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terça-feira, 8 de maio de 2018

As respostas dela...

Outro dia, nas voltas que dou ao Facbeook, encontrei um inquérito giro para fazer à minha filha (já fiz outro quando ela tinha 3 anos, pode ler aqui!), só naquela para saber a noção que ela, com apenas 4 anos, tinha de mim. Fiquei bastante satisfeita com o resultado, ora vejam:

1. Qual é o nome da tua mãe?
Ela: Vera

2. Ela é gorda ou magra?
Ela: Magra. 
(Quando tinha 2 anos dizia que eu era gorda... bom devia querer dizer "fofinha"...)

3. Alta ou baixa?
Ela: Alta.

4.O que ela gosta de comer?
Ela: Tudo.
(É o meu grande mal, filha...)

5. O que ela gosta de vestir?
Ela: Vestidos.

6. Quantos anos ela tem?
Ela: Muitos.
(Também é verdade... Mas o ano passado para ela tinha 3!!!)

7. Pesa quantos quilos?
Ela: 10.
(Ah santa inocência....)

8. Qual presente gostarias de lhe dar?
Ela: Uma flor.
(Sempre que apanha uma oferece-me ou guarda na mochila e oferece quando me vê!)

9. Quem ama a mãe?
Ela: A Matilde.
(Verdade filha! Eu sei!)

10. Quem a mãe ama?
Ela: A Matilde.
(Mais do que tudo na minha vida, filha!) 

11. O que a tua mãe é?
Ela: Uma pessoa.
(Prática e direta!)

12. O que a tua mãe está sempre a dizer-te?
Ela: Não vás para aí.
(Portanto... uma mãe chata! Por esta é que não esperava!)


Assumo! Sou uma mãe completamente galinha!!! Completamente!







terça-feira, 10 de abril de 2018

Será que tenho o síndrome do "burnout"?!

Outro dia li este artigo aqui e fiquei a pensar nele... Diz que muitos pais têm o síndrome de Burnout que é um qualquer síndrome que alguns trabalhadores têm devido a uma elevada carga emocional e stress devido a condições desgastantes de trabalho! Por outras palavras, cuidar de filhos cansa mais do que muitos trabalhos que andam por ai!... 
De facto que criar e educar filhos exige demasiado de nós: tempo, dedicação (muita!), paciência (muitaaaa!), atenção, perspicácia, olhos em cada canto da cabeça,... Há momentos em que queremos explodir, outros que só nos dá para agarrar os cabelos e gritar, feitas loucas maníacas, numa de evitar alguma educação à antiga, dias que nos deitamos na cama e "morremos" para o mundo... de cansaço extremo... Há noites que tenho a sensação que dormi como uma pedra. Há noites que penso que nem me ouvi respirar, quanto mais a ela (sim, porque eu durmo de porta aberta, assim como ela, para poder ouvi-la sempre!). Acordo ainda cansada na manhã seguinte. Mas logo que chego ao quarto e vejo aquela criatura amorosa a acordar, a dar-me beijinhos de bom dia e um abraço caloroso, o cansaço vai embora (ou pelo menos finge ir!)... Mas... mal chego ao local de trabalho, sinto as minhas costas a doer, o corpo moído, mas uma já saudade enorme dela, mesmo que tenha ralhado com ela logo de manhã na arte difícil que é vesti-la!... Faz parte... tudo faz parte...
Antes dela nascer, tinha dias em que chegava a casa às 20h/21h, pois dava explicações em casa e também num centro. Nessa altura pensava que andava cansada. E estava sem dúvida. Mas agora, às vezes, ando muito mais... Quando soube que ela ia nascer, fiz uma opção: deixei de ter os "trabalhos extra" para poder estar com ela, acompanhá-la. Ela já não ia ter a presença constante do pai, pois ele tem dias que também trabalha até tarde. Não ia deixá-la sem pai e sem mãe. Ela tem os avós que grande ajuda nos dão. É com eles que ela fica sempre que não posso estar com ela. E é só com eles que ela consegue adormecer. É, sem dúvida, a sua segunda casa. Nunca conseguirei agradecer o suficiente por tudo o que eles lhe fazem desde sempre... Mas alguém (pai/mãe) tinha de estar presente. E esse alguém sou eu!
Com síndrome ou sem síndrome... não trocaria este cansaço por nada deste mundo, por trabalho nenhum... Eu nasci para ser mãe! Eu nasci porque alguém (ela) precisava um dia de mim... Deste "trabalho" de ser mãe não hei-de arrepender-me nunca!...


sexta-feira, 9 de março de 2018

Borbulhas...

Uma mãe sabe/sente quando os filhos não estão bem! Venha quem vier... a mãe sabe... A verdade é que desde novembro que a minha M. não tem tido grande descanso no que diz respeito a doenças... Constipações atrás de constipações... adenoidites atrás de "ites" não comprovadas... Escarlatina à mistura... E, para ajudar à festa, de um momento para o outro apareceram-lhe umas borbulhinhas... Começaram na barriga, foram para as costas, rabinho,... no dia seguinte... os membros inferiores e os superiores, que ficaram completamente "borbulhados"!!!
Quando o alerta se deu, contatei logo a pediatra da minha filha no sentido de atacar a coisa logo, enviando algumas fotografias das áreas atacada. Não fosse aquilo varicela, sarampo ou outra doença qualquer... Ela disse para não me preocupar, uma vez que ela não tinha qualquer sintoma adicional (nem febre, nem comichão, nem abatimento...). Disse-me para apenas hidratar bem a pele. No dia seguinte mais umas fotografias à mistura e de novo hidratar a pele... Passei a derramar kg e kg de creme por todo o corpo... O que é certo é que as borbulhinhas continuaram a não dar comichão, ela continuou sem febre e sem abatimento... e continuei a hidratar a pele... até que as ditas cujas foram desaparecendo devagarinho... Neste momento já só se vêem as manchas onde elas existiram...
Vá lá que tudo isto aconteceu no fim-de-semana passado e consegui mantê-la em casa, no sentido de não apanhar frio (evitar tudo a todo o custo!)... Para ela é como se nada fosse, mas eu prefiro vê-la saudável... sem ranhocas no nariz e, já agora, sem borbulhinhas no corpo!!!


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A pior parte de ser mãe...

Tirando a parte das doenças, que isso realmente é o que deixa uma mãe de rastos, impotente e, normalmente, uma mãe não mede os esforços que faz só para ter o seu rebento bem de saúde, arriscando, por vezes as sua própria saúde física ou mental; a parte pior de ser mãe é mesmo lidar com birras!!!!
Lidar com as birras exige um esforço gigantesco por parte da mãe. Primeiro porque é necessário um elevado QI de poder de argumentação e depois é preciso um grande poder de controlo da parte psíquica. É que por mais calma que se tenha (no início), a partir de certa altura começamos a entrar num estado de sanidade mental muito pouco aconselhável a seres sensíveis e politicamente corretos. Eu até me considero uma pessoa bastante calma e paciente, mas reconheço que a partir de certa altura consigo imaginar-me transfigurada numa, sei lá... o mais parecido com um Adamastor furioso, com lume a sair por cada orifício da minha monstruosa cara. É que já nem consigo raciocinar como deve ser... Fico completamente fora de mim! Louca portanto!... Claro que tudo piora quando as birras acontecem de manhã quando precisamos mesmo de nos despachar para cumprirmos com o programa suposto. Aí é o fim da macacada!
No minuto seguinte, normalmente quando chego ao trabalho, arrependo-me de tal figura medonha e só me apetece abraçá-la e dizer-lhe que a sua mãe não é assim. Que aquela figura monstruosa não era eu! Foi um ser extraterrestre que se apoderou de mim. Bom... a verdade é que essa figura foi consequência de um comportamento (sem razão de ser... sim, normalmente as birras não têm razão de ser!) que foi gerado por ela... E em vez de lhe dizer que aquela não era eu, ligo-lhe e explico-lhe que a mãe está no trabalho triste porque ela fez uma birra sem sentido, que sempre fica triste quando tem um comportamento que ela própria sabe que não deve ter. E ela sabe. E depois digo que a amo muito, mas que de manhã não pode ter comportamentos daqueles se não atrasámo-nos. Que quando está frio é mesmo preciso vestir o casaco, caso contrário ela pode ficar doente...
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh chega-te verão!!!! Estou farta da luta de inverno! Estou farta das birras de não querer vestir casaco!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

O que levei para a maternidade?

Sei que um dia esta pergunta vai surgir, por isso vou adiantar serviço! :)
No dia antes da minha filha nascer (mal sabia eu que no dia seguinte precisava delas prontas!) fiz a minha mala e a mala da minha filha para levar para a maternidade. Sim, levei 2 malas distintas, só para não haver confusões e eu acabar vestindo um fatinho de bebé! Hehehe...

Assim, na mala da minha filha, coloquei:
- 3 conjuntos de roupa (fatinho, body, calças interiores, peúgos, gorro - só utilizei 1 no primeiro dia já que íamos estar a "passear de quarto para quarto", fralda e envolta) em saquinhos transparentes (usei daqueles de congelação), para poder ver o que tinha dentro (deixei em casa um saco com um conjunto já feito, caso fosse preciso o namorido levar - foi preciso!);
- 2 cobertores bem quentinhos;
- 1 pacote de fraldas do tamanho mais pequeno;
- 1 muda fraldas (nunca utilizei pois mudava a fralda dela sempre na minha cama e digamos que não era prático para mim!);
- 1 pacote de toalhitas Dodot Sensitive;
- 2 toalhas de banho (se fosse preciso mais, o namorido levava depois);
- 1 kit de viagem com shampoo, creme de corpo, água de limpeza e creme muda fraldas (no hospital deram shampoo, mas optei por usar o dela!);
- 1 escova de bebé;
- 1 saco para a roupa suja.

Na minha mala pus:
- 2 camisas de dormir (se fosse preciso mais alguma, o namorido levava outra!);
- 1 roupa de grávida ou uma mais larga para sair do hospital com alguma dignidade;
- pensos de noite que pensei serem gigantescos (o hospital dá uns ainda mais gigantescos do que os que há no mercado!);
- 2 toalhas de banho;
- shampoo e creme de duche, ambos hipoalergénicos;
- creme para corpo;
- desodorizante;
- discos de amamentação;
- soutiens de amamentação;
- cuecas descartáveis (não usei! Não me dei bem com isso!);
- um saco para a roupa suja;
- kit de maquilhagem básica - corretor de olheiras, rímel, lápis e pouco mais (não fosse ficar pálida de mais para receber as nossas visitas!);
- máquina fotográfica e carregador de bateria;
- telemóvel e carregador.

Simples como isso! E correu tudo muito bem! :) Tirando a parte que tive de voltar a casa para ir buscar as últimas análises que me faltavam incluir na mala. 
Não tive tempo de fotografar as nossas malinhas! A M. estava ansiosa por conhecer este mundo cá fora! :)