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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Férias 2018 #5: Fazer praia na Praia

Como o calor é abrasador na cidade da Praia, ir à praia, nem que sejam por uns míseros 30 a 60 minutos é necessário, principalmente para a nossa sanidade mental! Pelo menos a minha fica bem melhor quando mete água salgada e sol! :P
Na cidade da Praia existem algumas praias, mas a melhor de todas é a praia Kebra Kanela, não só pelo aspeto em si, pela extensão de areia, como também por ter 2 bares que a rodeiam, às vezes com alguma música ambiente. E digamos de passagem que estar na praia com música ambiente é outro nível (eu pelo menos gosto!)!
A água é milagrosamente aquecida pelo sol... É como estar na Ferraria, mas em Cabo Verde! As ondas são tão calminhas que a minha M. atreveu-se estar sem braçadeiras algumas vezes e sempre em segurança...

Minha rica praia!!! Meu rico mar!!! Meu rico sol!!!









sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Férias 2018 #1: Trocamos a "Brancaloura"

Vou iniciar hoje a rúbrica das nossas férias...

Este ano as nossas férias foram, tal como tem sido sempre, cheias de cumplicidade e de tempo útil juntas. Muitos risos, boa disposição e muitas aventuras! Afinal férias é para estar com a família e com quem nos quer bem. Férias é para estar com quem quer também estar connosco. 
O ano passado passamos os dias em viagens entre Ponta Delgada e Caloura. Este ano repetimos algumas vezes o percurso, mas mudamos de poiso, por escolha dela! A escolha foi a praia de S. Roque, aquela que fica mesmo por baixo da igreja da mesma freguesia... Existe ali uma baía catita, cheia de segurança e com ondinhas pequeninas, que permitia à minha M. nadar sem braçadeiras e fora de qualquer perigo, além de podermos fazer grandes obras de arte com a areia e os brinquedos dela. Para ajudar à festa, era também a praia que algumas amiguinhas dela da escola frequentavam e ela brincava juntas, todas felizes! E, se ela está feliz, eu fico feliz!

Sem dúvida que a praia vale mesmo a pena para quem tem crianças. E com o sol, o mar e muitos sorrisos à mistura tudo corre bem!...


quarta-feira, 18 de abril de 2018

Fomos à praia este fim-de-semana...

Este fim-de-semana o sol resolveu visitar-nos e não tive meias medidas, perguntei-lhe se ela queria ir à praia, ao que me respondeu com um grandioso SIMMMM... É das minhas a minha pequenota! :)
Já o ano passado iniciamos a ida dela à praia em abril (pode ler aqui), por aconselhamento do ortopedista. Este ano, como anda sempre tapada pensei que se calhar cheirar a maresia ou até respirar a água do mar lhe podia ajudar. E ajudou! Sem dúvida!
Não fomos muito tempo (1horinha - máximo 2h - talvez), o tempo suficiente para fazermos uns castelos e entrarmos na água que ainda está demasiado fria para ela. Por isso, depois de respirar a água salgada, só se molhou um bocadinho...
Foi tão saudável, tão zen, tão cheio de calmaria... E ela adora tanto correr na areia, brincar com ela, ir buscar água ao mar (com a mãe!)... Apanhar solinho é tão bom, tão rejuvenescedor! 
Depois da praia não houve cá ranhocas nem nada... nariz sequinho como um lindo... e a dormir?! Quase silenciosa...
Sem dúvida que o mar faz milagres... e o nosso mar é único!

terça-feira, 26 de setembro de 2017

As nossas idas à praia...

Já o disse aqui que a nossa "praia" de eleição das nossas férias foi a piscina natural da Caloura, a "Branca Loura" como dizia a minha filha. Fomos lá no primeiro dia de férias e ela adorou tanto que todos os dias me pedia para lá irmos. Claro que fomos a outros sítios: às piscinas da Ribeira Grande e da Boca da Ribeira (ambas que também adorou!), ao Forno da Cal, aos calhaus da costa norte (Fenais da Luz, Capelas e Santo António)... mas o "tal" foi mesmo a Caloura...
Talvez pela transparência da água do mar, pela piscina, pelo sol, pelo espaço que havia para brincar sem perigo, pelos barquinhos que visitava, ou talvez por tudo junto... Era na Caloura que se sentia em "casa". Eu gosto e ela também passou a gostar...
Levávamos lanchinho para a tarde e uma coleção de toalhas que aquele chão não é para brincadeiras... Levávamos alguns brinquedos para brincarmos à sombrinha...
Mal chegávamos, se a maré não estivesse demasiado vazia, aproveitávamos para dar um primeiro mergulhinho no mar, ela com braçadeiras, em pleno mar, a descer e a subir as escadas do cais de ligação ao mar como uma pessoa grande, sem medo. E lá ficávamos um bocado... e que bem que sabia... Depois deste primeiro mergulho, a restante tarde era organizada entre toalha para aquecer ao sol, brincadeira à sombra, e idas infinitas à piscina (sempre sem braçadeiras) ou ao mar (com braçadeiras). Havia sempre tempo para o soninho da tarde, na sombrinha, ao som do mar e do chilrear das gaivotas, e tempo para as visitas aos barcos que, uma vez ou outra, ainda calhou ver o peixe pescado no colo de um dos pescadores simpáticos... E uma outra vez que estava lá um grupo de 3 pessoas a fazer paddle de uma lado para o outro e, depois de ter pedido à menina se ela podia ir dar uma voltinha, esteve com ela na prancha uma boa meia hora (ou mais!)... Deixo, desde já, o meu muito obrigada à menina que levou simpaticamente a minha filha na sua prancha...
Depois da brincadeira de toda a tarde, saíamos da "nossa praia" pelas 18h30/19h (às vezes até mais!), parávamos no barzinho para o geladinho que passou a ser tradição e íamos consoladas para casa a contemplar o pôr-do-sol pela via rápida!

E um dia diz-me:"Se não tivesses uma filha, não tinhas ninguém para te pedir um gelado!"... Foi um momento muito doce dela, pois a preocupação visível na sua carinha era imensa, e que me fez (e faz!) rir! :)

Sem dúvida... dias inesquecíveis e marcantes para nós as 2!
(A voltinha de paddle em alto mar...)

(a nadar no mar comigo e com o avô A., sempre sem medo)

(momentos doces na "Branca Loura" - Caloura)

(outros locais por onde passamos: Lagoa, calhau dos Fenais da Luz, Piscinas da Ribeira Grande e Piscina da Boca da Ribeira)


sábado, 16 de setembro de 2017

Comeste e queres ir ao mar?!...

Desde pequenina que sempre ouvi os meus pais me dizerem "Ainda não é a hora de ires à água... tens de esperar mais 2h... mais 1h... se comes muito depois não podes ir à água..." etc, etc, etc... Eu e a maioria dos meus amigos/primos e miúdos que via lá na praia/piscina onde eu estava... Quem nunca levou com esses alertas?!
Lembro-me de ficar à seca à espera que as horas passassem para poder ir à água... Era a torrar ao sol que na altura não se falava em protetores ou cancro de pele, a fazer castelos na areia, com direito a janelas e portas e tunéis e rezar para que uma onda gigante viesse e nos molhasse o tornozelo "sem querer"... Quando a "carta de alforria" saia era um sprint da areia até à água e ficávamos de molho o resto da tarde.
Hoje, porque já me explicaram bem este "mito" (explicação aqui) e porque desde que sei da verdadeira história de como funciona a coisa tenho agido assim e ainda não morri, a minha filha tem a liberdade total de ir à água sem medos... a única coisa que me preocupo é a temperatura do que come com a temperatura da água... e... se vir que ela dá algum arroto, peço-lhe apenas para sair da água por um bocadinho, só para estabilizar a coisa... 

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Conversas da minha filha aos 3 anos...

Estávamos nas piscinas municipais da Ribeira Grande outro dia e, enquanto a minha M. estava super ocupada a fazer os seus castelos na areia com um conjunto de balde, coador, regador e restantes utensílios da Patrulha Pata que lhe comprei (e que adorou!) e, do nada, sai-se com esta: 
- Mãe, depois vou deixar a Leonor brincar com estas coisas.
E eu com cara de ponto de interrogação pergunto-lhe de quem está a falar... e ela repete, já mais esclarecedora (deve ter pensado "dahhh mãe!")
- Mãe, a Leonor, a minha irmã, depois pode brincar com estas coisas. Eu deixo.
A minha cara de ponto de exclamação desta vez falou mais alto... e depois comecei a puxar por ela para perceber se realmente ela estava a falar de alguém que não existe e nem sei se irá existir um dia...
- Perguntei: Filha quem é a Leonor?
Ela: A minha irmã!
Eu: Mas filha, onde está a Leonor?
Ela: Ela ainda está no céu, mas depois vai vir. Mas tens de pedir muito ao Jesus para que Ele a mande para cá.
Eu: E o pai não tem de pedir também?
Ela: Tem! Mas o pai tem de ir devagarinho pedir ao Jesus, se não o Jesus fica zangado. Ele é menino!!!... A mãe é que pode pedir melhor...

E pronto, é isto!
Num instante ganhei uma 2ª filha (que ainda não existe, mas que já tem direito a balde da Patrulha Pata!!!) e ainda por cima sou eu que tenho de fazer o pedido ao Jesus... Estou feita ao bife!

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Andar na areia faz bem...

Desde que a minha M. começou a andar que reparo que ela coloca os pézinhos inclinados para dentro e nas últimas consultas que tive com a sua pediatra ela sempre relativizou a minha preocupação.
Não me parecia ter pé plano/chato, porque o pézinho dela realmente faz uma curvinha, mas quando os coloca no chão a mesma desaparece. Não contente com a resposta que recebia, marquei uma consulta com um ortopedista local (o melhor para o pediátrico que temos cá e o mesmo que viu, em 2008, a ressonância magnética do meu irmão, e aconselhou ir para Coimbra para ser seguido pelo seu atual médico) e lá fui. Disse-me que ela tinha tendência a ter um pé um pouco plano, mas que ainda era muito cedo para termos certeza. Por isso pediu um Raio-X aos pés e outro à anca para fazer depois dela fazer os 4 anos.
Como fui a Coimbra com o meu irmão para consulta de rotina (dos seus exames anuais) e como ele é sempre visto pelo Prof. Dr. Casanova (dos médicos mais simpáticos, mais divertidos e mais profissionais que conheço no meu mundo - falei dele aqui!), ortopedista também, decidi aproveitar para mostrar os pezinhos da minha princesa. Disse o mesmo que o outro ortopedista que tinha ido antes (não fossem ambos muito bons!) e acrescentou que a única coisa que podia fazer para ajudá-la agora era levá-la à praia e fazê-la andar na areia molhada... É pra já doutor! Inclusive começamos a ir à praia "apanhar ondinhas" às corridas na areia molhada desde o primeiro dia que regressamos a S. Miguel... :) Sempre que há uma brechazinha, estamos lá caídas. Ela adora (e eu também!)! Não lhe faz bem só aos pés, mas também à nossa alma... Portanto, nós já vamos à praia há basicamente 1 mês! :)



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Penso que foi o último banho de 2016...

Foi num dia tão bonito, cheio de cor e de muito amor... Aconteceu no último feriado (5 de outubro - nunca me lembro de ir à praia até tão tarde...), na praia da Ribeira Quente, das melhores praias que S. Miguel tem para oferecer aos seus habitantes e a quem nos visita. 
A ideia era só passar pelo túnel ("túnet" como ela diz!) e ir dar um passeio até à praia, mas ao chegarmos lá, o dia estava tão bonito, tão chamativo, que nem eu, nem ela resistimos e, como sou uma mulher prevenida, no carro tinha todo o equipamento necessário para o caso de isso acontecer... Lá fomos nós, as duas aventureiras do meu mundo... A água estava ótima de temperatura, embora um pouco turva... Não importou! Só o facto de podermos desfrutar de uns momentos de plena paz naquele mar, naquela praia, valeu por tudo...
Este é uma paixão que, hoje sei (e ainda bem que assim é!), partilho com a minha mais linda companheira da estrada da minha vida...

Digam lá quem resistiria a um cenário destes, mesmo em pleno mês de Outubro?!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Um dia no Porto Formoso e outro dia na Maia

Aquando a nossa estadia na Lomba da Maia durante as festas, tivemos a sorte do sol nos brindar todos os dias. Ali próximo (como em toda a ilha, claro!) existem uma série de zonas balneares que valem a pena. A decisão recaia sempre se tínhamos muito tempo para lá estar ou não (é que festas religiosas também tem afazeres que não nos podemos descurar!).
Num dos dias fomos à praia dos Moinhos, a qual já falei dela aqui noutros textos. Aquela praia tem uma particularidade que desconheço em qualquer outra praia cá da ilha. Quando entramos no mar, tem um fundão logo a poucos centímetros que se torna um obstáculo para quem ainda não sabe nadar, pois para lá do fundão, dependendo da maré, deixamos de tomar pé. Com a minha M. lá todo o cuidado é pouco. Tivemos a sorte de, nesse dia, estar um dia especialmente bom, com o mar bastante mansinho (além de que sempre tinha mais gente para me ajudar com ela!). Ela simplesmente adorou!
No domingo da festa, também estava bastante calor e decidimos ir a algum lado de manhã, já que à tarde não podíamos pois o caminho era preciso enfeitar... Decidimos ir a uma zona nova, a piscina natural do Frade, na Maia. Já há algum tempo queria experimentar, mas ainda não tinha tido oportunidade. Tenho algum receio de entrar em mar que desconheço, principalmente se for de rocha (nunca se sabe que seres andam ali por baixo!) e como não tinha levado a minha máscara de mergulho, foi ainda mais difícil. Para piorar a situação, não poderia demonstrar medo, para não transmiti-lo à minha M., porque ela também queria entrar na água, então, o meu irmão deu-me um "empurrãozinho" atirando a crock da M. lá para a frente para eu ter de ir buscá-la (ideias idiotas!) e depois acabou por entrar na água também, pois a água estava mesmo convidativa. Tirando esta situação, foi de facto uma boa ideia irmos experimentar mergulhar naquele mar, pois as águas estavam bastante convidativas (com uma temperatura agradável e bastante transparentes!)

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Check Ribeira Quente e Caloura. Muito bom!

Um dia acordamos cedo. Estava um dia lindo! Fizemos a mala de praia e levamos alguma comidinha e água para o dia. Pegamos no carro e saímos de casa. Parámos no Pão do Rei e compramos o nosso pequeno-almoço, que fomos comendo pela viagem.
Rumamos para a Ribeira Quente! Há sítios nesta ilha que têm o poder de recarregar as minhas baterias. A Ribeira Quente é um desses sítios.
Foi um dia tão bom, mas tão bom que se houvesse oportunidade, faria tudo de novo...
Passar pelo túnel é para ela uma animação. Lembro-me de como eu própria ficava feliz quando passava por ele quando era pequenina. Se fosse na Madeira seria uma festa constante: era só ver carros a apitar a cada metro quadrado!

Como o sol ameaçou ir embora, não pensei duas vezes e fiz a viagem de regresso (em algum sítio ia encontrá-lo!). Encontrámo-lo na Caloura. Foi lá que parámos. A Caloura é uma zona balnear e piscatória da vila de Água de Pau. Sempre gostei de lá ir, pois o mar é super limpinho e tem umas paisagens balneares fantásticas. Estava tão, mas tão bom, que a minha M. deve ter pedido para ir à piscina umas 10 vezes. E lá ia eu com ela nadar mais um bocadinho... Estava mesmo bom! São momentos como estes que fazem valer a pena viver...



terça-feira, 23 de agosto de 2016

Igual à mãe!

Quem comigo costuma frequentar praias ou piscinas sabe que na hora de vir embora coloco a toalha amarrada à volta da cintura. Já o faço há anos! Podemos até dizer que é a minha imagem de marca à saída da praia... O sal no corpo não me faz consentir roupa. Sinto-me desconfortável. Por isso, coloco a toalha à cintura, havaianas no pé e pega direito... Assim sou eu!... Simples e natural!... Numa daquelas manhãs que fomos à praia, a minha M. diz-me "mãe amarra a toalha na Matida... igual à mãe!"... Oh tão fofa! Agora sempre que sai da praia (e às vezes do banho!) pede para eu por a toalha "igual à mãe!"... É ou não é motivo para me babar toda?!


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

As manhãs deviam ser todas assim...

A minha M. sempre foi um bebé que dorme bem. Lá em casa não há o bebé madrugador que se levanta às 6h da manhã e nunca mais prega olho. Graças a Deus, pois não seria bom para a minha sanidade mental... Ela só acorda mais cedo nos dias que vamos trabalhar. Algumas vezes acorda por si (ou pelo barulho que fazemos de manhã!) pelas 7h/7h30, mas a maioria das vezes sou eu que tenho de acordá-la porque tem mesmo de ser e já estamos nos minutos previstos de sair de casa. Aos fins-de-semana ela sempre dormiu até à hora que quis, exceto se fosse mesmo preciso acordar mais cedo. A média dela aos fins-de-semana é às 9h para acordar. Às vezes é mais tarde, outras pouco antes. Nas nossas férias também foi assim, embora tenha tido alguns dias que acordou às 10h. Mas a maioria dos dias era sempre 9h/9h30! Estou no céu! :) Houve até uns dias que ela se lembrou de acordar ainda mais cedo, tipo 8h30 e, nesses dias, abri o Spotazores e se via que estava um dia lindo ali para os lados da praia do Pópulo, não pensava 2 vezes. Um dos dias vestimos o bikini (as toalhas já estavam no carro, como andam permanecem todo o verão!), paramos no Pão do Rei para comprar o pequeno-almoço e rumamos para a praia. A praia tinha mais meia dúzia de pessoas, o mar estava calminho, o céu azulinho puro... Tomamos o nosso pequeno-almoço romântico a ver o mar e rumamos para a água. Eu, ela, o mar e o sol... Fizemos castelos e "piscinas" na areia, nadamos, deitámo-nos na toalha, estivemos abraçadas, trocamos carinhos, contemplamos as vistas,... Foi uma manhã perfeita! 
Perto da hora de almoço, o céu já não estava igual ao que havia quando chegamos, saímos da praia para programarmos o restante dia, consoante as suas rotinas diárias (mais ou menos!)... 



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Estar de férias ou limpar a casa?!

Desde que fui mãe que tento fazer o melhor que sei pela minha M., desde o primeiro momento em que acordo até ao momento em que adormeço. Não sei que mãe serei daqui para a frente, ou quando ela for já uma adolescente, mas sei que farei sempre o melhor que sei, olhando primeiro para o grande exemplo que tive e tentando não cometer os mesmos erros que cometeram comigo... Ainda outro dia, quando iniciei as minhas férias, a minha mãe, ao ver que o tempo não estava a ajudar a dias de praia, perguntou-me se eu não ia aproveitar para arrumar/limpar coisas em casa. Respondi-lhe prontamente que não. As minhas férias não iam ser aproveitadas para arrumar ou limpar a casa. Aliás, nos meses de verão o apartamento onde vivo passa para modo "férias", isto quer dizer que o máximo que faço em casa é ir limpando aquilo que vejo que está mesmo sujo. O wc é daquelas zonas da casa que tento manter limpo, mas de resto, só o faço quando tem mesmo de ser e normalmente quando a princesa dorme ou está entretida a ver TV (o que raramente acontece no verão!). Lembro-me que a minha mãe não tinha tempo para brincar connosco de quarta a sexta-feira porque tinha que limpar a casa. Lembro-me que lhe pedia para ir connosco para o calhau (sempre gostei muito de mar!), quando ainda vivíamos no Nordeste e o meu pai estava a trabalhar e por isso não tínhamos carro para ir para a piscina, e ela dizer que não podia ser porque tinha de limpar a casa... Lembro-me que ficava triste... Não quero que a minha M. se sinta triste por nada semelhante a isto e nem tão pouco que se lembre que eu deixei de estar com ela para limpar a casa!... Chamem-me o que quiserem!...
As minhas férias serviram essencialmente para estar com ela, alimentar-me dos seus sorrisos, provocar-lhe outros tantos, criar momentos de diversão para nós as duas, criar recordações,... Estas férias pude apaixonar-me ainda mais pela minha filha, vê-la crescer com saúde, vê-la a ter as suas próprias conquistas: nadar de braçadeiras debaixo de água, de olhos abertos, dar pulos sozinha para a piscina (quando antes só o fazia comigo!), vê-la com sede de saber nadar (quando lhe tirava as braçadeiras e ela atirava-se para a água como se as tivesse, sem qualquer tipo de medo...), vê-la a comer sozinha a sopa e o segundo prato, vê-la querer ser independente, vê-la feliz, a correr e a brincar... E foi tão, tão bom tudo isso... Perder tudo isso para limpar a casa?! No way!... 



terça-feira, 16 de agosto de 2016

Banhos imperdíveis a poente

Há um local em S. Miguel que eu adoro pessoalmente. Já sei que vão dizer-me que gosto de muita coisa cá na ilha. É verdade! Sou uma apaixonada incondicional pela ilha onde vivo. Mas hoje quero falar-vos de um spot giríssimo e que vale mesmo a pena visitar: os Mosteiros.
A freguesia dos Mosteiros fica do lado poente da ilha, mesmo lá na pontinha do lado esquerdo, de quem olha de frente para o mapa. Desde que vivo em Ponta Delgada que, pelo menos uma vez no verão vou lá (eu vou sempre mais que uma vez, é verdade!). Enquanto vivia no Nordeste, que fica na outra ponta da ilha, ir aos Mosteiros acontecia apenas quando tínhamos gente de fora, em jeito de visita.
É nesta freguesia que o sol se põe mais tarde (ok que sejam apenas poucos segundos, mas nos fins de tarde de Verão fazem realmente a diferença!) e é onde existem piscinas naturais o mais naturais possíveis. Uma série de rochas, com aberturas entre as mesmas com o mar a convidar a um mergulhinho (ou a um passeio de máscara, tubo e barbatanas para ver os peixinhos!). E há tantas e de tantos feitios. Lembro-me que, por vezes, ia para lá com os meus cães e eles adoravam... Há piscinas naturais vigiadas e outras que não são. Com eles ia sempre para onde não estava ninguém. Era o nosso spot secreto.
Há também uma praia, mas eu, pessoalmente, nunca fui muito fã da mesma, pois normalmente o mar ali está mexidinho e tem algumas pedrinhas no início. Levar com pedregulhos nos tornozelos não é um cenário que me cative muito, então evito lá ir...

Nestas últimas férias levei o meu primo dos States lá para ele poder deliciar-se nas piscinas naturais. Como a maré estava baixa ele não achou grande piada a estar deitado em tantas pedras. Ficamos lá por um bocadinho, só o tempo de eu ir "matar saudades" daquela águinha límpida e super calminha. Estava um dia fenomenal, embora apenas nessa zona da ilha. A água estava literalmente parada, sem ondas, boa de verdade. A minha M. adorou andar atrás das pedrinhas e da águinha, e de ver as conchinhas e as "florinhas do mar" (o musgo). Como para o primo estava a ser uma perfeita seca, cedi e fomos para a praia. Assim eu ficava contente porque tinha ido às piscinas e ele ficava contente porque ia estar deitado na areia. Qual não é o meu espanto quando ao chegar à praia dos Mosteiros, o mar parecia um rio literalmente. As ondas eram mínimas. O sol estava abrasador. A minha M. adorou e quis ir ao mar por 2 vezes (quando é mar ela fica com algum receio de ir à água!). Para não dizerem que estou a mentir, deixo aqui algumas fotos mais que espetaculares desse dia!





quinta-feira, 21 de julho de 2016

Furou a onda pela primeira vez na Ribeira Quente

Os domingos são sempre dias que nos obrigamos (por gosto!) a fazer sempre algo em família. E vai daí, como estamos no verão, embora o tempo não o diga, o calendário (e o nosso espírito!) assim nos diz, andamos sempre à procura de molhar o corpito nalgum lugar agradável qualquer... Como fiel ao Spotazores que sou, lá fui eu pesquisar onde o tempo estava melhor cá na ilha... Ribeira Quente! Boa! A melhor praia do universo tem sol e ainda por cima fica logo ao lado das Furnas, ou seja, dá para ser um dia inteiro de programinha... Preparei um lanchinho e lá fomos nós rumo à Ribeira Quente. Lembrei-me que havia uma hamburguer que eu gostava de voltar a provar, a Summer Breeze (esteve fechado durante uns anos para agora abrir nas mãos de um jovem empreendedor que por acaso conheço!). Lembro-me das hamburguers que comia lá em pequenina. As melhores de todas! Se fechar os olhos ainda sinto o gostinho bom daquela cebolada que eles punha lá... E depois de provar a atual, digo que estão bem parecidas! :) Parabéns Pedro!
Depois do almocinho lá fomos nós rumo à Ribeira Quente. À medida que avançávamos, o céu fechava! Irra que o tempo não sabe o que quer!... Fomos na mesma, claro!...
Passámos pelo túnel e fizemos a festa! Como é o único túnel da ilha, o pessoal apita e faz barulho sempre que passa por lá. Não me perguntem porquê! Lembro-me que, em pequenina, quando ia com os meus pais ou quando ia na carrinha do meu padrinho com os meus primos e aquilo era um tal apitar. Fazia as delícias das crianças. A minha M. achou imensa piada também, tanto que queria voltar a passar por ele só para repetir a dose. 
Já na praia (com o céu encoberto pois está claro!), fomos todos à água. Haviam algumas ondas maiorzitas, mas nada de especial. No entanto, perante uma onda maior, forcei a minha M. a furar a sua primeira onda! As aulas de natação vieram ajudar em muito nisto, pois caso ela não tivesse frequentado a natação possivelmente iria entrar em pânico. E isso não aconteceu! Ela reagiu bem, foi apenas mais um mergulho. :) Aquele mar da Ribeira Quente, digo-vos uma coisa... é simplesmente fantástico! A água é bastante limpinha e amena... e normalmente o mar parece um rio (óbvio que não foi o caso deste dia!)...
Depois ainda estivemos a dar comidinha aos patinhos da Lagoa das Furnas e, como estávamos por perto, ainda fomos fazer uma visita surpresa à casa dos avós paternos.
Um domingo em cheio, portanto...!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Adoro este sítio...

Quem me conhece sabe que eu adoro o verão, o mar e o sol... Seja praia, seja calhau, desde que tenha águinha salgada e algum sol (nem é preciso muito!), alinho logo. Numa balança, entre praia e calhau, sou capaz de escolher calhau, só porque não tenho o "trabalho" de tirar a areia (se todos os trabalhos fossem esses...)

Há coisa de uns 3/4 anos descobri, por acaso, a piscina do Forno da Cal (foto em baixo)... Experimentei nessa altura e agora, sempre que posso, lá vou eu... Fica em S. Roque (uma freguesia muito próxima de onde trabalho)... Durante a semana e até mesmo no sábado (ao domingo fica muito cheio!), para dar um mergulhinho na água salgada é do melhor. A água é super clarinha, o sítio é abrigado, é sossegado, tem sombra e tem sol, tem espaço, o chão é de cimento, a vista é magnífica e, normalmente, o mar está calminho, o que é ótimo para a minha filha. Quem faz mergulho (já o fiz lá) aquilo está cheio de peixes de variadas formas e cores. Muito bonito mesmo! Os balneários são excelentes (com wc e duches limpinhos!)... Se, por acaso vamos em dia que tem águas vivas, sempre as vemos com mais facilidade.

Qual é a desvantagem deste local?! Abrir apenas no período de verão (há dias de muito bons sem estarmos no verão!) e bastante mais tarde do que as restantes zonas balneares (só abre no fim-de-semana que inicia o verão!) e fechar às 18h30/19h (quando ainda há solinho do bom!)... 

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Ida à praia sem fralda

Foi no dia 12 de junho.
Como a minha filha decidiu não usar fralda no dia 10 de junho, foi por água abaixo os planos de ir à festa de Santo António, pois não ia correr o risco de ter de levar 5 mudas de roupa de cerimónia para o caso de haver deslizes. Além disso, ter a minha filha a fazer xixi (na melhor das hipóteses) na casa de outras pessoas (mesmo que sejam amigos!) não é propriamente o melhor cenário a oferecer no dia da festa da freguesia.
Como o tempo estava ótimo apenas lá para os lados da praia dos Moinhos, ficar em casa também não me cativava nada. Vai daí, peguei nela e ala que se faz tarde: fomos à praia! Se ela fizesse xixi, pelo menos só molhava o seu bikini e a toalha e não ia faltar água para lavar, por isso lá fomos nós. 
Este foi o primeiro dia que ela portou-se quase 100% bem. Esteve sempre no seu guarda-sol em cima de uma toalha, a brincar com o seu balde. Se ela fizesse xixi aí não era muito grave.
Comemos um gelado, fomos à água e ela nada de xixi. Perguntava-lhe se ela queria fazer xixi e ela respondia-me que não. E os minutos foram passando, até que, olhou para mim com um ar muito aflito a dizer "Mãe, xixi!" Levantei-me da toalha de jato, calcei os meus chinelos (não deu tempo de calçar os dela!) e peguei nela ao colo em direção às casas de banho, não fosse ela fazer pelo caminho. Foi uma espécie de "tinoni" de emergência do INEM. Pela viagem, ia pensando que se calhar ela não ia querer fazer na sanita (todas as outras vezes que tentei ela rejeitava sempre!), mas depois pensava "epá se ela tiver mesmo vontade vai fazê-lo!"... Chegamos aos balneários e entramos numa das wc. Com ela ao colo, baixei-lhe o bikini e, sempre ao colo (não a ia sentar na sanita imunda!) disse-lhe para ela fazer o xixi. Haviam umas meninas a tomar duche aos gritos, portanto um cenário assim para o assustador para a princesa. Afinal aquele momento devia ser pacífico, já que era a sua primeira vez ao colo da mãe, em direção à sanita!... Inicialmente ela não queria fazer. Estava assustada. Mas fui falando com ela, dizendo-lhe que a mãe estava ali e que não havia nenhum problema, que podia fazer o seu xixi, que a mãe lhe ia segurar sempre,... e lá fez o seu xixi. Não tinha direção! Tanto ia para a direita como para a esquerda. Eu tentei não falhar a pontaria! (Óbvio que no fim tive de limpar todos os respingos do acento!)
Não foi o melhor cenário, mas valeu pela iniciativa ter sido dela, de pela primeira vez ela ter pedido para ir fazer xixi e por ter conseguido fazê-lo ao meu colo, na sanita. Estou verdadeiramente orgulhosa dela. Desse momento para a frente, foi sempre a melhorar...

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Fomos à procura do sol e encontramos!

O passado fim-de-semana foi simplesmente espetacular no que diz respeito ao tempo... Bom, na verdade, se não fosse o Spotazores, um site simplesmente espetacular que faz todo o sentido existir, principalmente para quem vive nos Açores, teria ficado deprimida com o mau tempo que se fez sentir em algumas zonas da ilha. Assim, depois de percorrer as zonas balneares de toda a ilha nesse mesmo site, concluímos que o sol estava mesmo na zona da Praia dos Moinhos e Maia. Foi para lá que fomos sem hesitar... sem hesitar mesmo!
A Praia dos Moinhos fica no Porto Formoso, em S. Miguel, e é uma praia pela qual tenho algum carinho: é uma das praias mais próximas da Lomba da Maia (onde a minha avó e padrinhos vivem) e é para lá que costumam ir os meus primos e padrinhos. Lembro-me de ir muito à Praia dos Moinhos quando era pequenina, principalmente quando ia com os meus primos ou padrinhos. A areia é mais grossa que as restantes praias da ilha e por isso não se cola à pele (e nem estraga os bikinis!). Bom, para quem não está habituado, pode eventualmente dizer que chega a doer os pés, mas só ligeiramente! :) Além disso, esta praia tem uma particularidade que desconheço em outras praias: quando entramos na água, depois de um bocadinho, deixamos de conseguir ter pé. Nunca percebi porque faz aquele "fundão", mas deve ter a ver com as marés daquela zona. Para quem não sabe nadar, chega a ser um perigo.
Hoje, a praia tem alguma fama (da boa!) pelas condições que apresenta (um bar com uma esplanada espetacular, balneários muito modernos, a paisagem envolvente que é paradisíaca,...) e por isso investiram num parque de estacionamento próximo que, infelizmente, já não chega a ser suficiente, principalmente durante os feriados, fins-de-semana e férias das pessoas. Acho que era tempo de pensarem num local para um novo estacionamento (no dia que fomos, estava lotadíssimo e havia carros pela rua, quase até à estrada regional, tal era a gana das pessoas de ir à praia... Mas o culpado disto é mesmo o S. Pedro!)

Bom... Como íamos com intuito de ficarmos na praia como deve ser, sem pressas, preparamos a princesa e tudo o que uma ida à praia com ela acarreta (guarda-sol, protetor X + protetor Y, balde e brinquedos, 2 toalhas só para ela, alguma comida e alguma bebida) e lá fomos nós "à procura do sol"! Esta expressão é muito usada cá desde sempre e faz mesmo todo o sentido. Hoje existe o Spotazores, que nos veio facilitar a procura do sol. Quando saímos de casa já sabemos onde ele está, mas antes do Spotazores íamos literalmente à procura do sol, sem saber onde íamos parar. É uma espécie de AC e DC, neste caso AS e DS. :)
O dia foi fantástico! O sol estava quente (mesmo do jeitinho que eu gosto!), tinha pouco vento (vento e praia não combinam!), não haviam águas vivas (fator extremamente importante para mim!), a companhia excelente (colei-me ao meu irmão e cunhada e aos amigos deles!). De menos positivo esteve a temperatura da água (estava mesmo fria, mas com o sol que estava cá fora era impossível não ir lá!) e meio turva (do mau tempo que tem feito cá é normal que assim esteja!).
A M. adorou! Brincou muito na areia e com os seus brinquedos. Comemos um geladinho (e ela já come sozinha como se nada fosse!), fomos à água, fomos à ribeira e sorrimos muito! E a vida é mesmo isso, feita de pequenos momentos que se tornam inesquecíveis! Basta querer! :)

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Dia de praia estranho

Como, há uns dias, estava solinho (estranhamente!) decidi ir novamente à praia com a M., ver se realmente o S. Pedro dá uma folguinha... Mas desta vez com direito a bikini, protetor e toalha... e tudo aquilo que se leva para a praia quando vamos com crianças (o balde, as forminhas, a pá, o garfo, a "tenda" para proteger do sol, as fraldas, as toalhitas, água, alguma comidinha... basicamente quase os bens de primeira necessidade todos...). 
O dia estava lindo, azulinho e cheio de raios de sol... tinha algum vento, mas suportável. O mar estava mansinho, mas um tanto fresquinho. Depois de montarmos o estaminé todo e da M. colocar alguma areia na zona que montamos (!!!) era hora de irmos ver a temperatura da água. Fomos ver 2 vezes tal foi a adoração da M. pela água. Ela só dizia "mais, mais,...", mesmo até tremendo o queixo. Acho que vou ser daquelas mães que passam o dia na praia a chamar os filhos para a toalha e, depois de 500 mil vezes a chamar, lá vêm eles roxos e engelhados de frio... Estou mesmo a imaginar a minha figurinha... 

Depois de um bocadinho, e aproveitando que a M. estava entretida a brincar com os restantes viciados em praia como eu, deito-me na toalha pensando eu que ia aproveitar um pouco dos raios de sol e vejo isto um cenário completamente diferente... Era hora de arrumar a tralha toda...

Ao fim da tarde choveu e continuou a chover pela noite dentro... É isto... os Açores!

À chegada...

Levantar arraiais... 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Fomos à praia

Sábado passado fez um dia assim assim, mas a manhã foi muito bonita e, por isso mesmo decidi iniciar a minha M. nas andanças do mar, só naquela para ver a sua reação. Não levamos fato de banho nem nada, apenas uma toalhinha e roupinhas mais fresquinhas para ficarmos as duas a admirar o mar e, caso apetecesse, irmos molhar os pézinhos.
Fomos para a praia grande do Pópulo, a chamada Praia das Milícias. No início, ela parecia meio apreensiva relativamente às ondas, pois não parava de dizer "no mar não, só na areia". Mas, à medida que me ia vendo a aproximar da água (óbvio que não ia resistir ir à praia sem pelo menos molhar os pés!), ela ia também. Acho que não queria perder a oportunidade de experimentar. E, claro, de mão dada com a mãe, melhor ainda. E lá fomos nós bem devagarinho... até que a água chegou aos nossos pés (e estava fria como um raio!), mas ela não se deteve e adorou a experiência que já não queria era sair de lá... Começou a correr, a fugir da água com gritinhos de felicidade, depois aproximava-se. Inicialmente sempre de mão dada comigo, mas logo, logo deixou-se ir na "onda da felicidade". 
O mar, o bom tempo e o sol são, de facto, elementos do meu Mundo que ajudam (e muito) na nossa boa disposição! E ela é igual a mim neste sentido. Aposto que este verão vamos a muitos banhos de mar! :)

Um pouco do que foi o nosso momento...