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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Eles saltam do livro...

Há tempos ofereceram à M. uns livros que anteriormente pertenciam à filha de uma amiga minha. Ela já não os queria mais e disse à mãe para ela dá-los à M. - acha-a muito fofinha! Os livros são, na verdade, um bocadinho avançados para a idade da minha M., mas com certeza um dia vai achá-los piada, pensei eu! Mas... quando os mostrei, a minha M. achou-os imensa piada e noite sim, noite não, são os livros que tem escolhido para a última leitura do dia. 

Um dos livros que ela mais gostou foi o livro dos insectos. É um livro que mostra imagens do tamanho do livro dos insectos: abelha, aranha, formiga, gafanhoto, etc, etc, etc... A primeira vez que estávamos a vê-lo, literalmente, chorei de rir com a atitude da minha M.... Então não é que ela pensava que os insectos saltavam do livro para ela! Ficou impressionada principalmente com a aranha (que realmente é bem feiosa!) e tinha enorme dificuldade em tocar na folha onde ela estava. Foi um momento bastante engraçado e ri-me que me fartei (e ela também!)...
Nos primeiros tempos penso que até teve pesadelos com a tal aranha, porque acordava de manhã a dizer que ela tinha saído do livro e tinha-lhe dado uma dentada a meio da noite... Imaginação muito fértil! :)


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Desafio 52 semanas #34: Livros que acho que toda a gente devia ler...

Esta semana é um desafio que para mim é mais complicado de fazer, pois, apesar de ser de um curso que me obrigava a ler muita coisa, fora isso pouco ou nada li. Atenção! Isto não quer dizer que eu não goste de ler. Gosto e muito, mas nem sempre tenho o ambiente ideal para o fazer.

Existem 2 livros que me tocaram desde cedo na minha vida, foram eles "O Pequeno Príncipe" e o "Fernão Capelo Gaivota", ambos pelas mensagens de motivação e de amor que transmitem a quem os lê com o coração.
  
Em novinha devorava os livros de Enid Blyton, dos famosos "Cinco". Não descansava enquanto não soubesse o final da história. O mesmo depois começou a acontecer com os livros de  Nicholas Sparks, que adorava pelas histórias de elevada carga emocional (às vezes até chorava!).

Também gosto muito de livros motivacionais ou exotéricos, que falem do abstrato e que nos motivem a sermos melhores pessoas. O melhor exemplo que vos posso dar é o livro "O segredo" que é um livro excelente para começar a mudar de vida para atrair apenas coisas boas...

Recentemente não tenho lido muito, mas o último que li mencionei aqui e foi uma amiga que me emprestou. Li-o rapidamente e é já uma leitura muito mais adulta de um mundo que, parecendo que não, até é bem real e pode mesmo estar a acontecer "ao nosso lado" e não sabemos...



terça-feira, 8 de novembro de 2016

Adultério

Este foi o título do último livro que li, que me foi emprestado por uma amiga muito amiga minha. 

O livro é sobre uma mulher jornalista na casa dos 30 anos, casada com o marido perfeito, com 2 filhos pequenos, um casamento feliz, rica (podre de rica mesmo!),... portanto tudo aquilo que nós achamos que é o suficiente para sermos felizes. Mas, hipocrisias à parte, isso não é suficiente. Estou certa?! 
A dada altura ela começou a sentir falta de algo na sua vida e chegou mesmo a pensar que estava à beira de uma depressão. Consultou psiquiatras, vodus, medicinas alternativas e não encontrou a resposta para a apatia na sua vida. Foi encontrar resposta num antigo namorado do liceu, com quem pecaminosamente teve um caso. Afinal o que lhe faltava era a paixão, aquela sensção de "borboletinhas" na barriga, aquela vontade de sair da rotina e encontrar algo diferente, alguém que lhe mostre que a deseja... 

E não é isso o que todas nós, mulheres (e acho que os homens também!), desejamos?!
Passar o resto da nossa vida entregue à monotonia da vida?! 
Deixarmo-nos entregar ao comodismo de estar por casa agarrado ao comando?! 
No way.... 

Temos de ser criativos, inventar coisas novas, proporcionar ao nosso parceiro momentos inovadores, mas quando forem eles a nos proporcionarem esses momentos, que sejamos capazes de elogiar, de agradecer, de colaborar para que a criatividade dele seja um sucesso, que ele veja em nós que pode voltar a inventar coisas novas que será bem recebido... 
É preciso reacender o fogo da paixão as vezes que forem necessárias, pois é a paixão que nos dá a sede de viver, a força de lutar, a vontade de continuar, de investir e de ser melhor...

É uma pena (com direito ao galinheiro todo!) quando isso não acontece...

"É melhor não viver do que não amar"


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Nunca te distraias da vida

Foi este o livro que acabei de ler e que há muito queria ler...

Como sabem, por motivos mais que óbvio, sou muito sensível ao tema "cancro". Gosto de ler histórias sobre o assunto e, inclusive, acompanho histórias de pessoas (maioritariamente de crianças) que padecem desta doença. Queria muito ler este livro porque, além de todo o livro ser cativante (e me impedia de parar de ler muitas vezes!), o título chamou-me a atenção desde o primeiro momento.
Não te distraias da vida! Que grande ensinamento, não só para quem luta contra o bicho (o Manuel Forjaz não gostava que não se chamasse as coisas pelos nomes, mas eu prefiro chamar o "cancro" de "bicho", porque para mim ele é isso: um bicho muito feio e muito mau que temos de matar!), mas também para todas as pessoas no geral.
À medida que ia lendo cada palavra, adequava aquilo que ele quis transmitir para a minha vida. Os ensinamentos dele são tão ricos para todas as pessoas em geral que até faz impressão... Era bom que todos pudessem ler este livro...

É importante não nos distrairmos da vida, não deixarmos de a viver, de estar em constante busca da nossa felicidade. Às vezes deixamo-nos acomodar por inúmeras razões e não podemos, nem devemos, para o nosso próprio bem. Eu não sou feliz, assumi e expliquei aqui, mas não desisto de procurar fazer o que me deixa feliz, de estar com pessoas que me fazem feliz, de lutar pela minha felicidade todos os dias da minha vida. E, de há 2 anos e 8 meses para cá, tenho dupla responsabilidade: procurar a minha felicidade e a felicidade da minha filha, que depende inteiramente de mim. Ela ainda é pequenina e muitas coisas não compreende nem entende, mas ela sabe sorrir e ela sorri com as coisas mais inocentes da vida, que é super caricato e ímpar, e isso é o que importa. E devia ser assim que devíamos viver para sempre: a sorrir pelas pequeninas coisas da nossa vida.

Deixo aqui uma citação do autor: "É preciso nunca deixar de viver."