sábado, 5 de novembro de 2016

mIRC... onde isso já vai...

Nunca fui muito de marcar encontros com ninguém que tivesse conhecido online, mas confesso que já aconteceu... Algumas vezes fiquei satisfeita, outras nem tanto (mais valia ter ficado quietinha!)... De todos os "amigos" que conheci online, esta foi a história mais gira que me tivesse acontecido...

Tinha um trabalho da universidade para fazer e, como na altura, os computadores e net eram coisas que não existiam em todas as casas, a minha colega de quarto da altura disponibilizou-se para eu ir para a sala de informática da universidade dela (Instituto Superior de Agronomia), que ficava a 3 passos da nossa casa. Ela, muito prestativa, foi comigo e ficou comigo a noite toda, enquanto fiz o trabalho. Já estava à horas naquilo quando decidi aceder ao mIRC por um bocadinho para desanuviar. Para quem não sabe, mIRC era simplesmente uma sala de chat, onde falávamos com outras pessoas online. A dada altura vem uma pessoa falar comigo, com um nick que agora não me recordo e as conversas começavam todas mais ou menos assim:
- Olá.
- Olá! Dd teclas?
Ele responde que estava na Universidade de Arquitetura que, por acaso, é mesmo ao lado da Universidade onde eu estava. Achei gira a coincidência. Depois ele disse-me que não era de Lisboa e eu respondi que também não era. Disse-me que era dos Açores (nesse momento tinha já virado meu amigo!), de S. Miguel e da Fajã de Baixo. As nossas conversas era tipo:
- Sou dos Açores.
- Eu também. De qual ilha?
- S. Miguel. E tu?
- Eu também. De que zona?
- Da Fajã de Baixo. E tu?
- Eu também.
(...)

Resumindo... nessa mesma noite viemos a descobrir que além de todas as coincidências acima, as nossas mães eram professoras e conheciam-se desde os tempos do curso... É mais que natural que a nossa amizade tivesse surgido nesse dia e perdura até hoje. Ainda saímos juntos algumas vezes em Lisboa e cá também. Foi giro conhecê-lo! Tornou-se um dos meus melhores amigos na altura. Hoje apesar de não nos vermos tantas vezes como gostaria (e ele mora mesmo aqui ao lado!), lembro-me muitas vezes do meu amigo do mIRC que de virtual passou a real e é para mim um enorme prazer mantê-lo assim.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

É tão fácil fazê-la feliz...

Há tempos que a minha M. estava a pedir-me a máscara do sumo, mas eu (completamente naba no assunto) não sabia do que ela estava a falar... Até que, estando ao lado dela a ver o canal Panda, aparece o anúncio publicitário do sumo "Bongo"... Não costumo ter sumos em casa, para ela não correr o risco de os beber, mas aos domingos, às vezes, acontece arranjar-lhe um assim tipo "brinde" (ou o "amigo" dela do café em baixo de casa lhe oferece!)... Vai daí e como ela queria muito aquele "da máscara", num dos dias que fui às compras vi o Bongo e comprei. Não tem gás e nem é assim muito doce, vá... Em casa está escondido, se não ela quer bebê-los todos todos os dias. Então, quando lhe mostrei o sumo (em dia de semana... ok, abri uma exceção!), ficou imensamente feliz e eu feliz fiquei por vê-la feliz!
Enquanto ela estava a beber pedia-me a máscara... não sabia onde raio ia buscá-la... ainda não tinha chegado à tão esperada resolução... Até que, depois dela beber tudo vi lá uns desenhos tipo picotado. A máscara era o próprio pacote de sumo que tinha de ser cortado. E lá iniciei a obra de trabalhos manuais. O resultado foi este e deu azo para algumas brincadeiras entre nós...

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Tenho colegas muito fofinhas...

A propósito do Halloween, dos "trick or treats", do Pão por Deus... um dia de trabalho normal e aparece-me uma colega a distribuir docinhos por todos... É ou não é fofinha?!

(Claro que quem ficou a lucrar mais foi a minha M.)

Na nossa sala lá de vez em quando aparecem coisinhas destas: é uma que traz milho cozido, outra traz bolachinhas, outra bolos, outra docinhos, nos dias de calor fazemos "vaquinhas" e vamos comprar gelados para todos... É tão bom trabalhar com gente assim... para a minha "dieta" que está em stand-by é que não é nada, nada, nada bom!... Enfim...

Tenho clientes muito organizadinhas! :)

Há pouco tempo a Tupperware fez uma promoção espetacular!
Eram 7 tupperwares de vários tamanhos próprios para a despensa, por apenas 48,65€... Vai daí algumas das minhas clientes, que são umas fofinhas, acederam ao meu pedido de tirar uma foto do "antes" e do "depois" (algumas não tiraram o de "antes", tal era o entusiasmo por acertar tudo!).....

Estou verdadeiramente arrependida por não ter mandado vir mais um conjunto...

Vejam lá os milagres que a Tupperware faz numa casa.... neste caso numa despensa...









quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Really?!

Eis que pensava eu que estava a terminar o "martírio" dos 2 anos da minha filha quando leio este artigo e, apesar de já ter ouvido falar que "to be continued...", agora fiquei mesmo com a certeza... Ahhh Vera aguenta, Vera!
Bom, não sei se devo ficar feliz ou não, mas eu ao ler as "10 razões porque os 3 anos de idade são "piores" que os 2", já consegui ir reconhecendo alguns sintomas na minha M. ainda durante esta fase dos 2 anos. Será ela prematura também nisto?! Pelo menos, já vou à frente neste capítulo... pode é ter uma duração maior... 

Ora reparem:
Aos 2 anos as crianças choram.
Aos 3 fazem birras tão grandes que parecem possuídos.
- Digo eu... Mais ainda?!

Aos 2 anos as crianças comem tudo o que lhes dermos e ainda comem do chão se for preciso.
Aos 3 anos só gostam de 2 alimentos e um deles é queijo.
- A minha M. come tudo até à data. Queijo adora. Bom... devo assumir que este fator poderá piorar?!

Aos 2 anos o banho é um evento de 10 minutos e o resultado é uma criança limpa.
Aos 3 os banhos levam mais de 20 minutos e o resultado é a mãe encharcada, a casa de banho inundada e 16 toalhas usadas.
- Na verdade, a minha M. desde cedo que gosta de tomar banho e quer ficar lá o máximo tempo possível... Quanto à inundação, God, não acredito que irá piorar!

Aos 2 anos as crianças usam fraldas.
Aos 3 o nosso mundo gira à volta das bexigas e intestinos deles.
- Creio que já passei essa fase, visto que já não usa fraldas de dia... A não ser que seja no próximo verão quando decidir retirar a fralda da noite...

Aos 2 anos as crianças distraem-se com uma caixa de pastilhas elásticas na mercearia.
Aos 3 querem escolher as frutas e legumes que vamos comprar.
- Hoje em dia, a minha M. já quer escolher as frutas, os legumes, as carnes, o pão, as bolachas,... e ainda, se estiver distraída chego ao caixa com mais compras do que aquelas que escolhi, porque a princesa também tira das prateleiras e põe no carrinho...

Aos 2 anos escolhemos a roupa e vestimo-los. Ficam queridos que fartam.
Aos 3 as crianças em vestir-se sozinhos e querem sair de casa com outfits indescritíveis.
- Infelizmente, tal já acontece e quando ela está com a neura para algum artigo é bem difícil de fazê-la mudar de ideias...

Aos 2 anos as crianças não gostam de se sujar.
Aos 3 a sujidade cresce com eles.
- Bom...esta eu dispensava completamente. Mesmoooooo.

Aos 2 anos podemos ajudá-los com as suas tarefas, poupando milhares de biliões de minutos na nossa vida.
Aos 2 querem fazer tudo sozinhos e demoram uma E-TER-NI-DA-DE!
- Aí que isso tem tirado anos de vida aqui a esta Vera que tem a maior paciência do mundo. A minha M. já chegou a esta fase há muito tempo, quer fazer tudo sozinha, não quer que a ajudem e nem que lhe ensinem porque "ela sabe" e leva mesmo uma E-TER-NI-DA-DE!!!!

Aos 2 anos a manipulação é a última coisa nas suas mentes.
Aos 3 anos eles fazem de nós gato-sapato. E sabem-no!
- Ahhhhh que já vou notando qualquer coisa nela sobre isto também.........

Bom...resumindo... estou feita ao bife!...

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Começa a contagem decrescente...

Hoje é o primeiro dia do mês de Novembro e já começo a vibrar com o Natal. Esta época de espera pelo Natal é para mim muito vivida e faz-me ter novamente 6 anos durante muitas partes do meu dia, principalmente mos momentos em que estou com a minha M., porque quero que ela tenha grandiosas memórias dos seus Natais de infância... quero que ela vibre como eu com o Natal, com as luzes, com a árvore de Natal, coma  ideia que o Pai Natal virá....
Gosto muito do Natal, sempre gostei... tenho recordações lindíssimas desta época do ano na minha infância, adolescência, e juventude... A magia que o Natal me transmite todos os anos é uma das coisas que mais me deixa alegre no ano... Natal para mim é família, é amor, é paz, é alegria, é união, é entrega, é sorrisos... 
Além disso, ficar em casa ao serão, enrolada no cobertor com a família, de cházinho na mão, apenas a admirar as luzes a piscar na árvore de natal... não há nada que pague... Esta é, para mim, a melhor parte do Inverno...

*** Depois do mar, do sol e do verão, esta é a época do ano de que mais gosto...



Hoje sinto-os mais perto de mim...

Hoje é feriado. É o dia de Todos-Os-Santos.

É o dia que me lembro da minha infância e de ir pedir o Pão-Por-Deus pelas casas vizinhas da freguesia... Juntáva-me com alguns amigos e íamos batendo às portas a cantarolar isto:
"Pão-por-Deus
Queira Deus
Seja tudo pelo amor de Deus
A esmola que Deus fez."
E lá nos abriam a porta e nos davam doces, bolachinhas, biscoitos, pão e quem não tinha nada disso dava-nos troquinhos (e às vezes notas!). E lá íamos nós todos contentes para a próxima casa...

É também o dia que se visitam aqueles que já partiram deste mundo... E já partiram tantas pessoas minhas queridas... Sei que, se não for eu a morrer entretanto, vou continuar a somar pessoas queridas ao grupo de pessoas de quem sinto saudade e que sei que não voltarei a abraçar, pelo menos enquanto cá estiver... E é aqui que o meu pensamento dá a volta ao mundo (e aos planetas vizinhos!)... A única certeza que temos mal nascemos é que um dia vamos morrer, não há volta a dar.... De todas as coisas que dei à minha filha, esta era aquela que não queria dar, essa certeza, essa triste certeza que a fará chorar, que a fará triste, que a fará sentir-se sozinha, que a fará também passar pelo mesmo...

Bom, na verdade, neste dia gostaria de  poder visitar todas aquelas pessoas que partiram, mas seria uma maratona gigantesca, pois os cemitérios que teria de visitar estão espalhados por quase toda a ilha... por isso, na impossibilidade de fazê-lo, penso neles de forma mais intensa, este ano, especialmente, penso na minha avó, que partiu muito recentemente... E, sempre que penso nela sinto uma saudade enorme... Eu sabia que ia sentir saudades dela, mas não sabia que sentiria tantas... O que mais adorava nela era o seu sorriso e a forma como ria desalmadamente até as lágrimas lhe caírem... Nos últimos dias isso só acontecia quando a minha M. a visitava...

Avó, onde quer que estejas, recebe um beijo nosso...

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Este blog vai sofrer uma alteração...

Por motivos pessoais, familiares e profissionais, a partir do dia 1 de novembro, vamos passar a ter apenas um post diário, tal como acontece nos feriados e fins-de-semana. Pelo menos durante um tempo... Com isto não quero dizer que não haverão dias com 2 ou mais posts, mas a verdade é que é muito complicado gerir 2 posts por dia todos os dias sem falta, além de gerir a minha condição de mãe, esposa, mulher, dona de casa, profissional, filha, irmã, sobrinha, afilhada, neta, prima, amiga, colega, conhecida, e todas as outras facetas que tenho no meu dia-a-dia... 
Então, decidi assumir um post diário que sairá pela manhã e que será partilhado na página do "O Mundo de Vera" no facebook uma, duas, três vezes, e sempre que eu achar necessário e também na minha própria página do meu perfil, caso necessário...

Para aqueles que têm facebook e ainda não fizeram gosto na página "O Mundo de Vera", segue aqui o link https://www.facebook.com/omundodevera2016/?ref=aymt_homepage_panel para poderem seguir sempre que publico alguma coisa...

Chegou o momento de dizer: 
"Se alguém tiver alguma coisa a dizer contra esta minha decisão, apresente os seus argumentos, ou cale-se para sempre!" :)

Espero que compreendam...


Hoje é a noite de Halloween...

Nunca liguei muito a esta noite, até porque para mim não faz grande sentido... é apenas mais um motivo para juntarmos os amigos mais próximos à volta da mesa com comidas decoradas de forma "assustadora"... Bom, na verdade, já não há nada disso cá em casa...! Hoje é diferente!...
Embora pudesse continuar a organizar jantares todos xpto, o espaço onde vivemos é demasiado pequeno para podermos conciliar tudo (pode ser que na futura casa que um dia estará pronta...espero... isso volte a acontecer!)... Além disso, existe uma pequenina "abobrinha" na minha vida que condiciona as noitadas e festanças! Então opto por apenas ir fazer o "Treat or trick" com ela vestidinha mais ou menos alusiva ao dia (nunca compro trajes para este dia!) às casas próximas da família... Ela diverte-se em ter algum adereço diferente no seu outfit e também a receber docinhos e dinheirinhos... Pronto, fica feita a festa do Halloween!...




Conheçam o meu melhor amigo de infância...

Sempre fui uma menina que tinha amigAs e amigOs meninOs. Aliás, acho que a maioria das vezes dava-me melhor com os meninos do que com as meninas. Era uma "Maria Rapaz" a maior parte das vezes! Era das poucas meninas que gostava de ir jogar à bola no campo de futebol da escola primária. Ficava super feliz quando via que eles queriam que eu fosse da equipa deles. Achava eu que sabia jogar futebol... Afinal, descobri mais tarde que era para evitarem as caneladas que eu dava... Bom... Passemos à frente...
Um deles era o meu melhor amigo, depois do meu irmão. Ele compreendia-me perfeitamente. Tinha um dom de me fazer rir como ninguém. Lembro-me que, no autocarro, depois da escola, houve uma viagem Vila de Nordeste - Santo António Nordestinho que foi feita sempre a rir (e quando digo sempre, é sempre mesmo!). Ele só dizia asneiras e eu que tenho um sorriso difícil de tirar cá para fora (NOT!) já não sabia onde me enfiar de tanto rir... doía-me tudo já! Já nem me lembro qual era o motivo de tanta risota, mas sempre que me lembro disso, rio-me com saudade...
Ele fez parte de algumas das minhas aventuras de infância. Foi uma das crianças que me lembro que caiu na "piscina" que os meus avós tinham à frente de casa, e foi para casa com um fato de treino meu vestido. Era habitual as crianças caírem naquela piscina (que era mais um aquário maior que o habitual!), porque começávamos a brincar à volta dela e eles acabavam por cair lá dentro...
Nos primeiros anos em que estava em Lisboa, havia uma altura que ele ia jogar com outras equipas lá e sempre que ia ligava-me e nós estávamos juntos. Íamos aos pastéis de Belém comer alguns, tirar umas fotografias e por a conversa em dia. Quando vinha de férias havia sempre um dia que nos encontrávamos para pormos a conversa em dia. Falávamos muito um com o outro. Ele ensinava-me a mentalidade e a forma de agir masculina que eu não conhecia e eu ensinava-lhe o a parte feminina. Ele tinha sempre piada! E ainda hoje há sítios que me fazem lembrar dele. Uma das vezes fomos dar um passeio de carro lá pelo Nordeste e passamos numa das ruas entre as ribeiras. Havia lá um muro branco que estava escrito com spray "Parabéns Liliana" e ele diz "Essa Liliana está sempre a fazer anos, pois todas as vezes que passo aqui diz "Parabéns Liliana"..."... Sempre que passo lá lembro-me desse dia, do que ele disse, lembro-me dele e lembro-me de mim...
Era uma amizade de irmãos quase. Vá, de primos que se dão mesmo bem. Por ele sempre senti um carinho equivalente a isso. Quis a vida que nos afastássemos (ou uma namorada esquisita que ele teve que não compreendia a nossa relação!), mas o carinho ficou.
Hoje não nos vemos quase nunca, apesar de morarmos relativamente perto. Aliás as últimas 2 vezes que nos vimos foram em fatalidades (velórios) que preferia que não tivessem acontecido... Mas sei que ele está bem, que tem uma família linda com uma mulher que o faz feliz e que compreende que não sou uma ameaça (pelo contrário... para mim, também ela entrou no "Barco" da nossa amizade!), que estamos em contacto mental e que a nossa amizade não mudou, que se mantém intacta e que ó nos desejamos tudo de bom que a vida tem para dar...

Sempre me lembro de uma conversa que ele dizia: "O meu pai abre a porta de Outubro e eu fecho!". Hoje ele faz anos a fechar o mês de Outubro. Hoje ele é o "bebé bruxinho" do dia, visto que é noite de Halloween. Hoje queria poder dar-lhe um abraço de "Parabéns por mais um ano de vida! Aproveita cada segundo dela!" (já que os últimos dois foram de "Podes chorar no meu ombro, estou aqui!"). Um beijinho meu querido amigo de infância!... Sê feliz hoje e sempre! Estou aqui para festejar as tuas vitórias e abraçar-te nas derrotas (que espero que sejam nulas!)... :)


domingo, 30 de outubro de 2016

Molotof em 1 minuto e meio...

A semana passada não houve receita porque foi dia de aniversário, mas hoje não falha e, aqui vai uma do mais simples que há!... Não é uma receita muito calórica (dependendo da quantidade de açúcar que se ponha!), por isso de todas as sobremesas que faço, é das mais "light"... Serve para os desconsolos incontroláveis...

Molotof no MicroArroz:
- 6 claras em castelo
- 6 colheres de açúcar (eu reduzo sempre o açúcar, mas aqui deixo a receita como ela é!)
- Caramelo (daqueles frasquinhos de caramelo líquido)

Como fazer?!
- Besunta-se o MicroArroz com o caramelo;
- bate-se as claras em castelo (pode ser no SpeedyChef);
- quando estiver quase no ponto, adicionar o açúcar e mexer e depois adicionar um pouco de caramelo e mexer;
- despejar o conteúdo no MicroArroz e colocá-lo no Microondas durante 1 minuto e meio (na potência máxima e 650W!)


Para quem estiver interessado em adquirir algum dos produtos Tupperware, aqui ficam os preços que se encontram em vigor:
MicroArroz 3l - 29,50€ (poderá haver algum de 2l em stock pelo preço de 24,50€)
SpeedyChef - 46,20€
Rapa-tudo - 14,50€


sábado, 29 de outubro de 2016

Sou a mais chata de todas, diz ele...

Achei imensa piada a este artigo aqui...

As esposas são muitas vezes apelidadas pelos seus próprios maridos de chatas, de "pain in the ass", de "mar bravo", de controladoras, de serem quase como o FBI, de andarem sempre em cima, de ter sido a pior asneira da vida deles, de não desistirem de dar ordens, tipo "não faças isso, come isto, atenção àquilo",... Eu, pelo menos sou acusada de algumas coisas que se encontram em cima... Mas sabem?! Já me importei mais! É como o outro diz "eles falam, falam, falam e não dizem nada (de jeito!)". 
No fundo, falo por mim e acho que por todas as "chatas" do universo (digam-me vocês!), acho que nós só fazemos isso, só somos assim, porque nos importamos verdadeiramente com eles. Se não me importasse com ele, tanto me fazia se ele comia ou não, se estava com a blusa amarrotada ou não, se andava com péssimas companhias ou não, se bebia ou não, se chegava tarde ou não,... era igual ao litro... Mas não! Eu sou chata sim e esquisita também e, enquanto eu for assim para ele, existe a certeza que me preocupo com ele e que ele me diz algo... Se um dia eu for a "boa esposa que não chateia nada e que é super fixe acima das mulheres dos amigos dele" aí sim será um verdadeiro problema...

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Juro que tentei!...

Com a história dos palhaços aí à solta (leia aqui), fiquei com algum receio de ir correr à noite pela cidade de Ponta Delgada, mesmo tendo oportunidade para tal (e até ao Halloween será assim!). Não quis correr o risco de encontrar um gajo imbecil e cobarde, escondido atrás de uma máscara de palhaço a assustar-me em plena cidade... então não corri à noite, mas tentei fazê-lo depois do trabalho, junto com a minha filha. Então a coisa correu mais ou menos assim...

Depois do trabalho, fui buscá-la à casa dos meus pais, levei-a para a nossa casa para me equipar, princesas para o carro e ala Parque da Cidade. Meti-a dentro do carrinho de passeio vermelho (só porque é o mais levinho de transportar) com um casaquinho, porque naquele dia estava um pouco de vento e lá fomos nós rumo à corrida do ano... Comecei a correr os primeiros 2 minutos a que me propus (depois de tanto tempo parada já deu para ficar com a língua de fora!) e chego à conclusão que é mesmo desconfortável correr ao mesmo tempo que se empurra o carrinho, pois o risco de tropeçar nele é grande e por isso tinha de dar uma maior margem de distância entre os meus pés e o próprio carrinho e isto fazia com que ficasse ligeiramente inclinada para a frente, da cintura para cima... Ainda fiz umas 3 vezes mais outros 2 minutos, alternando com a caminhada, mas não consegui mais... Quando parava de correr, já de língua de fora e quase sem respirar, a minha M. dizia "Corre mãe!"... Não vale a pena dizer que nem fôlego para lhe responder eu tinha nos primeiros segundos... mas incentivo tive! :) Passado um bocadinho, ela já queria sair do carrinho, ser ela a empurrar, e pronto... nada de mais corrida para ninguém...! 

O melhor que fiz foi mesmo aproveitar para brincar com ela e aproveitar o resto do tempo que estivemos no parque... Fossem todas as corridas tão divertidas como esta... :)

Estacionar no "meu" parque de estacionamento...

O parque de estacionamento do condomínio onde estou a viver é privado. No entanto, por ser muito perto da Universidade, há muitas pessoas que arriscam estacionar lá, mesmo tendo uma cancela que nem sempre está fechada. Existem lugares de estacionamento sem dono. São aqueles que as pessoas de fora (amigos dos condóminos ou até clientes quer da Lanchonete da Cidade, da Hora da Esthetika, quer do Stand da Honda) podem estacionar. São os lugares que não têm letras. A verdade é que as letras escritas no chão já estão um bocadinho gastas pelo tempo, o que dificulta o estacionamento para quem não é de lá...
Por várias vezes, ao chegar a casa, existiam carros estacionados no lugar respeitante ao apartamento onde vivo, mas não fiz grande alarido. Quando isso acontece, apenas deixo um bilhete no vidro do carro estacionado no "meu" lugar a informar que aquele lugar é privado para não voltar a estacionar ali. Pego no meu carro e estaciono num dos lugares sem letras...
Quando a minha M. era bebé, estacionei durante algum tempo junto à entrada para o apartamento, para evitar que ela apanhasse chuva e frio (o lugar do meu estacionamento é relativamente distante da entrada!). Comecei a estacionar lá porque reparei a dada altura que nenhum carro estacionava ali... Até que chegou o dia em que me deixaram um bilhete arrogante a dizer que na próxima vez que estacionasse ali, chamariam a polícia e o reboque e o diabo a 4... Enfim... reduzi-me à minha insignificância e passei a estacionar lá no "meu" lugar...
Tenho lá um vizinho que não deixa passar nada, por exemplo! Se ele chega e está algum carro estacionado no seu lugar, ele fica atrás do carro a buzinar repetidamente até o dono do carro aparecer e tirar o carro de lá... Ou o gajo é louco ou quer colocar toda a vizinhança louca! Ainda bem que a minha janela não dá para o parque nesses momentos.
Outro dia uma amiga minha visitou-me e alertei-a para estacionar nos lugares que não existissem letras. Ela não viu as letras de um deles e estacionou. Quando chegamos ao local, o dono daquele lugar de estacionamento tinha barrado a saída dela, barrando também a passagem de outros carros e deixou um bilhete a dizer "Este lugar é privado, agora só sai daqui quando eu sair de casa!"... Bom, na verdade a minha amiga não devia ter estacionado ali, está certo. Mas também isso não dava o direito do dono do lugar de estacionamento barrar a saída do carro da minha amiga e também a saída de todos os outros carros que quisessem passar ali, pois é uma das passagens possíveis....
Acho que nessas situações tem de haver, em primeiro lugar, respeito pelo próximo, mas o bom senso também não devia ficar atrás... Eu pequei, corrigi o meu erro. Já pecaram comigo várias vezes e julgo que, ao tentar corrigir os meus "inquilinos", não fui arrogante. A arrogância não nos leva a lado nenhum e acho que só nos "mancha" a imagem, neste caso, perante os vizinhos...

Atenção amigos que queiram visitar-me: estacionem apenas nos lugares sem letras (mesmoooo!)...

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Mais uma vez na Lomba da Maia...

No passado domingo, 23 de outubro, fui novamente dormir à Lomba da Maia, em casa da minha avó materna junto com a minha M., pois era a vez da minha mãe lá ficar a tomar conta da minha avó... Desta vez teve uma particularidade muito interessante que já não me acontecia há algum tempo... Estava um frio tremendo (fiquem descansados que eu fui preparada para o "gelo"!) e a luz foi-se embora enquanto eu jantava!!! UAU!!! Há quanto tempo não vos acontece a luz ir-se embora?! Para quem vive na cidade este é um cenário pouco usual, se não mesmo apenas pontual, mas para quem vive na Lomba da Maia, Nordeste, Povoação (soube que também foi embora a luz nesses sítios!) é ainda muito comum... Foi a primeira vez que a minha M. viu a luz ir-se embora! Fez-me lembrar da minha infância, lá no Nordeste, emq ue a luz ia embora com tanta frequência... Os meus avós tinham, inicialmente, candeeiros a petróleo que davam aquele cheirinho característico. Lembro-me de, embora poucas vezes, ainda fazer os trabalhos de casa com aquela pouca luz. Depois arranjaram um candeeeiro enorme com uma botija de gás azul que já dava mais luz. Mas os candeeiros lá permaneceram durante muito tempo para poder servir para várias divisões da casa...

Nessa noite estava muito vento mesmo! Decorria um aviso vermelho para a ondulação do mar nessa noite e dia seguinte... Lembro-me que fui deitar-me com a M. e o vento soprava bem forte e choveu toda a noite... Fazia barulho que metia medo. Tive de relativizar para não colocar medo à minha filha, pois ela já estava a dizer que queria que o vento fosse embora... Novamente, enquanto aconchegava a minha pequenina, a mente levou-me para a minha infância quando os ventos do Nordeste sopravam bem forte... Lembro-me que haviam vezes que a televisão ia à vida... Lembro-me do meu pai ou o meu avô irem lá para fora, debaixo de chuva e vento, em noite escura, mexer na antena da televisão, porque o vento tinha mexido com ela e a televisão tinha deixado de dar. Enquanto um mexia na antena, estávamos nós cá dentro de casa, aos gritos (para se ouvir lá fora) a dizer "tá bom... não assim não... roda mais"... entre outros códigos ventosos possíveis!

Lá quando Deus quis adormecemos (com mais um cobertor na cama que fui "desencafuar" lá no armário perto do nosso quarto!)... Ela adormeceu, porque aqui a "je" acordou pouco a pouco, tal era o barulho que já não estava habituada... Amanheceu e deu-me a vontade toda de dormir... Mas lá teve de ser, levantar o rabinho da cama para preparar-me (devo dizer que custa tantoooooo levantar cedo, trocar de roupa quando está mesmo muito frio.... e olharmos para a cama e vermos o nosso anjinho ali quentinho e enroladinho a dormir, como bem merece...! Afinal esta é um dos motivos que me leva a dormir na Lomba da Maia "não ter de acordá-la tão cedo em dias de mau tempo!") e fazer a viagem debaixo de chuva, vento e "luz que fusco" quem nem é de dia nem é de noite, mesmo como eu gosto (pode ler aqui)!!!....

A viagem foi chata e demorada, como já vem sendo habitual... Mas já estou a entrar no ritmo...

As nossas brincadeiras...

Todos os dias tento ter pelo menos 1h de brincadeira com a minha filha. Brincar ao que ela quiser, com o que quiser. Porque não é só por filhos no mundo, é preciso estar, brincar e sorrir com eles. Eu pelo menos acredito piamente nisso...
Às vezes vamos ao parque infantil (quando o tempo o permite e quando há disponibilidade para tal, ou no dia que o avô A., que é quem normalmente vai com ela, não consegue ir). Confesso que ainda não fui desde que terminou o verão. Outras vezes pegamos no seu avião, ou no carrinho dos bebés e vamos para o parque de estacionamento do condomínio e ela fica para lá a andar de um lado para o outro. Outras vezes, simplesmente não saímos de casa e brincamos ao que ela quer... Este foi um desses dias, em que não saímos de casa... Enquanto a bimby e o forno faziam a comida e a máquina de lavar lavava a roupa, estava eu com ela lá na sala, na brincadeira... Ao som do canal Panda e de muitos sorrisos nossos ela decidiu que seria o dia de me "vestir" de Minnie. 

Foi um momento verdadeiramente engraçado...

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Preciso vir aqui... com urgência!

No passado domingo foi inaugurado um novo trilho em S. Miguel: o da Ribeira dos Caldeirões... Esta zona fica, nada mais nada menos que, no meu concelho de infância (tudo o que vem de lá é bom!) e é das zonas que mais gosto de visitar e que me faz sentir ligada à natureza de uma forma muito particular. O som predominante é o barulho de água a cair, numa cascata... A temperatura junto à cascata é mais fresca... Mas o sítio é lindo, paradisíaco, magnífico. Em Dezembro costumam montar lá um presépio e fica lindíssimo!... 
Além de um bar, existe também uma casinha que se pode alugar para descansar uns dias... e dormir lá deve ser qualquer coisa do outro mundo...
Não costumo lá ir muitas vezes, principalmente agora que as scuts vieram abreviar o caminho até à vila do Nordeste (onde os meus pais têm apartamento), mas distanciar das freguesias sem saídas para as scuts... mas quando vou sinto-me bem e em paz... Tenho de lá ir! Preciso!...
Não fui ao trilho e desconheço aonde começa e termina, mas é um dos que estão na minha lista dos desejos. É este e o do Poço Azul, na Achadinha.

Deixo aqui umas imagens do local só para vos deliciar a vista!...

A minha queda de cabelo do pós-parto

Depois de, sensivelmente, 3 meses da minha M. ter nascido, o meu cabelo começou a cair drasticamente... Mesmoooooo... Eu que nunca fui "boa de cabelo", vê-lo a cair vertiginosamente foi um martírio. Sabia que isto acontecia. Já me tinha soado pelas conversas das minhas amigas mães, mas eu podia ser uma exceção à regra... Não fui! Nunca pensei era que fosse tanto... tanto tanto que comecei a ter mesmo medo de ficar careca, ou pelo menos quase... Só tinha a certeza de uma coisa: não queria cortar o cabelo curto por causa disso. Não queria ser como algumas mães que conheço que depois do bebé nascer cortam o cabelo curto. Eu não queria! Para quem não sabe eu detesto cortar o meu cabelo curto. Só o cortei curto uma vez quando tinha 10 anos (obrigada pela minha mãe, que na altura ainda decidia os meus cortes!) e eu jurei para nunca mais... Claro está que foi nessa altura que proibi a minha mãe de decidir que corte devia fazer...

Olhem eu tão linda de cabelo curto, à laia de marinheira!


Bom, voltando à queda de cabelo...
Tinha a M. 3 meses quando o cabelo de nascença dela começou a cair em algumas zonas e o meu caiu juntamente com o dela. O dela parou de cair e o meu continuava a cair... Fui cortar um pouco o cabelo (mas não curto!) e não resultou!!! Estava já a entrar em pânico quando decidi ir ao dermatologista. Lá consegui uma consulta que não fosse daquele dia a 1 ano... É sempre um problema marcar consultas em dermatologistas cá na ilha... (um bom tema a abordar no blog!)
Fui à consulta e aproveitei para fazer um check up. O "já agora" também serve para estas coisas! Graças a Deus estava tudo bem com a minha pele e com os meus sinais... Aproveitei também que estava com a M. para ela ver uma manchinha que ela tinha na pele na zona da testa e olho (normal em recém-nascidos). Já não me recordo do nome da pomada que me receitou para a M., mas para mim levei com Ecophan, visto que era o único que não interferia com a amamentação. 
Todas as manhãs tinha que beber um copo de água com uma (ou duas, já não me recordo) colheres de pó Ecophan que cheirava mal que mete medo e sabia muito pior do que eu pensava e do que me tinham dito "ah e tal sabe a sumo de frutos tropicais"... Sumo de frutos tropicais gosto eu e muito... nem sei descrever bem aquilo, mas que era horroroso lá isso era. Mas lá tomei eu aquilo durante algum tempo, até que passado uns poucos meses de Ecophan, comecei a ver cabelinhos novos na minha cabeça e foi um enorme alívio... Ah e o cabelo deixou também de me cair como louco, graças a Deus.
Paralelamente ao Ecophan, também comia muita gelatina: dizem que fortalece as unhas e o cabelo! :)


(Aqui depois do corte de cabelo que fiz para ver se ganhava força: pouco cabelo da mãe e da filha!)


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Palhaços de um raio!

Existem uns palhaços assassínos nos EUA que assustam (e ferem!) pessoas com catanas na mão, motoserras elétricas e afins... A moda atravessou o Oceano Atlântico e chegou a Portugal!!! 
Não há modas boas, não?!
Parece que agora também em Portugal (incluindo aqui esta "pacata" ilha!!!!) existem uns caramelos que se vestem de palhaços e anda para aí a assustar as pessoas. Ora bem... presumo que esses palhaços (que não têm outro nome!) não têm mais nada que fazer na sua triste e mnonótona vida para agora estarem aí nas ruas de Ponta Delgada a assustar as pessoas. Já ouvi, inclusive, que até ao Halloween, os fatos de palhaços estão proibidos de serem vendidos. Verdade?! Mentira?! Não sei ainda... O que é facto é que não gosto mesmo nada da ideia de ter que enfrentar um palhaço na minha frente?! E se eu estiver a correr?! E se já me faltarem forças para correr ainda mais?! Chamem-lhe desculpa esfarrapada, mas até ao Halloween, sozinha na rua depois de escurecer, no way...

Leia mais aqui.
(Fotografia tirada de um perfil do Facebook com esta descrição: Um carro de palhaços tentou agredir um homem aqui na zona do paim! São pessoas que deviam de ter maturidade suficiente para saber que já basta acontecer isso nos Estados Unidos e fazem a questão de fazer cá.(...))

Vocês são mesmo muito Palhaços pá!

Não consigo achar piada a isto:


Seja um "anjinho" este Natal!

Foi na semana passada que tomei conhecimento deste projeto e achei muito giro. Agora que se aproxima o Natal, existem muitos pedidos de ajuda a famílias carenciadas e este é apenas mais um, mas é diferente dos habituais, pois aqueles que adotarem um "Anjinho de Natal" vão funcionar como um verdadeiro Pai Natal para as crianças que lhe forem "entregues".

A coisa é muito simples. É só preencher este formulário aqui e voilá, passa a ser mais um "anjinho" que fará o milagre acontecer neste próximo Natal. Depois de se inscreverem, vão receber um número e o que devem oferecer ao vosso anjinho neste Natal. Depois é só enviar seguindo as instruções aqui. Na noite de Natal, o presente que enviou, será aberto pelas mãozinhas pequeninas que lhe estenderam a mão e, com certeza que o brilhozinho nos olhos dessa criança será gigantesco e cheio de gratidão por haver no mundo alguém que é de facto o seu "Anjinho de Natal"...

Podem conhecer melhor o projeto no video seguinte...

Tem até o dia 2 de Dezembro para enviar o seu presente, portanto, não se esqueça de adotar o seu "Anjinho de Natal"... Não deixe de fazer uma criança sorrir...