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segunda-feira, 26 de março de 2018

Casa arrumada q.b.

Quem me conhece sabe que não deixo de fazer nada (a maior parte das vezes e sempre que posso!) por causa da casa, da limpeza dela e do que a possa envolver! Já mencionei aqui que vivi em Nordeste até aos meus 15 anos. A casa onde morava era enorme (falei dela aqui)... Eu vivia com os meus pais e irmão e os meus avós paternos... Aquilo funcionava mais ou menos assim: a partir de quarta-feira e até sábado eram dias de limpar a casa...
Quarta-feira a minha mãe limpava o meu quarto e o dela e a casa de banho que utilizávamos.
Na quinta-feira era o dia de limpar o pó do resto da casa.
Na sexta-feira a nossa casa parecia um autêntico tornado! Eram só janelas abertas e correntes de ar... Era o dia que se usava água para limpar, o chão, a outra casa de banho, as janelas, as 2 cozinhas...
No sábado, de manhãzinha, normalmente acordava com a mangueira do meu avô. Era o dia de lavar os pátios que rodeavam a casa.
Ou seja... só "gozávamos" a nossa casa no domingo, segunda e terça-feira... Os restantes dias eram para limpar!!!
Muitas vezes não fizemos coisas diversas (dentro ou fora de casa!) porque a minha mãe não podia, pois tinha de limpar a casa... Muitas vezes ficava triste por este motivo. O que vale é que, na altura, não havia (muito!) perigo em brincar na rua e por isso passava a maior parte do tempo a brincar ali à volta de casa, na rua, ou simplesmente ia para a casa de alguma amiga brincar ou ela vinha para a minha...
Jurei a mim mesma que não ia ser escrava da minha casa, do meu carro ou de qualquer outro bem material. Eles existem para nos servir. Mais nada! Importante mesmo é o tempo útil que posso dedicar à minha família e amigos. Isso sim é o que importa! A casa?! O carro?! Mantê-los minimamente limpos e arrumados... e siga! Vamos mas é viver a nossa vida, alimentar o amor! Isto serve para mim e para vós! :)


quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Já temos camas...

Na verdade a cama de casal já existe desde meados de setembro, mas a cama da princesa só foi montada há pouco tempo, pois ela escolheu o gavetão cor-de-rosa e foi preciso encomendar... Como a encomenda foi feita em agosto, quando os armazéns estão fechados, a cama demorou a chegar... mas já chegou e ficou um mimo... principalmente a dela...
Fiz tudo no segredo. Depois de terem ido montá-la, aproveitei para fazer a caminha dela com os lençóis da Skye e com o edredão da Dra. Brinquedos. Como cereja no topo do bolo, coloquei a sua Skye sentadinha na cama à sua espera...
Quando ela chegou ao quarto... Não estão bem a ver!!! Ela ficou feliz, feliz, feliz! Ela nem queria acreditar naquilo que via... Já só pensava em deitar-se na sua nova caminha e dormir... E foi o que fez, só quis comer a sopa e depois "estava cheia de sonecas" dizia ela... cansadinha da semana, da escola, da natação, adormeceu linda e fofinha num instante...








terça-feira, 8 de agosto de 2017

Um mês de casa...

Faz hoje 1 mês que mudamos de residência...
Os primeiros tempos foram de alguma crise (sem bancada, sem lava loiças, sem fogão, sem microondas, sem máquina de lavar, sem... sem...), mas tivemos apoio familiar, tivemos compreensão para encarar as dificuldades, para aceitar o desafio e sabem?! Cá estamos... Com ainda algumas coisas por completar, por preencher, mas estamos vivos e de saúde. E sabem?! Com amor e alegria no coração tudo se torna bem mais fácil (pelo menos para mim!)...
Esta é a grande lição...


sexta-feira, 14 de julho de 2017

Lar, doce lar...

Foi em 2007 que compramos o terreno e foi em 2013 que iniciámos as obras da nossa casa. Depois de algumas paragens pelo meio, em 2017, finalmente, mudámo-nos. 

Estamos a viver nela há 1 semana! Não está totalmente pronta, nem está mobilada o suficiente para receber visitas (a não ser que as visitas queiram ficar de pé, ou sentadas no chão, ou no colo uns dos outros, pois não temos além de 3 cadeiras e 1 banco!), mas conseguimos viver nela com a mínima comodidade. 

Devagarinho iremos melhorar a casa à nossa maneira com mais ou menos tempo... Tenho esperanças que esta casa seja um refresco na nossa vida e que essa mudança seja positiva e saudável para mim e para nós, enquanto família...






sábado, 24 de junho de 2017

Comprar casa hoje: fácil ou difícil?!

Comprar casa não é igual a comprar uma peça de roupa que usamos durante uns tempos e depois jogamos fora, porque já não gostamos dela, porque já não nos sentimos bem com ela. Comprar casa exige muito mais que isso. Exige ponderação e, perante a possível casa, um sentimento de 99% de certeza de que é mesmo aquilo que queremos.

Lembro-me que na altura em que procurei algum sítio para morar (ainda não sabíamos bem o que queríamos!) visitei muitos sites de imobiliárias. Muitos mesmo! Procurávamos de tudo: apartamentos, moradias, terrenos. Conforme o nosso orçamento, excluíamos à partida aquelas opções que para nós já não seriam viáveis (e eram mesmo aquelas que eu gostava muito, muito!).

Numa primeira fase, visitamos algumas moradias já usadas. Vimos de tudo, desde casas completamente inabitáveis por algum motivo qualquer, até casas boazinhas precisando de uma ou outra reparação. Um dos fatores que nos faziam excluir logo uma casa era a quantidade de humidade nas paredes. Bem sei que na nossa região ninguém está livre dela, mas há estados de conservação melhores que outros e isso importava para mim. Muito!

Como as moradias estavam puxadotas, passamos para os apartamentos. Vimos alguns que eram simplesmente UAU, mas o valor que teríamos de dar por eles podíamos muito bem ter uma casa com jardim e quintal (a precisar de obras, claro!), outros que "Meu Deus como é que se vive aqui!"... Nada nos agradou além do pequeno grande pormenor de que para se viver num apartamento é preciso saber-se viver nela, principalmente no que diz respeito ao barulho que se possa fazer ou à roupa que fica a pingar no fio e que cai exatamente em cima do fio de roupa do apartamento de baixo.

O que é certo é que, aqueles que procuram casa para viver pela primeira vez, não sabem ao certo o que na verdade andam à procura e quais os requisitos mínimos para se viver em algum sítio. Por exemplo, eu hoje sei que, no caso dos apartamentos, é crucial termos um sítio aberto (uma varanda!) quer para estender roupa, quer apenas para apanhar ar puro, ou até quem sabe para ter um animal de estimação sem ter de obrigá-lo a ficar fechado dentro de casa todo o dia... 

Depois das opções das moradias e apartamentos falhados, decidimos procurar terreno. Vimos pouquinhos, foram suficientes para saber qual o que queríamos (dentro do orçamento familiar disponível, pois o que eu queria dava para ter uma mansão com quintal e jardim enormes!). A zona pareceu-nos boa (e a vizinhança também!) por isso avançamos.

Havia outro fator que era diagonal em todas as nossas visitas às moradias, apartamentos e terrenos que para mim era crucial e um dos motivos que me levava a dizer "Não é isto que eu quero!" logo ao olhar para o sítio: as boas energias que sentia naquele momento. Haviam casas/terrenos que não tinham boas energias (mesmoooo!) ou pela história dos antigos proprietários ou pela receção dos vizinhos ou apenas pelo feeling cá de dentro (e eu tenho um bem tramado!)...

O que é certo é que, às vezes, ainda hoje, vou ver imóveis e garanto-vos, está mais fácil encontrar algo que me agrade (ou sou eu que estou menos exigente ou é o facto da nossa casa não ter previsão de término que me faz pensar em alternativas!). Claro que a minha pesquisa é feita por aqui: http://casacerta.pt/. Quem procura casa, experimente este site e veja as várias boas oportunidades que existem.

  

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Diz que lá a vida tem outro sentido (e tem mesmo!!!)

Aproxima-se o verão, o bom tempo (graças a Deus!) e com ele a vontade de viajar para outro lado ou até de viajar cá dentro e passar fins-de-semana em sítios diferentes, sossegados, onde a natureza é a mestra e a grande impulsionadora do nosso estado de espírito... Perante isto, gostaria de deixar mais uma sugestão das melhores que existem: um sítio espetacular para nos retirarmos da rotina do dia-a-dia...

Fica em Santo António Nordestinho, a freguesia que me viu crescer até aos meus 15 anos e onde fui verdadeiramente feliz, e chama-se Vila dos M's. Na altura da minha infância era a casa da tia de um dos meus melhores amigos, mas hoje é uma casa recuperada por um casal jovem e cheio de bom gosto. Ela é filha da terra (como eu!) e minha amiga e o marido um apaixonado pela terra dela (nossa!). Não é difícil alguém se apaixonar por aquele "cantinho do céu", verdade seja dita!
A casa está um mimo, cheia de bom gosto e garantia do dom de bem receber, como podem ver pelas fotos que deixarei no final do texto, ou pelo link da Booking., Podem reservar à vontade! Aposto que não se vão arrepender! Produtos da região sempre presentes. E os pormenores?! Têm de ver, pois se vos contar com certeza não vão acreditar! São pormenores únicos, que não lembra a ninguém (apenas na cabecinha da minha amiga!). Dêem uma vista de olhos, deliciem-se e depois digam-me se não acham uma verdadeira casinha de bonecas...

É só mimo, desde a chegada, passando pela estadia, e até ir embora... Aposto que vai mesmo deixar em cada hóspede uma vontade imensa de regressar...





sábado, 29 de abril de 2017

Aqui vai encontrar a paz que procura

Num dos melhores sítios do mundo (Vila de Nordeste) para relaxar e encontrar a paz interior que nos é devida e acalma a alma, nasce um projeto com requinte e com muito bom gosto. É uma casa lindamente decorada onde o que é típico do local foi meticulosamente mantido e conservado. Tem uma decoração espetacular e que nos transmite muita (mesmo muita) serenidade... É uma casa preparada para receber famílias que queiram desfrutar de alguns dias de sossego, de paz, de romantismo. Ali, com certeza, a união com a natureza será mais forte.

Chama-se "Casa da Roseira" e tem capacidade para 4 pessoas. Tem uma sala ampla, um quarto, uma cozinha completamente equipada que é um verdadeiro mimo e uma casa de banho. TV Cabo com internet e wifi gratuito, assim como roupa de cama e de banho, também estão incluídos. No exterior, ainda tem uma churrasqueira com lenha à disposição, tal como a boa maneira Nordestense nos habitua.

Pode aceder para mais pormenores e reservar também aqui. Deixo algumas fotos para se deliciar:







sábado, 4 de fevereiro de 2017

Não é branco, é "snow", diz ele...

Gosto do branco de verdade! Gosto mesmo! Para mim simboliza pureza e transporta-me para aquelas ilhas paradisíacas que eu adoraria conhecer... Tipo estas aqui...
Numa casa, o branco fica simplesmente divinal e intemporal também. O branco está sempre na moda e fica sempre bem com tudo... Mas daí a ser funcional vai uma grande distância... 
Quero uma casinha branca, sim, mas também a quero limpa, nem que seja visivelmente limpa! Isto tudo para dizer que a futura casa terá um WC branco! O namorido diz que não é branco, que é "snow". Eu bem que olho e não vejo lá grande diferença, mas ok, ele adorou e eu sei que, pelo bom gosto que tem (basta olhar para a esposa que escolheu hehehe!), vai ficar lindo! Mas, por outro lado, também sei que será um chão que me vai dar trabalho (na imagem só aparece o branco das paredes que eu adoro... o chão estava tapado, mas é branco na mesma...)! Se, por um lado não gosto de ver a casa suja, por outro lado também não queria estar agarrada ao aspirador na WC o resto da minha vida... 

Este post serve apenas para deixar bem claro a todos os nossos amigos que eu não coloco a casa à frente de nada da minha vida, e não estou a contar fazê-lo agora só porque uma das nossas WC é branca! Desculpem... snow! Primeiro está sempre a minha família e o tempo útil que poderei passar com ela (sem esfregonas atrás!)... Portanto é capaz que, num futuro próximo, se vierem a utilizar aquela WC toda xpto, possam encontrar cabelos e/ou outros objetos não identificados pelo chão. 

A marca dos tijolos é LOVE. Que ao menos o nome seja um bom presságio!! :)


quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Organização, desde pequenina!

Se há coisa que eu gosto muito numa casa é O.R.G.A.N.I.Z.A.Ç.Ã.O. e eu tento incutir na minha M. isso mesmo, principalmente no que diz respeito aos seus brinquedos. Óbvio que dar o exemplo também ajuda e nisso eu tento "educar-me" todos os dias... 
Tenho-lhe ensinado a brincar com um brinquedo de cada vez e se quiser mudar de brinquedo, deve arrumar o primeiro para brincar com o seguinte. Isso corre bem quando eu estou presente, porque vou-lhe recordando desse ensinamento que, acredito, vai ser muito bom para ela (e para mim!) no futuro. Outro dia, o tapete dela estava cheio de brinquedos espalhados. Havia inclusive brinquedos fora dele... Pedi-lhe para arrumar os seus brinquedos. Ela fê-lo sem qualquer objeção e no fim disse: "Ficaste feliz?!". "Fiquei muito feliz, minha querida!"

É ou não é um doce esta minha filha?!

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Um projeto que foi catastrófico no último Natal...

No Natal passado tinha-me comprometido realizar algumas tarefas (pode ver aqui). Na verdade, apenas uma é que não foi realizada... ainda... que foi a pintura artística das mãos da família Moniz e Medeiros. Será num futuro espero! :)

Ora vejamos os projetos que ficaram concluídos com sucesso:
- o bolo de natal foi feito e estava uma delícia...

- a árvore e o presépio, embora mais tarde que o costume, foram feitos em família...

- os biscoitos de natal (de gengibre e de mel de cana) também foram feitos com sucesso...


- a árvore de parede também foi realizada com sucesso e a princesa cá de casa adorou...

- também fizemos a casinha de gengibre e é mesmo sobre isto que quero falar.

Como vos disse no outro post, segui as instruções deste site aqui e parecia que tudo ia correr bem, mas nem tudo correu às mil maravilhas. Ora bem. Comecei por fazer o molde ainda estávamos, em novembro. Bem perto do natal fiz as bolachas (paredes e telhados da casa e também uma árvore de natal e um boneco de gengibre), seguindo a receita do site referido em cima. E elas ficaram muito giras, com vidros nas janelas e tudo. Há coisas maravilhosas! :) Para fazer o "cimento" faltou-me o pó de merengue! Só na Panifor é que encontrei e só lá pude ir já no dia 27 de dezembro... Tudo ok, não me chateei muito com isso... E chegou o dia em que fomos montar a nossa casinha!
A minha M. delirava. Ajudou-me em tudo. E foi comendo bolinhas de chocolate também! Mas isso faz parte da atividade... Já a casinha estava pronta quando um dos telhados ameaçou ceder. Pensei eu que era devido ao peso e ao facto do "cimento" não estar muito seco ainda. Então coloquei uns suportes debaixo do telhado. Aquilo segurou durante sensivelmente..........1hora! Depois caiu um dos telhados... a seguir caiu o outro... depois foi caindo partes da parede... depois as janelas de vidro derreteram... digamos que foi literalmente uma grande catástrofe natural da coisa...

Eis aqui algumas imagens de quando ela estava de pé! Estava gira, não estava?!




sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Foi esta noite...

Foi ontem à noite a primeira vez que ela dormiu sozinha, sem mim... Ela tem 2 anos e 10 meses. Só a deixei dormir fora porque sabia que ia ficar bem. E ela ficou bem. Está habituada aos meus pais, que são aqueles que estão com ela, às vezes mais tempo do que eu em virtude do meu trabalho. Esta treta de mães trabalhadoras faz com que os nossos filhos passem mais tempo longe de nós do que connosco... E a minha M. é uma sortuda porque, pelo menos por enquanto, fica com os seus avós que a tratam tão, mas tão bem, com imenso amor e dedicação. Imagino as outras crianças que têm mesmo de ficar na creche/escola um dia inteiro, enquanto os pais (escravos do trabalho) têm de lutar pela sua sobrevivência...

Li algures este texto que me comoveu e me fez querer mudar o mundo pela minha filha, pelo tempo que gostaria de estar com ela... Deixo-o aqui para pensarem sobre o assunto...
"Ainda não percebi bem o que querem de mim...
Nasci porque a minha mamã queria ser Mãe e o meu papá queria ser Pai.
Mas não pensaram se eu quereria ser o filho deles a tempo inteiro.
E eles, afinal, não tinham tempo para mim.
Mas fizeram-me nascer na mesma.
Agora sou bebé, passo 8 ou 9 horas por dia na creche, até que a minha mãe (quase sempre) ou o meu pai, me venham buscar.
Chego a casa cansado, bem como os meus pais; eles olham para mim, dizem blá-blá-blá, eu rio-me, eles também e depois metem-me na cama.
Ando assim 5 ou 6 anos.
Depois começo a frequentar a escola.
Entro logo de manhã, às vezes debaixo de chuva, vento e muito frio e estou dentro da escola, 6 ou 7 horas, até que a minha mãe (quase sempre) me venha buscar.
Em casa, faço os TPC's., com a ajuda possível dos meus pais, que estão cansados, frustrados, revoltados com o trabalho, cujos salários mal dão para vivermos com dignidade, até que chega a hora do jantar, feito pela minha mãe.
Depois olham para mim, com os olhos cansados, mas ainda com energia para dizerem blá-blá-blá. Eu ainda me rio, eles também, lavo os dentes e vou para a cama.
Ando assim mais 4 anos.
Entro na escola secundária. Tenho muitos professores e muitas disciplinas. Fico lá 6 ou 7 horas, até tocar para a saída.
Nos primeiros tempos ainda espero pelo meu pai (é ele que tem o carro) e vou para a casa.
Mas, alguns 3 ou 4 anos depois, já regresso sozinho.
Apanho os transportes públicos, cheios de adultos que até me pisam para entrarem primeiro do que eu, mostro o "passe" e chego a casa, cansado! Beijo o meu pai, também cansado, beijo a minha mãe que está na cozinha, também fatigada e tento fazer os TPC's. Por vezes adormeço e muitas vezes não consigo fazê-los.
E então já sei que os professores vão escrever um "recado" ao meu pai. E depois vou ser castigado.
Mesmo que esteja cansado! No dia seguinte, o professor grita comigo e pergunta se os meus pais não têm tempo para me dar educação.
Eu não respondo, mas apetece-me!
Alguns dos meus colegas, respondem!
E os professores dizem que não são educadores.
Que os educadores deviam ser os pais.
Só que os professores estão comigo 7 horas por dia, se não faltarem às aulas.
Os meus pais, estão comigo, talvez, 2 ou 3 horas por dia, o resto é para comer e dormir.
Fico a pensar, quem é que me poderá educar?
Acho que os adultos estão loucos!
Vou começar a fazer uma birra!
Talvez me olhem de outra maneira...
Acho que vou começar a fumar nas traseiras da escola.
Está lá a malta da turma.
Eles até não se importam de "partilhar aqueles cigarros que eles próprios fazem".
Eles dizem que aquilo é um paraíso. Talvez experimente.
Os professores não vão dizer nada porque não são meus educadores.
Os meus pais não vão dizer nada porque na escola ninguém tem obrigação de me vigiar e em casa os meus pais estão cansados e só estão comigo (acordados) 2 ou 3 horas.
Os adultos dizem que eu sou mal-educado mas não é verdade, eu não tenho mesmo nenhuma educação.
Porquê?
Porque os adultos não têm tempo!
********************************************
NOTA:
Não tenho nada contra os Pais ou os Professores, mas tenho contra esta Sociedade desequilibrada!"
(texto - autor desconhecido)

A ausência dela lá em casa por tanto tempo é complicada... Senti falta da televisão ligada no Panda, dos gritinhos e dos sorrisos dela pelos cantos, de ouvi-la chamar por mim "mãe" ou "mamãe" (como às vezes chama, fruto dos desenhos animados brasileiros que vê!) 1000 vezes ao dia, do ter de lhe dar o jantar a horas, do banho, de contar-lhe histórias, de fazê-la dormir, de ao acordar não ter a televisão ligada para ela ver o primeiro episódio do dia da "Masha e o Urso",... tudo, tudo foi difícil... Acreditem ou não, eu ouvi-a chamar por mim algumas vezes... (não fui ver se era ela! Não pensem que fiquei louca!). Mas sei que ela ficou bem, adormeceu bem, acordou pelas 8h30 bem "dormida" e bem disposta (se tivesse dormido em casa teria de acordar mais cedo!)... E eu, mesmo com o coraçãozinho pequenino, aproveitei para limpar a casa, fazer comida (sopa, 2ª prato e sobremesa para ele hoje!), tomar um longo banho e ver os episódios da "Anatomia de Grey" que ficaram por ver da última quarta-feira (porque também sou filha de Deus!)... Tudo para hoje e este fim-de-semana ter todo o tempo do mundo só para ela, para estar com ela e para lhe encher de beijos e abraços doces como ela...

Apesar de saber que foi o melhor para ela, adormeci e acordei a pensar nela... É um Amor que não se explica...
*é bom que ela tenha uma "segunda" casa onde possa ficar, sem ser a nossa (não sabemos o dia de amanhã!), mas mesmo assim não compreendo como há pais que deixam os filhos "por aí" dias e dias seguidos...

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Tenho clientes muito organizadinhas! :)

Há pouco tempo a Tupperware fez uma promoção espetacular!
Eram 7 tupperwares de vários tamanhos próprios para a despensa, por apenas 48,65€... Vai daí algumas das minhas clientes, que são umas fofinhas, acederam ao meu pedido de tirar uma foto do "antes" e do "depois" (algumas não tiraram o de "antes", tal era o entusiasmo por acertar tudo!).....

Estou verdadeiramente arrependida por não ter mandado vir mais um conjunto...

Vejam lá os milagres que a Tupperware faz numa casa.... neste caso numa despensa...









sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Estacionar no "meu" parque de estacionamento...

O parque de estacionamento do condomínio onde estou a viver é privado. No entanto, por ser muito perto da Universidade, há muitas pessoas que arriscam estacionar lá, mesmo tendo uma cancela que nem sempre está fechada. Existem lugares de estacionamento sem dono. São aqueles que as pessoas de fora (amigos dos condóminos ou até clientes quer da Lanchonete da Cidade, da Hora da Esthetika, quer do Stand da Honda) podem estacionar. São os lugares que não têm letras. A verdade é que as letras escritas no chão já estão um bocadinho gastas pelo tempo, o que dificulta o estacionamento para quem não é de lá...
Por várias vezes, ao chegar a casa, existiam carros estacionados no lugar respeitante ao apartamento onde vivo, mas não fiz grande alarido. Quando isso acontece, apenas deixo um bilhete no vidro do carro estacionado no "meu" lugar a informar que aquele lugar é privado para não voltar a estacionar ali. Pego no meu carro e estaciono num dos lugares sem letras...
Quando a minha M. era bebé, estacionei durante algum tempo junto à entrada para o apartamento, para evitar que ela apanhasse chuva e frio (o lugar do meu estacionamento é relativamente distante da entrada!). Comecei a estacionar lá porque reparei a dada altura que nenhum carro estacionava ali... Até que chegou o dia em que me deixaram um bilhete arrogante a dizer que na próxima vez que estacionasse ali, chamariam a polícia e o reboque e o diabo a 4... Enfim... reduzi-me à minha insignificância e passei a estacionar lá no "meu" lugar...
Tenho lá um vizinho que não deixa passar nada, por exemplo! Se ele chega e está algum carro estacionado no seu lugar, ele fica atrás do carro a buzinar repetidamente até o dono do carro aparecer e tirar o carro de lá... Ou o gajo é louco ou quer colocar toda a vizinhança louca! Ainda bem que a minha janela não dá para o parque nesses momentos.
Outro dia uma amiga minha visitou-me e alertei-a para estacionar nos lugares que não existissem letras. Ela não viu as letras de um deles e estacionou. Quando chegamos ao local, o dono daquele lugar de estacionamento tinha barrado a saída dela, barrando também a passagem de outros carros e deixou um bilhete a dizer "Este lugar é privado, agora só sai daqui quando eu sair de casa!"... Bom, na verdade a minha amiga não devia ter estacionado ali, está certo. Mas também isso não dava o direito do dono do lugar de estacionamento barrar a saída do carro da minha amiga e também a saída de todos os outros carros que quisessem passar ali, pois é uma das passagens possíveis....
Acho que nessas situações tem de haver, em primeiro lugar, respeito pelo próximo, mas o bom senso também não devia ficar atrás... Eu pequei, corrigi o meu erro. Já pecaram comigo várias vezes e julgo que, ao tentar corrigir os meus "inquilinos", não fui arrogante. A arrogância não nos leva a lado nenhum e acho que só nos "mancha" a imagem, neste caso, perante os vizinhos...

Atenção amigos que queiram visitar-me: estacionem apenas nos lugares sem letras (mesmoooo!)...

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Preciso vir aqui... com urgência!

No passado domingo foi inaugurado um novo trilho em S. Miguel: o da Ribeira dos Caldeirões... Esta zona fica, nada mais nada menos que, no meu concelho de infância (tudo o que vem de lá é bom!) e é das zonas que mais gosto de visitar e que me faz sentir ligada à natureza de uma forma muito particular. O som predominante é o barulho de água a cair, numa cascata... A temperatura junto à cascata é mais fresca... Mas o sítio é lindo, paradisíaco, magnífico. Em Dezembro costumam montar lá um presépio e fica lindíssimo!... 
Além de um bar, existe também uma casinha que se pode alugar para descansar uns dias... e dormir lá deve ser qualquer coisa do outro mundo...
Não costumo lá ir muitas vezes, principalmente agora que as scuts vieram abreviar o caminho até à vila do Nordeste (onde os meus pais têm apartamento), mas distanciar das freguesias sem saídas para as scuts... mas quando vou sinto-me bem e em paz... Tenho de lá ir! Preciso!...
Não fui ao trilho e desconheço aonde começa e termina, mas é um dos que estão na minha lista dos desejos. É este e o do Poço Azul, na Achadinha.

Deixo aqui umas imagens do local só para vos deliciar a vista!...

sábado, 8 de outubro de 2016

A propósito de decoração...

No passado costumava gostar de cores em casa... Achava que colorir uma casa é que era, que ficava giro, e então, na altura em que andei a preparar o apartamento para viver, decidi dar alguma simplicidade, mas também alguma cor. Assim, arranjei cortinas cor-de-laranja para a cozinha, verdes para a sala e bordeaux e preto para o quarto de cama (são as cores primordiais de cada divisão). Para a casa de banho, como não tem janelas, arranjei papel autocolante para dar viva àquele espaço. Gosto do apartamento como ele está, mas hoje mudava muita coisa... Um dia falo sobre isto!...

Quando imagino a minha futura casa, imagino-a muito clean, muito branquinha, muito moderna... Com poucas coisas sobre as bancadas (o essencial pelo menos), com menos adereços para limpar, com menos tapetes, com menos coisas para estarem por lá espalhadas... Não sei se vai ser assim, nem mesmo se realmente será assim... Nem sei bem quando vai ser... Mas um dia será... um dia... Deixo aqui algumas dicas que espero seguir quando chegar a altura (se nessa altura eu não mudar de ideias novamente!)...

Gostam desta decoração minimalista?!


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Já que falamos em limpezas...

Vi um artigo que me fez despertar para algo (este aqui!) que se calhar ninguém dá importância, mas que eu dou e vou estar ainda mais atenta a isso.

Todos os fins-de-semana, sem falta, troco a roupa de cama e toalhas de casa de banho... Todos! Ensinaram-me a fazer desta forma e assim sempre fiz. Mas, no verão, vou estar mais atenta e vou mudar mais vezes (até porque o bom tempo seca melhor e mais rápido a roupa), embora fazer a cama do berço seja uma dor de cabeça daquelas...

Então, os hábitos a melhorar em relação à roupa de cama são:
- lavá-los separadamente a uma temperatura não muito elevada (60º), pois não fazia ideia de que devia ser assim;
- não os deixar na máquina (às vezes deixava, principalmente quando punha a máquina a trabalhar à noite e adormecia entretanto);
- lavar a capa do edredão da M. de 15 em 15 dias.
De resto faço tudo, exceto pô-los ao sol ou na máquina de secar, porque infelizmente não tenho a dita cuja e nem varanda ou área aberta para os por ao sol... (Ahhhh minha rica casinha que nunca mais ficas pronta!)


segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O que temos feito nos últimos tempos...

Como disse aqui e aqui, setembro é o mês que uso para "endireitar" as coisas que ficaram paradas durante o verão... Mas este setembro foi insólito! Passamos por provações muito fortes e à conta disso a família teve de se reajustar, com amor e muita paciência, às novas situações: família é isto! Infelizmente nem todos pensam assim...

Bom, no meio de tantas voltas e reviravoltas, tive tempo de fazer limpeza geral ao nosso quarto de dormir. Aproveitei para tirar o fraldário de cena e transformá-lo numa linda cómoda digna de uma princesa e para tirar os quilos e quilos de tralha que estavam a ocupar a minha cómoda. Ficou com um aspeto mais organizadinho.
Também aproveitei para dar uma organizadela aos armários da cozinha e vi que me faltam alguns tupperwares de arrumação. Este será o próximo investimento, já a pensar na casinha nova (que nunca mais é...)
Aproveitei e retirei as janelas do quarto e da cozinha (as da sala tem de ser o namorido pois são demasiado pesadas!) e lavei-as. Nesta tarefa a minha M. quis ajudar e andou lá com um paninho Tupperware todo XPTO para vidros. Digo-vos que é mesmo uma verdadeira beleza. Não é preciso usar aqueles produtos limpa vidros, basta o pano e já está, lindos e transparentes! (passo a publicidade, mas se alguém estiver interessado em adquirir um, é só avisar!)
Falta-me a sala/quarto de jantar e aí é que a porca torce o rabo, pois tantos cantos e cantinhos para limpar e há tantos brinquedos para rever... Tirar o que já não usa e limpar os que vão ficar. Depois será a vez de ensinar a M. a oferecer os brinquedos (em bom estado) que já não usa aos meninos que precisam mais que ela... Sou houver algum, faço questão de registar o momento e contá-lo aqui como correu...

De resto, bem vindo Outubro... e que seja o mês do regresso das coisas boas...


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

REcomeçar...

Eu tenho um grande defeito, que se calhar a maioria das pessoas que eu conheço têm... Nos meses de verão eu torno-me outra pessoa: mais descontraída, mais flexível,... Tive 2 semanas de férias em todo o período de verão, mas senti que o meu espírito de "férias" permaneceu durante os 2 últimos meses... É um estar diferente que nasce ali a rondar o dia de S. João e só termina no início de setembro. Como este início de setembro começou com dias de férias, o espírito manteve-se até hoje... Bom, se calhar ainda não se inicia hoje, se calhar o desmame irá acontecer a partir de hoje. Acho que é mais isso! :P

Durante estes dois meses sensivelmente, quer trabalhe, quer esteja de férias, deixa de haver horários rígidos, dietas, limpezas rígidas e de hora e dia marcado na casa, as refeições são mais aldrabadas, o ter de fazer isto e aquilo,... tudo na minha vida fica do avesso, completamente baralhado que quando chega o dia do recomeço (hoje!) nem sei por onde devo recomeçar...
São as roupas para lavar/estender e passar, a casa para limpar (de verdade!), recomeçar a cozinhar como gente grande e com responsabilidade (incluindo o recomeço da dieta, porque tem mesmo de ser!). E, seguindo a tática da minha colega M., vou tentar preparar uma ementa semanal como deve ser, avaliando os nutrientes que eu e a minha família necessitam para uma melhor saúde, e, quem sabe, iniciar algum tipo de exercício físico (?).
Relativamente à minha M., é necessário recomeçar nas rotinas e agora mesmo a sério, com direito a tempo de leitura (que ficou sem hora marcada ou obrigatoriedade durante o verão!), com direito a brincadeiras mais didáticas de sala fechada (que foram substituídas por brincadeiras ao ar livre, que também não deixam de ser didáticas!). Mas, devagarinho, devagarinho, vamos indo ao sítio,...
Por outro lado, é necessário também reavaliar o que está menos bem em mim e na relação com os outros, e tentar de alguma forma melhorar, definindo novas estratégias e novas metodologias para que as coisas se orientem no caminho certo.


sábado, 16 de julho de 2016

Ajudar em casa?!

Este post nasce de uma publicação que li (esta!) e que me fez escrever sobre este assunto.
Ajudar em casa?! Ora aí está uma pergunta que não concordo nada! 
Um dos maiores problemas que afetam os casamentos e "casamentos" por aí fora é a distribuição das tarefas domésticas.
Com a emancipação da mulher na sociedade, há a necessidade de, em casa, haver a emancipação do homem. Considero que, se ambos trabalham fora de casa, se ambos vivem na casa e usam-na e usam tudo o que nela contém, é mais do que natural que também os dois a limpem, cozinhem, tratem da sua manutenção. Não é uma questão de "ajudar em casa", mas sim de trabalho de equipa, de uma equipa que se quer ganhadora e feliz, já agora.

Deixo aqui 3 dicas base do que um casal deve fazer para evitar que as tarefas domésticas interfiram na vida do casal:

1- Se tiver tempo, faça! 
Não deixe para o outro fazer... Chegar a casa e encontrar coisas fora do seu lugar, loiça por lavar ou roupa do outro para arrumar faz com que o humor caia vertiginosamente.

2- Desarrumou?! Arrume!
Tentar a todo o custo colocar os objetos que utilizamos no lugar certo para evitar que se percam coisas por casa. Treino a minha M. desde cedo a arrumar os seus brinquedos mal termine de brincar para saber sempre onde estão as coisas quando quiser brincar de novo. Assim evitamos as perguntas "onde está o comando da televisão?!" (isto, claro, não vale para os maridos que procuram manteiga no frigorífico e que nunca a encontram, mesmo ela estando em frente dos olhos!)

3- Sujou?! Limpe!
Quanto mais cedo limparmos as coisas que se sujaram naquele momento, melhor as limpamos. Basta pensarmos que a loiça suja de algum tempo custa mais a lavar do que aquela que estava suja e lavamos logo a seguir a ter sujado. O pinguinho de leite que caiu no balcão é mais difícil de limpar se deixarmos secar, mas muito fácil se o limparmos logo que cai.

Se conseguirem ser uma equipa em relação às tarefas domésticos existem apenas benefícios: terão mais tempo um com o outro ou para fazer outras coisas juntos ou não; terão mais tempo para brincarem com os vossos filhos (eles só agradecem!); poderão ensinar os vossos filhos a serem como vocês, através do exemplo; e até podem fazer exercício físico, porque esfregar coisas faz queimar calorias!
E, sejam sinceras, digam lá, é ou não é sexy ver um homem na cozinha connosco (ou sozinho!) de avental, ou de paninho na mão a limpar o pó?! Eu digo-vos, para mim é o expoente máximo do significado de "ser sexy"! ;)

Eis aqui alguns links sobre este assunto para lerem (aqui, aqui, aqui, aqui) e este vídeo que chega a comover, pois só quando passamos pela situação é que vemos o quanto é injusto:

Deixo-vos também esta música elucidativa. 


sábado, 9 de julho de 2016

Muitas vezes "menos é mais"!

Falam por aí num novo conceito: menos é mais! Pensando bem na vida que levamos, não é que este conceito faz algum sentido?!

Vejam bem... Começamos a trabalhar, mas queremos é mais dinheiro (é natural, também eu quero!). Precisamos de um telemóvel. Só precisamos de fazer chamadas, mas queremos um que tira fotos e faz vídeos e tem ligação à internet, um que dê para agendar toda a semana lá, mesmo que só o usemos uma vez... Compramos um carro, mas queremos é aquele que está entre os melhores, não que precisemos, mas para alimentar a abundância... Vamos construir uma casa, mas queremos construir um casarão só por vaidade... Bens materiais! O que é isso?! De que nos vale isso?! Eu respondo: De nada! Não vale nada!... São só bens materiais!

Sou humana. Também gosto muito de sonhar com tudo isso... Gostava de ter tudo isso... Mas se tivesse, de que me valia se não fosse feliz?! Entre ter tudo isso que é material e ter na minha vida saúde, paz e aqueles que amo por perto, escolheria sem sombra de dúvidas a 2ª opção. Chega-me um carrinho que ande e que caiba a tralha toda que transporto (com a filhota a tralha aumentou consideravelmente!) e uma casinha simples e aconchegante, onde reine o amor e a paz... Simples como isso! Os bens materiais para mim valem o que valem e para mim valem o conforto e sobrevivência, só isso! Ter menos, muito menos, é ter mais no coração!

***Pronto, confesso que não me importava mesmo nada de ter um dinheirinho extra e umas fériazitas extra para as minhas viagens que eu tanto amo fazer... por exemplo para ir até aqui e, quem sabe, lá ficar... :)