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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Adotei novo método...

O que mais me enerva são pessoas miudinhas, chatinhas, que não têm que fazer... Nós até nos esforçamos, nós até tentamos estar atentos ao mais ínfimo pormenor, mas depois das duas opções acontece uma:
1ª ou a pessoa responde a "apontar" o erro que cometemos com o conhecimento de metade da população do planeta, mesmo que não tenha nada a ver com aquele assunto;
2ª ou a pessoa fecha-se na sua concha e cala-se num primeiro momento. Depois quando o projeto que organizamos sai para a rua, lembram-se de dizer que nós não dissemos que era daquela forma, que não os informamos que tinha mudado,... Pergunto-me: porque raio não perguntaram?!

Chateia-me o facto das pessoas não se quererem chegar à frente. De fazerem os outros passarem por tolos, de complicarem o que podia ser tão simples,...

Há pouco tempo uma situação muito chata aconteceu que me deixou muito, mesmo muito triste, tão triste que decidi não me deixar abater por causa disso e, como costumam dizer, "deixar andar como eles quiserem"... Querem para a direita?! É para lá que eu vou! Afinal é para a esquerda?! Ok, já estou a caminhar para lá... sem stress, sem problema...

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Um projeto que foi catastrófico no último Natal...

No Natal passado tinha-me comprometido realizar algumas tarefas (pode ver aqui). Na verdade, apenas uma é que não foi realizada... ainda... que foi a pintura artística das mãos da família Moniz e Medeiros. Será num futuro espero! :)

Ora vejamos os projetos que ficaram concluídos com sucesso:
- o bolo de natal foi feito e estava uma delícia...

- a árvore e o presépio, embora mais tarde que o costume, foram feitos em família...

- os biscoitos de natal (de gengibre e de mel de cana) também foram feitos com sucesso...


- a árvore de parede também foi realizada com sucesso e a princesa cá de casa adorou...

- também fizemos a casinha de gengibre e é mesmo sobre isto que quero falar.

Como vos disse no outro post, segui as instruções deste site aqui e parecia que tudo ia correr bem, mas nem tudo correu às mil maravilhas. Ora bem. Comecei por fazer o molde ainda estávamos, em novembro. Bem perto do natal fiz as bolachas (paredes e telhados da casa e também uma árvore de natal e um boneco de gengibre), seguindo a receita do site referido em cima. E elas ficaram muito giras, com vidros nas janelas e tudo. Há coisas maravilhosas! :) Para fazer o "cimento" faltou-me o pó de merengue! Só na Panifor é que encontrei e só lá pude ir já no dia 27 de dezembro... Tudo ok, não me chateei muito com isso... E chegou o dia em que fomos montar a nossa casinha!
A minha M. delirava. Ajudou-me em tudo. E foi comendo bolinhas de chocolate também! Mas isso faz parte da atividade... Já a casinha estava pronta quando um dos telhados ameaçou ceder. Pensei eu que era devido ao peso e ao facto do "cimento" não estar muito seco ainda. Então coloquei uns suportes debaixo do telhado. Aquilo segurou durante sensivelmente..........1hora! Depois caiu um dos telhados... a seguir caiu o outro... depois foi caindo partes da parede... depois as janelas de vidro derreteram... digamos que foi literalmente uma grande catástrofe natural da coisa...

Eis aqui algumas imagens de quando ela estava de pé! Estava gira, não estava?!




sábado, 9 de julho de 2016

A nossa casa... parte III

Após as escavações, chegou a parte de nivelar o terreno. Estávamos em Maio de 2013. Todo este trabalho foi feito por mim e pelo meu namorido, que foi (e é) o grande impulsionador de toda a obra,. Para ele o meu grande apreço e orgulho por tanto que se dedicou (e dedica) à construção da nossa casa, apesar de, na maior parte das vezes, isso significar sacrificar o tempo que tem para estar connosco.
Lembro-me de haver um grande monte de cascalho ao lado do nosso terreno, que eu, com a ajuda de uma pá, colocava em cima do carrinho de cantoneiro e era ele quem o vinha buscar para levar lá para o terreno, pois por mais que eu tentasse não conseguia mover um milímetro do chão. Foi nesse momento que vi que o meu namorido é "forte pa caramba"! :)
Depois aquela máquina que ele tem na mão servia para calcar o cascalho ao chão. Termia por todo o lado e fazia um barulho ensurdecedor. Também calquei o cascalho, mas ele calcou mais até porque, sinceramente, não tinha jeitinho nenhum para aquilo. Lembro-me que nesse dia, enquanto ele estava ali, fui a casa (a nossa atual) fazer o almoço e levei para a obra, onde comemos, à laia de piquenique. 


sábado, 4 de junho de 2016

A nossa casa... parte II

Este era o nosso estaleiro.
Era aqui que guardávamos os materiais de construção da nossa futura casa. Lá dentro estavam ferramentas, carrinhos, sacos de cimento, ferros, madeiras e restantes materiais necessários para que a obra pudesse prosseguir.
Esta casinha foi alugada ao mestre J.H.P. e esteve lá no terreno durante uns 3 ou 4 meses.
Debaixo do plástico preto que vêem ao lado estão os ferros que depois sustentaram a casa. Foram trazidos no camião do amigo A.R. e foi uma aventura. Custou-nos um espelho do carro de um dos vizinhos na altura da descarga dos ferros... O carro é que estava no sítio errado à hora errada! :)
E assim, devagarinho, devagarinho, o namorido foi fazendo as nossas coisinhas...

terça-feira, 10 de maio de 2016

A nossa casa... parte I

Num belo dia de finais de Abril, de 2013, iniciaram-se as escavações para a nossa nova casa (que ainda não está pronta!)... 
Foi em 2009 que adquirimos o terreno, por ter sido na zona que é e por ter sido o que podíamos comprar na altura tendo em conta os balúrdios que pediam por outros, uns maiores e outros mais pequenos que este. O paralelismo entre qualidade e preço estava equilibrado. Se fosse hoje se calhar não teria sido este o terreno. Poupava mais e escolheria algo maior para ter mais espaço útil cá fora, mas a zona é calma e julgo que será bom para nós e para a nossa M. viver aqui, na Fajã de Baixo. Gosto da freguesia porque é pacata e é arredores do centro da cidade. Ao mesmo tempo que é longe do centro, é também muito perto de tudo e está bastante bem equipada de transportes públicos, caso haja necessidade disso.
A rua em si até à data parece-me bastante boa. Já conhecemos alguns vizinhos. Tenho de salientar os vizinhos da frente (uma família grande) que desde sempre foram muito simpáticos e afáveis connosco. Sinto que teremos boas ligações. Realço também a vizinha do lado esquerdo que entretanto emigrou para os Estados Unidos da América e sempre nos ajudou, mesmo longe, disponibilizando água, luz e tudo o mais que fosse necessário para a nossa obra.

Em alguns capítulos irei descrever como decorreu o evoluir da nossa futura casa.