sábado, 9 de dezembro de 2017

Tenho um genro!!!

Ah pois é...
O tal "melhor amigo" já virou "namorado"! Lá em casa, nunca falamos em namorados, namoradas. Normalmente falamos sempre em amigos e amigas. Mas ela agora na escola aprende outras coisas também (boas e más!!!) e houve um dia que chegou a casa a dizer que o Emanuel era o seu namorado. Perguntei-lhe quem tinha dito isso e ela respondeu-me que tinha sido uma menina lá da escola. Presumo que maiorzinha que eles.
É verdade que a minha M. sente uma empatia maior pelo Emanuel e ele por ela. Desde antes da escola, tanto eu, como os pais do Emanuel, depois de sabermos que os nossos filhos iam estar na mesma sala, fomos falando com eles, no sentido de se "protegerem" um ao outro, de serem amiguinhos. Era e é importante, para mim pelo menos, que eles sintam algum "porto seguro" dentro da escola. E é muito giro de ver como eles são amigos. A M. diz que só quer que ele vá à sua festa de aniversário e, em conversa com a mãe do Emanuel, o mesmo acontece lá na casa deles. É giro ver a preocupação de um e do outro quando, por exemplo, um não vai à escola por estar doente, ou quando acontece algo mesmo lá na escola. É uma amizade que, acredito, vai ser importante para o crescimento deles...

Eu tenho melhores amigos de infância que hoje são meus amigos de verdade. Claro que a vida é complicada e não nos vemos tantas vezes quanto gostaríamos, mas são amigos que sei que tenho para a vida. Nunca foram meus namorados (falando dos amigos meninos!!!), mas por eles sinto um carinho especial e carrego-os no meu coração por toda a minha vida.
Que o Emanuel seja sempre uma pessoa especial para ela pois já faz parte da sua 1ª infância! :)

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

O Natal para mim só começa hoje!...

Este dia sempre me foi especial porque é, para mim, o iniciar da época natalícia propriamente dita. É o iniciar de passeios noturnos à baixa da cidade com a princesa (sempre que o tempo o permita!), é o iniciar dos preparativos para o natal, é o iniciar de algum tempo passado em família.
Quem me conhece sabe que prefiro o calor ao frio, o sol à chuva, o mar ao mato... Não é segredo! Mas esta altura do ano deixa-me o coração aquecido e feliz, as emoções ao rubro e um amor diferente renasce no meu coração a cada ano que passa, a cada natal que vivo. Gosto muito, de chegar a casa, por exemplo, e com a chuva lá fora, depois de um banho quentinho, vestir um pijaminha quentinho e o meu robe fofinho e ficar ali, no sofá, abraçadinha à família, a ver um filme de natal qualquer ou até mesmo ver/ouvir músicas de natal no youtube, ao mesmo tempo que as luzes da árvore estão a piscar! Opá... adoro, adoro, adoro!

E se tivesse uma lareira seria ouro sobre azul! The best mesmo! Top!






quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

O 2º encontro aconteceu... e foi BOM!

O primeiro encontro foi o ano passado e este ano, mesmo que organizado em cima da hora, e no meio de tanto turbilhão na minha vida, conseguimos reunir alguma malta da nossa escola de infância - a "geração 1976-1983" para o 2º encontro! Existem pessoas que por uma razão ou outra não compareceram e outras que, por ignorância nossa da data de nascimento, não contatamos. Não levem a mal, muito pelo contrário, digam-nos que também fazem parte desse período de tempo, que também andaram na escola por essa altura e, com certeza, dar-nos-ão o prazer da vossa companhia. A PDI neste caso não abona a nosso favor.
O segundo encontro foi tão ou ainda melhor que o primeiro! Desta vez as pessoas já sabiam para o que iam, já estavam familiarizadas com o evento e afinal de contas é sempre tão bom rever os amigos que noutros tempos, na primeira infância, fizeram parte da nossa vida!
Rimo-nos, brincamos, comemos, bebemos,... fizemos de tudo um pouco, mas o importante mesmo foi estarmos juntos e sabermos que estes encontros são tão bons para cada um de nós! Para mim é!




quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

O meu primeiro Trail

Se há um ano atrás me dissessem que em dezembro de 2017 ia participar num trail, provavelmente iria rir-me às gargalhadas! Eu nem gosto (ou não gostava!) de correr! Agora já vou gostando um bocadinho do espírito da corrida... Eu a participar num trail seria no mínimo uma utopia. Daquelas que só acontecem em desenhos animados, porque não haveria duplos disponíveis a desempenhar esse papel em filmes de pessoas reais... 
Mas afinal... em dezembro de 2017 fui mesmo uma das 65 mulheres que participaram na prova dos 15km do Epic Trail Run Azores. No final da prova fiquei na 15ª posição (77º da geral, em 146 inscritos), o que para primeira vez não está nada mal... Nada mesmo! :) Orgulho de mim própria!

Tive a grandiosa ajuda e apoio do meu querido colega de trabalho e amigo Q. (já com alguma experiência de trails), que fez "parceria" comigo, que me ia dando algumas orientações e que nunca me deixou sozinha. Apesar de às vezes termos ido mais ou menos distanciados (ora eu, ora ele), cruzamos a meta da mesma forma como começamos: juntos! E acho que o melhor de tudo neste trail foi o espírito de companheirismo e de aventura que vivi e assisti!

Medricas como sou podem perguntar à vontade se tive medo?! Sim tive! Houve uma altura que atravessamos uma autêntica floresta. Imaginem... Muitas árvores, tantas que nem deixavam a luz do sol ou do dia entrar. O chão coberto de folhas mortas, que entretanto caíram das árvores e ali estão a apodrecer. Alguns troncos húmidos também eles no chão a apodrecerem... O chão molhado pelo mau tempo dos dias que antecederam a prova, os troncos também molhados, algumas pingueiras das folhas das árvores... Escuridão! Às 10h45 quase completa escuridão... Assustador!!! E nós feitos malucos, meio a correr, meio a andar, sem saber muito bem onde estávamos a colocar os nossos pés, em risco de pisar algum tronco espetado, ou colocar o pé em algum sítio desnivelado e pimba ganhar um pé torcido... Só pensava que não quereria estar ali sozinha! Não estava e por isso tive menos medo! Um bocadinho só...
A parte que mais me custou foi mesmo subir o Pico do Ferro... Eram degraus uns maiores que os outros e sempre, sempre a subir... Até chegar ao topo. Estava a ver que não chegava lá em cima, mas cheguei e lá em cima ainda tivemos tempo para uma foto de grupo, com a Lagoa das Furnas lá em baixo...
A descida foi espetacular! Aquela sensação de "está quase" é maravilhosa... Chegar cá em baixo e correr junto às caldeiras das Furnas é magnífico... cruzar a meta naquele ambiente maravilhoso é indescritível. Só mesmo passando por isso, vivendo isso... 

A sensação de "eu consegui" é mesmo, mesmo boa! Dar a medalha de "Finisher" à minha filha (que é a minha maior fã e, quando me vê depois de uma corrida, pergunta sempre "Mãe tu ganhaste?") é um orgulho tremendo!...

(A preparação, com nervoso miudinho...)

(Antes de sair de Ponta Delgada, rumo ao Cerrado dos Bezerros, onde iniciamos a prova!)

(No briefing inicial, no gelo do Cerrado dos Bezerros...)

(Só pessoal da SATA nesta foto: pessoal que fez o trail a "voar" ahahaha - alguns foi mesmo!)

(Cheia de mania durante a prova... Este ar compenetrado é a minha imagem de marca! Ahahaha...)

(Os amigos de Guimarães que subiram o terrível Pico do Ferro connosco e connosco chegaram ao topo!)

(A alegria da chegada!)

(Esta é a melhor parte da corrida! 
Quando chego, vejo o sorriso da minha filha e sinto que fica toda orgulhosa com a medalha ao pescoço...)

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

O lado ruim da maternidade também existe...

Acreditem ou não, eu nunca encarei a maternidade como algo que me tivesse trazido algo de mau, porque eu adoro, amo ser mãe, especialmente mãe da minha M. que só me tem ensinado a ser melhor pessoa para mim, para ela e por ela... No entanto, tenho de admitir que esta coisa da maternidade tem muito que se lhe diga e há coisas que nos afetam mais ou menos, mesmo sem darmos conta... Para algumas pessoas até pode afetar bastante psicologicamente (a mim não, graças a Deus!). Tudo depende de como lidamos com a situação ou se damos muita importância a determinadas questões. Vou indicar aqui algumas que me apercebi em mim desde que fui mãe ou nas mães que eu conheço)...

- Quem sou eu?!
Até ela nascer eu era sensível aos problemas dos outros, mas nem tanto assim! Agora, com ela no centro da minha vida, eu consigo colocar-me no lugar dos outros. Eu choro a dor dos outros, mesmo que não os conheça. Eu sinto a dor dos outros (ou imagino!) como se ela fosse minha, principalmente se essa dor envolve crianças.

- Falta de liberdade.
Antes saia e regressava à hora que queria. Desde que a minha M. nasceu isso mudou. Se preciso sair em horário incompatível com a rotina dela, tenho que encontrar alguém disponível que fique com ela. Os horários do meu dia-a-dia e as minhas saídas são sempre dependentes do horário da rotina dela e da disponibilidade de terceiros. Graças a Deus tenho um apoio excelente e nunca me viram as costas.

- Falta de individualidade/tempo para mim.
Sair para fazer algo para mim passou a ser quase uma utopia. Como tenho o meu dia-a-dia sempre todo preenchido por ela e pelas "tarefas" com ela, deixei de ter tempo para mim, para fazer o que gosto. Por este motivo é que comecei a correr na hora do almoço, porque, pelo menos assim, não "roubo" (nem quero abdicar!) tempo do tempo que tenho para estar com ela.

- Falta de amigos e saídas com amigos.
Não que tenha menos amigos agora, mas sou bem mais seletiva. Amigos passaram a ser aqueles que "adotaram" a minha filha como "sobrinha", "prima" , "irmã", passaram a ser a nossa família. Aqueles que a tratam bem, que a fazem sentir bem, que gostam dela e de mim, claro, mas dela principalmente. Deixamos de sair tanto juntos, mas sabemos que estão lá para nós...

- Penso nela em 1º lugar e esqueço de mim muitas vezes.
Não que me sinta prejudicada, mas a felicidade dela está sempre em primeiro lugar. Posso estar com problemas, mas à sua frente tento ser forte e sorrir para ela e com ela. Fazê-la sorrir é a minha missão diária. Acima de tudo quero que nunca sofra pelas escolhas que fiz, faço e farei... Quero que seja feliz sempre... sei que não é possível, mas que o seja pelo menos a maior parte do tempo!

- Ganhei medos que não existiam.
Antes da minha filha não pensava muito na fragilidade da vida. Vivia. Hoje tenho medo de morrer. Tenho medo que ela caia e se magoe. Tenho medo de não conseguir ser "a melhor mãe" para ela, de não conseguir superar as minhas próprias expetativas. Tenho medo de não poder vê-la crescer. Tenho medo dela se sentir sozinha. Tenho medo de estar impossibilitada de a abraçar... 

- O corpo muda.
Na minha gravidez engordei 18kg. Depois dela nascer perdi parte deles (se não me falha a memória, 9kg). Amamentei bastante tempo por opção minha e da minha filha (e foi o melhor que fiz!) e por isso nunca fiz grandes dietas. Uma coisa é certa, amamentar pode emagrecer, mas também dá uma fome descontrolada. Eu andava sempre esfomeada e, sinceramente, nunca me preocupei muito com isso. Até parar de amamentar. A minha auto estima caiu por terra e, pelo meu bem, pela minha filha, tive de reagir. É uma luta diária, mas estou no caminho certo.

- O julgamento dos outros.
Todas as mães têm de estar mentalizadas que todas as escolhas que fizeram, fazem e farão serão julgadas ou olhadas de lado por outras pessoas. Eu tive de me mentalizar disso, porque no início deixava-me confusa porque todas as pessoas opinavam sobre os temas de forma diferente. Todas as escolhas que fiz e faço que envolva a minha filha podem não ser aceites por A, B ou C, mas sempre me disseram para seguir o meu instinto de mãe. O que me move é o bem estar e a felicidade dela, acima de todas as coisas no mundo! Procuro sempre o que eu, que sou a mãe dela, acho que é o melhor para ela.

- Divisão de tarefas.
Tratar da casa, dos filhos, da gestão de uma casa é também um trabalho que exige alguma paciência e capacidade de liderança e gestão. Não é remunerado monetariamente, mas pode ser "remunerado" através de carinho, de valorização, de companheirismo, ou então partilhado como se de uma equipa se tratasse. Óbvio que quando tal não acontece as coisas ficam complicadas para todos.


Apesar destes prós todos não abdicaria de ser mãe da minha filha NUNCA! É a minha maior alegria, o meu orgulho e por quem me dá prazer só de poder acompanhar de forma tão intensa na sua caminhada da vida.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Desafio 52 semanas #49: Lugares no mundo que eu gostaria de conhecer...

O desafio desta semana é dizer quais os lugares que um dia gostaria de colocar os meus pézinhos pelo menos uma vez na vida... Quem me conhece sabe que os meus destinos de eleição são mesmo os destinos que metem mar (praia, piscina, calhau,...) e muito sol! Isso sim são destinos que considero ser TOP na minha lista de preferências! Aquelas viagens para ver monumentos e coisas ligadas à história, sou capaz de fazer (no inverno, de preferência!), mas não são destinos que eu diga "São estes mesmo!"... 
Então, ora aqui vão os meus destinos de sonho:

. Brasil
Já lá fui. Sempre foi a minha grande viagem de sonho. Não acho que tenha sido suficiente, porque quero lá voltar muitas e muitas vezes... até porque o Brasil tem ainda tanto para eu ver e fazer. É que até a história do Brasil me cativa! E as praias então...ui! Nem se fala nisso aqui se não vou ali marcar a viagem e já volto!...
Rio de Janeiro é das cidades que conseguiu superar todas as expetativas que tinha em relação a tudo. Eu imaginava que era linda! Mas até isso, quando meti lá os pés, pude ver que é, na verdade, um pedaço do céu na terra!!! 




. Punta Cana, Jamaica, Cuba, Puerto Rico, México, Tailândia, Maldivas, Bora Bora, Hawai,...
Sempre foram destinos que eu adorava conhecer e um dia vou chegar lá.

(É... eu quero isto para mim... porque eu mereço!)


. Itália, Espanha, Escócia, Irlanda, Dinamarca, Grécia, Macau, Timor, Austrália, 
Já estive em Espanha algumas vezes, mas adoro e quero lá voltar sempre que possível. Estes são os destinos históricos/paisagísticos que mais me cativam. Não sei se irei a todos eles, mas é uma espécie de "wishlist" se der, ótimo, se não der, não vou morrer por causa disso... :) 

É... a minha onda é mesmo com praias! :P

domingo, 3 de dezembro de 2017

Para pequeno-almoço ou lanche

Este é um pequeno-almoço/lanche bastante nutritivo e cheio de vitaminas. Não o faço todos os dias, mas sempre que posso ou que me apetece lá marcha...

- Uma banana cortada aos pedacinhos.
- Uma maçã ou uma pêra também cortada aos pedacinhos.
- Um iogurte líquido.
- Cereais, uso da marca linha zero.

Fresquinho e bom! :)


sábado, 2 de dezembro de 2017

Algumas dicas para ser feliz

Ser feliz é, se calhar, uma utopia enganosa. Não acredito que uma pessoa seja feliz sempre, mas acredito que tenha momentos de felicidade uns mais duradouros que outros. Isto não quer dizer que são pessoas tristes. Não! Quer dizer é que não estão sempre de sorriso de orelha a orelha, felizes da vida, acreditando que a vida é cor-de-rosa. A vida é basicamente um arco-íris... Num dia podemos passar pelas 7 cores dele, passar por outras cores que nem fazem parte do arco-íris, ou então mantermo-nos em alguma por algum tempo. O importante é, na verdade, conseguirmos por a tristeza para trás das costas e erguer a cabeça e seguir em frente... Nem sempre é possível, eu sei, mas há que fazer este esforço até chegarmos lá...

Deixo aqui algumas dicas que tento seguir para poder ser mais feliz durante mais tempo:

. Desisto de ter sempre razão.
Desde que essa razão não ofenda a minha integridade e honestidade enquanto pessoa.

. Desligo o botão de me importar com os outros.
Importo-me comigo e com aquilo e com quem me faz bem. Aqueles que se preocupam comigo, que me ligam, me dão atenção, que mostram que gostam de mim. Esses sim valem a pena.

. Tento não dar ouvidos a pensamentos negativos.
Para pessimistas bastam os outros. Tento controlar a minha mente e tenho aprendido, um dia de cada vez, a gostar de mim (claro que os elogios que recebemos ajudam muito neste campo!). Eu sou fantástica! O melhor que tenho no meu mundo é o facto de estar viva! Pois só estando viva posso desfrutar de tudo e todos aqueles que me rodeiam. Tento aproveitar todos os momentos da melhor forma possível.

. Tento não reclamar.
Hoje vivemos num mundo de insatisfeitos... toda a gente reclama por tudo e mais alguma coisa. Eu sempre fui refilona. Na minha tuna era chamada de "açoriana refilona". Refilo quando estou perante alguma situação que considero ser injusta. É das dicas que vos dou que mais dificuldade tenho para cumprir...

. Tento esquecer os meus medos.
Não consigo mesmo esquecer alguns, mas gosto de superar-me e ultrapassar alguns. Dá um gozo tremendo. Mas definitivamente alguns não consigo mesmo.

. Tento não dar desculpas para aquilo que quero mesmo fazer.
Se sei que me vai fazer bem, porque não?! Se sei que me fará mais feliz, porque não?! Tento evitar arranjar desculpas para não fazer o que sei que me vai fazer bem!

. Não esquecer o passado, mas não viver com ele às costas.
Viver plenamente o presente e desfrutá-lo. É um dos meus lemas diários mais fortes.

. Tento fazer aquilo que me deixa feliz.
Nesta dica aqui vale tudo, desde que me faça sentir bem. Quem me conhece sabe que sou uma pessoa de boas energias e de bem com a vida... Tento fazer tudo aquilo que me faz feliz! Foi para isso que nasci!



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Fui correr à noite!

Agora que comecei a entrar em provas parece que os fins-de-semanas não são fins-de-semana se não tiver uma corridinha, uma prova para mexer com os meus níveis de adrenalina...
Desta vez entrei na prova noturna de S. José. Eram 6km a correr. Fi-lo em 29'57'', o que não está mau, mas pode e irá com certeza ser melhor! Pelo menos assim o espero!... 
O que sinto antes da prova é uma espécie de nervoso miudinho, que me acompanha durante os primeiros minutos e acho que duram algum tempo até... Depois, à 2ª/3ª volta, há aquela sensação que todos nós já sentimos quando bebemos uns copos a mais e dizemos "Nunca mais bebo!"... Na corrida, pergunto-me o que estou a fazer ali, que devia ter estado quieta, que nunca mais volto a inscrever-me noutra,... E, no minuto logo a seguir, aparecem as imagens dos meus amigos "treinadores" a dizerem "Não se para, continua, vamos lá..." Mesmo que eles não estejam ali fisicamente, na minha cabeça é como se estivessem, e são palavras de incentivo que o meu subconsciente vai dizendo para mim e me ajudam a ter força!... Além disso tenho tido a claque dos meus primos que, só por estarem ali presentes pela sua filha que também corre (e muito bem!), já me ajudam bastante. Sentir apoio faz realmente toda a diferença! :)

Obrigada a quem acredita em mim e nas minhas capacidades! É que às vezes esqueço-me que também devo acreditar em mim... 




quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A sua primeira festa de aniversário...

Ela já foi a muitas festas de aniversário, mas esta foi a primeira cujo convite foi mesmo só para ela e eu fui somente "a acompanhante", "aquela que foi para tomar conta dela"... literalmente...
Foi de um amiguinho da sua sala chamado Luís. Ela como me fala maioritariamente do Emanuel, também tinha curiosidade em conhecer outros amiguinhos da sua sala e assim foi. Conheci o Lourenço, o Gabriel e o Luís. A afinidade maior foi sem dúvida com o Emanuel. São amiguinhos desde o 1º dia de escola, até porque conheço e trabalho com os pais dele. O Emanuel é um menino calminho e muito meiguinho. O facto de ser assim também ajuda que a minha M. sinta uma empatia maior por ele. Ela teve tempo para brincar com ele e para também dançar com umas meninas que andavam para lá. Claro que ela tinha de dançar!!! :)

Foi engraçado ser a sua "dama de companhia" e ter uma pequena amostra do que será a minha agenda daqui a uns tempos quando os meus programas serão condicionados pelos programas dela... Mãe sofre, mas com gosto!... :)


quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Mudei de trabalho!

Estou há quase 2 semanas a trabalhar num sítio diferente. Quer dizer... estou apenas na sala ao lado daquela onde estava. Mais metro menos metro.
A minha sala de agora é um gelo! Aqui ou temos calor, ou temos calor. Não há hipótese! E, quem chega por último, é o último a falar, já se sabe... Mas eles, o pessoal que está na minha sala, são uns queridos. São todos gajos, mas são porreirinhos! Passei a fazer parte da equipa de Marketing da empresa onde trabalho. É uma área que gosto e com a qual tenho alguma afinidade, pois sempre estive mais ou menos ligada a esta área, mesmo quando indiretamente.
Se senti pena de sair da área onde estava?! Claro que sim. Contudo a mudança faz parte da condição humana. E eu não sou diferente de ninguém. É um barco grande para navegar?! É! Mas eu gosto de desafios e este é, sem dúvida, um desafio que me encanta.
A primeira semana foi um caos. Foram 7 campanhas, com respetivas alterações e afins para fazer sempre "ontem", mas é gratificante quando saem à rua e as pessoas reagem positivamente. Com certeza, e com maior experiência que vou ganhar ao longo do tempo, as coisas poderão melhorar e a minha prestação será melhor. A única certeza que posso dar hoje é que darei o meu melhor hoje e sempre por esta empresa.

Quero agradecer à minha anterior equipa (e especialmente ao meu coordenador que sempre foi um querido comigo, mesmoooo!) por todo o carinho que sempre tiveram por mim, pelas saudades que já sinto das tardes que às vezes tínhamos (quando o trabalho assim o permitia!), pela partilha e pela entrega que sempre senti em relação à minha pessoa. Obrigada.

São miminhos destes que nos tornam especiais! 
Obrigada!

Continuo a aceitar convites de almoços convosco, certo?! :P

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Comecei a dançar por causa dela...

Já o disse aqui que a minha M. adora ver folclore. Mesmo quando está com sono ela esforça-se por ficar acordada até acabar de ver o folclore dançar. Aconteceu este verão. Várias vezes. Então perguntei-lhe um dia se queria entrar para o folclore e ela disse logo que sim, sem pestanejar. 
Na nossa freguesia existe um rancho de folclore e, através do facebook, sondei se era possível iniciarmos as duas. Calculava que ela por ser pequenina ainda não pudesse dançar, mas se eu fosse, se calhar seria mais fácil ela estar mais próximo da dança e do folclore. Assim foi.
Já iniciamos os nossos ensaios e digo-vos uma coisa, dançar folclore tem mesmo a sua ciência. Há que ter em atenção os passos (há milhentos passos que se repetem!!), os braços (que umas vezes são para cima e outras vezes para baixo!!!), os termos que eles usam ("fica", "chamada", "fica a rodar",...)... é mesmo muita coordenação (e bastante exercício físico - o que é ótimo!!!). Não é difícil se dançarmos apenas uma música, mas quando temos que aprender as "20 mil" do reportório acredito que não seja lá muito fácil. Está a ser uma experiência bastante gira e produtiva. Já aprendi umas 5 músicas em 2 ensaios. Ainda não estão perfeitas, mas acredito que vou chegar lá... um dia... Às vezes, fico assim meio triste, porque vejo que a minha M. quer mesmo é estar ali comigo a dançar e não a ver-me dançar... mas acho que com o tempo ela vai perceber que ainda é demasiado pequenina para tal. E observando também está a aprender. Um dia mais tarde, lá quando tiver os seus 6 anos, com certeza já irá dar uns passinhos de dança. Até lá será uma daquelas meninas pequeninas que estão trajadas à frente do rancho... Lindas e fofinhas! :)

Pra já, pra já, quero agradecer toda a paciência que o rancho tem tido connosco, principalmente o Hélder e a Mariana, uns queridos!...


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Desafio 52 semanas #48: Nunca tive coragem de...

Ora bem, o desafio desta semana pede que diga aquilo que nunca tive coragem para fazer. A verdade é que existem imensas coisas que nunca tive (e penso que nunca terei coragem!) de fazer. Eis quais são elas:

. Atirar-me de alturas.
Quem me conhece bem sabe perfeitamente que tenho medo/fobia de alturas. Não tenho medo de estar num avião lá nos céus, até porque é das coisas que mais gosto de fazer. Estou a falar em alturas mesmo. Subir escadas/escadotes, montanhas russas, pontes lá para cima e varandas altas e olhar lá para baixo. Chãos de vidro (CN Tower por exemplo). As minhas pernas tremem tanto, tanto que penso que vou cair dali e morrer! Não seria capaz de fazer Bungee jumping ou todas as atividades radicais semelhantes a esta! É que só de ver fico toda a tremer...

. Mexer ou matar alguns animais.
Tudo o que tenha a ver com cobras e ratos e fujo a 7 pés! A barata já vou tolerando, embora não consiga matá-la (no way!), mas os outros dois...pohhh nem pensar.... Uma vez tive a hipótese de tocar numa cobra e recusei... não consigo mesmo...

Assim que me lembre é isto.

domingo, 26 de novembro de 2017

Adoro sushi!!!

Desta vez não vai sair receita, mas quero aproveitar este post para dizer que gosto bastante de sushi. Não sei fazer e acho que nem quero. Já ouvi dizer que dá algum trabalho...
A primeira vez que comi sushi foi em Lisboa com uma grande, grande amiga minha. Confesso que à primeira experiência não fiquei assim super encantada, mas vá era bom... mas nada que me fizesse morrer de amores. Depois de algumas experiências de sushi desde aí, hoje posso dizer que sim, gosto muito e gosto, principalmente, de lá de vez em quando poder comer de pauzinhos uns sushizinhos de jeito (há uns que não sabem lá grande coisa! É preciso saber fazer!)...
O "gang feminino das 12h" às vezes decide não ir correr e perder-se numa refeição de sushi (mínimo 1x por mês! Às vezes nem isso!)... Aqui nas redondezas temos 2 Restaurantes de Sushi que não são nada maus!

sábado, 25 de novembro de 2017

Esta foi a minha 2ª prova!

Depois da Bretanha, seguiu-se uma prova extraordinária organizada pelo Exército cujo percurso era ali na mesma zona onde faço as minhas corridas de hora de almoço. E pensei "Porque não?". Afinal aquela era a minha zona de conforto, que conhecia e não tinha lá grandes subidas. Eu e as subidas é aquela base!
Desta vez fiz parte da categoria sénior. Ali a correr com a juventude que parecia que voavam em vez de correr, mas pronto. Fiz o percurso todinho e terminei em 13º lugar (num total de 31, antes que me perguntem!). 
Esta foi gira, porque além de ser um percurso que eu conhecia perfeitamente, ainda fui acompanhada por amigos que também participaram na prova e pela minha primoca que ganhou um primeiríssimo lugar na categoria dela! Um orgulho esta menina!





sexta-feira, 24 de novembro de 2017

A paixão morre?!

Já o disse aqui que sou uma mulher apaixonada por tudo o que me rodeia desde que me faça bem... Mas reconheço que manter uma relação naquela paixão louca não é fácil. Dizem muito que o amor fica mas a paixão vai-se. Eu não sinto isso assim dessa maneira. Sou uma eterna sonhadora e apaixonada e vivo no mundo da Alice. Eu sei. Mas eu avisei.

Claro que também não sou a inocente que acredita no Pai Natal (era bem melhor se fosse!), mas também não sinto que a paixão se vá embora, mas sim que fica adormecida e lá de vez em quando pode (e deve!) ser reanimada. No meu caso é. Isto se o amor for verdadeiro. Pois se não for... realmente não há paixão que aguente!

O comodismo, o absentismo, a monotonia são os piores inimigos das relações, da manutenção do amor e essencialmente da paixão. Os indivíduos tomam o outro como um dado adquirido e pronto... deitam-se a descansar à sombra da bananeira, porque o outro está e vai estar sempre ali (pensam eles!)!... Há que investir no relacionamento. Há que haver dedicação, esforço, cuidado, carinho, fator surpresa,... para que nem a paixão hiberne de vez, nem o amor se esvaia por entre os dedos... Esta é a minha opinião!

Escrevi este tema porque encontrei este texto e que aconselho a lerem para que percebam a forma exata de como funciona essa coisa de amor/paixão.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Ela adora anatomia!

A filha de uma amiga minha, mais velha que a minha M., decidiu dar uns brinquedos que já não brincava mais. Um dos jogos que a minha M. gostou muito foi o jogo do Corpo Humano. Aquilo é um bocadinho para crianças mais crescidas mas foi o jogo que mais a fez vibrar. Durante uns dias andou com o jogo debaixo do braço para todo o sítio que ia, exceto para a escola.
Eram ao todo 4 puzzles para ela montar: uma menina e um menino, um esqueleto e os músculos e órgãos internos. À medida que íamos construindo pela primeira vez cada puzzle ela ia observando e fazendo perguntas e eu ia explicando. Quando viu parte do esqueleto disse "Mãe isso é do halloween!". Expliquei-lhe que todas as pessoas tinham um esqueleto dentro de si e à medida que íamos montando o puzzle ia tocando também nos mesmos ossos dela e nos meus para ela ter melhor percepção. Depois aprendi que as costelas passaram a ser os "ossos das cocequinhas", e é de facto um nome bem mais fofinho do que "costelas". 
Depois fizemos o dos músculos e dos órgãos. Expliquei-lhe como funcionava o aparelho digestivo (assim por alto, já se sabe!) e ela muito atenta a escutar tudo o que lhe dizia e a querer saber mais coisas, pois ficava a fazer-me montes de perguntas (e eu nem me lembrava bem de algumas coisas!).
A seguir fomos à casa dos meus pais e, claro, ela levou o jogo e quis montá-lo lá. Acreditem ou não, ela reproduziu tudo (T.U.D.O.!) o que lhe havia dito em casa enquanto o estávamos a montar pela primeira vez. Surpreendente!!!




quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Um inquilino indesejado...

Certa manhã (uma segunda-feira de outubro!) fui tirar a roupa da máquina de lavar (tinha posto a trabalhar a meio da noite!) e quando estava concentrada a fazê-lo, ainda cheia de sono, oiço uns barulhinhos em cima da bancada da cozinha. Olhei e vi-o! Ficou assustado quando se apercebeu que o vi! Larguei tudo o que estava a fazer e fugi para o 1º piso da casa, onde estava a restante malta, não fosse ele subir as escadas.

Um rato! Um rato na nossa cozinha!
Como era possível?!
Como ia ser a minha vida dali para a frente?!
Ir à cozinha só mesmo acompanhada e apenas se não houvesse outra saída!

O rato, para quem não sabe, para mim é dos animais que mais detesto! Tenho pavor, nojo e tudo o que possam imaginar... um rato! Como era possível! Todos os dias chegava a casa sempre desconfiada, não fosse ele roer a porta  da cozinha (que passou a estar fechada!) e estar todo refastelado a ver TV e a beber uma cervejola!! A sério!!!!
Todos os dias sempre de coração nas mãos. O grande caçador foi mesmo o homem lá de casa. Mas o rato só se deixou apanhar no final dessa semana, portanto a minha angústia, desconfiança, mal estar em casa durou ainda umas valentes horas/dias, para infelicidade minha!!!

Depois de ter sido capturado, era necessário desinfetar toda a cozinha! Por mais que tentasse, com ou sem luvas, com desinfetante que cheguei a borrifar toda a bancada, não consegui por o pano... Só de imaginar que aquele bicho nojento tinha passado por ali, tinha estado em cima das minhas coisas, a cheirá-las, a tocá-las e, quem sabe, a fazer xixi nelas, o meu coração e a minha repugnância aumentava... Não consegui, mesmo depois de algumas tentativas!... Lá se chegou à frente o valente, pois se ele os acha assim tão lindos e fofinhos, pois então que limpe a cozinha para nós humanos vivermos em harmonia... de preferência sem morganhos, ratos, ratinhos, hamsters, e tudo o que for parecido com esses bichos... É mesmo fobia! :(

Os únicos que são permitidos lá em casa é a Minnie e o Mickey... E já chega!
Vá o Ratatouille também pode ser, mas apenas e só se cozinhar lá em casa!... 



terça-feira, 21 de novembro de 2017

S. Martinho em grande!

No S. Martinho lá na escola da minha M. a festa foi em grande! Foram castanhas para contar, foram castanhas para comer, foram histórias de castanhas para contar, foram peças teatrais e lá vinha ela tão feliz, tão sorridente para casa com as suas obras de arte...

O ouriço block block
Na cabeça ele caiu
Com um tamanho trambulhão
Uma castanha saiu.

Obrigada à escola da minha M. por todo o trabalho que tem sido realizado com aqueles meninos...







segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Desafio 52 semanas #47: Quando estou apaixonada eu...

Ora aqui está um tema super interessante para escrever... O desafio desta semana é dizer o que faço quando estou apaixonada... Ah e como eu gosto de estar apaixonada! E assumo que normalmente estou apaixonada. Serei uma eterna apaixonada pela vida (mesmo que nem sempre seja boa para mim!), pela minha filha, pela minha família... Mas claro que o desafio está a falar de estar apaixonada por alguém, embora também se aplique às restantes...

Então aqui vai... quando estou apaixonada...

- Rio à toa.
Quer dizer, isso comigo já é suspeito porque estou quase sempre a rir, mas quando estou apaixonada parece que acordo a sorrir e adormeço a sorrir e ando a passear um sorriso parvo durante o dia inteiro.

- Para todo o lado que eu vá, toda a música que eu oiço me faz lembrar da pessoa.
É verdade! E é impressionante como tudo me faz lembrar, desde às vezes uma palavrinha qualquer num anúncio sem tarelo nenhum. E as letras das músicas?! Parece que todas (vá, quase todas!) foram escritas por mim.

- Só penso em estar com a pessoa e que ela participe da minha vida.
Ando sempre a encontrar todas as formas de poder estar com aquela pessoa e dá-me imenso gozo quando ela também se interessa pelas minhas coisas e se preocupa comigo.

- Adoro surpreender!
Ando sempre a tentar surpreender a pessoa de todas as maneiras para que ela realmente sinta que me está a fazer bem, que gosto dela, que é importante e especial para mim.

- Adoro sentir aquelas borboletas na barriga. 
Até acho que são elas que nos mantém o sorriso e a boa disposição mesmo quando a vida teima em nos deixar em baixo...


É, sou um bocadinho totó quando me apaixono, mas até acho que estar apaixonada é mesmo o que me mantém viva e de sorriso no olhar! ;)