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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Esta Pediatra é de luxo! Mesmoooo...



Esta é a Pediatra da minha M. e não a troco por nenhuma outra, embora tenha conhecimento de uma ou outra (ou um ou outro!) que são também muito bons cá na região. Mas esta é que é a tal e que a acompanha desde que nasceu e conhece perfeitamente todo o seu processo de saúde...
Nesta entrevista ela fala da vacinação, da importância da amamentação, da alimentação e do leite de vaca na alimentação infantil. Todas estas opiniões e sugestões que ela fala aqui nesta entrevista foram-me transmitidas nas variadas consultas que já tivemos com ela.

A reter no que diz respeito à alimentação (e desde que nasceu, embora às vezes não consiga lutar contra), que é o que me interessa agora essencialmente:
- a criança NÃO precisa de açúcar! 
- o leite de vaca, apesar de ser importante no início da vida, deve ser reduzido à medida que a criança cresce e deve ser substituído por outros alimentos.

Digam lá se ela não é um must (e fashion!)?!
É a médica chefe de Cardiologia Pediátrica do Hospital Divino Espírito Santo.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A primeira ida à Pediatra foi catastrófica!

Recordo que a primeira vez que fui à pediatra com a minha filha as coisas não correram como eu imaginei...
Tinha a minha M. 1 mês e, depois de lhe despir chorou tanto (mesmo tantooooo!), durante todo o resto da consulta que a pediatra falava, mas eu não conseguia prestar a atenção devida ao que ela dizia, pois tentava acalmar a "nica de gente" que tinha nos meus braços... Piorou porque a pediatra na altura disse que ela teria um feitiozinho daqueles, que teria de fazer algo para "endireitar a fera" e deu-me umas dicas...
Quando saí de lá estava completamente arrasada pensando que era uma má mãe... Nos primeiros dias (2 dias máximo!) após a consulta, ainda dei ouvidos e tornei-me numa mãe mais rígida. Não lhe dava colo tanto como dantes, deixei-a chorar no berço para adormecer sozinha, se adormecia a mamar, acordava-a para voltar a adormecer sozinha no berço (óbvio que nunca resultou lá muito bem!)... Tinha o meu coração tão pequenino que não fazem ideia... Comecei a ser uma pessoa triste, amargurada... Até que disse para mim mesma "Basta! Eu não quero ser esta mãe para ela! Não foi isto que eu sonhei para ela e para mim..." e, decidi seguir o meu instinto e o meu coração de mãe, da mãe que sempre quis ser... Mimei-lhe, dei-lhe colo, adormecia-a ao meu colo (pois era a única forma que ela adormecia e assim foi nos primeiros 12 meses de vida!),... Ao contrário do que me diziam, foi ela que me deu a entender que já não precisava adormecer ao colo, também foi ela que me deu a entender que queria adormecer no berço em vez de ser na minha cama, e tudo correu às 1000 maravilhas...
Hoje, 3 anos depois, não me arrependo de nenhum momento de colo, de mimo, de ter dado mais de mim do que me disseram que devia dar... Não sou a mãe perfeita e nem quero ser (deve ser muito chato ser a "mãe perfeita"! Sou apenas a mãe que sei ser e acho que é exatamente disso que ela precisa: do meu tempo, do meu amor, da minha entrega,...

As consultas seguintes (com a mesma Pediatra, porque ela é um amor, apesar da 1ª má impressão, ela é a melhor que a minha filha podia ter!) correram muito melhor, até porque ela mamava sempre antes da consulta, o que ajudava em muito no acalmar do pequenino coração...
Truques... simples truques de instinto de mãe! :)

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Serviço de Pediatria do Hospital em Ponta Delgada

Por causa da minha falta ao trabalho, tive de ir levantar o meu atestado médico de assistência à família à Pediatria do Hospital de Ponta Delgada. Nunca lá tinha ido, graças a Deus nunca tinha precisado. É um espaço bastante acolhedor, apesar de ser no hospital. Está cheio de bonequinhos e cor nas paredes e tinha lá uma árvore de natal muito engraçada. Os funcionários da receção muito simpáticos e acolhedores... Tudo, tudo o que as crianças merecem ter quando estão doentes... Bom, nenhuma criança merece estar doente, óbvio! Mas, face a essa realidade, todas as crianças merecem ter um atendimento acolhedor, meiguinho e muito, muito carinhoso...

Enquanto esperava que a Sra. que me atendeu preenchesse uma papelada, fomos conversando uma com a outra e aproveitei para lhe perguntar como funcionava aquele serviço. Dizia-me ela que haviam várias especialidades ali, todas direcionadas para as crianças. Só quando não havia a especialidade necessária é que as crianças eram atendidas no restante hospital, onde vão os adultos. Portanto ali os médicos cardiologistas, oncologistas (etc, etc, etc...) são apenas médicos de crianças e dedicam-se exclusivamente a elas. Que bom! Fiquei hiper, mega feliz por haver tão bom tratamento para as crianças! Também lhe perguntei se havia algum serviço de voluntariado ali e foi aí que tudo me caiu no chão: não há!!! Primeiro ela pensava que estava a falar das Sras. que vão ao hospital distribuir café e jornais, mas não era isso... Queria saber se haviam palhaços, alguém a contar histórias,... Ela apenas diz-me que não há, que pontualmente aparecem grupos para realizar algumas atividades, mas não é rotineiro...

Pior do que uma criança estar no hospital é esta criança estar no hospital sem nada que a anime! Quem me dera que existisse a Operação Nariz Vermelho sempre e em todos os hospitais pediátricos ou alguma coisa semelhante... Adorava poder fazer parte!...


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Peso pluma...

Aquando a última ida à Pediatra da minha filha, quando ela esteve doente antes do Natal (falei disto aqui!), a Dra. aproveitou para fazer uma consulta como deve ser, a tal dos 3 anos que só deveria acontecer no final de Janeiro, princípios de Fevereiro. Observou-a, mediu-lhe, falou com ela e pesou-lhe.... e quando a pesou bom, aconteceu o costume: o comentário da médica para ela "Continua peso pluma!"... Nada mais nada menos do que 11,510kg... Com quase 3 anos a minha filha nem 12kgs pesa! Bom... ela é uma criança linda e feliz, transborda saúde e atividade pelo que não estou minimamente preocupada com o peso dela...

Estava eu grávida quando pedia a Deus que a minha filha tivesse acima de tudo muita saúde e felicidade pela vida fora. À parte disso também lhe pedi uma "adenda": que ela não tivesse tendência para engordar para não andar (como eu ando muitas vezes!) agarrada a dietas para emagrecer.  É que isto é uma verdadeira seca!!! Podia comer sem ganhar peso.... mas toda a treta que me entra na boca parece que é diretamente distribuída pela área ocupacional toda.... Bahhh ... é muito triste!

Costumo dizer que se tratou de uma espécie de história da Branca de Neve, pois a mãe da Branca de Neve também teve uns desejos caricatos (cabelos negros como a noite, lábios vermelhos da cor do sangue e pele branca como a neve) para a sua filha... 

Assim fui eu... e assim se concretizou (espero que os restantes pedidos se mantenham em vigor!)...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A minha primeira vez em casa...

Uma semana antes do Natal a minha M. ficou doente. De segunda a quarta-feira ainda a deixei com os meus pais e fui trabalhar com o coração muito pequenino por deixá-la assim, mas ela estava bem entregue e sabia que a minha mãe me ia mantendo a par do que ia acontecendo com ela... Além de que ia seguindo as diretrizes que a pediatra dela, que já estava a par do acontecimento, me ia dando...

Na quarta-feira, depois de eu chegar a casa, olhei para ela e reparei que ainda estava combalida... olhos inchados e meio fechados, muito sossegada, com febre ligeira, com muita tosse, já tinha vomitado e estava ainda com muita falta de apetite... Ela não estava mesmo nada bem... Cheguei a casa com ela e adormeceu no sofá (coisa que nunca fez antes àquela hora do dia!)... Falei com a pediatra e ela achou melhor a M. ficar em casa. Como nesse dia os meus pais foram para a Lomba da Maia cuidar da minha avó, que ainda precisa de cuidados, e lá iam ficar até sexta-feira, decidi ser eu a ficar com ela em casa (em vez de mandá-la na manhã seguinte para a Lomba da Maia), pois assim teria toda a minha atenção e cuidado para que melhorasse rápido. Assim foi... dei início à minha primeira baixa por assistência à família que, graças a Deus, antes não tinha precisado.

Ficar em casa com os filhos é uma coisa. Ficar em casa com os filhos doentes é outra bastante diferente... É preciso mais mimo, mais carinho, mais atenção a todos os pormenores (se tem febre - medi-lhe a febre 5 mil vezes ao dia e noite - se tosse, se dorme, se come, se está sossegada, se quer fazer xixi, cocó, se chora, se tem dores, se tem o nariz para "assonar" - como ela diz,....), mais estar presente, mais amor (como se isso ainda fosse humanamente possível!) e, também mais criatividade para entreter uma criança que está sossegada demais, que não quer alinhar em quase nada... Nesse dia ela acordou perto das 10h da manhã... Tentei fazer com que ela me ajudasse a fazer bolachinhas de Natal (e mesmo assim ajudou um bocadinho!), fizesse pinturas e recortes (andei lá a pintar uns desenhos a ver se ela alinhava na atividade, mas não queria pintar...) para depois colarmos na parede,... A única coisa que ela queria era ver a Patrulha Pata e beber leite (sendo este o único alimento que ela sempre aceitou bem ao longo da semana!)... Bendita Patrulha Pata! Acho que vimos 20 vezes cada episódio da semana! Mas foi o maior remédio dela, pois só nesses momentos em que via a Patrulha Pata, conseguia dar-lhe algum alimento que não fosse leite!! 
Na sexta-feira a pediatra quis vê-la... Tratava-se de uma adenoidite (nunca tal tinha ouvido falar!) e ela teve sorte da expetoração estar na zona facial, pois se tivesse permanecido nos pulmões teria sido bem pior (temos de olhar para o lado positivo da coisa!)... E pronto, receitou-lhe um antibiótico, continuar com o xarope e muita água do mar...

Depois de 4 dias em casa fechadas as duas + faltar ao trabalho 2 dias (e ao almoço de natal que tinha marcado com os meus colegas para a sexta-feira em que fiquei em casa) + faltar às festinhas de natal da natação e à da SATA já marcadas para sábado + os 5 dias de antibiótico, a coisa voltou mais ou menos ao sítio. Ela ainda ficou fanhosa mais uns dias, mas a tosse foi cada vez menos e deixou, logo ao 2º dia de antibiótico, de ter febre e de vomitar... 

Olho para trás e penso "Perdi alguma coisa?!" a resposta é um redondo e grande "NÃO"! Faria tudo de novo pela minha M. e qualquer evento que exista nunca será mais importante do que ela, do que a saúde e bem estar dela, do que a possibilidade de estar com ela!...

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Apesar do € valeu a pena a mudança

Fomos hoje experimentar a nova clínica da Dra. Paula e, acreditem, é muito linda!
Até à última consulta de pediatria da M. íamos ao Centro Pediátrico de S. Miguel, onde ela aproveitava para brincar no escorrega, no baloiço e nas casinhas de plástico que por lá haviam. Agora na Clínica do Colégio (falhou-me a foto! Bahh nota negativa para mim!) ela tem uma mesinha com brinquedos de madeira cheios de bolinhas e carrinhos que se podem empurrar sem saírem de lá (muito bem pensado!). Os banquinhos são carinhas de animais, muito engraçados! Pela vontade de brincar ali vi que a minha M. tinha adorado a mudança. E, se para ela está bom, para mim, melhor ainda! O preço da consulta é que subiu drasticamente, mas enfim... esperemos que ocorra, entretanto, algum acordo...

A Dra. Paula foi, como sempre, muito meiguinha com ela. Uma espécie de Doutora Brinquedos, pois antes de auscultá-la fazia-o sempre primeiro à coleção de animais que a M. quis ter ao pé de si durante a consulta (digamos que foram todos os que ela viu no consultório!!!). A M. portou-se muito bem! Ontem à noite fui dizendo o que ela ia fazer ao consultório da Dra. Paula e ela foi assimilando e repetindo. Mostrou os dentinhos, os ouvidos, o nariz, deixou que lhe ouvissem o coração, que lhe medissem (88cm) e que lhe pesassem (e ela já tem 10,600kg!). A Dra. Paula disse que a M. tinha dado um grande salto e chegou ao P10, o que no historial da minha prematura é excelente. Resumindo, a M. está muito, muito bem! :) Deus permita que assim continue, cheia de saúde e alegria! Como se portou muito (muito!) bem, a Dra. Paula deu-lhe uma caneta cheia de bonequinhos para ela brincar.

Finda a consulta, viemos para fora esperar o namorido. Como ele ia demorar uns minutos, fomos até ao Jardim do Colégio, pois assim a M. podia andar e correr à vontade sem o risco dos carros. Já há muito tempo não entrava naquele jardim. Acho até que nunca fui muito de lá ir. Mas a M. adorou a estátua do Antero de Quental e mais ainda a "piscina", onde andou a correr até o seu pai chegar...

Foi uma horinha muito boa (junto da minha família) a meio do meu dia de trabalho.