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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Praia ou piscina?!

Entre ir à praia e ir à piscina a minha filha prefere a piscina, de preferência a piscina dos avós! É como se fosse a "sua praia". Aquela onde ela se sente mais à vontade.
Na praia passa a maior parte do tempo na areia, debaixo do guarda-sol a fazer castelos na areia. E eu a ir de balde e regador buscar água ao mar! Ir ao mar é sempre meio "empurrada". Ela vai, mas fica o tempo todo a dizer que quer sair porque a água está fria ou porque tem ondas ou por outra razão qualquer... 
Quando lhe pergunto se quer ir à piscina, automaticamente pensa na piscina dos avós. Lá não quer nadar de braçadeiras. Recusa-as... Simplesmente atira-se para a água sem pensar em qualquer tipo de perigo... Mergulha, dá pulos e nada debaixo de água, como uma sereia. Sempre comigo ou algum adulto por perto, claro.
Tirando a piscina dos avós, também gosta de ir para a piscina da Caloura. Lá também não usa braçadeiras. Não as quer. Exceto quando pede para nadar no mar, porque lá não tem ondas. Ela já sabe que no mar tem de usar braçadeiras. Mas nesta piscina, já não está tão à vontade. Embora às vezes aconteça, ela evita mergulhar e nem quer nadar sozinha. Implica, claro, ter de ir à água umas 500 vezes nas 2 ou 3h que fico com ela na Caloura.
Outra das que mais gosta são as piscinas da Ribeira Grande. Há lá uma que ela toca com os pés no chão que não se importa de ficar lá sozinha. E faz tudo o que lhe apetece, pois quando se sente mais aflita, mete os pezinhos no chão e levanta-se... Também gosto desta, porque sempre tenho o mar mesmo ali para ir dar um mergulhinho, caso me apeteça... Sozinha com ela tenho de a levar comigo... mas se alguém vai comigo, fico com uma folgazinha... :)


terça-feira, 13 de março de 2018

Detesto o mau tempo! Detesto!

O início deste mês foi bastante frio aqui por estas bandas. As manhãs e as noites foram terríveis. Correr... só de casaco... Ir ao mar... com menos de 17º só com muita coragem (e eu tenho tido!). Cheguei a ver 10º no termostato do carro. Sim, sei que noutros lugares 10º é espetacular, mas eu cá não estou habituada a eles... Fico mesmo deprimida! Isto tudo para dizer que eu não nasci para o frio, para o inverno, para o vento e a chuva... Não nasci mesmo!... O ideal seria, vá..., tipo um mês de inverno e pronto! Perfeito!
Em breve começa a Primavera! Graças a Deus! Não que o tempo seja muito melhor, mas sei que vai melhorar... é dar tempo ao tempo e logo, logo vai chegar o sol, o céu azul sem estar frio, o calor,... e com eles vem também maior felicidade, porque quando o sol brilha sou, sem dúvida, bem mais feliz!... Com o tempo bom, vêm também as boas "vibes" das pessoas que nos rodeiam e as nossas também e voltam a renascer as "pessoas de verão" (tipo estas que falei aqui!)!
Ahhhh como eu gosto do sol!... As pessoas ficam ainda mais bonitas... as roupas pesadas arrumam-se... saltam para fora blusas fresquinhas, as pernocas passam a ficar livres de collants e meias,... só coisas boas! Só coisas boas!!!

Primavera, nunca ansiei tanto por ti como este ano... (acho que digo isto sempre e juro que desta vez sinto-o mesmo!)...





sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Ela quase que já nada...

Pois é... o facto de termos ido ao mar/piscina o verão inteiro fez com que a minha M. se soltasse, ganhasse confiança, quisesse experimentar as sensações boas que este ambiente sempre nos proporciona. 
Era vê-la no alto mar (de braçadeiras!) a desenrascar-se sozinha e sem medos como uma menina crescida... Era vê-la na piscina, primeiro só com uma braçadeira e depois com nenhuma (já não as queria usar e eu desisti de insistir!), e vê-la feliz e livre de movimentos, claro com a minha (nossa) ajuda... Ela dava pulos, atirava-se das escadas e nadava até chegar a nós, com alguma dificuldade ainda, mas a tentar chegar ao seu objetivo... Há um dia que conseguiu mesmo nadar sozinha um bocadinho e de cabecinha de fora... Ela aprendeu a dar mergulhos de cabeça!!! Ponha as mãos à peixinho, como o seu querido professor Rui lhe ensinou, cabecinha entre os braços e pimba... água! Às vezes corria bem, outras vezes era uma chapinha, nada de especial... Só sei é que está no bom caminho...

Um outro dia disse-lhe "Filha vem debaixo de água até mim..." e... ela foi sem pestanejar... sozinha... sem medos... sem braçadeiras... e sempre debaixo de água!

Nas primeiras aulas de natação que já foi, é visível a incrível evolução dela na água... O seu professor até disse que se tivesse menos meninos era capaz de lhe tirar o esparguete já... mas são uns 10... complicado... Tudo a seu tempo e, com certeza que ela está mesmo no bom caminho...

E, sabem?! Consola vê-la nadar... uma verdadeira sereia...a minha doce sereia...

(Desculpem o vídeo estar de lado... não sei como o endireito!) :P



terça-feira, 26 de setembro de 2017

As nossas idas à praia...

Já o disse aqui que a nossa "praia" de eleição das nossas férias foi a piscina natural da Caloura, a "Branca Loura" como dizia a minha filha. Fomos lá no primeiro dia de férias e ela adorou tanto que todos os dias me pedia para lá irmos. Claro que fomos a outros sítios: às piscinas da Ribeira Grande e da Boca da Ribeira (ambas que também adorou!), ao Forno da Cal, aos calhaus da costa norte (Fenais da Luz, Capelas e Santo António)... mas o "tal" foi mesmo a Caloura...
Talvez pela transparência da água do mar, pela piscina, pelo sol, pelo espaço que havia para brincar sem perigo, pelos barquinhos que visitava, ou talvez por tudo junto... Era na Caloura que se sentia em "casa". Eu gosto e ela também passou a gostar...
Levávamos lanchinho para a tarde e uma coleção de toalhas que aquele chão não é para brincadeiras... Levávamos alguns brinquedos para brincarmos à sombrinha...
Mal chegávamos, se a maré não estivesse demasiado vazia, aproveitávamos para dar um primeiro mergulhinho no mar, ela com braçadeiras, em pleno mar, a descer e a subir as escadas do cais de ligação ao mar como uma pessoa grande, sem medo. E lá ficávamos um bocado... e que bem que sabia... Depois deste primeiro mergulho, a restante tarde era organizada entre toalha para aquecer ao sol, brincadeira à sombra, e idas infinitas à piscina (sempre sem braçadeiras) ou ao mar (com braçadeiras). Havia sempre tempo para o soninho da tarde, na sombrinha, ao som do mar e do chilrear das gaivotas, e tempo para as visitas aos barcos que, uma vez ou outra, ainda calhou ver o peixe pescado no colo de um dos pescadores simpáticos... E uma outra vez que estava lá um grupo de 3 pessoas a fazer paddle de uma lado para o outro e, depois de ter pedido à menina se ela podia ir dar uma voltinha, esteve com ela na prancha uma boa meia hora (ou mais!)... Deixo, desde já, o meu muito obrigada à menina que levou simpaticamente a minha filha na sua prancha...
Depois da brincadeira de toda a tarde, saíamos da "nossa praia" pelas 18h30/19h (às vezes até mais!), parávamos no barzinho para o geladinho que passou a ser tradição e íamos consoladas para casa a contemplar o pôr-do-sol pela via rápida!

E um dia diz-me:"Se não tivesses uma filha, não tinhas ninguém para te pedir um gelado!"... Foi um momento muito doce dela, pois a preocupação visível na sua carinha era imensa, e que me fez (e faz!) rir! :)

Sem dúvida... dias inesquecíveis e marcantes para nós as 2!
(A voltinha de paddle em alto mar...)

(a nadar no mar comigo e com o avô A., sempre sem medo)

(momentos doces na "Branca Loura" - Caloura)

(outros locais por onde passamos: Lagoa, calhau dos Fenais da Luz, Piscinas da Ribeira Grande e Piscina da Boca da Ribeira)


sábado, 16 de setembro de 2017

Comeste e queres ir ao mar?!...

Desde pequenina que sempre ouvi os meus pais me dizerem "Ainda não é a hora de ires à água... tens de esperar mais 2h... mais 1h... se comes muito depois não podes ir à água..." etc, etc, etc... Eu e a maioria dos meus amigos/primos e miúdos que via lá na praia/piscina onde eu estava... Quem nunca levou com esses alertas?!
Lembro-me de ficar à seca à espera que as horas passassem para poder ir à água... Era a torrar ao sol que na altura não se falava em protetores ou cancro de pele, a fazer castelos na areia, com direito a janelas e portas e tunéis e rezar para que uma onda gigante viesse e nos molhasse o tornozelo "sem querer"... Quando a "carta de alforria" saia era um sprint da areia até à água e ficávamos de molho o resto da tarde.
Hoje, porque já me explicaram bem este "mito" (explicação aqui) e porque desde que sei da verdadeira história de como funciona a coisa tenho agido assim e ainda não morri, a minha filha tem a liberdade total de ir à água sem medos... a única coisa que me preocupo é a temperatura do que come com a temperatura da água... e... se vir que ela dá algum arroto, peço-lhe apenas para sair da água por um bocadinho, só para estabilizar a coisa... 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Dia 3: hoje, finalmente, consegui!

Hoje não estava com grande vontade de me mexer, mas obriguei-me a isso... Sentia (e sinto ainda) dores em praticamente todo o meu corpo, tanto que pensei em só "caminhar" e não correr, para contrariar o que me tinham dito para fazer. 

Como se aproxima o fim-de-semana e o feriado e o máximo que vou conseguir fazer é "andar num pé só" a limpar a casa, a cuidar da filhota (a minha atividade preferida!) e a ir para a "casa do futuro", como a minha M. diz, ver se o namorido precisa de alguma ajuda da minha parte (em alguma coisa muito, muito simples que saiba fazer - sou um bocado "naba" em construção civil, ao contrário dele que é um Ás!). Assim sendo, decidi aproveitar para fazer alguma coisa hoje... Dos 3 dias em que me ando a armar em runner and swimmer girl, hoje foi o dia com melhores condições meteorológicas para ambas as atividades (sim, já estava farta de levar com vento na cara!).

Comecei por andar num passo mais acelerado. Mas logo, logo achei que podia correr. E corri. Custou-me um bocadinho, claro, mas lá fui... Corria e andava alternadamente. De início, apesar de estar melhor tempo não estava a pensar sequer em ir ao mar, mas quando estava a regressar já não pensava em outra coisa... Depois de trocar de roupa, dirigi-me à "minha" escada e fui descendo o meu corpo lentamente. O sol (envergonhado!) ajudou neste processo. Abstrai-me do que me rodeava e optei por sentir o mar no meu corpo. Deixei-o fazer parte de mim. A água estava com a mesma temperatura dos dias anteriores. Fui devagarinho controlando a minha respiração (lembram-se que ficava sem respirar?!) e, milagre, deixei-me ir com ele. Nadei para um lado e para o outro, molhei a cabeça mais do que uma vez e soube-me tãooooo bemmmmm. Hoje sim! Hoje gostei muito! Mesmoooo!... :)
(Cá estou eu toda despenteada, depois da corrida e antes do mergulhinho!)


quinta-feira, 27 de abril de 2017

2º dia: feito!

Hoje fui outra vez, desta vez sozinha com a minha música...
O percurso foi mais curto, o ritmo também, até porque tudo me dói (pernas, braços, lombares,...)... Sinto como se tivesse sido espancada, mesmo... A diferença é que não tenho nódoas negras, nem olhos inchados!...
Entrar no mar, com os mesmíssimos 17º de ontem, aconteceu de forma mais cautelosa... Primeiro os pézinhos, depois as pernas e por aí fora... Não fiquei totalmente submersa, até porque sempre que me enfiava até ao pescoço, a minha respiração parava. Então optei por molhar-me devagarinho... pescoço, cabeça... E pronto... o duche chamava por mim...
Como fui para o trabalho?! Praticamente a arrastar-me, tal lontra andante... É que, além das zonas doridas de ontem, também ganhei as de hoje... amanhã não me mexo!... Amanhã não vou... Preciso de voltar a andar normalmente...

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Renasço sempre que vou a este sítio!

Chama-se Porto de pescas do Farol do Arnel, é no Nordeste e é dos sítios mais fixes para nadar, fazer mergulho, pescar e apanhar sol, não pelas condições que tem (que são muito poucas!), mas pelo ambiente que nos rodeia...
Para se chegar lá é preciso coragem ao volante. Eu tenho para descer e subir, desde que me digam que não vou encontrar nenhum carro pelo caminho. Se algum dia encontrasse acho que seria o meu fim. Era bem provável que tivesse uma paralisia qualquer que não iria conseguir mexer o carro nem mais um milímetro... Acho que cá na ilha não existe outro caminho tão íngreme e tão complexo de conduzir como aquele... No entanto, ao chegar lá baixo e ver aquele mar imenso, de águas limpas, sem muita gente, onde posso respirar sem pedir licença, é de uma boa energia que nem vos conto... Cheirar aquele mar que cheira sempre a mar, a maresia, é do melhor que há... Ver a minha M. a aventurar-se naquela água, que ela conhece desde os seus 5 meses, é das melhores alegrias que lhe posso proporcionar... Este ano só lá fui uma vez, infelizmente, mas a vez que fui deu para renascer...
O meu companheiro do porto de pescas do Nordeste é o meu pai (que tem coragem de descer e subir sem nunca ter medo!), que foi quem me ensinou a gostar daquele espaço mais do que todos os outros... 


sábado, 17 de setembro de 2016

Como se aprende a nadar?!

Quem me conhece saber que eu adoro o mar, o verão e o sol! Desde pequenina que fui habituada a ir à água, estivesse ela onde estivesse (mar, piscinas, poços,...). Ia sempre com os meus pais. A minha mãe não sabe nadar, mas o meu pai sabe e foi ele que sempre fez questão que eu soubesse. A minha mãe também fazia muita questão, mas nunca me ensinou porque ela própria não sabe. Quer dizer, eu acho que ela sabe nadar (pelo menos na piscina e no ilhéu!), mas penso é que ela não acredita que sabe nadar então só vai à água de esparguete...

Eu sempre usei braçadeiras. Primeiro 2, depois 1 e depois já sabia nadar. Lembro-me que enfiava as braçadeiras no momento em que chegava à praia e só as tirava quando íamos embora. À conta disso ganhei muitas vezes esfolões que as braçadeiras faziam debaixo do braço. Aquilo ardia como tudo quando entrava na água salgada e quando levava com areia... Mas só para poder ir à água, eu aguentava aquilo. Depois uma das braçadeiras furou e fiquei a usar apenas uma. Lembro-me que, com 6 anos, estava no ilhéu de Vila Franca quando a minha única braçadeira ganhou um furinho que não a mantinha muito tempo cheia e foi nesse mesmo dia que eu tive de aprender a nadar. Os meus pais explicaram-me que não havia ali nenhum sítio para comprarem braçadeiras e que se quisesse ir à água teria de ser sem braçadeiras. Eu, embora com algum medo, não queria deixar passar aquele marzinho gostoso todo para mim e lá fui, sem braçadeiras, sob o olhar orgulhoso da minha mãe, e com o meu pai que sempre me incentivou e me disse que eu conseguia nadar sem braçadeiras. E consegui! Com o tempo e com a prática fui melhorando a minha performance e, embora não seja uma expert, safo-me bem!

A minha M. está na natação durante o inverno, mas durante o verão faço (e sempre fiz!) questão que ela esteja em contacto com água com o único objetivo de, mais tarde, aprender a nadar. E ela adora água como eu, portanto saber nadar é já uma necessidade. Quando chego a casa dos meus pais do trabalho "Mãe vamos para a piscina?" é das primeiras perguntas que me faz e lá vou eu com ela. Na piscina dos meus pais, normalmente, ela não quer usar as braçadeiras. Fica nas escadas e atira-se para mim, eu devolvo-lhe às escadas, da beira da piscina dá pulos para a água sem braçadeiras também e eu seguro-lhe logo que ela cai na piscina. Normalmente segue as minhas instruções enquanto está na água "mãozinhas abertas, mexe as perninhas, mexe os bracinhos, mãozinhas de remo,...". Noto que ela está, inconscientemente, a querer aprender a nadar com uma sede imensa e sem medos. Sinto que ela confia que não vou deixá-la ir ao fundo (e óbvio que não deixo!). Há poucos dias, ela quis colocar só uma braçadeira e tentou nadar sozinha e depois olhava para mim como que a dizer "se eu for ao fundo segura-me". É tão giro ver a evolução dela, o querer aprender, o querer saber fazer e por iniciativa ir até aos seus limites. Estou verdadeiramente encantada com a filha que tenho! Com certeza ela irá aprender a nadar muito mais cedo que eu!... Será um orgulho para mim...

Tudo isto para dizer a quem não sabe nadar que nadar é como andar de bicicleta. Para aprendermos a andar de bicicleta, temos de 1º encontrar o nosso equilíbrio e a partir daí já sabemos andar de bicicleta. Para nadar é igual. Temos de encontrar o nosso equilíbrio, mas na água. Deixar o nosso corpo fluir na água e ser parte dela. Jogar com a respiração. Quando se inspira o nosso corpo fica com ar dentro e nunca afunda (é como um balão cheio de ar: não vai ao fundo!). Portanto enquanto inspirarem estão sempre em cima de água! Claro que não podemos inspirar continuamente. Quando expiramos o ar sai e é aí que o nosso corpo fica mais pesado. É nesse momento que usamos os movimentos de braços e das mãos para nos mantermos na superfície. Não interessa nadarmos como os profissionais. Temos de nadar da forma que nos permite estar à tona e nos permite avançar. Se for como os cãozinhos, que seja! Desde que estejamos com a cabecinha fora de água, tudo bem! Experimentem primeiro em águas calminhas, como piscinas ou ilhéu e só depois quando tiverem confiança em vós é que experimentem o bom que é estar no mar e ir e vir com as ondas! 
Acima de tudo, tenham confiança em vocês e acreditem que todos os seres humanos conseguem aprender a nadar... Deixem-se levar...

A natação de inverno começa hoje, mais logo às 10h15... :)

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Adeus Agosto...adeus vida cigana!

O mês de agosto é sempre um mês de grande azáfama, pelo menos para mim. Embora prefira férias em julho (acho o mar mais calminho e mais quentinho e os dias bem maiores = cheiram a verão puro), o mês de agosto não lhe fica atrás. Em agosto, mesmo que trabalhe, e embora os dias comecem a ficar menores, continuo com espírito de verão e eu adoro! Lá no trabalho, há muito menos pessoas a trabalhar, por isso, reina o silêncio e diminui o stress de ter as coisas prontas para "ontem", facto que ajuda (em muito!) a manter o meu espírito de verão.
É também no mês de agosto que as festas religiosas que me são afetas estão ao rubro: começam com as festas de Ponta Garça que ocupam logo os primeiros 2 fins-de-semana do mês, logo de seguida vêm as festas da Fajã de Baixo, ali a rondar o 15 de agosto e terminam com a festa da Lomba da Maia no último fim-de-semana. Portanto, feitas as contas só tenho um fim-de-semana livre em agosto, aquele que fica depois do 15 de agosto e antes do último fim-de-semana. Contam-se pelos dedos das mãos as noites de fim-de-semana que durmo em minha casa. Ando praticamente sempre de mala de roupa atrás. Aliás, este agosto deste ano, não houve um fim-de-semana que eu tivesse dormido em casa. E para ajudar à festa, este ano, este primeiro fim-de-semana de setembro também estarei por fora (razões especiais que divulgarei mais à frente!).

Se estou cansada desta vida de cigana?!
Nem por isso! Por mim vivia assim sempre atrás do sol e das escapadinhas de fim-de-semana...

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Adoro este sítio... eu sei já o disse!

Já o disse aqui publicamente que adoro este sítio e já há algum tempo que o frequento! Sempre que faz um dia excelente de sol e, se não tenho muito tempo, este é um dos meus locais de eleição para ir: o Forno da Cal. Uma piscina natural (mais ou menos) que foi construída para banhistas como eu, que adoram mar e sol... Tem excelentes balneários e o chão está todo cimentado, pelo que apesar de ser duro, ao menos é direitinho. Valha-nos isso!
Nas últimas férias (e sempre que tenho uma brechazinha e me sinto com falta da vitamina da água salgada pura) fui lá algumas vezes. Numa daquelas manhãs que a minha M. acordava cedo (se calhar só na primeira manhã!) fui toda convencida que era para lá que ia. O cenário estava magnífico, mas eram 9h30 e o acesso à piscina estava fechado!!!!!!! Havia lá uma miúda que iniciava o seu trabalho em regime OTL Jovem e, inclusive, tinham-lhe dito para lá estar às 9h, mas não tinha lá ninguém... Ela ainda me perguntou se sabia a que horas é que aquilo abria, mas não lhe soube responder e nem tinham lá nenhuma informação sobre o assunto! Imperdoável! 

Também podia ter saltado as rochas (pois é o único acesso até lá quando as portas estão fechadas!) mas era capaz de ganhar uma testa nova para mim e outra para a minha M. e isso era uma coisa que eu dispensava nas férias!

Ficamos apenas com a vista de cima!... :( Fomos à praia...

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Um evento a não perder... mesmo!

Queria muito partilhar convosco um evento que vai acontecer aqui na ilha de S. Miguel no próximo mês de Setembro (de 9 a 16). Este evento, pelo que tenho visto, tem muito de místico. A natureza realmente oferece-nos sensações incríveis, as quais acho que se irão realmente fazer sentir nesses dias e na equipa que fizer parte do Oceans and Flow. Deixo aqui um vídeo muito interessante da apresentação deste projeto que nos faz mesmo flutuar da nossa cadeira para uma dimensão muito superior àquela que conhecemos.

Eu, como residente nesta ilha, há 38 anos, com interregnos por forças maiores de estudar fora, ou viagens por férias ou trabalho, nunca experienciei a minha ilha desta maneira. E sinto curiosidade e vontade de sentir a minha ilha de todas as maneiras.

Podem saber mais sobre o evento aqui e aqui. Vivam esta experiência e sintam a ilha de S. Miguel. Mergulhem e dancem muito...



quinta-feira, 7 de julho de 2016

Adoro este sítio...

Quem me conhece sabe que eu adoro o verão, o mar e o sol... Seja praia, seja calhau, desde que tenha águinha salgada e algum sol (nem é preciso muito!), alinho logo. Numa balança, entre praia e calhau, sou capaz de escolher calhau, só porque não tenho o "trabalho" de tirar a areia (se todos os trabalhos fossem esses...)

Há coisa de uns 3/4 anos descobri, por acaso, a piscina do Forno da Cal (foto em baixo)... Experimentei nessa altura e agora, sempre que posso, lá vou eu... Fica em S. Roque (uma freguesia muito próxima de onde trabalho)... Durante a semana e até mesmo no sábado (ao domingo fica muito cheio!), para dar um mergulhinho na água salgada é do melhor. A água é super clarinha, o sítio é abrigado, é sossegado, tem sombra e tem sol, tem espaço, o chão é de cimento, a vista é magnífica e, normalmente, o mar está calminho, o que é ótimo para a minha filha. Quem faz mergulho (já o fiz lá) aquilo está cheio de peixes de variadas formas e cores. Muito bonito mesmo! Os balneários são excelentes (com wc e duches limpinhos!)... Se, por acaso vamos em dia que tem águas vivas, sempre as vemos com mais facilidade.

Qual é a desvantagem deste local?! Abrir apenas no período de verão (há dias de muito bons sem estarmos no verão!) e bastante mais tarde do que as restantes zonas balneares (só abre no fim-de-semana que inicia o verão!) e fechar às 18h30/19h (quando ainda há solinho do bom!)... 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Fomos à praia

Sábado passado fez um dia assim assim, mas a manhã foi muito bonita e, por isso mesmo decidi iniciar a minha M. nas andanças do mar, só naquela para ver a sua reação. Não levamos fato de banho nem nada, apenas uma toalhinha e roupinhas mais fresquinhas para ficarmos as duas a admirar o mar e, caso apetecesse, irmos molhar os pézinhos.
Fomos para a praia grande do Pópulo, a chamada Praia das Milícias. No início, ela parecia meio apreensiva relativamente às ondas, pois não parava de dizer "no mar não, só na areia". Mas, à medida que me ia vendo a aproximar da água (óbvio que não ia resistir ir à praia sem pelo menos molhar os pés!), ela ia também. Acho que não queria perder a oportunidade de experimentar. E, claro, de mão dada com a mãe, melhor ainda. E lá fomos nós bem devagarinho... até que a água chegou aos nossos pés (e estava fria como um raio!), mas ela não se deteve e adorou a experiência que já não queria era sair de lá... Começou a correr, a fugir da água com gritinhos de felicidade, depois aproximava-se. Inicialmente sempre de mão dada comigo, mas logo, logo deixou-se ir na "onda da felicidade". 
O mar, o bom tempo e o sol são, de facto, elementos do meu Mundo que ajudam (e muito) na nossa boa disposição! E ela é igual a mim neste sentido. Aposto que este verão vamos a muitos banhos de mar! :)

Um pouco do que foi o nosso momento...






domingo, 8 de maio de 2016

Sou boa companhia

Depois de ler este artigo, confirmo que consigo preencher os 7 requisitos e sou, sem dúvidas nenhumas, uma excelente companhia. Ora vejamos:

1- Sou de baixa manutenção? Sim sou! Gosto de coisas simples. Momentos intensos (que quanto maiores e mais intensos, melhor!). O sol na minha pele. A água do mar. O salgado que fica no corpo. Gosto de pessoas especiais. Pequenos gestos que marcam, efetivamente, toda a diferença. Sou feliz com muito pouco.

2- Anseio por aventura? Sim anseio! Gosto de aventuras. De fazer coisas diferentes. Tudo desde que não englobe montanhas russas e saltar de penhascos ou pontes, tudo o que não englobe alturas e animais que tenho medo (ratos, baratas, aranhas, centopeias, cobras,... mas essencialmente ratos e cobras!). De resto alinho em tudo. Até porque acho que a vida deve ser aproveitada ao máximo.

3- Sei ser descontraída? Sim sei! Acho que é o melhor que sei fazer. Estirar-me numa praia (sem vento) ou numa piscina natural ou não, com o mar/a água aos meus pés é do melhor que me pode acontecer. Ouvir o som das ondas. O silêncio. É divinal.

4- Posso ser feliz com qualquer orçamento? Sim posso. Se não puder ir a um destino de praia mais longe, contento-me bem com uma praia/piscina aqui ao lado. Todos os dias. Sem me cansar.

5- Sei como deixar o trabalho no escritório? Oh se sei! Numa praia/piscina não há ecrãs de nada. O que é ótimo para a nossa paz de espírito.

6- Consigo lidar com areia no corpo? Sim consigo. Apesar de preferir não tê-la, sei que é um "mal" necessário para quem vai à praia. Assim, sacode-se um pouco, esfrega-se outro tanto e depois no fim leva um banhico que lava a alma e tira qualquer areia do corpitxo.

7- Sei ser grata pelas coisas pequenas? Oh se sei. E cada vez mais. Aprendi que devemos valorizar as pequenas coisas e sermos gratos por isso, pois a vida são 2 dias e temos de aproveitar tudo o que a natureza nos proporciona.

Por tudo isto, e por ser adepta da vitamina D e do mar (praia/piscina natural ou não/poça,...) podem crer que sou a melhor companhia que podem ter! Estimem-me! :)

sábado, 2 de abril de 2016

Porque hoje é sábado...

Lá por ser sábado não quer dizer que a exigência de caminhar 15/20 minutos diários não aconteça. Então decidi ir passear com a melhor companhia do mundo, a minha M.
Eis o resultado... o M.Á.X.I.M.O.!!!