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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Histórias para adormecer...

Desde que nasceu, ou uns tempos mais tarde, o ritual de uma história antes de adormecer passou a ser uma constante. Claro que naqueles dias que se deita mais tarde a história fica para o dia seguinte, mas o habitual é ler uma história antes de adormecer... Nos últimos dias, é ela que quer contar a história... e conta-a. Vai vendo as figuras e contando a história que já lhe contei vezes sem conta, e assim se desenrasca... E o sono vai chegando... devagarinho... abre a boca uma e outra vez... e acaba por ficar meio adormecida...
Depois da história... "Pim prelim pim pim... a história chegou ao fim"...


terça-feira, 3 de julho de 2018

Eu fico com ela...

Desde que nasceu que sempre fui eu a adormecê-la.
Até aos 16 meses adormecia no meu colo. Começou a vir o calor e ela começou a querer deitar-se na minha cama, ao meu lado... Era mais fresquinho! Quando adormecia, punha-a no seu berço. Outras vezes, dormia mesmo ali ao meu lado.
Aos 3 anos e meio, teve uma caminha nova, de menina grande e, desde aí, todas as noites, deito-me na sua cama com ela até adormecer (ou até adormecermos as duas!!!).

Há quem diga que não devemos adormecer os bebés ao colo... que não devemos deitar-nos com eles... que eles não devem ir para a cama dos pais... e muitas, muitas outras coisas que, antes de eu própria ter filhos, também dizia que não ia fazê-lo... mas faço!
Eu não ligo nada a essas teorias "da batata doce"!
Oiço. Respeito as diferentes opiniões. E ajo como o meu instinto de mãe me diz para agir.

E quando ela pede para ser o pai a adormecê-la? Lá vão eles escada acima... Ele conta uma, duas, cinco histórias e ela nada... Quando ele começa a insistir que já é hora de dormir ou quando ele desiste e é o primeiro a adormecer (?!!!), sinto os seus passinhos pequeninos pelas escadas abaixo a chamar-me para afinal ser eu a adormecê-la...

Se me dava jeito que ela adormecesse sozinha?! Sim dava! Até porque adiantava as tarefas que ficam penduradas até eu voltar... Mas não abdico desse momento por nada! É nesse momento que estamos só as duas que conversamos sobre o dia que passou, rezamos, fazemos festinhas uma à outra, abraçamo-nos com força e dizemos o quanto nos amamos. Quando adormece sinto a sua pele lisinha, de cheirinho doce. Fecho os olhos e oiço a respiração tranquila dela... É o som mais sereno que conheço...

Não vou deitar-me na sua cama até ela adormecer a vida toda... Provavelmente, daqui a "dias" ela já não vai querer. Já vai querer dormir sozinha no seu quarto. E cada uma de nós vai estar na sua cama... E, nessa altura, eu sei que vou sentir saudade das noites em que estava ao seu lado a ouvi-la a adormecer...

Chama-se a isto "Parentalidade Proximal". Aquela que valoriza os afetos, o apego e a proximidade entre filhos e pais, de forma a que estes se sintam seguros. Se é de mim que ela precisa ao seu lado para adormecer ou para qualquer outra situação, é lá que eu irei estar. Mas, por outro lado, também quero ser uma mãe que saberá dar espaço quando ela assim o necessitar, com a certeza de que serei sempre o seu porto seguro para qualquer eventualidade.


quinta-feira, 15 de março de 2018

Consegui e ela precisava!

Temos tido uns fins-de-semana bastante caseiros. Tudo porque o mau tempo tem imperado por estas bandas... (além das surpresas na saúde da minha M. e, quanto a isso, nem valia a pena arriscar!!!)
Então, 2 dias inteirinhos em casa, é preciso bastante criatividade para entreter uma criança de 4 anos o dia todo. Apesar de estarmos por casa, temo-nos divertido bastante. Aproveitamos para brincar muito com os seus brinquedos. Levamos a semana inteira na correria que nem sempre conseguimos brincar com os brinquedos lá de casa e, por isso, aproveitamos o fim-de-semana para tal.
Além de brincarmos, também fazemos algumas atividades educacionais (ela já me quer ajudar a limpar a casa... vou deixando ela fazer um bocadinho do que quer...! Claro que depois tenho de voltar a fazer, mas isso não importa!). A única coisa que não temos feito, é a sesta da tarde. Desde que entrou para a escola que dormir à tarde é a última coisa que quer, mas no passado sábado, depois do almoço, vi que ela estava mesmo cansada. Sugeri irmos para a tenda e contei-lhe uma história. Quando olhei para ela... tinha adormecido... 
Falei aqui que era uma aspiração minha que a tenda também servisse para ela dormir (pelo menos tem condições para tal!), mas nunca pensei conseguir tal proeza... 
Fiquei ali, com ela, um bocadinho... a vê-la dormir... a contemplar o seu sono... 
Ela parece um anjo! É o meu verdadeiro anjo na terra...
Ali, naquele momento, agradeci mais uma vez, o facto dela ser minha filha e de eu ser a sua mãe! Uma benção, sem dúvida!... Não há amor no mundo mais incondicional que este!



segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Adormecer em sítios estranhos...

Já a minha mãe contava que para eu adormecer em bebé chegou a sair de casa com o meu pai e a dar a volta ao quarteirão lá na freguesia onde morávamos. Contava ela que bastava eu ouvir o motor do carro para acalmar e adormecer. Da mesma forma que muitas vezes bastava desligar o carro para eu acordar. Queria era andar de carro pelas ruas de Santo António... A minha M. não é de dormir muito no carro, embora aconteça sempre que está ou na suposta hora da sua sesta ou quando já passa da hora dela estar a dormir, à noite.
Desde que ela está na escola que não dorme à tarde. Quer dizer... ela quando está mesmo, mesmo cansada adormece de qualquer maneira, a qualquer hora e em qualquer sítio, às vezes até ao dia seguinte, mas normalmente não costuma dormir. Ao fim-de-semana se tento ir fazê-la dormir ela não quer, mas depois, a partir das 18h, anda aos tombos e fica toda olherada. Típico!
Um dos dias que saímos de casa (para uma voltinha pequena), ela quis ir no porta bagagem, pois existe um buraquinho pequenino que ela nos podia ir vendo, tipo janelinha... Assim foi... Quando estacionamos o carro... ela estava assim... adormecida no porta bagagem...


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Ilusão falhada!

Numa das manhãs de fim-de-semana que antecederam o Natal (em que ficamos mais tempo na ronha, sem pressas para ir para o trabalho!), senti ela acordar. Levantou-se e foi para a casa de banho sozinha. Tirou a sua fralda da noite e sentou-se na sanita. Permaneci deitada na minha cama a "ver" o jeito dela. Chamou por mim. Fui ter com ela. Limpei-a. Como ainda era muito cedo, perguntei-lhe para onde queria ir. Ela responde:
- "Mãe, eu quero ficar sozinha."
Fiquei apática e de olhos arregalados para o que me dizia. Acompanhei-a até à sua cama e ela diz:
- "Mãe, sabes, já consigo dormir sozinha. Eu acordei e fiquei na minha cama. Depois adormeci mais um bocadinho... sozinha!"
Disse-lhe "Uau! Estás mesmo uma crescida!", dei-lhe um beijo e regressei à minha cama.

Não se iludam como eu... na noite seguinte, afinal, ela já não "conseguiu" adormecer sozinha!...

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Ela continua a cantar para adormecer...

Já disse aqui que a minha M., desde pequenina, sempre fez sons para adormecer. Só mais tarde percebi que era ela a cantar... 
Hoje em dia há dias que ela não canta para adormecer, mas há outros que ainda canta e, acreditem, ela adormece mesmo rápido quando canta...
Aqui está ela a cantar...
(nesta primeira está ainda bem desperta...)


(aqui já estava quase, quase a adormecer...)

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O pior de dormir na Lomba da Maia é...

... quando acordo em cima da hora e obriga-me a despachar em velocidade luz, até porque Ponta Delgada não fica exatamente ali ao lado...
Para piorar o cenário, saindo mais tarde de casa, implica mais trânsito, mais dorminhocos (ou para contrariar também existem os mais stressados, tipo eu!) na estrada, mais carros de grande porte que andam a 20km/h, mais azelhas,... Ala que se faz tarde!...
Mas a pior parte mesmo é ter de deixar o carro pertinho do trabalho (para não chegar ainda mais atrasada!) e ter de pagar o "couro e o cabelo" por isso... Bahhhh... Porque não nasci rica?!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Há noites que nunca mais acabam...

Graças a Deus, a minha M. dorme a noite inteira desde, sei lá, os 3/4 meses... Já nem me recordo bem! 
Uma das coisas que me fazia (e faz!) confusão era quando as outras mães diziam que os filhos não dormiam a noite toda ou que acordavam cedíssimo (tipo 6h ou 7h) ao fim-de-semana... Eu que adoro dormir (confesso que foi um gosto que adquiri já tarde, mas que me deixa muito feliz!), principalmente nas manhãs de sábado e domingo... Ficar ali na ronha (nem precisa ser a dormir!) é tãoooo bommm!). Enquanto estava grávida, dizia sempre ao namorido (que é o madrugador lá de casa!) que se o bebé fosse madrugador como ele, as manhãs seriam para ele, pois eu estaria em modo off até pelo menos às 10h. Por sorte, até certa altura, a minha M., aos fins-de-semana, ficava a dormir até às 9h30/10h, mesmo adormecendo às 20h30/21h... Foi uma benção esta filha! Hoje ela acorda ligeiramente mais cedo (8h30/9h) aos fins-de-semana (durante a semana acorda pelas 7h45, porque tem de ser!)... Nada que não aguente e não tem comparação para aquelas mães que acordam às 6h da manhã porque os filhos estão cheios de pica!
Mas, lá de vez em quando, há noites complicadas. Vale que são raras!

Uma das noites da semana passada foi um bocado atribulada. Ora vejam:
- ela adormeceu pelas 20h30 no seu berço;
- eu adormeci pelas 23h e qualquer coisa na minha cama;
- o namorido quando chegou ao quarto (pela meia noite e tal!) eu devia estar a ter algum pesadelo qualquer que acordei em sobressalto a olhar para o lado à procura da minha M. e não a estava a ver... o meu coração ficou a mil e só me apetecia chorar pensando que ela poderia ter caído da cama sem eu sentir e ter lá ficado, ou pior que alguém a pudesse ter levado sem eu sentir! Foi verdadeiramente agoniante, até "despertar" para a realidade e ver que ela estava ali ao lado, no berço, onde a tinha deixado!...
- pelas 3h da manhã, ela choraminga por algum motivo qualquer e toco nela para a acalmar. Senti o pijama dela molhado... Tinha saído xixi da fralda, pensei eu! Levantei-me e vi que tinha também molhado a cama... Peguei nela, troquei de roupa e de fralda e deitei-a junto ao pai, enquanto fiz a sua caminha de lavado. Nesse momento lembrei-me da minha mãe, quando me trocava a roupa de cama (quando algum acidente acontecia!) a meio da noite... As mães são mesmo TOP!
- peguei nela, pensando que estava a dormir, mas lá estava ela de olhinhos abertos a olhar-me (ficou a ver-me a fazer a caminha dela e a esperar ali pacientemente caladinha, tal como eu fazia com a minha mãe!), e pu-la no berço novamente. Ela diz "Mãe, o meu bebé?!" - Dei-lhe o seu bebé e ela adormeceu de novo!
- pelas 6h, o namorido levantou-se para se preparar para ir embora (tinha algo para fazer antes de chegar ao trabalho!), mas eu estava meio confusa, porque ainda não acertei o relógio do quarto para a nova hora e fiquei sem saber se era para me levantar ou não. Regra geral só me levanto quando ele já está no duche...

Uma noite cheia de "movimento"! Acordei mais cansada do que quando me deitei!...

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Foi esta noite...

Foi ontem à noite a primeira vez que ela dormiu sozinha, sem mim... Ela tem 2 anos e 10 meses. Só a deixei dormir fora porque sabia que ia ficar bem. E ela ficou bem. Está habituada aos meus pais, que são aqueles que estão com ela, às vezes mais tempo do que eu em virtude do meu trabalho. Esta treta de mães trabalhadoras faz com que os nossos filhos passem mais tempo longe de nós do que connosco... E a minha M. é uma sortuda porque, pelo menos por enquanto, fica com os seus avós que a tratam tão, mas tão bem, com imenso amor e dedicação. Imagino as outras crianças que têm mesmo de ficar na creche/escola um dia inteiro, enquanto os pais (escravos do trabalho) têm de lutar pela sua sobrevivência...

Li algures este texto que me comoveu e me fez querer mudar o mundo pela minha filha, pelo tempo que gostaria de estar com ela... Deixo-o aqui para pensarem sobre o assunto...
"Ainda não percebi bem o que querem de mim...
Nasci porque a minha mamã queria ser Mãe e o meu papá queria ser Pai.
Mas não pensaram se eu quereria ser o filho deles a tempo inteiro.
E eles, afinal, não tinham tempo para mim.
Mas fizeram-me nascer na mesma.
Agora sou bebé, passo 8 ou 9 horas por dia na creche, até que a minha mãe (quase sempre) ou o meu pai, me venham buscar.
Chego a casa cansado, bem como os meus pais; eles olham para mim, dizem blá-blá-blá, eu rio-me, eles também e depois metem-me na cama.
Ando assim 5 ou 6 anos.
Depois começo a frequentar a escola.
Entro logo de manhã, às vezes debaixo de chuva, vento e muito frio e estou dentro da escola, 6 ou 7 horas, até que a minha mãe (quase sempre) me venha buscar.
Em casa, faço os TPC's., com a ajuda possível dos meus pais, que estão cansados, frustrados, revoltados com o trabalho, cujos salários mal dão para vivermos com dignidade, até que chega a hora do jantar, feito pela minha mãe.
Depois olham para mim, com os olhos cansados, mas ainda com energia para dizerem blá-blá-blá. Eu ainda me rio, eles também, lavo os dentes e vou para a cama.
Ando assim mais 4 anos.
Entro na escola secundária. Tenho muitos professores e muitas disciplinas. Fico lá 6 ou 7 horas, até tocar para a saída.
Nos primeiros tempos ainda espero pelo meu pai (é ele que tem o carro) e vou para a casa.
Mas, alguns 3 ou 4 anos depois, já regresso sozinho.
Apanho os transportes públicos, cheios de adultos que até me pisam para entrarem primeiro do que eu, mostro o "passe" e chego a casa, cansado! Beijo o meu pai, também cansado, beijo a minha mãe que está na cozinha, também fatigada e tento fazer os TPC's. Por vezes adormeço e muitas vezes não consigo fazê-los.
E então já sei que os professores vão escrever um "recado" ao meu pai. E depois vou ser castigado.
Mesmo que esteja cansado! No dia seguinte, o professor grita comigo e pergunta se os meus pais não têm tempo para me dar educação.
Eu não respondo, mas apetece-me!
Alguns dos meus colegas, respondem!
E os professores dizem que não são educadores.
Que os educadores deviam ser os pais.
Só que os professores estão comigo 7 horas por dia, se não faltarem às aulas.
Os meus pais, estão comigo, talvez, 2 ou 3 horas por dia, o resto é para comer e dormir.
Fico a pensar, quem é que me poderá educar?
Acho que os adultos estão loucos!
Vou começar a fazer uma birra!
Talvez me olhem de outra maneira...
Acho que vou começar a fumar nas traseiras da escola.
Está lá a malta da turma.
Eles até não se importam de "partilhar aqueles cigarros que eles próprios fazem".
Eles dizem que aquilo é um paraíso. Talvez experimente.
Os professores não vão dizer nada porque não são meus educadores.
Os meus pais não vão dizer nada porque na escola ninguém tem obrigação de me vigiar e em casa os meus pais estão cansados e só estão comigo (acordados) 2 ou 3 horas.
Os adultos dizem que eu sou mal-educado mas não é verdade, eu não tenho mesmo nenhuma educação.
Porquê?
Porque os adultos não têm tempo!
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NOTA:
Não tenho nada contra os Pais ou os Professores, mas tenho contra esta Sociedade desequilibrada!"
(texto - autor desconhecido)

A ausência dela lá em casa por tanto tempo é complicada... Senti falta da televisão ligada no Panda, dos gritinhos e dos sorrisos dela pelos cantos, de ouvi-la chamar por mim "mãe" ou "mamãe" (como às vezes chama, fruto dos desenhos animados brasileiros que vê!) 1000 vezes ao dia, do ter de lhe dar o jantar a horas, do banho, de contar-lhe histórias, de fazê-la dormir, de ao acordar não ter a televisão ligada para ela ver o primeiro episódio do dia da "Masha e o Urso",... tudo, tudo foi difícil... Acreditem ou não, eu ouvi-a chamar por mim algumas vezes... (não fui ver se era ela! Não pensem que fiquei louca!). Mas sei que ela ficou bem, adormeceu bem, acordou pelas 8h30 bem "dormida" e bem disposta (se tivesse dormido em casa teria de acordar mais cedo!)... E eu, mesmo com o coraçãozinho pequenino, aproveitei para limpar a casa, fazer comida (sopa, 2ª prato e sobremesa para ele hoje!), tomar um longo banho e ver os episódios da "Anatomia de Grey" que ficaram por ver da última quarta-feira (porque também sou filha de Deus!)... Tudo para hoje e este fim-de-semana ter todo o tempo do mundo só para ela, para estar com ela e para lhe encher de beijos e abraços doces como ela...

Apesar de saber que foi o melhor para ela, adormeci e acordei a pensar nela... É um Amor que não se explica...
*é bom que ela tenha uma "segunda" casa onde possa ficar, sem ser a nossa (não sabemos o dia de amanhã!), mas mesmo assim não compreendo como há pais que deixam os filhos "por aí" dias e dias seguidos...

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Este é o meu atual dilema...

Com a casa parada há algum tempo e a minha M. sem parar de crescer, começo a ver o berço dela (que não é propriamente dela, é emprestado!) cada vez mais pequenino e temo que um dia ela tenha de ter de mudar para uma caminha maior... Não conseguiria dormir bem se soubesse que ela não está bem confortável!...
Ora, como já muito sabem, vivo num T1, ou seja, com apenas um quarto. Dá perfeitamente para caber a nossa cama e o berço dela, mas caberá uma cama maior, onde ela caiba?! Depois como será?! Não poderei comprar uma cama definitiva para ela, pois quero comprar-lhe um quartinho todo giro para a casa nova (com tudo o que ela tem direito!) e casa nova pede quartinho novo para a princesa, pois ela não tem culpa nenhuma do atraso que a casa tem... Mas também não queria gastar muito dinheiro, pois seria uma coisa provisória...

Será que lhe devo arranjar apenas um colchãozinho e ela ficar a dormir no chão?! Ou devo comprar uma caminha pequenina que dê para os próximos tempos?! Há umas bem giras e nem são muito caras... Por exemplo esta aqui, ou esta, ou esta. A primeira é a minha preferida, pois posso pô-la pequenina e depois tem a particularidade de crescer junto com a minha filha... A 3ª hipótese também é engraçada, porque depois a parte de baixo serve de arrumação para alguma coisa... 

Ou uma destas 3 hipóteses, ou colchão para o chão, chamado o método montessoriano (saiba mais sobre este método aqui!), com um estradozinho, de preferência... É onde está  recair a minha preferência... mas até lá, vamos ver...
Gosto muito destas soluções de chão (mas não sei onde se vendem, alguém sabe?!):
(Gosto muito de qualquer uma das hipóteses em cima. A nº 1 e 2 são fofas mas acho que não vou ter lá grande espaço para ter a "casinha" ou o móvel. A solução passaria pela nº 3 ou 4.)

Estou mesmo sem saber que decisão vou tomar para resolver este dilema... Ainda tenho tempo, mas já penso nisso...


O quartinho/caminha da Minnie não faz parte das minhas escolhas, mas acredito que seria aquela que a minha M. iria escolher se estivesse na sua casinha nova...