeitos, sem problemas de maior... O que é ótimo! 
Vamos continuar com o acompanhamento com regularidade... Porque cuidar é amar!...




segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Desafio 52 semanas #45: Lembra a minha adolescência...

O período da minha adolescência foi se calhar o período que menos me senti confortável comigo e também com os outros. Epá não sei explicar... Acho que é normal. Foi a fase mais estúpida da minha vida! Bom, mas eu, como apaixonada pela vida que sou, desde sempre e assumo isto intensamente, acho que tudo faz parte desta montanha russa que é "viver" e por isso aqui vão alguma coisas que me fazem lembrar da minha adolescência. São elas as seguintes:

- All Star Converse
Era o top da moda. Toda a gente usava. Cheguei a ter umas azuis e umas vermelhas. Eram super confortáveis. 

- Casacos de penas
Também era o último grito da moda! E eu tive um preto... Hoje acho pouco feminino, mas na altura era o que se usava!


- Xantarix
Os meus pais sempre foram muito ativos e divertidos e sempre que saiam, a qualquer hora do dia ou da noite, levavam-nos com eles. Muitos serões passamos neste espaço que hoje está fechado, mas foi durante algum tempo o Dinus Bar. Eram noite diferentes, extremamente divertidas em que o convívio e a música era ao mais alto nível. E, se calhar, é por isto que gosto tanto de música latina!!!

- Rui Costa (e posters dele na parede!)
Quem me conhece desde essa altura sabe que era fãzíssima do Rui Costa! Eu adorava-o! Lembro-me perfeitamente de recortar coisas de jornais e de revistas e acumular em casa. Ficava lendo e relendo as entrevistas dele e admirando o quão ele era humilde e digno de ter a minha admiração... Nunca fui de colocar muitos posters. Tinha amigos que forravam paredes! Eu não! Tinha apenas um... do Rui Costa!


- Escrever poemas e traduzir letras de músicas
É verdade... dava-me para escrever... Sempre gostei de escrever e na adolescência fazia-o com muita frequência. Eram textos, poemas e fazia traduções de músicas que estavam no top (sempre aprendia alguma coisa!) da Laura Pausini, do Eros Ramazzotti e do Enrique Iglesias. Pois...

domingo, 5 de novembro de 2017

Estamos na época delas...

Já que estamos a beirar o S. Martinho, tenho a dizer-vos que gosto imenso de comer castanhas... De qualquer maneira, mas as minhas preferidas são mesmo as assadas que andam pelas ruas de Lisboa... Em casa o mais próximo que consigo fazer é mesmo as castanhas assadas no forno. A minha mãe costuma fazê-las na sua Actifry, mas eu, como não tenho uma, faço mesmo no forno. A pior parte mesmo é ter de fazer o corte em cada castanha... De resto é colocá-las num tabuleiro com sal e voilá castanhas no forno até a casa ficar com cheirinho a castanha!!! :)

sábado, 4 de novembro de 2017

A pensar nisso...

Chama-se copo vaginal e parece ter bastantes vantagens (leia aqui, por exemplo) e apenas 3 desvantagens (UAU!), principalmente para pessoas com uma vida ativa como eu. Normalmente uso tampões pois são muito mais cómodos e higiénicos do que qualquer outra coisa. Eu acho! Penso que quem usa tampões pode perfeitamente adaptar-se a um copo destes e sabem que mais?! Sou mulher para experimentar isto um dia destes! É que ainda por cima acho-os mesmo, mesmo, mesmo fofos! :P



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A "minha" casa de Santa Maria...

Quando eu era pequenina, talvez aí entre os 3 e 6 anos, ia com muita frequência durante o verão para a ilha de Santa Maria. O meu pai ia trabalhar para lá durante as férias do seu colega, que era o único a trabalhar na mesma empresa e por isso ia alguém de outra ilha (no caso, de S. Miguel, que é a mais próxima) para lhe fazer o trabalho na sua ausência. 
Não é preciso dizer que para mim (e para os meus pais também!) era uma autêntica festa. Umas valentes semanas na ilha de Santa Maria em pleno Julho ou Agosto (não sei bem em que mês íamos!), mas sei que havia sol com fartura... Então, lembro-me perfeitamente de andar sempre de bikini (só a cuequinha pois só usei parte de cima quando houve mesmo necessidade disso!) e chinelos... lembro-me de ir às vinhas dos vizinhos e tirar cachos de uvas para comer (roubar para comer não é pecado!)... lembro-me da praia ser mesmo ali a 2 passos... de irmos para lá e da água ser muito quentinha e de quase nem ter ondas... tenho uma vaga lembrança de haver sempre jantares muito animados na casa onde ficávamos... a casa onde ficávamos era de madeira, branca e vermelha. Única. Linda. Peculiar. Era esta da foto e na última viagem que fiz a Santa Maria tive o prazer de mostrá-la à minha filha e vê-la lá segura às grades do portão senti o mais puro deja vú: vi-me ali pequenina outra vez, na pele da minha filha...

(Não sei quem são os donos dela, mas aproveito este post para agradecer o facto de a manterem sempre assim neste estado tão igual ao que existe na minha memória...)

(Era esta a praia, com ondinhas pequeninas!)

(Era mesmo aqui que ficávamos, à beira do mar...)


quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Criamos um cantinho da leitura...

Um dos quartos que temos na casa, que inicialmente era para ter sido o escritório, mas acabou por não ser, transformou-se num espaço cheio de cor-de-rosa e prelimpimpins! Além da mesa de passar a ferro que está lá num cantinho do quarto (para fazer o que mais gosto numa casa - NOT!), tudo o resto está coberto de brinquedos e brinquedinhos e ao fundo colocamos uma estante com os seus livros de histórias de encantar e também de atividades. No chão, coloquei uns cobertores e umas almofadas super fofas e disse-lhe que aquele seria o seu cantinho de leitura e de música. Que a regra era ler um livro e arrumá-lo e só depois pegar noutro... e assim tem sido... Menos mal! 
Ela adorou o seu cantinho e agora já passa mais tempo ali no seu espaço, do qual também eu faço parte muitas vezes. Devagarinho vamos continuar a aprimorá-lo...

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

O Verdadeiro Amor nunca morre!

Já são alguns aqueles que se foram deste mundo. Já são alguns em quem penso e de quem sinto enorme saudade... Saudade... Esse sentimento que nos corrói a alma... Esse sentimento que apenas nos vem mostrar que o amor quando é verdadeiro não morre. O que morre somos nós, mas o sentimento fica. É como naquela cena final do filme "Ghost - O espírito do Amor", que me faz chorar sempre, quando ele diz "It's amasing Molly. The love inside, you take it with you.". Não sei se é verdade que eles levam o amor consigo, mas sei que ele cá fica. É ele que nos faz sentir saudades. É o que nos faz sorrir quando nos lembramos das boas memórias que eles nos deixaram, dos beijos que nos deram, do cheiro que nos ficou na memória e, acreditem, o cheiro das pessoas fica na nossa memória e, se fecharmos os olhos e nos concentrarmos, conseguimos cheirá-los... E é tão bom sentir o cheiro deles!... E quando sonhamos com eles?! Parece que queremos alcançá-los e não conseguimos ou que nos tentaram passar uma mensagem que não conseguimos perceber qual é... E fica um vazio... mas também fica um sorriso, porque pelo menos os vimos mais uma vez!
E depois há ainda aqueles que não conhecemos em vida, mas de tanto falarem deles, aprendemos a sentir um carinho enorme por eles como se os tivéssemos conhecido... Tenho o exemplo da minha tia Didia que queria tanto ter coinhecido... Também a "recordo" e sinto uma enorme vontade de a conhecer... Quem sabe um dia...

Hoje é o dia deles, daqueles que já foram fisicamente, mas quem trago todos no meu coração hoje e sempre... porque enquanto eu viver eles viverão comigo...

Um beijo daqui até ao céu...


terça-feira, 31 de outubro de 2017

Trick or treat?!

Não sou muito supersticiosa, embora a minha mãe e outras pessoas me tenham incutido algumas teorias que até acho que fazem sentido. A "mesa dos 13", andar debaixo da escada, gatos pretos, entre outras num rol de muitas e muitas teorias... Há umas que evito, mas não dramatizo se acontecer... É mais nessa base!

Hoje é dia do Halloween, mas a mim não me diz nada, sinceramente. No entanto, desde sempre que a única coisa que faço questão de usar neste dia é roupa de cor preta. Sem nenhum motivo especial, mas gosto. Só naquela para lembrar!

Desde que a minha filha nasceu também não liguei grande coisa a este dia, nem fui de comprar fatos e fatinhos de Halloween que depois deixavam de servir num instante... Tudo o que ela vestia de Halloween era que lhe davam/ou era emprestado. Um primo meu enviou-lhe um barril da América, daqueles que recebíamos antigamente cheios de roupa e calçado e candilhos...E lá havia um fatinho de abóbora tão, mas tão lindo que tive de lhe vestir... Este ano ela tem mesmo um vestidinho de bruxinha a valer e acredito que vai ser a bruxinha mais linda deste dia! :) Vamos a ver se o Trick or Treat vai sair à rua este ano... ;)

2014

2015

2016


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Desafio 52 semanas #44: Meus vilões preferidos são...

O desafio desta semana pede para eu dizer quais foram até hoje os meus vilões favoritos. Ora bem, assim de relance consigo lembrar-me de dois que foram top do meu top de vilões. Já o disse aqui que adoro ver telenovelas. Quer dizer, gostava... Já não vejo há séculos... pra lá de 2 anos... 
Quando era "telenovela addicted" gostava mais de ver aquelas que, além do enredo ser interessante, também me faziam rir, porque de problemas chegam os da vida real. Enquanto via a telenovela ao menos ria-me de vontade e ouvia aquele sotaque de que tanto gosto, o brasileiro!... Então, existiram 3 vilões que pela piada que tinham, pelas bocas que mandavam, pelos jeitos que faziam  encantaram-me e cheguei mesmo a gostar deles:
- o Félix (Amor à Vida), o seu jeitinho e as frases criativas, muito bom!
- a Carminha (Avenida Brasil) porque é uma das atrizes brasileiras que sempre acompanhou o meu crescimento e ela tem um jeitinho de falar que eu gosto particularmente. Nesta telenovela ela era meio louca, mas mesmo assim gostei da representação que criou.
- e a Atena (A Regra do Jogo) é das atrizes brasileiras que mais adoro, mesmo! Nesta telenovela ela foi 100% perfeita como vilã. Apesar de se "vender" facilmente por dinheiro e este ser realmente o seu grande calcanhar de Aquiles, ela era apaixonada de mais, sexy demais, divertida de mais, chata de mais e tudo por amor, porque ela também amava de mais e só o amor a salvou! Ela é o exemplo perfeito de que nada pode ser "pela metade": ou é ou não é! Um dos meus grandes lemas!

Com eles, como qualquer outro vilão, torci para que os seus planos não dessem certo, mas também ri muito... mesmo...

Conheçam o Félix:


Conheçam a Carminha:


Conheçam a Atena:






domingo, 29 de outubro de 2017

Como usar cogumelos grandes?

Esta receita não é minha, é de uma amiga que tem mãos de fada e bom gosto para a cozinha, e ela partilhou esta receita que vou definitivamente experimentar, com certeza!

Ingredientes:
Cogumelos portobello grandes
Sal
Agrião
Mozzarella
Paio de lombo (do bom!)
Ovo

Como fazer?
Lavar os cogumelos e tirar os pés.
Picar os pézinhos dos cogumelos e colocar dentro da "cabeça" do mesmo.
Temperar com sal.
Colocar agrião, mozzarella, paio e no final ovo escalfado por cima.

Forno com ele! :)


sábado, 28 de outubro de 2017

Isto acontece-me tanta vez...

Estava no 8º ano quando, numa bela manhã, ouvi a minha mãe chamar-me para ir tomar o pequeno almoço. Eu, deitada na minha cama, tentei levantar-me, mas não conseguia sequer levantar a minha cabeça da almofada... Doía-me o pescoço e cabeça toda... Senti uma agonia tão grande porque não sabia o que me estava a acontecer... Comecei a chorar e chamei a minha mãe que me ajudou a levantar da cama. O facto da minha mãe também não saber o que eu tinha, me assustou ainda mais. Não conseguia virar a cabeça. Estava literalmente de "cabeça à banda". Já tive alguns (infelizmente acontece-me com frequência!), mas este foi, sem dúvida, o pior torcicolo de toda a minha vida.

O torcicolo é uma contração involuntária dos músculos do pescoço provocada pela má postura ao dormir. Pode também acontecer pela má posição ao computador, ou por fazer abdominais mal feitos, ou até quando nos colocamos em locais com diferenças bruscas de temperatura. 

A última vez que tive um torcicolo foi em agosto. Os meus torcicolos são originários, essencialmente, da má postura a dormir. Não que durma torta, mas quando me deito, normalmente, a posição que me deito é aquela que me levanto. Creio que nem me mexo durante a noite! Digamos que estar 7/8h na mesma posição deva dar muito, muitos torcicolos!!!

Quando tenho torcicolos, normalmente recorro a uma massagem milagrosa (e muito dorida) do meu irmão (tem mãozinhas de ouro!), às vezes uso também uma espécie de "botija de água quente" na zona afetada, outras vezes não faço nada, porque são torcicolos superficiais... Mas que é chato, é!


sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Semana da Alimentação

A semana passada foi uma semana muito agitada lá para os lados da escola da minha M., pois dedicaram a semana à alimentação. Então foram todos os meninos até à frutaria comprar frutas e saboreá-las na escola. Experimentarem os vários sabores, texturas... Fizeram um pequeno-almoço especial com a turminha toda e foi mesmo giro de imaginar (queria eu ter visto!).
A minha M. tem um amiguinho de quem gosta muito. Ele é filho de um casal que trabalha comigo. Penso que são os "melhores amigos". Brincam juntos, protegem-se muito, sentam-se perto um do outro na hora de almoço e falam bastante um do outro. 
É realmente de iniciativas destas que os meninos precisam... Eu, como mãe, fiquei encantada... 




quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Quero muitas borboletas na minha vida...

Quem me conhece sabe que não gosto de insectos... mesmo! Mas há uns que me fascinam... as borboletas... Sempre que vejo uma borboleta admiro o seu voar... É um voar tão sereno, tão indefeso, tão mágico... Sei lá fascina-me mesmo... Parecem mesmo seres cheios de boas energias a flutuar ao sabor do vento. E quando aparecem aquelas cheias de cores?! Quer dizer, cá aparecem mais as amarelas, mas até mesmo essas fico parada a vê-las voar...
Este fascínio por borboletas não é de agora. Já vem de algum tempo. Acho que desde pequenina. Sempre fiquei parada a olhar para elas, de sorriso na cara. Tenho, inclusive, uma prima que também gosta muito delas. E a minha filha também demonstra ter este fascínio que eu tenho por borboletas... Já somos 3 (pelo menos!)!
Além disso, sempre encarei a borboleta como uma metáfora da vida. Tal como ela, ainda lagarta, nós andamos neste mundo fazendo a nossa caminhada (umas melhores que outras!), depois podemos ter um momento em que estamos mais fechados, mais na introspectiva, o mesmo momento em que ela entra em modo "casulo" e, finalmente em que chega o dia que dizemos basta e voamos (tal como ela quando se torna numa borboleta). Voamos em busca da nossa felicidade...

E as borboletas que sentimos na barriga quando estamos apaixonados? Ou quando estamos perante algo/alguém especial? Quando estamos prestes a realizar algo que desejamos há muito?! E aquelas borboletas que circulam na nossa barriga e que nos deixam as mãos geladas e o coração a bater a 1000km/h? São as mais belas sensações que podemos sentir na vida! Acreditem! Por isso digo e repito, não deixem de sentir as vossas borboletas. Não deixem de voar como elas. Façam aquilo que mais vos dá prazer nesta vida. O amanhã pode não chegar.
Para melhorar esta questão das borboletas na minha vida, foi saber que as borboletas podem ser mensageiras espirituais (li aqui). Sempre é bom saber que alguém que amamos e que já partiu pode querer dizer-nos algo... :)

Numa destas noites, em que estava a fazer a minha filha dormir, dei-lhe um beijo e disse-lhe: 
"Dorme com os anjos."
Ela responde-me: "Dorme com as borboletas!" :) Um doce esta filha...

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Estou com problemas afetivos com este animal!!!

Disse aqui que ando numa fase de "bater recordes", de puxar mais por mim de forma a adquirir maior resistência, maior força e maior rapidez na corrida. Ora bem... tudo isto começou na semana passada em que pude contar com algumas dicas e companheirismo de algumas pessoas com quem corro para me ajudarem a ser melhor do que o dia anterior... Mas... desde o dia dos recordes, a dada altura da corrida começo a sentir a tão afamada "dor de burro"! Essa maldita! Às vezes é tão forte que tenho mesmo de parar e regularizar a minha respiração... Pohhh!!! Parece que a dor traz os animais todos do Zoológico, não é só o burro!... Acreditem!

Fui pesquisar no amigo que sabe tudo, o Google, e ele disse-me aqui que haviam 3 causas possíveis:
- o coração não bombeia oxigénio necessário para o elevado esforço físico;
- alguma dor muscular ou tendinosa dos abdominais ou à má irrigação do diafragma;
- de origem digestiva por não ter respeitado o tempo mínimo para poder fazer exercício físico.

Perante estas 3 causas possíveis, concluo que tenho de aprender mesmo a respirar melhor. Pensava que já o sabia! Mas, se calhar sei respirar para aquele ritmo. Para este de agora, que é mais rápido e mais exigente para o que estava habituada, tenho de voltar ao 1º ano escolar. Sinceramente nunca pensei que respirar fosse uma tarefa tãoooooooo difícil! Credo!...

Bom, mas toca a animar que esta dor é sempre passageira. Pode ser forte, mas passa. Diz lá no artigo que com o tempo e a prática esta maldita dor desaparece! Portanto, lá para o S. Silvester já estarei sem problemas com este animal que nunca me fez mal nenhum e até é fofinho...

terça-feira, 24 de outubro de 2017

"Mãe, não quero ir para a escola!!!" - disse-me ela...

Hoje uma altura que a minha M. começou a dizer que não queria ir à escola. Quando a acordava dizia logo "Mãe não quero ir à escola!"... Comecei a ficar preocupada... Por experiência de ter trabalhado num infantário, sabia que algumas crianças começavam bem, mas depois tinham um retrocesso no processo de adaptação e temia que isto me pudesse estar a acontecer. É que, parecendo que não, é o pior cenário para as crianças, para os pais e até para os educadores. 
Entrou o fim-de-semana e andei a "investigar" o porquê da minha M. não querer ir à escola. Ela que gostava tanto... Percebi que tinha a ver com a hora da refeição. Ela andou meio adoentada (fruto da época) e com menor falta de apetite, até mesmo em casa. Percebi que na escola, e muito bem, insistiam com ela para comer.
Durante o fim-de-semana fui lhe falando na importância de ir à escola, de comer a comida da escola, de brincar com os outros meninos,... para que na segunda-feira estivesse apta para continuar a ir à escola.
Segunda-feira, apesar de tê-la preparado para ir à escola, a minha mãe (que é a pessoa que normalmente a deixa na escola, para ela não ter de ficar 45 minutos na entrada da escola à espera da educadora) não a levou. Pelos vistos deixou-se vencer pela doçura da frase "Gosto mais de ficar com a avó Berta...". E ficou!
No dia seguinte decidi ser eu a levá-la à escola, para ela perceber que por mais birra que fizesse, ir à escola é o seu dever neste momento (e durante uns bons anos!). Combinei com ela que iria falar com a doce Sra. Anita (com quem trabalhei no infantário e sei que é 5 estrelas com os meninos) para que não insistisse com ela para comer o 2º prato, mas que ela teria de comer a sopa toda e a sobremesa. Quando chegamos à escola ela ainda tentou não ir... pedi-lhe para ela vir para o meu colo. Ela veio. Fui mostrar-lhe os meninos a brincar no parque infantil que existe. Ela dizia que não se queria divertir com os amigos, que ia sentir saudades minhas. "E se eu chorar?!" perguntava ela. Com algum cuidado expliquei-lhe novamente que ia falar com a Sra. Anita sobre o almoço como tínhamos combinado, expliquei-lhe o que esperava dela na escola, que se ela ficasse na escola triste, eu também ficaria triste e ela não gostava de me ver triste, que ela estava sempre comigo no meu coração e que eu ficaria sempre no coração dela, que quando ela sentisse saudades minhas para pensar em mim e ter a certeza de que a amava muito, e que ela era uma menina muito corajosa e por isso ia conseguir ultrapassar esta fase...
Falei com a Anita à frente dela. E vi no olhar da minha filha o alívio e a felicidade de poder contar com a "amiga da mãe", na ausência da sua mãe (eu!). Ela ficou bem nesse dia e nos dias seguintes também... até agora! Que assim continue...

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Desafio 52 semanas #43: Músicas que eu não canso de ouvir...

O desafio de hoje é para dizer quais as músicas que não me canso de ouvir desde sempre e se há música que não me canso de ouvir é ela a "Garça perdida" da Dulce Pontes. 
Toquei esta música com a minha tuna por várias vezes em palco. Se fechar os olhos consigo imaginar-me sentada numa cadeira de viola no colo com a minha querida amiga Sofia com o bandolim no seu colo e a nossa estrela Bé ao meio de microfone entre as mãos. A adrenalina antes dos primeiros acordes era sempre muita... Nervos à mistura e um misto de emoções, assim que a Bé começava a cantá-la, modéstia à parte com uma interpretação bem melhor que a original. Era de arrepiar!
Quando a oiço, parece-me sempre que foi escrita para mim e sempre que a oiço consigo viajar no tempo, analepses e prolepses seguidas... Afinal de contas trago mesmo o mar dentro de mim para onde quer que vá e vou sonhar sempre até ao fim dos meus dias por tudo aquilo que desejo alcançar na minha vida...
A minha "despedida" de tuna foi com esta música, cantada só para mim... Dos momentos que recordo com mais emoção e saudade das minhas meninas... Obrigada por todo o vosso carinho...

(Versão original)

(Versão mais aproximada ao que fazíamos na tuna...)




domingo, 22 de outubro de 2017

Couscous com legumes e atum

Um dia pus-me a inventar e saiu isto.

Cozinhei o couscous (como manda a receita) e deixei repousar até arrefecer. Entretanto piquei os legumes que tinha lá em casa, e refoguei-os em cebola, alho e um pouco de azeite. Já meio cozinhado, juntei açafrão e algumas especiarias "orientais"... Depois coloquei o atum e misturei... E finalmente juntei ao couscous... 

Super simples, rápido e delicioso...


sábado, 21 de outubro de 2017

Estou numa fase de recordes!...

Agora que ando armada em desportista e tenho uma meta lá no meu horizonte (participar na Corrida de S. Silvestre em Ponta Delgada) - juro-vos que nunca, mas nunca pensei em participar numa corrida!!! Nunca! - sinto que tenho necessidade de me esforçar mais nos meus "treinos" de hora de almoço. Valem-me os comentários motivadores de quem corre comigo. Mesmo!!!! 
Então, neste momento, estou naquela fase de aumentar a minha resistência, melhorar a minha performance e de conseguir ir mais longe, mais rápido. Estamos em maré de bater recordes, o que não é difícil, pois o meu relógio de corrida é quase, quase virgem. Mas... houve um dia desta semana que cheguei a bater 3 recordes de uma só vez!!! Yeap! Really! Euzinha... Um deles não sei o que significa, mas os outros 2 são daqueles recordes verdadeiramente importantes para mim. Fiz 1km em 4'40'' e 5km em 26'26''!!! A verdade é que ia mesmo morrendo! Mas lá consegui e foi realmente importante e gratificante para mim... Obrigada por teres puxado mais por mim! :)
Tenho um grande defeito: nem sempre acredito nas minhas capacidades e há sempre quem acredite nelas mais que eu. Muitas vezes, inclusive, chego até a duvidar dos comentários de incentivo que recebo. Reconheço que evolui bastante desde quando comecei a correr, mas não sei se serei capaz de entrar em competições com mais de 6,2km (o total da S. Silvestre), como também já me incentivaram a fazer. Tenho medo! Medo de falhar, de não conseguir, de desiludir que acredita tanto em mim e de me desiludir a mim própria.
A verdade é que o apoio que tenho sentido, as palavras que me dirigem são de uma motivação gigantesca que só me pergunto "Porque não comecei mais cedo?"

Mas, quando é que voltarei a fazer 1km em 4'40''?! E 5km em 26'26''?! Pffff...
Nunca mais!... Pfffffffff...